#Gay #Grupal #Traições

Leo e Pedro – Irmãos de punheta esporrando um paizão

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Grok_o_perv

Leo e Pedro, dois amigos de punheta desde novos, encontram um macho que quer se iniciar na brotheragem depois de adulto.

A gente se conhecia desde moleque. Eu, Pedro, e tu, Leo. Cresceu junto no mesmo bairro, mesma escola, mesma rua de terra. Desde os doze anos a gente já batia punheta junto. No começo era escondido no mato atrás da escola, depois virou ritual. Não tinha beijo, não tinha carinho, não tinha aquela coisa de viado. Era só dois manos putos de tesão, short abaixado, pau na mão… e mão amiga também. A gente se ajudava. Um batia pro outro, trocava de mão, apertava as bolas, acelerava quando o outro pedia. Coisa de macho. Masculinidade pura.

Passaram os anos. A gente ficou adulto, cada um com sua vida, mas a amizade de punheta nunca morreu. Sempre que dava, a gente se encontrava, tomava uma cerveja, e acabava com os paus na mão, um ajudando o outro, falando merda e gozando. Sem frescura.

Um dia eu tava mexendo no celular e achei um anúncio num grupo fechado de putaria masculina. O título era simples:

“Macho hetero casado, 34 anos, barba, peito peludo, procura dois brothers pra gozarem no meu peito. Sem viadagem. Só punheta e esporrada. Casado, discreto, só fantasia.”

A foto era exatamente aquela que tu me mostrou: ele sentado no banco do carro, peito peludo pra caralho, barba grossa, corrente no pescoço, suor brilhando na pele, short azul. Barriga definida, pelos pretos densos cobrindo tudo. Cara de homem de verdade. Casado, hetero, só queria a fantasia de ter dois manos gozando nele.

Eu mandei a foto e o anúncio pra ti na hora.

— Leo, olha isso, porra. É o tipo de cara que a gente sempre falava. Peludo, macho, casado. Quer dois brothers esporrando no peito. Sem beijo, sem chupar, sem nada. Só punheta e gozada.

Tu respondeu rápido:

— Porra, Pedro… esse peito tá pedindo porra. Vamos. E se ele topa mão amiga, melhor ainda.

Combinamos tudo. Ele se chamava Ricardo. Casado há oito anos, tinha filho, trabalhava com construção. Disse que a mulher viajava no fim de semana e ele queria realizar a fantasia. A gente combinou de se encontrar num motel discreto, quarto simples, só uma cama de casal e um sofá.

Chegamos eu e tu juntos. Ricardo já estava lá. Abriu a porta de camiseta e short. Quando tirou a camiseta, o peito peludo apareceu inteiro. Suor leve, pelos pretos densos, mamilo rosado no meio da pelagem. A corrente de ouro batendo no peito. Barba cheia, olhar de homem.

— Vocês são o Leo e o Pedro? — perguntou, voz grossa.

— Somos — respondi. — E tu é o cara da foto.

Ele sorriu de canto.

— É. Vamo logo então. Sem enrolação. Podem se ajudar à vontade. Mão amiga é coisa de macho também.

Ricardo deitou na cama, de costas, pernas abertas. Tirou o short e a cueca. Pau grosso, semi-duro, descansando em cima dos pelos da virilha. Mas o foco não era o pau dele. Era o peito. Ele passou a mão nos pelos e falou:

— Pode gozar à vontade. Quero sentir a porra quente escorrendo. Vocês dois. Sem beijo. Sem chupar. Só punheta de macho… e mão amiga se quiserem.

Eu e tu tiramos a roupa. Já estávamos duros só de olhar. Nos sentamos um de cada lado da cama, perto do peito dele. Eu do lado direito, tu do esquerdo. Começamos batendo a própria punheta, olhando aquele peito peludo suado. Logo eu estiquei a mão e peguei o pau de Leo. Tu pegou o meu. Mão amiga de sempre. Apertando, subindo e descendo, polegar passando na cabeça. Igual a gente fazia desde pirralho.

— Porra, Ricardo… esse peito é foda — falei, enquanto a mão de Leo trabalhava no meu pau. — Peludo pra caralho. Dá vontade de sujar tudo.

Tu já tava gemendo baixo, minha mão apertando ele com força.

— Imagina a porra escorrendo nesses pelos, irmão. Vai ficar branco tudo.

Ricardo começou a bater a própria punheta também, olhando a gente se ajudar.

— É isso. Goza nele. Quero sentir.

O quarto ficou quente. O cheiro de suor e pau. Eu e tu falando putaria um pro outro e pra ele, um ajudando o outro, como sempre.

— Lembra quando a gente gozava no mato, Leo? — eu disse, rindo, acelerando a mão no pau dele. — Agora a gente vai gozar num peito de macho casado… e ainda com mão amiga.

— Porra, sim. E esse aqui é melhor. Olha o tamanho desse peito.

Eu estiquei a outra mão e passei os dedos nos pelos do peito de Ricardo. Só nos pelos. Ele gemeu baixo, de macho.

— Pode apertar — ele falou. — Só não desce.

Eu apertei o peito peludo, sentindo o suor e a carne firme. Tu fez o mesmo do outro lado com a mão livre. Dois manos se ajudando na punheta e apertando o peito de outro mano.

