A safadeza na adolescência: valia tudo
Comer ou dar a bunda era do jogo, o importante era saciar os instintos e as curiosidades. Bons tempos da adolescência.
Até hoje fico de pau duro quando me lembro das brincadeiras sexuais no início da adolescência, quando responsabilidade era palavra que não se usava e o que importava era matar o tesão, a vontade. Havia um certo consenso de se “brincar” mesmo quando você era novato no pedaço, tinha se mudado há pouco ou apenas estava ali porque era amigo de alguém. E falo “brincar” no sentido sexual mesmo, seja beijar, pegar nos peitinhos ou nas xotas das meninas ou, em sigilo mesmo, “brincar” com outros meninos.
SOFIA, por exemplo, era uma magrinha, bem mignon, um rosto delicado e que fazia a alegria da turma da rua. Era boqueteira e adorava bater punhetas na gente, um de cada vez, nada de aglomeração na casa dela. Foi a primeira menina que eu vi beber porra, era tão danadinha que às vezes a gente nem entrava na casa, tinha uma grade na porta de trás que a gente se encostava e ela ficava chupando ou nos masturbando. Mas nada de levar rola, o máximo era ela mostrar os peitos, a bunda e a xoxota para a gente, mesmo a gente lá dentro. Soube que, quando já tinha uns 15 anos, perdeu a virgindade com um roludo da rua (eu já não morava mais na região) e aí começou a trepar muito. Uma tarada com cara de santinha.
O que nunca participei nessa época era um menino com duas meninas ou mesmo dois casais no mesmo ambiente, não me perguntem o motivo. Até sabia de dois casais de namoradinhos ficavam na mesma casa mas em cômodos diferentes e um namorado não via a namorada do outro fazendo nada. Já putaria só entre meninos... vi e participei de muitas. Teve uma que eu era o buraco de desova de leite de outros três, mesmo às vezes comendo um ou outro. Eu era passivo a maioria das vezes.
Vou narrar duas que acho interessantes.
A primeira, foi LELO, um garoto que desde novo a gente já considerava gay, a gente já sabia sem ele ter falado. Quando ele participava de putarias entre meninos sempre era o que só sentava no colo dos outros, pegava nos cacetes e, com o passar do tempo, chupava e dava a bunda sem pedir uma só vez para ser chupado ou comer alguém. Quando LELO ia a gente nem mais zombava dele, pois todo mundo gostava daquele rabo dele roçando nas nossas bilolas. Ainda quando as “farras” não passavam de bater punheta no outro e esfregar a bunda nos outros (e todos normalmente faziam), ninguém comia ninguém pelo menos na frente do outro, o que não quer dizer que os participantes não trepavam entre si (eu mesmo fazia troca-troca com um deles, mas no sigilo), fomos eu e LELO para a casa de RICARDO, para uma diversãozinha. Outros dois vizinhos farraparam, então a “festa” começou com LELO sentando no meu colo e no de RICARDO, ainda todos vestidos; ele balançava o rabo de um jeito que meu pau ficava um ferro de tão duro, depois sentava em RICARDO e fazia o mesmo. Toca o telefone da casa (nem se sonhava com celular) e RICARDO atende: era a mãe dele mandando que ele fosse levar uma encomenda na casa de uma vizinha, que não levava 10 minutos para ir e para voltar. RICARDO foi e fiquei com LELO no colo. Foi RICARDO sair e LELO aumenta o rebolado e diz que está muito gostoso, o que nunca que sentava dizia. “Meu calção está atrapalhando”, disse ele e abaixa calção e vem sentar no meu colo. “Tira o teu também”, ele pediu. O resultado foi aquela rabeta lisinha se esfregando no meu pau, pele com pele, minha rola (era bilola ainda ah ah ah) roçando até no rego dele. LELO sem falar nada, pega no meu pau e guia até o cu e vai sentando. Eu não acreditei! E foi sentando e subindo até engolir meu pau inteiro e começar a rebolar com a rola dentro do cu. “Ai, ai, ai, tá gostoso”, ele dizia. Deu umas estocadinhas e eu gozei rapidamente, LELO sentiu e ainda deu umas reboladinhas e saiu rindo para limpar o cu. Subi a roupa (melei a cueca) e logo depois chegou RICARDO, não antes de LELO me pedir para não falar nada. A brincadeira continuou e fomos embora. Engraçado é que comi LELO poucas vezes depois.
