#Coroa #Traições

Minha sogra me deu o cu (final)

933 palavras | 3 | 4.67 | 👁️
Ariana

Minha ultima enrabada na minha sogra.Terminou com seu novo relacionamento.

A última vez que enrabei minha sogra, fui quando iniciou um relacionamento com o Zé Silva, o dono do boteco do bairro e falou que ia viver com ele, nesse dia eu já estava ciente que ia deixar de comer aquele rabão.
Cheguei lá e ela já tava me esperando, com um vestidinho solto que mal cobria a raba. Não precisei nem falar nada, ela me puxou pra dentro, fechou a porta e soltou:
— Olha, eu sei o que estou fazendo, O Zé me pediu em namoro e eu aceitei. tô numa fase da vida que preciso de estar segura. Ele é um homem simples, mas é honesto e me trata como rainha.
Ela suspirou, passou a mão no cabelo e continuou:
— Você é marido de minha filha, foi uma doidice boa, mas a gente sabe que isso pode acabar mal.
Eu engoli seco e abanei a cabeça em sinal de consentimento. Sabia que ela tava certa, se um dia Patrícia viesse a descobrir, não sei que faria.
Me faz tua, pela ultima vez, disse ela se colando a mim.
Fomos direto pro quarto, sem enrolação, e ela já veio pra cima de mim, sedenta de sexo, as mãos percorrendo meu corpo, me puxando pra um beijo molhado e cheio de fome.
A boca dela sugava a minha com desespero, a língua deslizando, os lábios mordendo os meus, enquanto as mãos subiam pelas minhas costas, me apertando, me puxando contra o corpo dela. Ela não conseguia esperar — já tava ofegante, as pernas se abrindo, a buceta molhada roçando em mim.
— Me beija, me amassa, me fode, me faz toda tua — ela sussurrava entre os beijos, a voz rouca e desesperada.
Os amassos eram fortes, os corpos colados, a pele suada grudando uma na outra. Eu apertava a bunda dela com força, sentindo o calor, a maciez, enquanto ela gemia, pedia mais, se esfregava em mim. As mãos dela seguravam meu cabelo, me guiando, me puxando contra o pescoço, os seios, a boca. Ela não queria que eu parasse.
Beijei seu pescoço, desci pela nuca, mordi de leve, sentindo ela tremer toda. Ela arfava, gemia, se entregava completamente, a sede de sexo transbordando em cada toque, em cada gemido. Estava louca, querendo ser comida, pela ultima vez.
Dessa vez, comi ela de franguinho assado — a bunda bem empinada, o cuzinho exposto, todo aberto pra mim. Entrei devagar, sentindo aquele cu apertado me engolindo, enquanto minha mão descia e começava a siricar o grelinho dela por cima. Ela gemia, chorava, pedia mais, enquanto eu socava fundo e dedilhava o grelo sem parar.
Ela babava no travesseiro, os olhos revirados, o corpo todo tremendo. "CARALHO, TÔ GOZANDO, TÔ GOZANDO!" — gritou, e gozou como nunca, o corpo convulsionando, a buceta contraindo, os gemidos roucos e descontrolados. Parecia que tava possuída, os olhos virados, a boca aberta, babando, enquanto eu continuava socando e siricando, fazendo ela gozar mais e mais.
Depois que ela ficou bem mole, completamente entregue, virei ela de bruços e me deu uma vontade de aquela bunda gulosa.
Minha mão desceu, dei a primeira tapa forte, c ela gemeu de surpresa mas deixou-se ficar, parecia que queria ser punida, endoidei e cada tapa estalava na pele. PLAC! PLAC! PLAC! — o som das palmadas preenchia o quarto, ecoando nas paredes. A bunda dela balançava, tremia, marcava a cada golpe.
Não vai esquecer, disse eu não parando de dar fortes tapas na nádegas dela.
Ela chorava, os soluços se misturando com os gemidos. As lágrimas escorriam pelo rosto, molhando o travesseiro, enquanto a bunda ficava vermelha, quente, a pele ardendo. "ISSO, ME BATE, ME FODE!" — ela gritava entre soluços, a voz embargada, enquanto as palmadas continuavam, firmes, sem dó.
A raba inchava, se marcava, tremendo a cada tapa. Quando parei, a bunda tava completamente vermelha, quente feito fogo. Enfiei o pau de novo, agora com tudo, socando fundo naquele cuzinho já arrombado pela surra. Ela chorava baixinho.
Cada estocada entrava fundo, o cu quente e vermelho apertando meu pau, enquanto o som molhado se misturava com os soluços dela.
Só parei quando o cuzinho estava bem arrombado, a bunda vermelha, as marcas das minhas mãos estampadas na pele, e eu tinha esporrado tudo dentro.
Ficamos ali, eu deitado em cima dela, os dois ofegantes, a pele suada, a respiração pesada. Mas ela não ficou quieta. Mesmo mole, mesmo cansada, as mãos dela começaram a percorrer minhas costas, deslizando devagar, apertando minha pele, como quem não queria que eu fosse embora.
Ela virou o rosto, os olhos marejados, e com a voz rouca soltou: — Tô toda arrombada, Fábio... Olha o que você fez comigo. Eu sentei na cama, ofegante, vendo ela passar a mão na própria bunda quente e vermelha, sentindo as marcas dos meus dedos.
— Mas mereci — ela completou, com um sorriso cansado. — Cada estocada, cada tapa. Quis sentir você em mim até doer, pra nunca esquecer que foi você quem me arrombou pela última vez.
. Chorava baixinho, mas não de tristeza — era o choro de quem tinha sido levada ao limite, gozado como nunca, e agora estava ali, entregue, completamente dominada.
Virou o rosto pra mim, os olhos vermelhos, o olhar perdido, e completou:
— Seu safado... eu adorei isso.
Beijei sua testa, sorrindo falei para ela tentar com o Zé, ela riu.
Coitado…acha mesmo que vou dará assim para ele ? Respondeu enquanto se aninhava no meu peito.

Comentários (3)

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  • Vando: Vai ter que dar umas escapadas com ela pro motel, quando seu Zé estiver trabalhando, uma bunda gostosa assim não pode passar vontade

    Responder↴ • uid:5pbaaj5nt0b
  • Mike: delicia um tesão comer assim uma coroa

    Responder↴ • uid:grkqent0a
  • Amon: Queria uma sogra assim mas o máximo que eu fiz foi fantasiar com as calcinhas suja quando batia punheta para dona M.ela deixava as calcinhas suja dentro do banheiro penduradas no registro de água era uma delícia um cheiro de buceta suja que ficava nas calcinhas que ela deixava eu me acabava pensando em um dia comer pelo menos o cu dela mas ficou só na fantasia mesmo

    Responder↴ • uid:v7qlaxw6qj1