Os cunhados - a suruba inesquecível - Parte 14
No domingo, Sabrina queria ir na casa do Felipe, eu ainda estava acanhado com o que tinha rolado, e disse:
- O Felipe tá cansado da viagem, amor, não vamos nos reunir hoje não
- Eu não quero me reunir... quero ir lá, só nós dois
- Ah... você quer... ?
- Sim, quero transar com ele
- Será que ele tá em casa?
- Manda mensagem
Peguei meu celular, e mandei mensagem pro Felipe, ele não respondeu por horas, eu agradecia mentalmente, não estava pronto para levar a Sabrina pra ele assim, como Felipe sumiu, Gabriel e Bruna vieram em minha casa.
Sabrina: Gente, vocês sabem do Fe? Ele sumiu o dia todo
Bruna: Ele tá na praia
Sabrina: E ele foi assim, sozinho? Sem avisar?
Bruna: Ele tava pensativo, a gente viu ele ontem a noite, ele desceu ontem mesmo
Sabrina: Pensativo com o que?
Bruna: Hoje era pra ser aniversário da mãe dele...
Eu: Ah, ele me disse que gostava de ficar lá na praia porque sentia boas lembranças dela
Gabriel: A verdade é que ele não viveu o luto direito, o Felipe vai desabar qualquer hora
Sabrina: Mudando de assunto, vocês acham que ele vai voltar com a Marina?
Bruna: Não, sem chance... a Marina até quis, mas ela me disse que ele não quer nada sério, ele disse que não vai assumir relacionamento tão cedo
Sabrina: E será que eles estão ficando?
Gabriel: Por que você quer saber?
Sabrina: Porque eu não gosto da Marina... e o Felipe tá numa fase muito emotiva, pra ele fazer merda voltando com ela é rapidinho
Bruna: Não sei se eles estão ficando... a Mari me disse que ele tem sido bom pra ela, só isso, mas acho que sim
Deu pra notar o desconforto de Sabrina, dessa vez, Gabriel e eu nos juntamos para fazer um churrasco na minha casa, foi bom, mas sentimos muito a falta de Felipe.
A tarde caiu logo e Gabriel me perguntou:
- Como está o trabalho com o Felipe?
Eu: Tá muito bom, é da hora viajar, agora vai parar as viagens de novo, mas quem sabe apareça alguma logo
Gabriel: Por que vai parar?
Sabrina me olhou brava, eu acabei soltando uma informação grande sem querer.
Eu: É que... a gente vai voltar pro M...
Gabriel: Ah sim, mas lá o Felipe viajava pelo menos 2x no mês
Sabrina: É, quem sabe não volta a ser a mesma coisa? O receio do Pedro é eles não terem a mesma oportunidade, não é, Pedro?
Gabriel: Eu não voltaria pra lá, o Felipe não faria isso a toa, devem ter dado aumento pra ele
Sabrina: Acho que não, ele gosta de lá
Gabriel: Certeza que deram, ele não vai falar porque sabe que eu quero trocar de carro, e fica com receio de eu pedir algo pra ele
Sabrina: E você já tá planejando como pedir, né?
Gabriel: É... eu to, mas to relutando, meu nome tá sujo, vai ser foda trocar agora, mas não to querendo pedir nada pro Felipe tão cedo
Sabrina: O problema é que você não paga, por isso ele não tira as coisas pra você
Gabriel: O Sabrina, agora você tá "pobre", que diferença faz na vida do Felipe me arranjar 5 conto, se ele ganha 30?
Sabrina: Faz diferença... ele tem os investimentos dele
Gabriel: Se o Felipe tivesse consideração por mim mesmo, ele tinha me posto pra trabalhar com ele, to me fodendo pra ganhar 2.500 e ele pôs o Pedro com ele pra ganhar 5 conto
Sabrina: O Gabriel... mas empresa assim não contrata parente, principalmente pra cargo alto
Gabriel: Que cargo alto o Pedro tem? Auxiliar de escritório?
Sabrina: Não, lá ele vai s... ele vai... ele vai... trabalhar como ajudante de não sei o que do Felipe
Gabriel percebeu a gagueira, e como sempre, notou que estávamos escondendo alguma coisa.
Ele pressionou até eu falar que voltamos porque a proposta era melhor, eu falei que não sabia quanto Felipe ia ganhar, mas Gabriel já cresceu o olho dizendo que era o melhor momento para pedir algo pro Felipe.
Felipe chegou tarde, era umas 23h, e nos respondeu no WhatsApp, comentei que o procuramos mais cedo porque Sabrina queria ir lá, mas que agora estava na hora de dormirmos porque segunda íamos pedir demissão, ele me respondeu com:
- Podem vir, amanhã a gente vai em qualquer horário, já falei com a dona Ivone, ela tá ciente.
