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Fazenda São José

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Lex75

Um coronel dos tempos da escravidão é o todo poderoso de uma fazenda...ele é lei... carrasco e executor... porém...tem uma fraqueza...a filha Clara.

O Brasil era uma jovem nação independente. Há meia dúzia de anos que tinham nas suas mãos o seu destino, sem prestar contas a ninguém. Liberdade...
Porém para os escravos negros... continua tudo igual... especialmente para os que trabalham de sol a sol, debaixo do sol tropical, nas fazendas do interior.
Aí a lei era imposta pelo homem branco, nas fazendas aos proprietários chamavam eles de coronéis.
Havia já o movimento abolicionista, mas parece que havia uma barreira imaginaria, que impede que a escravatura acabasse.
Nas fazendas onde se produzem, café....cana de açúcar, algodão os escravos só conhecem uma forma de liberdade...a morte. Raramente alguém recebe a carta de alforria, e ser um homem ou mulher livre...e mesmo que o consiga, o racismo é lei, e mesmo livre, negro não tem liberdade.
Fazenda São José...no interior de São Salvador, só o nome da fazenda faz qualquer negro ter pesadelos.
É uma fazenda que produz café e cana de açúcar, é das mais belas do jovem Brasil, enorme, com paisagens tão lindas que contemplar elas é como se estivéssemos vendo o Éden.
Naquele lugar paradisíaco, a lei é ditada por coronel Patrício, um homem alto, musculado, pele tão morena, queimada pelo sol, que os negros dizem que ele ficou assim por ter ido ao Inferno, vender a alma ao próprio Belzebu.
Tem um olhar que intimida, cara masculina,barba rala, é peludo, e tem entre as pernas dele um colosso enorme.
Já tem 54 anos, os pelos brancos se misturam com os negros, mas continua com um físico imponente.
É cruel por natureza, é o juiz, o carrasco, é a LEI nas suas terras a perder de vista.
Dona Silvia... não pode haver naquele mundo uma mulher tão bonita como cruel... é a companheira perfeita para o coronel Patrício.
Tem a perfeição do corpo feminino, pele branca, cabelos louros, olhos verdes, boca com lábios grossos, mamas grandes, imponentes, cintura larga, nádegas firmes e grandes, pernas esculturais, e uma cona rapada...e no lugar do coração não tem nada... só crueldade.
Eles tiveram muitos filhos, o coronel Patrício e a dona Silvia, 16, dos quais apenas 2 eram varões, os outros 14 eram raparigas.
Curiosamente, os 2 varões eram gêmeos, os negros chamaram a eles a Morte e a Peste... parecia que herdaram a crueldade dos dois progenitores.
Para o coronel Patrício, ter tantas folgas, até acabou por ser vantajoso...casava elas com filhos de outros coronéis e assim aumentou e muito o seu império...com a morte dos maridos elas passaram a ser proprietárias das fazendas, e elas obedeciam cegamente só pai, mesmo depois de casadas.
Porém havia naquela família alguém que não tinha ódio no coração... alguém que usa o sorriso, a bondade, a gentileza, a doçura, para conviver com todos... incluindo os escravos.
Clara... é a mais bonita de todas as belas filhas de coronel Patrício.
Rivaliza em beleza com a mãe, pele branca, cabelo longo e ondulado loiro, pele sedosa e sempre cheirado a rosas, mamas colossais, ancas largas, cintura fina, nádegas grandes e firmes, pernas esculturais, e uma cona peluda, coberta de pelos louros.
É a única branca que os escravos sorriem ao ver ela...ela abomina a escravatura, e tem o espírito lutador, confronta o pai quando ele manda algum escravo ir para o tronco... é a única pessoa que o enfrenta, sempre com respeito, mas é a única que lhe aponta o dedo, sem medo.
Curiosamente é a filha favorita do coronel Patrício...eles têm discussões enormes, ele grita muitas vezes com ela, a esmagadora das vezes acaba com ela encerrada á chave no quarto, de castigo...mas ele acaba sempre sorrindo...e diz que de todos os seus filhos, a Clara é a única que herdou o verdadeiro espírito dele, o ser indomável, defender as suas ideias... mesmo que ele não concorde com ela em nada.
