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Os cunhados - a suruba inesquecível - Parte 12

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Lopedrinhofm

Eu fiquei bem acanhado com a Sabrina, mas ela me dizia que tinha gostado e que ninguém saiu sem dar, menos ela... eu senti vergonha de ter que ir trabalhar com Felipe, minha bunda ficou "aberta" por muitos dias, quando chegou a segunda-feira eu não tinha escapatória, mas no carro ele agia normalmente, como se nada tivesse acontecido, acabei tocando no assunto do que rolou e Felipe me disse que não gostava de dar, mas que gostava de comer... que "é dando que se recebe", rimos, ele via tudo com muita tranquilidade e leveza, o que deixava as coisas mais confortáveis para a vida ser normal no trabalho e dia a dia, a putaria ficava apenas no quarto, então saiu todo o peso da vergonha de vê-lo.
O trabalho era agradável, a hora passava rapidamente, a semana inteira passou e dessa vez não tinha mais reunião na casa do Felipe... Fernanda não estava lá para ajudar nos preparos, foi assim por umas 3 semanas seguidas, só o encontrava no trabalho, no começo era difícil de aceitar que Fernanda havia ido embora, mas os storys e status dela no instagram e WhatsApp eram só balada, bebida, curtição... ela se perdeu, algo que eu temia desde quando ela era casada comigo, digamos que era questão de tempo pra isso acontecer, ela ainda conversava com a Sabrina e obviamente com Bruna, mas evitava nos ver, ela sabia que tinha aberto mão de uma vida estável e confortável, tudo isso por um "empoderamento" falso... "O Felipe me bateu", mas o que ela não contava era que o cara trabalhava muito pra chegar em casa e pegar ela pelada com um maconheiro na cama.
Felipe estava naquele mundo "off", não falava de putaria, não saia de casa, era de casa pro trabalho, eu até fiquei com medo dele estar tendo uma depressão, mas a verdade é que Felipe se deu um tempo para por a vida em ordem, e sinceramente foi a melhor coisa que ele fez.
Depois dessas três semanas, Gabriel veio na minha casa todo sentimental:
- To muito preocupado com o Felipe
Sabrina: A gente também, ele tá se isolando
Bruna: O gente, vamos lá, ele sempre nos chamava nos sábados, mas agora tá lá sozinho, vamos dar uma força na casa, deve estar uma bagunça
Fomos lá, e ouvimos o som meio alto, estranhamos, Felipe não era de ouvir música alto, tocamos a campainha por alguns minutos e ele não atendia.
Bruna: Será que ele está com alguém?
Sabrina: Acho que não, tá tudo aberto...
Quando a música deu uma amenizada, tocamos a campainha novamente, Felipe nos atendeu, pediu desculpas pela demora, disse que estava nos fundos instalando algumas lâmpadas, quando entramos, a casa estava muito limpa, com cheiro de produto de limpeza recém passado, tudo organizado, limpinho, notamos que Felipe trocou de Tv, comprou um videogame, colocou alguns quadros pela casa...
Sabrina: Nossa, eu achei que estaria tudo bagunçado, com a pia lotada de louça... viemos até te ajudar
Felipe: Por que? Pela Fernanda ter ido embora? Eu gosto da casa organizada
Bruna: Mas tá muito bem organizada, nunca vi essa casa tão limpa... alguém veio aqui te ajudar?
Felipe: Não, eu arrumei sozinho, não falei que estava mudando os fundos colocando umas lâmpadas'
Gabriel: Você tá saindo com alguém, certeza
Sabrina: Também to achando... vai me dizer que é aquela vagabunda da Marina?!