Aquele nervosismo de sempre me pegou, mas minha filha estava dormindo e não queríamos tirá-la na friagem, Felipe então aceitou vir na minha casa, quando ele entrou, o chamei pro quarto, Sabrina estava ansiosa e tímida, mas Felipe a tratou com muito carinho, até a beijou na boca, eu fiquei de canto deixando eles começarem, o ciúmes ainda ardia em mim, mas Felipe dominava tudo, e isso deixava as coisas muito gostosas, Felipe metia firme em Sabrina, e ela me chupava, comecei a pegar tesão nisso, comecei a revezar a buceta de Sabrina com Felipe, e como ela é bem safadinha, começou a sentar em mim com o cuzinho, eu percebi que Sabrina sentava firme e se esfregava, como quem estava querendo abrir bem o cu para receber Felipe, ele aproveitou que minha rola estava no cuzinho dela e começou a foder a bucetinha, fizemos uma dp deliciosa, depois de alguns minutos, Sabrina foi tentar sentar em Felipe com o cuzinho.
- Aiiii, nossa... acho que desacostumei, que piroca grossa da porra!
- Vai devagarzinho, você aguenta que eu sei.
- Tá doendo... aiii, aiii
Na medida em que ela tentava, ela suava, mas não queria desistir, continuou indo de pouquinho em pouquinho, eu já tinha metido toda minha rola, mas todo meu esforço para arrombar o cuzinho dela tinha sido em vão perto do quanto Felipe era imponente... Sabrina dava com muita dificuldade, eu incentivava:
- Vai amor, aguenta, aguenta firme, senta mais um pouquinho, respira um pouco, sobe e desce devagar pra ir laceando, isso... assim... caralho, desce mais um pouco...
Sabrina fazia caretas de dor, tirou o pau de Felipe e disse:
- Fode aqui Pedro, tenta me abrir mais
Eu a fodi forte, soquei meu pau até estralar o saco em sua bunda, depois de uns 3 minutos ela voltou para Felipe, desceu até metade e ainda arfava:
- Dessa vez entrou mais... mas porra, não vou aguentar tudo
- Vai só até onde você aguenta
Sabrina subiu e descia muito devagar, fraca, metade da rola do Felipe fora do cu dela ainda, aquilo era muito excitante, Felipe ficava imóvel, deixando Sabrina controlar até onde conseguia, Sabrina forçou, forçou, forçou... mas não aguentava tudo, acabou se contentando em ir até o meio e descia com vontade, ela começou a descer mais um pouquinho, mas falou bem tímida:
- Tá indo muito fundo, to sentindo que to te sujando
Felipe riu e disse:
- Pode sujar a vontade
- Não... é nojento, tenho vergonha
- Depois eu lavo, fica de boa, vai até o fundo
Sabrina desceu mais, e quando ela finalmente conseguiu por toda a rola de Felipe no cuzinho, eu notei que ela ficou mais tímida, ela não subia tanto, ficou ali com a rola enfiada na buceta, subindo e descendo pouquinho, Sabrina fazia carinha de dor, mas disse:
- Não quero tirar... senti que pegou mesmo... to com vergonha
Felipe agarrou sua bunda e enfiou o pau até a pesa, Sabrina deu uma arfada e o apertou, ela entendeu que ele não estava nem aí pra sujeira, e começou a descer com vontade, em poucos minutos Sabrina subia e descia foto o pau de Felipe, quicando com o cuzinho, eu fui olhar, e estava sujo, a merda escorria ao longo do pau dele, e voltava pra dentro a cada descida.
Sabrina: Tá sujo amor?
Eu: Tá... um pouco
Sabrina: Quer parar, Fe?
Felipe: Por mim você pode até fazer mais força pra sujar mais
Sabrina: Não, que horror, credo!
Eu: Porra... eu também quero me sujar um pouco hein
Sabrina: Tem certeza?
Eu: Tenho...
Sabrina foi levantando a bunda, e quase ela tirou, o pau de Felipe estava todo marrom, sujo de bosta, subiu um cheiro desagradável, pensei duas vezes se eu realmente meteria ali, mas encarei, a sensação de meter depois do Felipe é gostosa, o cu de Sabrina estava grande, arrombado, eu metia com muita força e nem fazia diferença, acabei gozando dentro do cu cagado dela, quando tirei pra fora, pingou no saco de Felipe, ele não se importou, voltou a pica pro cu dela que agora escorria bosta e porra junto, Sabrina sorria de um jeito safado, ela e Felipe se olhavam nos olhos, Felipe fodeu por mais uns 10 minutos até encher todo o cu da Sabrina de porra.
Fomos rapidamente pra um banho coletivo, antes da neném acordar, Sabrina ficou morrendo de vergonha ao ver nossas picas sujas, Felipe com aquela postura de quem não ligava pra nada só se lavou sem dar a mínima, saímos do banho, ele se vestiu e foi para sua casa, Sabrina ficou rolando na cama por muito tempo tímida:
- Será que ele vai querer de novo depois disso?
