#Corno #Gay #Traições #Voyeur

Falei que irá no mercado e peguei no flagra meu irmão dotado fuder meu noivo parte 03

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Wilson kkkkkk

Menti que irá no mercado peguei meu irmão fudendo me noivo Só que agora tio dele também e ainda gravou

Eu ainda estava escondido no armário quando o tio tirou o celular do bolso.
Meu noivo continuava de quatro na cama, ofegante, o cu escorrendo a porra dos dois. Meu irmão estava sentado ao lado, a pica de 23 centímetros ainda pesada e suja sobre a coxa. O tio, com os 19 centímetros ainda semi-duros balançando, abriu a câmera e falou baixo:
— Fica assim… quero mandar pro meu amigo. Ele não vai acreditar.
Meu noivo nem protestou. Só abriu mais as pernas, mostrando o cu vermelho e aberto. O tio começou a gravar. Primeiro um close no rosto sujo de porra do meu noivo. Depois desceu a câmera devagar pela coluna, parou na bunda e focalizou bem o buraco escorrendo. Com a mão livre, ele abriu as nádegas e enfiou dois dedos, abrindo ainda mais, mostrando a porra que vazava.
— Olha isso… o sobrinho meteu os 23 centímetros inteiros aqui. E eu também. O corno deve estar trabalhando agora, sem saber de nada.
Meu irmão riu, segurou o próprio pau e começou a bater punheta devagar na frente da câmera. O tio enquadrou os dois paus: o de 23 centímetros do meu irmão, grosso e vejado, e o dele de 19 centímetros, ainda brilhando. Depois mandou meu noivo chupar os dois.
Meu noivo obedeceu. Ajoelhou na cama e alternava entre as duas rolas, engolindo a cabeça larga do meu irmão e depois a do tio, saliva escorrendo pelo queixo. O tio filmava de perto, o áudio pegando cada engasgo, cada gemido molhado.
— Abre a boca… mostra a língua — mandou o tio.
Meu noivo abriu. O tio deu algumas punhetadas e gozou de novo, jatos mais fracos dessa vez, caindo direto na língua e nos lábios. Meu irmão logo em seguida, segurando a cabeça do meu noivo e descarregando os 23 centímetros na boca aberta, forçando ele a engolir.
O tio parou a gravação.
— Pronto. Vou mandar pro Carlos agora.
Ele mexeu no celular por alguns segundos, digitou algo e apertou enviar. Depois largou o aparelho na mesa de cabeceira e foi pro banheiro junto com meu irmão, os dois rindo baixo, falando sobre voltar no dia seguinte.
Meu noivo ficou sozinho na cama por um tempo, limpando o rosto com a camiseta, ainda ofegante.
Eu continuei escondido no armário, o coração batendo tão forte que doía.
Minutos depois, meu celular vibrou no bolso.
Com a mão tremendo, tirei o aparelho e olhei a tela.
Uma mensagem de um número desconhecido.
Um vídeo.
O tio tinha errado o contato.
Em vez de mandar pro amigo, tinha mandado pra mim.
O vídeo começava com o close no cu aberto do meu noivo, os dedos do tio abrindo ele, a porra escorrendo. Depois a voz do tio narrando:
“Olha isso… o sobrinho meteu os 23 centímetros inteiros aqui. E eu também. O corno deve estar trabalhando agora, sem saber de nada.”
Eu assisti até o final ali mesmo, escondido no escuro, o pau duro de novo dentro da calça, a respiração presa.
Eles ainda não sabiam que o vídeo tinha caído exatamente nas mãos do corno.Eu fiquei ali no escuro do armário, o celular na mão, a tela ainda acesa com o vídeo que o tio tinha mandado por engano.
Meu dedo tremeu, mas eu apertei pra assistir de novo.
Dessa vez prestei atenção em cada detalhe.
O vídeo começava com a câmera tremendo um pouco. O close era direto no cu do meu noivo. Vermelho, inchado, aberto. Os dedos grossos do tio entravam e saíam, abrindo as bordas, mostrando a porra branca que ainda escorria de dentro. Dava pra ouvir o som molhado dos dedos se mexendo. A voz do tio vinha baixa, quase no microfone:
— Olha o estado desse cu… o moleque meteu 23 centímetros aqui até o saco. Eu também meti meus 19. Tá destruído.
A câmera subia devagar pelas costas suadas do meu noivo, parava no cabelo bagunçado, depois descia de novo e focalizava os dois paus. Primeiro o do meu irmão: 23 centímetros pesados, a cabeça ainda brilhando de porra e saliva, as veias saltadas. Ele batia punheta devagar na frente da câmera, a mão quase não fechando em volta da grossura. Depois o pau do tio aparecia ao lado, 19 centímetros grossos, mais escuros, a cabeça larga.
— Chupa os dois — mandava a voz do tio no vídeo.
Meu noivo aparecia de perfil, ajoelhado, engolindo primeiro a cabeça do meu irmão. A boca esticava, a saliva escorria em fio pelo queixo e pingava no lençol. Ele descia o máximo que conseguia nos 23 centímetros, engasgava, os olhos marejavam, mas continuava. Depois passava pro pau do tio, chupando com mais facilidade, a língua rodando na cabeça enquanto a mão masturbava o do meu irmão.
No armário, eu apertava meu pau por cima da calça, o coração batendo na garganta. O som do vídeo estava baixo, mas mesmo assim eu ouvia cada engasgo, cada gemido molhado.
No vídeo, o tio falava de novo:
— Abre a boca. Mostra a língua.
Meu noivo obedecia. Língua pra fora, olhos olhando pra cima. O tio gozava primeiro, jatos brancos caindo direto na língua e nos lábios. Meu irmão logo em seguida, segurando a cabeça dele e descarregando os 23 centímetros dentro da boca, forçando ele a engolir enquanto ainda escorria pelo canto dos lábios.
A gravação terminava com um close final no cu do meu noivo, ainda aberto, a porra dos dois escorrendo devagar pela periferia e manchando a cama.
Eu pausei o vídeo.
Do lado de fora do armário, escutei a descarga do banheiro e passos voltando pro quarto. Meu irmão e o tio estavam voltando. Meu noivo ainda estava na cama, limpando o rosto com a camiseta suja.
— Apaga essa porra depois — falou meu irmão, rindo. — Se o corno ver isso…
— Relaxa — respondeu o tio. — Mandei só pro Carlos. Ele é discreto.
Eles não faziam ideia de que o “Carlos” nunca tinha recebido o vídeo.
Quem tinha recebido estava escondido a menos de dois metros deles, com o celular na mão e o pau duro doendo dentro da calça.
Eu desliguei a tela e fiquei imóvel no escuro, ouvindo os três conversarem sobre o dia seguinte.
A porta do armário continuava entreaberta.
E eu não pretendia sair dali tão cedo.

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