Felipe: Não, eu to de boa, não to saindo com ninguém
Fomos até a área gourmet e vimos que Felipe tinha posto a tv que era da sala lá, e colocou uma mesa de bilhar, estava muito da hora, Gabriel empolgou para fazermos um churrasco, afinal, o ambiente estava mais convidativo do que nunca, Felipe gostou da ideia, mas ele precisava comprar algumas carnes, carvão... ele iria no açougue do bairro, mas Sabrina começou a pedir algumas coisas:
- Traz 3 tomates grandes bem vermelhinhos, traz cebola roxa, algumas batatas, isso, isso e isso
Felipe: Vamos todos? Aí eu não esqueço nada
Como fomos a pé pra casa dele, fomos no mercado no carro de Felipe, Gabriel e Bruna ficaram lá organizando a mesa, preparando o arroz e fazendo uma salada, chegamos no supermercado, pegamos tudo, Felipe pagou, eu insisti em ajudar mas ele recusou, às vezes eu perco a noção de que Felipe tem muito dinheiro, o ponto de tensão começou quando no estacionamento um rapaz bateu no vidro com o dedo indicador, Felipe olhou, era Will, Felipe colocou a mão direita no porta treco e abaixou o vidro, Sabrina sussurrou baixinho:
- Fe... calma!
Will: E aí cuzão, suave?
Felipe: Cuzão? Que intimidade é essa?
Will: Tranquilo pai, só te vi de longe e resolvi vir te pedir desculpas pelo que aconteceu
Felipe: Por mim tá tudo resolvido
Will: Beleza viado, desculpa mesmo, você é da hora, eu não deveria ter feito aquilo
Felipe: Tá tranquilo, Will, você não me deve desculpas
Will apoiou as duas mãos na porta e Sabrina se esticou tocando no braço direito de Felipe e disse baixo: "Fe, relaxa"
Will: E as brincadeiras? Pararam?
Felipe: Cara! Não faz esse tipo de pergunta pra mim, por favor, não quero nenhuma intimidade com você, só estou te dizendo que tá tudo em paz, mas não somos amigos
Will: Beleza carai, só perguntei, firmeza então, vou lá, boa tarde aí pra família
Felipe estava puto, mas controlado, saiu com o carro.
Sabrina: O que você tem na cabeça?
Felipe: Só deixei a mão ali pra caso precisasse, não confio nesse cara
Sabrina: O que você achou que ele ia fazer? Você tem que ter autocontrole
Felipe: Vagabundo assim pra fazer uma besteira é rápido, tem que ser ligeiro, eu não ia fazer nada, só reagiria se precisasse
Sabrina: Vai no murro, mas não puxa arma assim não
Felipe: Eu tenho noção do que fazer, relaxa.
O clima tenso nos acompanhou, até eu perguntar:
- Mas... por que você anda armado?
- Eu viajo pra caramba de carro, agora nessa empresa nem tanto, mas a gente nunca sabe o que tem na estrada, fora que já roubaram minha casa 1x, então eu só tenho por segurança
- Deixa eu ver?
Felipe abriu o porta trecos, me mostrando um revolver prata, brilhando, coisa linda, porém perigosa, abaixou rapidamente e disse que tinha mais 4.
- E nunca sentiu desejo de usar? De fazer uma besteira?
- Não, precisa ter a mente no lugar, no dia que eu flagrei a Fernanda... eu pensei muito, outro cara teria matado os dois ali, mas eu não vou estragar minha vida por essas coisas, isso é só em extremo caso, e torço pra nunca precisar usar.
Assim que chegamos, Sabrina me chamou de canto e me chamou a atenção por ter pedido para ver, pra mim Felipe era um cara consciente demais, mas Sabrina temia dele endoidar...
O churrasco rolava tranquilamente, de repente a campainha tocou, Felipe pediu pra eu atender pois ele estava cortando uma carne na mesma hora, atendi... era Marina.
- Oi, o Felipe tá aí?
- Ele tá... mas tá bem ocupado agora
- Eu precisava falar com ele... chama ele pra mim?
Cocei a cabeça pensando no que fazer, e fui falar com o Felipe.
- Fe, a Marina tá no portão te chamando?
- Como ela sabe onde eu to morando? Era só o que me faltava, manda ela entrar, não vou conseguir atender agora.
Mandei Marina entrar, ela ficou impressionada com a casa:
- Essa é mais bonita que a outra né?
- Sim... como você sabe onde ele tá morando?