- Claro que vai, ele não se importa com isso
- Mas... quando eu morava com ele, nunca fiz isso, hoje eu não aguentei
- Relaxa amor, ele gostou, o Felipe deve estar se sentindo por ter arrancando bosta do seu cuzinho
Sabrina sorriu, contente pela "cagada".
Eu acordei pela manhã e mandei mensagem pro Felipe:
- Mano, a hora que você quiser ir lá, nós vamos
Eu achei que ele estava dormindo, mas ele me respondeu na hora:
- Bora agora, vou me arrumar
Para resumir isso, Felipe e eu fizemos algumas coisas burocráticas na empresa, entregamos crachás, e fomos embora rapidamente, Felipe me perguntou:
- Já sabe o que vai fazer com 25 mil por mês?
- Não sei... tava falando com a Sabrina, estamos pensando em pagar algumas parcelas a mais da casa e te pagar uns 5 mil por mês pra ir abatendo na entrada da casa
- Minha parte não precisa me pagar agora, quita a casa primeiro
- Uma hora eu vou ter que te pagar, melhor pagar agora que vou receber bem, porque desde que comecei a trabalhar contigo não paramos 2 meses juntos
- Dessa vez vai ser anos, relaxa, me paga numa férias sua, não se preocupa com isso agora, investe em algo pra vocês
- O que me aconselha?
- Casa de aluguel, negócios online, essas coisas, e não deixa de viajar, conhecer lugares novos, e cuidar da Sabrina, pagar unha, cabelo... deixa um dinheiro pra investir nela todo mês
- É, vou fazer isso, ela tá super feliz
- Eu fiz o exame lá...
- Qual?
- Todos os tipos, DST, sangue, tudo, mas fiz o de esperma pra descobrir se eu tenho algum problema
- E aí?
- E aí que deu nada, eu posso ter filho normalmente, acho que só não é o tempo certo
- Vai vir no tempo certo sim, pode confiar
Chegamos em casa, contei isso do exame para Sabrina, ela se alegrou com a notícia, a tarde, Sabrina me pediu para comprar um Creme de leite para uma receita, eu saí, olhei para a casa de Felipe e vi Marina saindo de lá... talvez Bruna estivesse certa, Felipe e Marina podiam estar reatando as escondidas, para piorar, ela caminhava na minha frente indo na mesma direção, eu desacelerei afim de perder ela de vistas, mas ela entrou justamente no mercado, eu estava evitando o mesmo corredor que ela, quando eu finalmente paguei e saí do mercado, Marina me vê na calçada.
- Oi, que surpresa! Tudo bem, Pedro?
- Oi, to bem e você?
- To bem também
Eu não ia falar nada... mas acabei ficando curioso demais para ir embora com dúvida.
- Marina, posso te fazer uma pergunta?
- Pode
- Você e o Felipe, estão ficando? Te vi saindo da casa dele
- Não, quem me dera... eu só fui conversar, não rolou nada desde aquele dia, na verdade eu fui buscar esse papel - ela me mostrou o papel - eu queria muito voltar com ele, mas ele deixou bem claro que não quer nada comigo
- Ah sim, entendi, desculpe a intromissão
- Sem problemas
Voltei para casa, comentei com Sabrina e ela me respondeu com:
- Ainda bem, fiquei com medo do Felipe inventar de voltar com aquela vagabunda.
No dia seguinte, era nosso primeiro dia de volta ao M... Felipe buzinou e eu saí, ele estava visivelmente feliz, eu também estava pelo salário bem alto, no caminho para o trabalho ele me contava seus planos de comprar mais 2 casas, comprar mais um carro, e abrir um mercado pequeno no bairro, eu comecei a pensar em investir em algo assim, ou até mesmo ser sócio de Felipe, assim que chegamos a empresa comemorou a entrada de Felipe, parecia que ele era um astro de futebol, as pessoas batiam na mesa, assobiavam e gritavam, e ele entrava com o braço direito pra cima como sinal de vitória.
Sr. Medeiros nos recebeu com um sorriso que não cabia na boca e nos levou até o andar de cima, onde havia uma sala maior e mais luxuosa que a primeira só para Felipe, minha mesa seria ali junto de outras pessoas, mas Felipe pediu que instalassem meu pc e me dessem uma cadeira confortável em um canto de sua sala, eu me sentia foda no trabalho, minha vida saiu de carregar peso para ficar numa cadeira presidencial e ar condicionado "do nada", dessa vez o trabalho estava mais difícil, era planilha o tempo todo, números, ligações, e-mails, reuniões... eu não tinha tempo praticamente para falar com Felipe que estava na mesma sala que eu, ele me explicava todo o trabalho com calma, ensinando bem, raramente precisava explicar duas vezes a mesma coisa.
No final da tarde, Nayara foi nos visitar...
Nayara: Quem diria que a gente iria se reencontrar
Felipe: Que surpresa agradável, não é?
Nayara: E agora você é meu chefe...