A segunda foi quando resolvemos comprar um bolo e refrigerante e fazer uma farra na casa de CÉSAR, lá na rua mesmo, durante a tarde. Compramos ainda um maço de cigarros para bancarmos os adultos: bebida, comida e cigarro... Mas, como adultos, tinha de haver sexo. Cinco adolescentes cheios de hormônios. A lógica seria um rodízio de cu e rola: dois davam, dois comiam e o quinto era chupado, e depois trocavam as posições. Nós cinco já fazíamos entre a gente, porém não tinha um que tivesse transado com todos os outros quatro. E a discussão começou porque ninguém queria ser o primeiro a dar a bunda, tinha um que dizia que era só ativo (nem usava essa expressão), enfim, foi feito um sorteio das posições iniciais, depois, como gerou muita confusão, o consenso foi radicalizado: nome de todos em papel, o último nome a ser puxado ia ser o porta-leite, ia levar rola dos outros quatro. Eu me pergunto como chegamos a tamanha burrice, pois se houvesse até rodízio por tempo (um come o outro por 1 minuto, depois vai levar vara por 1 minuto, muito comum à época) a diversão e a justiça seriam melhores. Não adiantou e agora é tarde: meu nome foi o último a ser puxado e ainda levei a maior greia por conta disso. Trato era trato e, como recompensa, acreditem!, eu ia levar o resto do bolo para casa (acho que 30% do que compramos). Grande vantagem...
Não demorou muito e eu fiquei de quatro, todo nu, na cama. “Empina a bunda para facilitar”, o primeiro comedor pediu. Era, por “bondade”, escolhido o que tivesse o menor pau (no caso, ele tinha o pau mais fino). Usamos um creme de cabelo como gel e senti a carne quente da rola dele encostar no meu cu. Ele foi bem cuidadoso no começo, mas foi entrar metade, e eu ainda querendo relaxar, que ele enfiou tudo e começou a meter. Ardeu, eu reclamei mas os meninos pediram que eu ficasse calado. Só o último poderia gozar dentro. O primeiro demorou e, quando o segundo meteu, meu cu já estava relaxado e eu gostando das biloladas no meu cu. A ordem para meter era por sorteio. Se fosse pela lógica, o terceiro seria o último, porque ele tinha a maior e mais grossa rola de todos, era até motivo de brincadeiras por conta desse “detalhe” no meio das pernas do menino. “Eu comer um sino depois de SANDRO”, disse o menino que seria o último a me enrabar. E realmente era um pau bem diferenciado, não entrou fácil, ele foi bem cuidadoso e por pouco não gozei com ele dentro, já que aquela rola me consumindo por dentro foi uma delícia, sentia a parede do bocal ser esfregada por aquele cacete, o menino comia sem pressa, na velocidade correta e achei uma pena ele não ter gozado antes. O quarto e último, por coincidência, realmente meteu com facilidade e frouxidão, mas a quantidade de leite que ele me despejou foi impressionante, nunca tinha visto tanta porra, quando fui no banheiro cuspir o leite pelo cu era leite demais.
O pedaço de bolo de brinde foi comido ainda na casa mesmo e terminei levando outra rodada de pica no meu cu nesse mesmo dia, mas fiz a exigência que o rolão fosse o último e gozei com ele dentro de mim. Fui embora com o cu ardido, sem o prêmio (o resto do bolo) e consegui, sem ninguém ver, marcar com SANDRO para outra brincadeira, só nós dois, o que conto em outra oportunidade, porque foi a época em que meu cu vivia arrombado de tanto que SANDRO me comeu – e, sim, comi muito o rabo dele também.
Esqueci de salientar: nada de beijo, tinha boquete, mas nada de beijar, "que era coisa de bicha". E quem mostrasse trejeitos, vozinha, pedisse rola, olhasse para trás rindo, mexesse o quadril para aproveitar a rola dentro, também poderia ser "fichado" como gay... o que não impediu que, pelos olhos de hoje, eu e SANDRO tivemos um namoro e tanto, de tanto beijo, sarro, vozinha de mulher, pedir rola, pedir leitinho na boca, até fazer carinho pós trepada - mas isso só quando a gente estava na cama e só a gente. E eu era o passivo na grande maioria das vezes.
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