- Vou inventar uma desculpa se ele perguntar, mas a Bruna quem me disse
- A Bruna é foda
- Relaxa, só preciso resolver uma coisa
Marina cumprimentou todos e disse que precisava falar em particular com Felipe, ele não fez questão, continuou cortando as peças de carne e a fez esperar, quando terminou, me entregou os garfos e pediu que eu olhasse a carne, Felipe e Marina foram para dentro de casa conversar, eles demoraram, Sabrina foi até ver se estava tudo bem e voltou:
- Gente, a Marina tá chorando muito, acho que o assunto é grave.
Ficamos levantando hipóteses do que era, eu acabei abrindo a boca e falei:
- Você sabe né Bruna?
Bruna: Não... não sei de nada
Eu: Sabe sim, você que passou o endereço dele
Bruna ficou em silêncio, pensando, depois disse:
- A Marina tá passando um momento difícil... ela veio pedir uma ajuda pro Felipe, tá desempregada, aluguel atrasado..
Sabrina: O Felipe vai ficar puto com você, e duvido muito ele ajudar ela
Bruna: É capaz... ela realmente tá fodida mesmo, um monte de b.o na vida dela
Felipe voltou e Marina havia ido embora.
Gabriel: O que ela queria?
Felipe: Me contou umas histórias tristes, disse que o pai dela tá na uti, que ela tá sem dinheiro pra ficar indo visitar, que a família dela tá passando necessidade, um monte de coisas
Gabriel: E você vai ajudar?
Felipe em silêncio, mexendo na churrasqueira, pensou por alguns segundos e disse:
- Não, não vou ajudar em nada, só sobre o pai dela, arrumei um dinheiro pra ela ir no hospital essa semana, mas sobre aluguel, compras, cartão atrasado, não tenho nada haver
Gabriel: Você podia ajudar e comer ela
Sabrina: Que horror...
Felipe: To fugindo de gente problemática
No final do churrasco, ajudamos o Felipe a arrumar toda a área e limpar.
Gabriel: Mano, você tem dinheiro... ajuda a Marina pô, ela teve uma história com você, mais do que a Sabrina, pra ela vir te procurar é porque as coisas estão feias
Felipe: O Gabriel, não é porque eu fui noivo dela que vou sustentar a Marina, se ela tá tendo esses problemas a culpa não é minha, não vou ficar apagando incêndio dos outros
Gabriel: Mas você não tem consideração por ela?
Felipe: Não
Gabriel: Porra, você não tem consideração por ninguém
Felipe: Vai começar? Caralho meu, pega seu salário e dá pra ela, porra!
Gabriel: Não posso falar nada que você fica puto comigo
Felipe ficou quieto, ele estava puto, o excesso de coisas acontecendo e Gabriel enchendo o saco... faltava pouco para Felipe explodir.
Assim que organizamos tudo, Bruna sussurrou algo no ouvido do Felipe, ele não esboçou reação, mas eu fiquei curioso, na segunda-feira, quando fomos trabalhar, abordei o assunto:
- O que a Bruna sussurrou?
- A Bruna tá querendo ter um caso comigo escondida do Gabriel
- E o que você pensa sobre isso?
- Cara... eu penso que a Bruna vai abrir a boca e o Gabriel vai ficar magoado comigo, só isso
- Ele não libera ela?
- Sozinha não, ele quer estar junto
- Cara chato da porra
Nesse dia, apareceu a primeira viagem, na próxima semana Felipe e eu teríamos que ir para Salvador, eu curti, seria uma viagem mais longa, iriamos na quinta, ficaríamos para um evento na sexta, e voltaríamos no sábado, a empresa pagava um valor a mais, então seria muito compensativo.
Passei a semana ansioso pela viagem, quando chegou o sábado, nos reunimos novamente, dessa vez a noite, não teve churrasco, Felipe pediu alguns lanches e a conversa estava muito agradável, mas Gabriel estragou tudo.
Gabriel: A Fernanda foi em casa hoje...
Felipe: Legal
Gabriel: Ela tá grávida
Felipe: Sério?
Gabriel: Sim... do Will
Felipe: Se fodeu!
Gabriel: Será que você não tem algum problema?
Felipe ficou calado, sem responder...aquilo era o ponto fraco dele, o clima ficou um lixo, Bruna foi quem deu uma amenizada mudando de assunto, já eram quase 23h e Felipe me perguntou:
- Acabou o resguardo da Sabrina?