Felipe: Sim, espero que não tenhamos problemas um com o outro
Nayara: Por mim o que passou, passou
Eu olhava para ela com raiva, mas a frieza de Felipe me inspirou a não dar atenção para aquela vadia.
Fomos embora, no carro, Felipe me chamou a atenção:
- Pedro, você precisa parar de ficar demonstrando insatisfação
- Do que você tá falando?
- A Nayara foi lá e você ficou se mexendo sem parar na cadeira
- Ah! Eu não gosto dela
- Mas seja firme, senão ninguém vai te respeitar
- Tem razão
- E você precisa aprender inglês urgente, se inscreve num curso, mês que vem vai rolar um encontro dos líderes em Nova York, e você vai comigo
- Eu não consigo aprender inglês em um mês
- Não porra... mas se esforça, porque vai aparecer mais viagens, e agora não é mais com clientes que a gente trata, quanto mais preparado, mais você pode crescer na empresa
Fiquei pensando nisso, Felipe tomou outro caminho ao invés do caminho de casa.
- Onde você tá indo?
- Eu entregar umas coisas
Felipe começou a se afastar cada vez mais do centro da cidade, indo pra um bairro que a gente praticamente nunca passava, eu não questionei, até ele parar em frente a uma casa velha, portão de ferro torto, muro sem reboco, o mato tomando conta do terreno, Felipe desceu do carro, bateu palma e saiu uma garota jovem, 20 aninhos, uma delícia em pessoa, cabelo grande liso preto, baixinha, peitos médios, bunda redondinha, mas visivelmente muito pobre.
Ela e Felipe conversavam, ela gesticulava muito e até chorava.
Felipe abriu o porta-malas e entregou algumas sacolas de farmácia para a garota, e entrou na casa com ela, eu fiquei ali, sem saber se ele ia demorar, nem o que estava acontecendo, acabei tirando foto da frente da casa e mandei pra Sabrina, ela me respondeu:
- É a casa da vó do Felipe, aconteceu alguma coisa?
Expliquei sobre os remédios, e ela ficou tão confusa quanto eu, Felipe não demorou, quando ele entrou sua expressão era séria.
- Tá tudo bem?
- Não... minha vó tá mal pra caramba, eu não consegui vir aqui antes, não sabia que a casa estava desse jeito, vou mandar uns caras vir carpir e arrumar esse portão, to achando que logo ela vai embora
- E essa moça, quem é?
- É a filha da vizinha que eu pago pra fazer companhia pra minha vó, se chama Julia
- Eu não conhecia esse bairro
- Eu morava aqui, nessa mesma casa, com meus pais, depois que eles morreram eu trouxe minha vó pra cá, e venho visitar ela toda semana, mas to vendo que preciso contratar uma cuidadora, ou algo assim
Nessas horas eu refletia de como eu me contradizia em meus pensamentos, eu sempre achava a vida de Felipe perfeita, mas não sabia que ele tinha uma avó doente, e tudo que ele enfrentou na vida, sua seriedade era uma casca que o protegia de desabar de vez.
Voltamos para casa, e naquela noite Bruna nos convidou para jantar, fomos todos pra lá.
Felipe puxou o assunto:
- Gabriel, eu preciso de ajuda com a vó, não posso deixar ela lá sozinha, ela tá mal
Gabriel: E o que você quer que eu faça?
Felipe: Pensei em trazer ela pra morar comigo, ia ficar mais perto da gente, aí a Bruna podia ficar na minha casa durante o d...
Gabriel: A Bruna não é cuidadora
Felipe: Beleza
Gabriel: A Julia não tá cuidando dela?
Felipe: A Julia tá com a vida atrasada por isso, ela não pode sair, não consegue fazer as coisas dela, e eu não vou por a vó em um asilo, mas essa semana eu resolvo, pode deixar.
Felipe não estava bravo, pelo contrário, ele fava baixo, calmo, respirando devagar, e semblante caído, Gabriel percebeu que foi grosseiro.
Gabriel: Mano, me desculpa, é que eu não tenho condições de ajudar com remédios, médicos, nem pagando alguém pra cuidar dela, eu pago aluguel, você não, fora que a Bruna tem que cuidar de duas crianças pequenas, não ia dar conta de cuidar de uma idosa
Felipe: Eu entendi, é que eu realmente acho que em breve a gente vai viver um novo luto, depois não quero você com a consciência pesada dizendo que não fez nada
Gabriel: Não vou ficar, o que eu posso eu faço, que é visitar ela
Felipe: Beleza...
Terminamos de jantar e Felipe rapidamente foi embora, isso visivelmente estava incomodando ele, Sabrina e eu decidimos ir conversar com ele depois de algum tempo, mandei mensagem perguntando se podíamos ir lá e ele disse que sim.