Ele diz a dua esposa, que se Clara tivesse nascido homem, mandaria no mundo inteiro.
Contra a sua vontade, Clara está prometida a um filho de um coronel amigo de seu pai, mas não se quer submeter a esse casamento.
Ela diz ao pai, que prefere o tronco a se casar com quem ela não quer.
Coronel Patrício, secretamente quer a Clara para ele mesmo. Quer ter ela na cama...quer o corpo dela, quer domar na cama o que não consegue domar como pai.
Ele é mesmo obcecado por Clara...a sua esposa sabe disso, e odeia cada vez mais a própria filha, pois sente que com o passar dos anos, a beleza vai saindo do seu corpo para o de Clara...e cada vez nota mais os olhares de desejo, de vontade de a foder, do marido para própria filha...sente cada vez mais que o marido quando a fode selvaticamente na cama, ele imagina estar fodendo a Clara...numa noite ele disse mesmo o nome dela quando bêbado, fodia o cu de dona Silvia, agarrando os cabelos dela, enfiando até aos colhoes o colossal caralho dele...ele gritou...CCC LLAAARRAAAA...TTTOOMMMMAAAA... quando teve o orgasmo e libertou todo leite acumulado dentro dos enormes colhoes dentro do cu de Sílvia.
Só a ambição de ficar com a fazenda do amigo leva o coronel Patrício a manter o casamento de Clara marcado...e ainda o seu casamento com Silvia.
Todas as noites, ele se encerra no escritório...o quarto de Clara é mesmo al lado do escritório...ele remove o quadro que está numa das paredes, e puxa o pequeno prego deixando assim um buraco pequeno, mas estratégico para ver o quarto de Clara...a cama dela
Está na hora do dia que ele espera ansiosamente...o banho Clara.
Vê ela despindo as roupas...o vestido...a combinação...o corpete...depois as roupas de cima saem todas deixam aquelas mamas enormes, COLOSSAIS á vista...rijas, perfeitas...nesta altura já o coronel Patrício está batendo uma punheta... devagar, pois o melhor está para vir... Clara tira a roupa toda...fica nua...entra na banheira, fica de pé enquanto despeja com um pequeno jarro a água pelo corpo dela .. coronel Patrício ouve a água cair serena na banheira depois de percorrer o corpo nu de Clara...depois de molhada ela passa o sabonete importado de Paris, com o cheiro das rosas...pelo corpo todo... pescoço...mamas..barriga... nádegas...cona... pernas...ele fica louco ao ver ela abrir as pernas e passar o sabonete devagarinho pela cona...ela morde ligeiramente os lábios, move um pouco as ancas ..solta um suspiro...ele não aguenta...e explode num orgasmo, á parede em fica cheia de leite de homem...mas não para de se masturbar...para lavar os pés ela se dobra...as mamas dela ficam penduradas e balançando...quando ela lava os pés com as costas voltadas para ele, ele observa o contorno dos enormes seios da filha, balançando...e o cu dela...a cona aparece entre as pernas, a água com a espuma do sabonete escorre pelo rego das nádegas abaixo...
Depois ela sai do banho...se seca com cuidado, demora a se secar no monte de Vénus louro que cobre a entrada da cona dela...ela suspira algumas vezes quando se toca aí...o coronel Patrício continua batendo punheta...e observando...ela acabou de se secar, se senta nua na frente do enorme espelho e escova paciente os longos cabelos dourados...parece um ritual...
E finalmente ele vê um dos segredos da filha...ela tem a camisola de dormir de seda branca na cama, mas não a veste...ela se deita nua...sem roupa...apenas o branco lençóis de linho tapam o seu corpo.