- Já sim
- Tá afim de alguma brincadeira hoje?
- Tem que ver se ela tá podendo... vou ver
Conversei com Sabrina, ela topou, mas disse:
- Eu não queria dar pro Gabriel, se tivesse algum jeito dele não participar
Falei isso com Felipe e ele me respondeu:
- A gente espera eles irem embora e faz só a gente...
- Mas eu queria comer a Bruna hein?!
- Não vai dar pra tirar o Gabriel assim...
Nisso, o celular de Felipe tocou, ligação naquela hora... o coração chegou a palpitar, era Marina, Felipe atendeu:
- Oi! Sim... poxa... meu Deus! Meus sentimentos. Eu vou aí.
Sabrina: O que aconteceu?
Felipe: O pai da Marina acabou de morrer
Sabrina: Meu Deus
Felipe: Eu vou lá, os parentes dela vão demorar pra chegar, não é bom deixar ela sozinha
Sabrina me cutucou: Vai com o Felipe, pra não correr o risco do Will aparecer e ele fazer uma besteira
Fomos pro hospital, a cena foi deprimente, Marina chorava de soluçar abraçada a Felipe, ele não a soltou por 1 minuto, ajudou a resolver as coisas burocráticas, fomos ao IML, toda a correria necessária, até na funerária ele a levou, naquele dia eu vi o grande coração de Felipe, ele pagou tudo, caixão, coroa de flores... alguns parentes de Marina queriam fazer vaquinha pra devolver pelo menos parte do dinheiro, mas Felipe recusou tudo, após resolvermos tudo, o agente funerário disse que só teria velório no domingo a partir das 14h, então Felipe trouxe Marina pra casa dele, era quase 6h da manhã, então todos estavam dormindo, cada um em um quarto, eu fui dormir com a Sabrina e Marina ou dormiria na sala, ou no quarto com Felipe.
Acordamos logo, 9h, Sabrina voltou pro quarto com pressa:
- Amor, vem ouvir!
Fui de fininho, e ouvia uns gemidos vindo do quarto do Felipe:
- Aiiiii, aiii, aiiiiiiii, aiii, aiii
Os gemidos eram bem gostosos, Sabrina em tom de indignação disse:
- Só falta ele voltar com essa puta! O pai dela morreu e ela tá aí dando.
Descemos para a cozinha e vimos Marina na cozinha, fazendo um café, Sabrina arregalou os olhos assustada:
- Marina... você já tá acordada?
- Eu não dormi direito
- Você... você dormiu onde?
- Com o Felipe
- Tinha mais alguém no quarto?
- Não... por que?
- Por nada...
Sabrina subiu dizendo que ia dar uma olhada na neném e me chamou, fui com ela sem levantar suspeitas, abrimos a porta do quarto em que Bruna dormia e vimos Gabriel dormindo na ponta, roncando, e os bebês dormindo no colchão... estava claro, Felipe estava fodendo a Bruna, Sabrina e eu nos olhamos com um sorriso travesso de quem queria entrar lá e aproveitar, mas se Gabriel descobrisse podia dar uma briga grande.
Descemos novamente e ficamos consolando a Marina, depois de 5 minutos Bruna desceu.
Sabrina: Dormiu bem, Bruna?
Bruna: Dormi sim, mas to morta de cansaço
Sabrina: Imagino que você esteja cansadinha
Gabriel desceu em seguida, todo despenteado, olhos miúdos:
- Bom dia! Caralho Bruna, você é foda!
Bruna: Eu? O que eu fiz?
Gabriel: Você veio tomar café e nem me acorda, eu nem vi você levantando
Bruna: Faz uns 15 minutos que eu acordei
Sabrina tossiu, rindo, Bruna percebeu que a gente sabia o que tinha rolado.
Gabriel: Cadê o Felipe?
Sabrina: Deve estar tomando um banho
Gabriel: Tomando banho agora?
Sabrina: Sim... talvez ele soou muito essa madrugada
Gabriel: Eita porra, Marina! Aproveitou do meu irmão?
Marina: Não, o Fe tá me tratando muito bem, ele deve estar cansado, a gente chegou 5h, ele acorda geralmente nesse horário né?