Sabrina: Fe, o que tá acontecendo? Você tá tão triste hoje
Felipe: É muita coisa pra resolver, o Gabriel é foda, eu to pegando raiva, e não é de hoje
Sabrina: Mas o que ele fez de grave? Ele disse que não tem condições...
Felipe: Eu mandei mensagem antes do jantar perguntando se ele conhecia alguém pra carpir lá, olha a resposta dele
Felipe soltou um áudio de Gabriel: "Não conheço, mas vou procurar, não fica arrumando a casa sozinho, lembra que aquela casa também é minha, também sou herdeiro, se a vó morrer a Bruna e eu vamos morar lá"
Sabrina: Eu entendi o que ele quis dizer... mas foi desnecessário
Felipe: Eu to pensando no que fazer, o Gabriel me culpa pela vida dele ser uma merda
Sabrina: O que tá acontecendo que a gente não sabe?
Felipe: A gente discutiu feio, ele me pediu ajuda pra trocar de carro, eu recusei, aí ele disse que eu to ajudando vocês mas não ajudo ele que é sangue do meu sangue, sendo que eu não faço nada por vocês também, to pensando seriamente em não mexer em porra nenhuma da casa, e trazer minha vó pra cá, e entregar as chaves pro Gabriel e deixar ele se foder pra reformar tudo
Sabrina: Aí ele vai reclamar que você entregou a casa caindo aos pedaços
Felipe: É, nada tá bom pra ele
Sabrina: Tem mais alguma coisa te incomodando?
Felipe: Tenho que descer pra praia, um rapaz quebrou uma janela de um dos quartos e me bloqueou, não quer pagar, a Fernanda tá me mandando mensagem direto perguntando se pode pegar uma cama aqui porque ela vai morar com o Will e não tem muita coisa, as pessoas acham que eu tenho que ser trouxa, tem esses problemas com minha vó, problemas com o Gabriel, e agora a Marina não sai daqui, todo dia ela arruma pretexto pra me visitar, esses dias até fingi que eu não tava em casa
Sabrina: A Marina tá doida pra voltar com você, né?!
Felipe: Não... a Marina eu conheço na palma da mão, ela tá doida pelo meu salário, a Bruna disse pra ela que eu mudei de cargo
Sabrina: Tudo a Bruna conta, puta merda!
Felipe: Vou até parar de comer ela
Sabrina: Você tava comendo a Bruna?
Felipe: Direto, mas tudo que ela sabe ela fala... vou pular fora disso
Sabrina: Você precisa encontrar alguém, sossegar logo
Felipe: Não quero sossego agora, agora eu quero aproveitar minha vida
Ficamos mais alguns minutos ali, fomos embora pra casa, Sabrina ficou pensativa a noite toda, e me chamou pra conversar.
- Eu to preocupada com o Felipe, lembra de quando ele passou mal do nada?
- Lembro... a vida tá uma pressão grande pra ele
- Eu to sentindo que ele vai perder a cabeça, isso da Fernanda ficar pedindo uma cama... se ela aparece lá com o Will, que falta de noção do caralho
- Eu odeio concordar, mas a Fernanda desgraçou a vida dela, e tá fingindo que a vida tá perfeita
- A gente precisa fazer alguma coisa
- Mas o que? A única coisa boa que a gente tem pra oferecer ao Felipe é sexo, de resto ele tem tudo
- Então vai ser isso, amanhã você fala que vamos dormir lá, precisamos distrair ele
Eu gostei da ideia... no dia seguinte fomos trabalhar e foi aquela correria enorme, Felipe visivelmente cansado tomava bastante café, no fim do expediente, fomos pro estacionamento e demos de frente com Rafael.
Rafael: Conseguiu voltar né o seu pau no cu?
Felipe: Do que você me chamou?
Rafael: É surdo ainda por cima
Felipe abriu um sorriso, um sorriso sinistro, pela cara de cansado foi a primeira vez que eu tive medo de Felipe, eu travei em acalmar as coisas, Felipe se aproximou de Rafael e falou baixo, firme:
Felipe: Fala essa porra amanhã, onde tem câmera perto, seu arrombado! Não se assegura em estar dentro do estacionamento da empresa, eu posso muito bem esperar você sair e te seguir pra te encher de porrada na rua, e desconfigurar esse seu rostinho de mauricinho do caralho, toma cuidado com quem você mexe
Rafael: Vai me ameaçar? Vou fazer um boletim de ocorrência contra você, se acontecer alguma coisa comigo...
Felipe não deixou Rafael concluir, Felipe grudou na costela de Rafael e o apertou forte, não sei se é um golpe específico, mas Rafael ficou vermelho e sem ar até Felipe soltar, e ele fez questão de demorar, eu não tinha reação pra intervir, quando Felipe soltou, Rafael se curvou pondo a mão na barriga.
Rafael: Você tá louco?
Felipe: Atravessa meu caminho mais uma vez, seu verme, só mais uma vez.