Coronel Patrício bate punheta até se vir novamente...ele se compõe, sai do escritório, vai ordenar a uma escrava que vá limpar a parede cheia de esporra...vai para o quarto, a esposa está deitada, fingindo dormir...a ele isso não importa...se despe todo, o caralho colossal apontado para o teto...agarra na roupa da cama e a tira com um gesto só...a esposa reclama , mas não tem como escapar...ele lhe arranca a roupa do corpo e a fode selvaticamente...ela tenta escapar, mas é agarrada, violada tanto na cona como no cu....a cama de ferro batendo com força na parede, ela grita alto...mas leva foda atrás de foda sem descanso até ele se saciar e cair pro lado e roncando pouco depois... deixando a esposa coberta de esporra da cara aos pés , suando abundantemente, cheia de esporra pelo corpo, ela sabe que não era ela quem ele fode...era Clara.
E por muito que uma mulher tenha nojo e ódio do marido, sinta repulsa em ser sequer tocada por ele, se no ato sexual ela é apenas um buraco ou dois para ele se satisfazer, com ele pensando noutra... isso é inadmissível. A outra mulher seja ela quem for terá de enfrentar a ira dessa mulher... mesmo que sejam filha...e mãe.
Na manhã seguinte dona Silvia, depois de o marido ter ido fazer a habitual ronda pela fazenda acompanhado pelos capangas dele, ela vai á senzala...na senzala só tem as jovens escravas escolhidas para reprodução, e o negro reprodutor, Elias .
Uma outra escrava, uma figura sinistra, velha, fuma cachimbo, a velha Joaquina, assiste as jovens escravas sendo fodidas pelo Elias ...pela manhã ela tem uma só tarefa ..ver quais das escravas estão com o cio...como gado elas são selecionadas, pela velha Joaquina , basta um toque na barriga nua delas ou um exame á cona delas, para a Joaquina saber se estão no período fértil. Se estão ficam na senzala para serem fodidas , se não estão vão trabalhar nos campos.
Elias é considerado quase um rei entre os escravos. Alto que nem uma montanha, músculos tem demais, cabeça rapada, tatuagens tribais pelo corpo todo, e um enorme, gigante, desproporcional caralho, sempre pronto para foder.
O coronel Patrício gastou uma pequena fortuna para o comprar no mercado negreiro em São Salvador, mas foi um investimento que já lhe rendeu uma grande fortuna, em escravos vendidos, e escravos fortes e saudáveis para trabalhar na fazenda.
Elias veio capturado em África, traído por próprio irmã, numa luta de poder na tribo, onde ambos desde crias lutavam, considerados príncipes, o seu irmão, montou uma armadilha a ele, a troco de ficar com o trono da tribo, e fornecer regularmente novos escravos aos comerciantes esclavagistas.
Não lhe era complicado arranjar escravos, pois o Elias era mais popular que ele, tinha muitos apoiantes, e esses...aos pouco eram capturados, pelos negreiros e vendidos para as fazendas do novo continente, Brasil e Estados Unidos, na altura ainda uma colónia britânica.
Ele se impôs na senzala naturalmente, perante os outros negros e negras. O seu sonho... regressar a África para se vingar do seu irmão, que lhe ficou com o reino, a esposa principal, e assassinou o próprio pai para ser rei.
Ingenuamente ele acredita que dona Silvia lhe vai dar a carta de alforria, e livre regressar a África, nem que tenha de atravessar o Atlântico a nado.
Ele e dona Silvia são amantes...o gigantesco, fora do comum caralho dele provou carne branca, quando a dona Silvia impressionada em ver ele foder as escravas também quis ter nas entranhas mais profundas do corpo o enorme caralho dele atolado na cona.
Quando ele vê a dona Silvia naquele dia na senzala, estava fodendo uma jovem escrava a Canzana...a pobre escrava, gritando de gemendo sem conseguir se controlar, os orgasmos são forçados, pelo caralho dele tão profundamente enterrado na cona dela, invadindo o útero dela, as mamas pequenas e firmes da escrava mesmo assim abanam em todas as direções.
A dona Silvia olha a cena com a sua cona ficando humedecida...mas deixa eles estarem a foder, e vai ter ao canto da senzala onde a negra Joaquina está sentada, fumando o seu cachimbo...