Tomamos nosso café e nada do Felipe descer, Sabrina foi ver se alguma das crianças tinha acordado e aproveitou para passar no quarto de Felipe para o chamar para tomar seu café, Sabrina desceu com nossa filha no colo e disse:
- Bruna, seus filhos estão acordados
Bruna subiu junto com Gabriel, Sabrina me disse baixinho:
- O Felipe tava só de cueca... que delícia! Fiquei com vontade viu?!
Meu pau endureceu e eu disse:
- Deixa a neném comigo e vai lá
Sabrina: Não, tá todo mundo acordado...
Eu: Entra de fininho, disfarça, vai... ele tá louco pra te comer
Sabrina me olhou relutando, mas na demora para tomar coragem, Felipe desceu para a cozinha.
Sabrina: Bom dia, dorminhoco
Felipe: Bom dia
Sabrina: Você roncou alto agora pela manhã hein?!
Felipe: Eu? Eu não ronco, deve ter sido o Gabriel
Sabrina: Eu ouvi uns barulhos vindo do seu quarto... - piscando o olho
Felipe riu, um sorriso de puto, sentou-se e tomou seu café, Marina estava abatida, Felipe ficou conversando com ela, umas conversas profundas sobre bíblia, destino do pai dela, coisas que eu nem sabia que ele entendia, foi incrível presenciar aquela conversa.
Depois do almoço, todos fomos embora, eu precisava acompanhar o Felipe no velório e enterro, então voltei na casa dele às 13h30, Felipe abriu o portão tranquilamente.
- A Marina tá pronta?
- Tá tomando um banho
- Caralho, você tava matando a Bruna de manhã?
- Mano, ela vai ficar 1 mês sem conseguir sentar direito
- Queria ter participado
- Não seja por isso, vamos lá em cima
- O que? A Bruna tá aí?
- Não, mas a Marina tá...
- Ela tá se arrumando pro velório do pai...
- Só relaxa
Subimos pro quarto, Felipe bateu na porta do banheiro, Marina abriu enrolada numa toalha branca, Felipe a pegou pela cintura, trazendo calmamente para o quarto, Marina disse:
- Eu vou... me atrasar
- Só alguns minutos, você não tá bem, não é verdade? Precisa distrair
- Não sei se é o melhor momento
Felipe abriu a calça e disse:
- Relaxa, a gente só quer te ajudar a distrair a mente
Marina tirou a toalha mostrando o corpão gostoso, não demorou para Felipe a colocar para chupar, eu fiz o mesmo, Marina timidamente revezava nossos paus em sua boca, Felipe a deitou e chupou a buceta dela, em seguida ele a penetrou enquanto ela me chupava, Felipe metia com "muito amor", Marina aceitava bem a foda a três, ela gemia como uma princesa, Felipe a pôs de quatro e meteu mais ainda, depois trocamos de lugar, comecei a comer aquela bucetinha linda enquanto ela mamava o Felipe, ela tirou o pau dele da boca e começou a agradecer:
- Hmmm, obrigadaa, aiii, eu... eu precisava disso, você é incrível! Eu te amo.
Felipe apenas sorriu, e apontou o pau na boca dela outra vez, depois de alguns minutos transando naquela posição, me deitei, Marina sentou de costas pra mim e Felipe ficou em pé na frente dela, ela subia e descia com a piroca dele na boca, o celular dela começou a tocar com uma tia perguntando se ela já estava chegando, precisamos parar para não atrasar muito, nos vestimos e fomos.
Marina voltou a ficar triste, chorou muito no velório e enterro, Will nem se quer apareceu, foi um dia pesado, Felipe deixou ela na casa dela e prometeu que a visitaria quando chegasse de viagem.
No dia seguinte, fomos pro aeroporto, no voo a gente comentava do quanto Marina tinha sido gostosa com a gente, chegamos em Salvador, Felipe atendeu o cliente, passamos o dia comendo, fazendo storys, tudo foi muito bom, mas a tensão começou a noite, no hotel.

Comentários (1)

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  • Majuzinha: Esse Gabriel e a Bruna são dois encosto no Felipe, quando q eles somem? Kkkkkkkk

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