Rafael foi andando pra trás e entrou no carro depressa, saiu cantando pneu, e eu percebi que Sabrina estava certa, Felipe não estava bem, ele não era disso, por mais que Rafael mereceu, Felipe geralmente seria debochado e responderia, mas ser agressivo, principalmente com alguém importante da empresa, não fazia sua cara.
Entramos no carro em silêncio, Felipe dirigiu por uns 15 min sem trocarmos uma palavra, então eu falei:
- Você acha que o Rafael vai fazer alguma coisa? Contar pra empresa, faze B.O?
- Não vai... desculpa por você ter visto isso mano, mas eu não aceito ninguém ferir minha honra
- Você podia ter só conversado, eu to preocupado com você
- Vocês estão achando que eu to endoidando
- Pra falar a verdade, estamos
- Relaxa, o que eu fiz foi bem consciente, o cara me chamou de pau no cu, se eu estivesse louco tinha metido uma bala no meio da cara dele
Acabei não comentando sobre o que Sabrina falou, não achei apropriado pro momento, assim que chegamos eu contei isso a ela e ela achou "normal", mas que realmente seria bom dar um tempo sozinho ao Felipe, e assim fizemos, trabalhamos umas 2 semanas seguidas em paz, Rafael apareceu na empresa 2x, e não falou nada, ele evitava ver o Felipe e ninguém havia comentado nada sobre o ocorrido, então provavelmente Rafael não contou a ninguém, e o melhor de tudo é que ele não tinha mais nenhuma autoridade sobre Felipe, num desses dias, estávamos indo embora, e Felipe me disse:
- Vou ter que passar na casa da minha avó, você se importa?
- Não, vamos lá
Fomos... Felipe desceu, pegou as cópias das chaves da casa e entrou, me chamou pra entrar com ele, não tinha ninguém na casa, o mato estava mais alto que da primeira vez, a casa estava até bonitinha por dentro, mas tinha aparência de casa velha, teto baixo, piso de madeira, Felipe mexeu em uma estante, pegou um álbum desses de fotos relevadas, não abriu, só sentou no sofá e ficou calado, quando olhei, vi que uma lágrima escorria no seu rosto. Eu ia conversar com ele, mas alguém começou a bater palmas no portão, Felipe se levantou, limpou o rosto e foi atender como se estivesse bem, ele voltou com duas moças, Julia e a mãe dela, dona Silvana.
Silvana: O Felipe, você é muito forte, mas você precisa soltar isso tudo, uma hora você não vai aguentar
Felipe: É difícil, eu queria vender isso, nunca mais precisar entrar aqui, eu consigo viver em paz, mas toda vez que eu entro aqui parece que eu fico mal
Silvana: O Gabriel esteve aqui, ele pediu as chaves que estavam com a Julia
Julia: Ele foi até grosseiro, disse que depois se resolvia com você
Felipe: Eu não vou falar nada com ele... se ele quer a casa, que pegue
Silvana: Mas você não pode abrir mão... sua mãe ia querer que você cuidasse
Felipe: Vai ser melhor assim, dona Silvana, eu só vou pegar umas coisas da minha avó, e minha tia vem amanhã com o caminhão pegar os móveis, vou mandar arrumar a calçada, carpir aqui dentro, rebocar e pintar, depois o Gabriel se vira
Silvana: Você ainda vai mandar arrumar a casa? Seu irmão que se vire
Felipe: Eu vou... to sendo trouxa, mas vou deixar a casa bonita pelo menos
Felipe pegou algumas coisas de valor sentimental, fotos, um certificado, eu vi até um porta retrato dele e Gabriel crianças, Felipe entregou as chaves dele para Julia e disse:
- Amanhã vai vir um pessoal aí, você recebe pra mim? Por favor
Julia: Você... você não vai mais vir aqui?
Felipe: Não... eu acho que não mais
Julia: Senhor Felipe... obrigada, vou sentir muito sua falta, posso te dar um abraço?
Felipe: Pode, claro!
Julia o abraçou, e chorou, eu assistia tudo aquilo sem entender muito, no carro, Felipe estava bem emocionado, eu comecei a perguntar respeitosamente:
- Cadê sua avó?
- Ela piorou, tá na UTI tem uns 4 dias, e os médicos disseram que a qualquer momento ela vai embora...
- E o Gabriel já veio pegar as chaves?
- Sim, e uma tia minha já me pediu os móveis
- Por que você deixou?
- Porque eu quero paz, e se minha paz for ter o Gabriel longe, que seja
- E por que a Julia te abraçou e chorou?
- Eu acho que foi porque eu pagava ela pra cuidar da minha vó, pagava até bem, dava 3k por mês, porque ela parou toda pra ficar aqui, dia e noite, fora que a mãe dela ajudava, então às vezes eu mandava a mais, acho que foi nesse sentido, vou pagar mais um mês mesmo com ela não cuidando, pra não deixar elas na mão assim do nada
- Mas você já comeu ela?
