Falei que irá no mercado e peguei no flagra meu irmão dotado fuder meu noivo parte 02
Menti que irá no mercado peguei meu irmão fudendo me noivo Só que agora uma visita apareceu o irmão da minha sogra
No dia seguinte eu saí de casa mais cedo, como sempre.
Mas não fui pro trabalho.
Estacionei duas quadras abaixo, esperei quinze minutos e voltei a pé. Entrei pela porta dos fundos com a chave reserva, sem fazer nenhum barulho. Me escondi no armário do corredor, a porta entreaberta só o suficiente pra eu enxergar a cama do nosso quarto.
Meu noivo ainda estava deitado, de cueca, mexendo no celular. A porta do quarto estava exatamente como combinado: entreaberta.
Pouco depois escutei passos leves no corredor.
Meu irmão apareceu só de cueca. O volume na frente já estava pesado. Ele entrou no quarto sem falar nada, fechou a porta com cuidado e foi até a cama. Meu noivo largou o celular na hora.
— Ele já saiu? — perguntou meu irmão, baixo.
— Saiu.
Meu irmão puxou a cueca pra baixo. A pica de 23 centímetros caiu pra fora, já dura, grossa, a cabeça brilhando. Meu noivo sentou na beira da cama e engoliu ela de uma vez, abrindo a boca o máximo que conseguia. O som molhado de engasgo encheu o quarto. Meu irmão segurou a cabeça dele e meteu devagar, fundo, até as bolas quase baterem no queixo.
Eu apertava meu pau dentro da calça, escondido no escuro do armário, vendo tudo pela fresta.
Meu irmão tirou o pau da boca do meu noivo com um fio de saliva ainda escorrendo.
— Deita de bruços. Quero te foder na cama de vocês.
Meu noivo obedeceu na hora. Deitou de barriga pra baixo, ergueu a bunda e abriu as nádegas com as próprias mãos. Meu irmão cuspiu no cu dele, passou a saliva nos 23 centímetros e posicionou a cabeça grossa na entrada. Empurrou devagar.
Meu noivo enterrou o rosto no travesseiro pra abafar o gemido.
O pau enorme foi sumindo centímetro por centímetro. O cu se abria ao redor daquela grossura, esticando, engolindo. Quando meu irmão enfiou até o fundo, as bolas bateram na bunda e ele ficou parado um segundo, só sentindo o aperto.
— Porra… ainda tá apertado igual ontem.
Começou a meter. Estocadas longas, profundas, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo até o fim. A cama rangia baixo. Meu noivo gemía abafado no travesseiro, os dedos apertando o lençol. Meu irmão segurou a cintura dele com força e acelerou, a barriga batendo na bunda a cada embalo.
Eu via tudo.
Via os 23 centímetros grossos entrando e saindo brilhando. Via o cu do meu noivo se abrindo e fechando ao redor daquele pau. Via a porra de ontem ainda um pouco ressecada nas nádegas, misturada com a saliva nova.
Meu irmão puxou ele pra ficar de quatro e meteu ainda mais fundo. Uma das mãos foi na frente e começou a bater punheta no pau do meu noivo no mesmo ritmo das estocadas.
— Goza com meu pau no seu cu… igual ontem.
Meu noivo não aguentou muito. O corpo tremeu, ele gozou no lençol da nossa cama, o cu apertando os 23 centímetros com força. Meu irmão seguiu metendo durante o orgasmo dele, sem piedade, até tirar o pau quase inteiro, deixar só a cabeça dentro, e enfiar de novo até as bolas.
Ficou ali, enterrado fundo, ofegante.
— Vou gozar dentro de novo.
Meu noivo só conseguiu balbuciar um “faz…” abafado no travesseiro.
Meu irmão meteu mais umas cinco vezes, fundo, pesado, e gozou. O corpo inteiro tenso, descarregando tudo no cu do meu noivo. Quando tirou o pau, um fio grosso de porra veio junto, escorrendo pelo buraco aberto e pingando no lençol branco da nossa cama.
Os dois ficaram ofegantes.
Meu irmão passou a cabeça ainda dura do pau de 23 centímetros na porra que escorria, espalhando tudo, e falou baixo:
— Amanhã de novo. E depois de amanhã também. Enquanto ele estiver no trabalho, esse cu é meu.