A punheta acelerou. Meu pau latejando na mão de Leo, pré-porra escorrendo. Tu já tava ofegante, igual quando a gente era pirralho e competia.

— Tô perto, Pedro — tu falou.

— Segura. Vamo gozar junto nele.

Foi aí que Ricardo parou de bater o próprio pau, se levantou um pouco e falou:

— Deixa que eu faço vocês gozarem.

Ele se sentou na beira da cama, peito peludo pra frente, e pegou os dois paus ao mesmo tempo. Uma mão no meu, outra no teu. Mão grossa de trabalhador, callo, firme, apertando os dois paus de macho com força. Subia e descia no ritmo certo, polegar esfregando a cabeça, apertando as bolas de vez em quando.

— Porra… — eu gemí. — Isso aí é mão de homem.

Tu já tava babando pré-porra na mão dele.

— Mais forte, Ricardo… faz a gente gozar nesse peito.

Ricardo bateu os dois paus ao mesmo tempo, apontando eles pro próprio peito. A gente ficou de pé na frente dele, mãos nos ombros um do outro só pra se equilibrar, enquanto aquele macho casado batia punheta pros dois brothers.

— Goza — ele mandou, voz grossa. — Quero a porra de vocês dois agora.

Tu gozou primeiro. Jatos fortes, brancos, quentes, caindo direto no peito de Ricardo enquanto a mão dele continuava apertando e ordenhando. A porra grudou nos pelos, escorreu pro meio do peito. Ricardo nem parou. Continuou batendo o meu pau com a outra mão.

Eu gozei logo em seguida. Segurei o ombro de Leo e esporrei tudo. Jato atrás de jato, cobrindo o lado direito do peito, o mamilo, descendo pela barriga. A porra misturou com a tua. O peito dele ficou sujo, branco, viscoso, pelos grudados de esperma. Ricardo ainda deu umas apertadas finais nos dois paus, tirando até a última gota, espalhando um pouco mais no peito.

Ele mesmo gozou depois, jatos subindo e caindo na própria barriga, misturando com a nossa porra.

A gente ficou ali, ofegante, olhando o estrago. Peito peludo todo esporrado, suor e porra misturados, brilhando. As mãos de Ricardo ainda meio sujas da nossa porra.

— Porra, que gozada — eu falei, ainda com o pau latejando.

Tu riu, igual moleque.

— Olha como ficou sujo. E a mão dele… fez a gente gozar igual antigamente, só que melhor.

Ricardo passou a mão no peito, espalhando a porra nos pelos.

— Ficou foda. Vocês dois gozam pra caralho. E mão amiga é o que deixa mais macho ainda.

A gente não parou ali. Depois de limpar um pouco com a toalha do motel, Ricardo ainda queria mais. Disse que a mulher só voltava no domingo. Então a gente ficou.

Segunda rodada. Dessa vez ele ficou sentado no sofá, peito pra frente. Eu e tu de joelhos na frente, cada um de um lado. Começamos nos ajudando de novo: eu batendo pro Leo, ele batendo pra mim. Depois Ricardo pegou os dois paus outra vez e bateu até a gente gozar de novo. Mais porra, mais branco, mais viscoso. O peito dele ficou um mapa de esperma, pelos colados, escorrendo pela barriga até o umbigo.

Terceira vez foi mais tarde, depois de uma cerveja. A gente deitou na cama, Ricardo no meio, eu e tu de cada lado. Punheta lenta, mão amiga entre a gente, conversando putaria de macho.

— Tu é casado e gosta de levar porra de brother e ainda bater pra eles — eu falei.

— Gosto. Fantasia de macho. Vocês dois são do jeito certo. Sem viadagem. Mão amiga é só ajuda de homem pra homem.

Tu apertou meu pau e falou:

— A gente sempre foi assim. Desde pirralho. Punheta de verdade, com mão amiga. Como o pai falava.

Quando a gente gozou de novo, Ricardo estava de novo com as duas mãos nos nossos paus, ordenhando a última porra pra cima do peito dele. Mais fraco, mas ainda sujou. A porra já tava seca em alguns lugares, misturada com suor. Ricardo pediu pra gente espalhar com a mão. Eu e tu passamos a mão no peito dele, esfregando a porra nos pelos, deixando tudo brilhante e sujo.

No final da noite a gente tava exausto. Ricardo tomou banho, a gente também. Antes de ir embora ele falou:

— Se quiserem de novo, me chamam. A mulher viaja de novo no mês que vem. E tragam a mão amiga de vocês.

Eu e tu saímos do motel, short no corpo, cheiro de porra e suor ainda grudado.

No carro tu falou:

— Porra, Pedro… isso foi foda. Igual antigamente, só que melhor. E a mão dele nos dois paus… caralho.

— Foi. E aquele peito… ainda tô vendo a porra escorrendo. Teu pai tinha razão: sem mão amiga é só vontade de ver rola.

A gente riu. Dois manos, amigos de punheta desde moleque, que acabaram de gozar num peito de macho casado, com mão amiga de verdade. Sem beijo. Sem carinho. Só masculinidade pura, porra quente e tesão de homem.

E a gente já sabia que ia repetir.

Comentários (2)

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  • O Professor FTZ: Delicia de relato, caras de Fortaleza que curtem a r r o b a l e o 2 0 1 4

    Responder↴ • uid:beml65tfi9
  • Tuga: Fraco

    Responder↴ • uid:1epwl81xfpwt