- Não... não... porra, não... a Julia não é assim
- Acho que ela gosta de você, pelo jeito que ela se despediu, acho que não foi pelo dinheiro, ela ficou mais triste quando você disse que não ia mais vir aqui
- Será?
- Sério
Fomos embora, Sabrina estava preocupada com tudo isso e disse que Julia era um doce de menina, que não estaria interessada em Felipe, que foi só minha impressão.
Naquela noite, eu mandei mensagem pro Felipe...
- E aí mano, tá bem? Topa uma aventura hoje?
Felipe demorou pra responder, e logo veio a bomba:
- Hoje não cara, minha vó acabou de falecer, preciso falar com o Gabriel, vão pra lá por favor, não fale nada até eu chegar
Fui... Gabriel e Bruna estranharam nossa visita repentina, mas disfarçamos falando que estávamos entediados, puxamos assunto até Felipe chegar, a preocupação do Felipe é que Gabriel é muito emotivo nessas coisas, e não deu em outra, quando ele chegou e deu a notícia, Gabriel desabou, não foi drama, ele realmente ficou se culpando de não ter visitado mais a avó, na minha mente eu pensava que isso era hipocrisia, pois ele mesmo tinha pegado a chave da casa antes da mulher morrer, Sabrina também estava "brava" com ele ter feito isso e agora estar sentindo um leve remorso, mas Felipe friamente disse:
- Eu preciso que você seja homem hoje, eu não to bem, e vou pra casa, já fiz toda a burocracia de hospital e IML, amanhã cedo, você precisa estar na funerária pra resolver caixão, coroa, roupa, maquiagem... resolva! Se precisar de algo, me liga, mas eu vou descansar minha mente.
Fomos embora, Felipe disse que eu não precisava ir trabalhar no dia seguinte, de manhã, eu saí para comprar um café da manhã e vi Felipe saindo rápido com o carro, ele não me viu, mas eu soube imediatamente que Gabriel o tinha deixado na mão, liguei pra ele:
- Alô!
- Fe?! Cê tá bem? Acabei de ver você saindo com pressa
- Porra meu! O Gabriel não foi resolver nada, disse que perdeu a hora, eu to indo agora resolver as coisas pra liberar o corpo
- Precisa de ajuda?
- Não, obrigado
Comprei o café da manhã, quando voltei, fui surpreendido, Gabriel estava na minha casa, com Bruna e as crianças.
Eu: Poxa, Gabriel, acabei de ver o Felipe saindo puto, por que você não foi também?
Gabriel: Eu nem vi ele, liguei pra ele e ele me xingou de tudo quanto é nome
Eu: Mano, mesmo que você acordou atrasado, fosse direto sem falar nada, o Felipe avisou que tava cansado
Gabriel: O problema não foi nem eu ter perdido a hora, vou te mostrar o áudio que ele me mandou, eu só queria o carro dele emprestado porque o meu tá com pouca gasolina, olha o que ele me disse.
Gabriel soltou um áudio do Felipe:
- Gabriel, você é foda! Além de acordar atrasado você pede meu carro? Tomar no cu, viu?! Não sabe chamar um uber? Não precisa resolver porra nenhuma não, pra ir buscar a chave você teve gasolina, deixa que eu já to levantando pra ir, obrigado pela ajuda.
Gabriel: Viu a arrogância?
Sabrina: O Gabriel, mas você também é foda né? O Felipe não tá errado, ele estava contando com você
Gabriel: Mas ele não perde a hora né? Ele não comete falhas? Ele é o perfeito?
Sabrina: A raiva dele foi você ter pedido o carro ao invés de procurar ir logo
Gabriel: Sim, porque ele é um metidinho que ninguém pode relar naquele carro dele
Sabrina: Bruna... o que você acha disso?
Bruna: Olha, eu entendo os dois lados, o Gabriel tá errado em não ter acordado no horário, e ainda ficar esperando pelo Felipe, mas o Felipe responde tudo do Gabriel com essa arrogância, então por mais certo que ele esteja, a gente fica já naquele pensamento de que nada tá bom pro Felipe.
Sabrina e eu apenas acenamos a cabeça sem falar nada, eu não via toda essa arrogância em Felipe, pelo contrário, eu via ele suportando muito o Gabriel, enfim, eu sabia que Gabriel não me visitaria a toa, então perguntei:
- Mas mudando de assunto, qual o motivo da visita?
Gabriel: Então, preciso fazer essa correria de velório e cemitério, e eu só recebo depois de amanhã, você podia me emprestar seu carro ou o carro da Sabrina?
Sabrina e eu nos olhamos, pegando ar da situação, mas Sabrina respondeu:
- Pega o meu, o do Pedro tá com a cadeirinha da Helena, toma cuidado com meu carro, por favor, e não precisa abastecer.
Gabriel saiu com o carro da Sabrina, ficamos a manhã inteira comentando do quanto ele era folgado, mas em breve ele moraria longe e talvez as coisas melhorariam.