- BOM DIA, SENHORA SILVIA...
- OLÁ JOAQUINA.
- VEIO VER O ELIAS??
- CUIDADO COM QUE ESSA LÍNGUA VELHA DIZ... ACHO QUE NÃO PRECISAS DELA PARA NADA... POR ISSO ANTES DE FALAR, PENSA NO QUE FALAS, ESCRAVA.
- DESCULPE, MINHA SENHORA.... NÃO ME INTÉRPRETE MAL... ESTOU AO SEU SERVIÇO, COMO SEMPRE.
- EU SEI JOAQUINA... VENHO AQUI PERGUNTAR SE JÁ TENS AS ERVAS PRONTAS PARA AMANHÃ...
- SIM SENHORA...TOME ELAS

Joaquina estende dois saquinhos de pano para a sua senhora. Um é branco outro azul.

- O BRANCO É PARA HOMEM...O AZUL É PARA MULHER.
- ESTÁ BEM...E PARA TEU BEM, ESPERO QUE RESULTE...
- GARANTO SENHORA...
- VAMOS VER...SE NÃO RESULTA VAIS PRO TRONCO, E TE MANDO ARRANCAR A LÍNGUA...E SE RESULTAR, VAIS PASSAR A SER ESCRAVA DE CASA.
- TENHA O MEU QUARTO PRONTO, SENHORA... OS MEUS VELHOS OSSOS JÁ NÃO AGUENTAM O CHÃO DURO.

Dona Silvia agarra nos saquinhos e regressa a casa... observa antes mais uns instantes a ver o Elias fodendo a escrava, agora na posição de missionário, mamando nas tetas da jovem escrava, que nem força tem mais para gritar... só estar de pernas abertas, sendo fodida por Elias
Dona Silvia em casa dá ordens aos escravos para preparação dos quartos, o aniversário do coronel Patrício é no dia seguinte, e as filhas todas e seus maridos estarão presentes, o coronel Patrício não dispensa a presença delas e dos maridos em duas ocasiões no ano, o aniversário dele e o Natal.
Depois, vai ao escritório, onde a aguardam os dois filhos gêmeos, ainda solteiros...
Ela entra no escritório, e mostra a eles os dois saquinhos com as ervas e diz:

- EM BREVE A FAZENDA SÃO JOSÉ TERÁ NOVOS DONOS... VOCÊS MEUS FILHOS...
- E UMA RAINHA... VOCÊ MÃE...

Eles agarram na mãe, e enquanto um lhe beija a boca o outro se ajoelha entre as pernas dela e abre as pernas dela e lambe a cona dela...por debaixo das saias dela ...dona Silvia é lambida na cona e geme alto...o outro filho tira as mamas dela para fora do decote e mama nelas com acidez, com força, abocanhando os bicos delas, são enormes as mamas da mãe...ela está entrando em êxtase, o filho que lhe lambe a cona deixa- a bem lubricada, e levantou a saia dela e a deita na mesa do escritório e enfia o caralho dele na cona dela, é grande e grosso como o do coronel, ela o recebeu abrindo as pernas todas, enquanto o outro filho mama nas tetas dela e meteu o caralho dele também grande e grosso como o do irmão entre as mamas dela e fode as mamas enormes da mãe, por vezes esticando os bicos de as mamas dela o máximo que consegue .. quando o irmão roda a mãe e deixa ela por cima, ela cavalga o caralho do filho...e o outro levanta ainda mais a saia dela e enfia o caralho junto na cona dela, montando ela, e alternando as penetrações na cona da mãe...
O irmão que está por debaixo mama nas tetas dela como se fosse um bezerro, enquanto o outro agarrado aos cabelos dela a força a virar a cabeça e a dar beijos na boca dela, mordendo os lábios dela...e sai da cona dela e enterra o caralho no cu dela...ela grita desesperada, está tendo orgasmos atrás de orgasmos, o filho amassando as mamas dela, o outro mamando na teta que fica livre... até que eles atingem o orgasmo ao mesmo tempo, enchendo a cona e o cu dela com o leite deles .. são anos de ensaios até atingir a sincronização perfeita dos orgasmos ao mesmo tempo.
Ficam naquela posição minutos...ela diz:

- AMANHÃ...HUMMM...CLARA E O PAI... CAÍRAM EM DESGRAÇA...E NÓS...DONOS DESTE IMPÉRIO...
- SIIMMM... MÃE...
- NÃO...HUMMM..SE .. ESQUEÇAM...DEITEM ELA NA MINHA CAMA...DO...SINN..RESTO TRATA EU...

CONTINUA

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