Meu noivo, ainda de quatro, só acenou com a cabeça, a respiração descompassada.
Eu continuei escondido no armário, a mão suja dentro da calça, o coração batendo tão alto que eu tinha medo deles ouvirem.
Eles não sabiam que eu tinha visto tudo.
De novo.
Eu ainda estava escondido no armário quando escutei a porta da frente abrir.
Passos pesados no corredor. Uma voz grossa que eu reconheci na hora.
Era o irmão da minha sogra. O tio do meu noivo.
Ele apareceu na porta do quarto sem bater. Um homem de uns 45 anos, alto, barriga definida, braços grossos. Olhou pra cena na cama — meu irmão ainda com a pica de 23 centímetros na mão, meu noivo de quatro, o cu escorrendo porra — e só soltou uma risada baixa.
— Então é isso que vocês fazem quando o corno sai pra trabalhar…
Meu irmão não se assustou. Só passou a mão no pau ainda sujo e falou:
— Quer entrar também, tio?
O homem fechou a porta atrás de si, abriu a calça sem pressa e tirou o pau. Dezenove centímetros. Não era tão longo quanto o do meu irmão, mas era grosso, pesado, a cabeça larga e escura, veias saltadas. Já estava duro só de olhar a cena.
Meu noivo olhou por cima do ombro, ainda ofegante, e não disse nada. Só abriu mais as pernas.
O tio foi até a cama, subiu nela e se posicionou na frente do meu noivo. Sem falar muito, enfiou os 19 centímetros direto na boca dele. Meu noivo engoliu com facilidade, a saliva escorrendo enquanto chupava. Ao mesmo tempo, meu irmão se ajoelhou de novo atrás e enfiou os 23 centímetros de uma vez no cu ainda aberto e molhado de porra.
Os dois metendo ao mesmo tempo.
O tio segurava a cabeça do meu noivo e fodía a boca dele com estocadas firmes, os 19 centímetros sumindo até a base. Meu irmão metia no cu com força, o pau maior batendo fundo, as bolas molhadas batendo na bunda. O som dos dois paus entrando e saindo enchia o quarto.
Eu apertava meu pau dentro do armário, quase sem respirar, vendo meu noivo sendo usado pelos dois.
O tio tirou o pau da boca dele e falou, a voz rouca:
— Quero sentir esse cu também.
Meu irmão saiu de dentro, o pau de 23 centímetros saindo brilhando de porra. O tio se posicionou atrás, encostou a cabeça grossa dos 19 centímetros no cu do meu noivo e empurrou. Entrou fácil, o buraco ainda aberto pelo pau maior do meu irmão. Começou a meter com vontade, segurando a cintura dele, a barriga batendo na bunda a cada estocada.
Meu irmão se ajoelhou na frente e enfiou os 23 centímetros de volta na boca do meu noivo. Agora era o contrário: o tio no cu, meu irmão na boca.
Eles se revezaram.
Um metia enquanto o outro era chupado. Depois trocavam. O pau de 23 centímetros do meu irmão abria o cu do meu noivo de um jeito que o de 19 centímetros do tio não conseguia, mas os dois juntos deixavam ele tremendo, gemendo abafado, a baba escorrendo pelo queixo e a porra escorrendo pelas pernas.
No final, os dois gozaram nele.
Meu irmão primeiro, tirando o pau da boca e jorrando no rosto e na língua do meu noivo. O tio logo depois, enterrando os 19 centímetros até o fundo no cu e gozando dentro, gemendo baixo enquanto descarregava tudo.
Quando terminaram, meu noivo ficou caído na cama, o rosto sujo de porra, o cu aberto e escorrendo a mistura dos dois.
O tio ajeitou a calça, olhou pro meu irmão e falou:
— Amanhã eu volto. E se o corno continuar saindo cedo… a gente usa ele de novo.
Meu irmão só riu, passando a mão na própria pica de 23 centímetros ainda semi-dura.
— Pode deixar. A porta vai estar aberta.
Eu continuei escondido no armário, a respiração presa, a mão suja de porra.
Eles não faziam ideia de que eu tinha visto tudo.
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