Quando deu o horário do velório, Sabrina e eu decidimos ir para dar uma força ao Felipe, ela estava evitando ver toda a família dele reunida, por motivos óbvios, mas a consideração ao Felipe falou mais alto, ao contrário da nossa expectativa, todos trataram a Sabrina muito bem, e me trataram bem também, Felipe estava ali, calmo, firme, mas uma tia dele, a mesma que pediu os móveis, sentou-se próximo a nós e começou a perguntar o que ele faria com a casa, se a avó deixou alguma herança, e Felipe acumulado de estresse respondeu:
- Tia, a senhora não ajudou a cuidar em nada da minha avó pra agora ficar querendo as coisas dela, a casa é minha e do Gabriel, e se ela tivesse bens não teria ficado na casa, então não me enche o saco, faz favor.
A pessoa mais sentida estava sendo Júlia, Felipe a acolheu nos braços e eles ficaram assim quase que o velório todo.
No cemitério, a mesma cena se repetiu, Felipe e Júlia abraçados se consolando, Sabrina me cutucou:
- Será que vai rolar?
- Ela é muito novinha pra ele, o Felipe não gosta de menina bobinha assim
- Também acho... mas já to percebendo
Fomos embora, Gabriel devolveu o carro e a noite passou, no dia seguinte a vida voltou ao normal, fui trabalhar com Felipe, ele conversava tranquilamente, durante o dia, na sua sala, ele me disse:
- Mandei arrumar a casa lá, passaram o dia todo mexendo - ele me mostrou as fotos - aí o Gabriel tá reclamando que mandei pintar de creme, e ele queria amarelo
- O Gabriel tá mais folgado do que nunca
- Eu deveria ter deixado lá tudo caindo aos pedaços, mas depois eu que não presto, que não ajudo meu irmão
- Você ainda vai ajudar ele a mobiliar a casa?
- Não, já conversei com ele, to arrumando a casa, e não vou fazer mais nada, ainda vai uma semana trocando piso, azulejo, pia, torneira... só vou resolver isso pra ele e não quero mais saber de uma lâmpada que queimou
- Agora vai ficar mais longe pra Bruna escapar, né?
- Já pulei fora, do jeito que ela é, daqui a pouco tá grávida de novo
- Agora vai ficar comendo quem?
- Tem duas pessoas pra mim, tá ótimo!
- Duas? A Sabrina e a Júlia?
- Não... a Júlia não... a Sabrina e você
- O filho da puta! Me respeita. - rindo
- Nossa viagem é semana que vem, já vai se preparando
- Vai rolar nada não, pode parar!
- Sei...
Eu tentei ficar sério, mas meu pau endureceu só de imaginar que Felipe já tinha planos para a viagem.
O fim de semana foi tranquilo, não nos reunimos, Felipe estava terminando a reforma da casa, viajaríamos na segunda pela manhã, no domingo a noite pensei em convidá-lo para uma festinha com Sabrina, mas ela estava... impossibilitada.
Segunda de manhã fomos para o aeroporto, meu medo era dar algum problema de visto ou coisa do tipo, porque nunca tinha viajado para o exterior, mas deu tudo certo, Felipe e eu viajamos para os Estados Unidos, assim que fizemos check-in ele procurou alguns pontos turísticos e disse:
- A noite quero ir na Time Square, tem algum lugar que você quer conhecer?
- O Central Park, deve ser muito legal lá
Nos trocamos e fomos almoçar, era estranho ver Felipe falando inglês naturalmente, quando eu não entendia nada, mas conseguia me virar com ele.
Às 16h, Felipe e eu fomos para nossa primeira reunião de negócios e ele me disse:
- Fica escrevendo no bloco de notas do celular, escreve números, finge estar anotando tudo, se alguém falar com você eu traduzo, mas não faz cara de desentendido.
Eu fiz exatamente o que Felipe mandou, a reunião foi um sucesso, todo mundo sorrindo e apertando as mãos no final, saímos da reunião direto para o central park, fizemos algumas fotos, não ficaram do jeito que eu esperava por estarmos de social, mas me sentia elegante andando assim, só passamos no hotel para nos trocar e fomos para a Time Square, lá nos divertimos bastante, comemos, curtimos algumas músicas ao vivo, tiramos muitas fotos e meus amigos "curtiram" demais saber que eu estava fora, Sabrina estava encantada, e eu prometi que a levaria lá nas minhas férias.
Após essa correria toda, chegamos exaustos no hotel, Felipe tomou um banho e saiu enrolado só de toalha, eu fui pro meu banho em seguida, eu sou mais organizado, então havia levado minha roupa pro banheiro, mas quando sai, Felipe estava lá deitado, só de toalha ainda, ele me olhou sorrindo e disse:
- Hoje pode? Ou a Sabrina ainda vai conferir seu cuzinho?
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Comentários (1)
Furious: Finalmente os refrescos!
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