#Corno #Gay #Traições #Voyeur

Falei que irá no mercado e peguei no flagra meu irmão dotado fuder meu noivo parte 05

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Wilson kkkkkk

peguei meu irmão fudendo me noivo Só que agora tio dele também e ainda gravou eles saber que vir agora me provoca mandando vídeos

O celular do tio vibrou na mão.
Ele olhou a tela e soltou o ar pela boca.
— Ele visualizou.
Meu irmão parou de se vestir.
— Visualizou o vídeo ou a mensagem?
— Os dois. O vídeo tem “visualizado” e a mensagem também. Ele abriu.
Meu noivo levou a mão à boca.
— E ele respondeu?
— Não.
Silêncio.
O tio ficou andando de um lado pro outro no quarto, o pau de 19 centímetros ainda balançando mole dentro da calça aberta. Meu irmão se sentou na beira da cama, os 23 centímetros pesados sobre a coxa, e ficou olhando pro celular do tio como se pudesse forçar uma resposta a aparecer.
— Ele sabe — falou meu irmão, baixo. — Ele viu tudo. Viui eu metendo, viu você metendo, viu a gente falando dele…
— E mesmo assim não mandou nada — completou o tio. — Nem uma ameaça. Nem um “vou te matar”. Nada.
Meu noivo estava pálido, mas os olhos tinham uma mistura estranha de medo e outra coisa.
— E se… e se ele realmente gostar?
Os dois olharam pra ele.
— Pensa — continuou meu noivo, a voz baixa. — Todo dia a porta fica aberta. Todo dia ele sai cedo. Eu deixo o cu molhado e a cama fedendo a porra de vocês dois. E ele nunca perguntou nada. Nunca. E agora ele recebe o vídeo… e só visualiza. Sem responder.
O tio parou na frente dele.
— Você tá falando que o corno tá ciente faz tempo?
— Tô falando que talvez ele esteja assistindo a gente. De algum jeito.
Meu irmão soltou uma risada curta, descrente.
— Não tem câmera aqui. Eu já procurei.
— Então ele pode estar escutando. Ou espiando.
Eu senti o coração bater tão forte dentro do armário que achei que eles iam ouvir. A porta estava só entreaberta. Qualquer movimento errado e eu era descoberto.
O tio ficou quieto por uns segundos. Depois falou, mais devagar:
— Se ele tá vendo… então a gente pode usar isso.
— Como assim? — perguntou meu irmão.
— Em vez de ficar com medo, a gente grava de novo. Só que dessa vez a gente fala direto com ele. Tipo… “se você tá assistindo, bate uma pra gente”. Ou melhor: a gente fode ainda mais pesado e deixa ele decidir se vai continuar escondido ou se vai entrar.
Meu noivo passou a língua nos lábios. O pau dele, que estava mole, começou a endurecer de novo só com a conversa.
— Você quer provocar o corno?
— Quero ver até onde ele aguenta — respondeu o tio. — Se ele realmente gosta de ser corno, ele vai continuar quieto. Se não gostar… aí ele aparece. De qualquer forma a gente descobre.
Meu irmão olhou pro cu ainda vermelho e sujo do meu noivo e sorriu de lado.
— Então a gente fode ele de novo agora. E grava. E manda pro mesmo número.
O tio já estava tirando a calça de novo. O pau de 19 centímetros endurecendo rápido.
— Exatamente.
Meu noivo deitou de novo na cama, de quatro, sem precisar de ordem. Meu irmão se posicionou atrás dele e encostou a cabeça grossa dos 23 centímetros no cu ainda molhado de porra. O tio pegou o celular, ligou a câmera e falou, olhando direto pra lente:
— Se você tá vendo isso… continua assistindo. Porque agora a gente vai destruir o cu do seu noivo de novo. E você vai receber cada segundo.
Eu, dentro do armário, apertei o pau com força.
Eles não sabiam que eu estava ali.
Mas agora estavam falando direto comigo.

Dentro do armário, eu digitei rápido no celular, com a mão ainda suja:
“Celular tá com problema. As mensagens e os vídeos não tão abrindo. Depois eu vejo.”
Apertei enviar.
Do lado de fora, o celular do tio vibrou. Ele olhou a tela e soltou o ar.
— Ele respondeu.
Meu irmão parou com a cabeça dos 23 centímetros ainda encostada no cu do meu noivo.
— E aí? O que ele falou?
O tio leu em voz alta:
— “Celular tá com problema. As mensagens e os vídeos não tão abrindo. Depois eu vejo.”
Silêncio de dois segundos.
Depois meu irmão soltou uma risada baixa.
— Que conveniente pra caralho…
— Ele tá mentindo — falou o tio, ainda olhando a tela. — Visualizou os dois vídeos. Os dois. E agora vem com essa de que não tá conseguindo abrir?
Meu noivo, ainda de quatro, olhou por cima do ombro.
— Então ele viu. E tá fingindo que não.
— Exato — disse o tio. — O corno viu a gente metendo, viu os 23 centímetros do sobrinho saindo e entrando no cu dele, viu eu gozando na boca… e agora tá tentando se fazer de desentendido.
Meu irmão empurrou a cabeça do pau pra dentro do cu do meu noivo devagar, só a cabeça, e falou:
— Então a gente continua. E grava de novo. Se ele quer fingir que não viu, a gente manda mais. Até ele não aguentar e responder de verdade.
O tio já tinha ligado a câmera outra vez. Apontou pro momento em que meu irmão enterrava os 23 centímetros inteiros de uma vez só. Meu noivo soltou um gemido alto, o cu engolindo a grossura com dificuldade.
— Olha só, corno — falou o tio direto pra câmera, a voz baixa e provocante. — Seu celular tá com “problema”, né? Então quando o problema passar… você vai achar mais um vídeo aqui. Dessa vez com o sobrinho metendo até as bolas enquanto eu fodo a boca do seu noivo.
Meu irmão começou a meter de verdade. Estocadas fundo, pesadas, o pau de 23 centímetros saindo brilhando e entrando de novo até o fim. O tio se posicionou na frente e enfiou os 19 centímetros na boca do meu noivo, segurando a cabeça dele.
A câmera pegava os dois ângulos: o cu se abrindo ao redor da pica enorme do meu irmão e a boca esticada nos 19 centímetros do tio.
Eu, escondido, sentia o celular vibrar de novo no bolso. Mais um vídeo chegando.
Eles continuavam fodendo, agora com mais força, como se quisessem deixar claro que não acreditavam na minha desculpa.
O tio tirou o pau da boca do meu noivo só o suficiente pra falar pra câmera:
— Quando seu celular melhorar… manda um áudio. Ou aparece. Até lá a gente vai continuar usando esse cu.
Meu irmão acelerou as estocadas, a barriga batendo na bunda do meu noivo, o som molhado enchendo o quarto.
Eu fiquei quieto no escuro do armário, a mão apertando o pau, o coração disparado.
Eles tinham engolido a mentira.
Pelo menos por enquanto.

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