Minha sogra me deu o cu
D. Lucia minha sogra me seduziu e comi seu cu
Me chamo Fábio. Eu e Patrícia temos cinco anos de casamento, bem tranquilo. Ela tem 26, eu 28. Aí tem a dona Lúcia, minha sogra, 51 anos, viúva, que toda semana aparece aqui em casa. Só que de um tempo pra cá, ela começou a chegar toda produzida, me olhando de um jeito diferente, encostando "sem querer", e até colocava a mão na minha coxa quando sentava no sofá. O que me deixava mais louco era a bundona dela, isso é fato.
A Patrícia vendo a mãe se produzindo veio com o papo de suspeitava que a mãe devia ter um novo relacionamento. Eu, na minha paz, falei: "Ô, Patrícia, deixa sua mãe em paz. Ela é viúva, tem direito de viver a vida dela do jeito que quiser. A gente não tem que fiscalizar." Minha ideia era não me meter na história, porque se a sogra estava dando em cima de mim, o problema era dela. Na frente da Patrícia, eu fingia que não percebia, mas no fundo, estava de olho, sim. Cada vez que ela passava produzida, eu reparava no rebolado, mas ficava na minha.
A coisa esquentou quando uma encomenda de Patrícia chegou em casa e ela me pediu para entregar à mãe. Escolhi uma tarde de sexta, quando tinha mais tempo e a Patrícia estava fora. Lúcia abriu a porta radiante com a minha presença, me puxou para dentro e foi provar a peça. Quando voltou, foi um choque: vestido curto, colado no corpo, decote generoso, cada curva à mostra. Ela andou devagar, balançando os quadris, e perguntou com a voz rouca: "Gostou?"
Quando ela virou de costas e mostrou aquele rabão empinado, eu perdi completamente a linha. O tesão tomou conta de mim. Puxei ela pelo braço, encostei seu corpo no meu e comecei a beijá-la com fome. Ela murmurou um "não pode" bem fraquinho, mas os lábios dela encontraram os meus num beijo quente que dizia exatamente o contrário.
"Seu rabo me deixa doido", falei, enquanto minhas mãos subiam pelas costas dela, encontrando o zíper e descendo devagar. O vestido escorregou pelo corpo dela, caindo no chão. Ela estava nua diante de mim, sorrindo, se colou no meu corpo e falou com a voz rouca: "Vem pro quarto."
Eu a segui como um animal. Entramos, fechei a porta. Ela estava ali, só de calcinha preta, com a bunda gigante à mostra. Comecei a beijá-la com fome. Minhas mãos percorriam seu corpo, apertando suas coxas, sua bunda, seus seios. Ela correspondia, descia a mão no meu pau duro, acariciava. Puxei a calcinha dela, que caiu no chão. Ela se deitou de bruços, a bunda empinada, e me deixou doido.
"É aqui que quer?" perguntei. Ela virou a cara, olhou por cima do ombro, e respondeu com um sorriso malicioso: "É aí mesmo. Vem, me mostra do que você é capaz."
Ali, naquele instante, não existia mais Patrícia, só aquele rabo que me deixava doido.
Abaixei o corpo, segurei aquela bundona macia com as duas mãos e abri devagar, revelando aquele cuzinho rosado e apertado. Salivei bem na ponta dos dedos, passei no local, sentindo ela tremer de antecipação. Depois, apontei a cabeça do pau na entrada e comecei a enterrar devagar, sentindo cada anel muscular cedendo. Ela gemeu fundo, soltou um "ai, caralho" choroso, e começou a gritar que eu ia rebentar ela todinha. Mas a bunda não fugia — muito pelo contrário, empinava mais ainda, se oferecendo.
Comecei a estocar firme, sentindo aquele cuzinho apertado engolindo minha rola inteira. Cada estocada arrancava gemidos e tremores. Ela balbuciava que estava "tudo aberto", mas não pedia para parar. Eu socava sem parar, o pau deslizando fundo e molhado, até que não aguentei mais. Enterrei até o talo e esporrei tudo dentro do cuzinho dela, enchendo aquele cu quente de porra. Ela tremeu convulsivamente, completamente entregue, e soltou um "porra, Fábio, me rebentou toda."
Deitei do lado dela, ofegante, e a beijei devagar. Seus olhos estavam vermelhos de chorar, mas sua expressão era de mulher saciada. Ficamos em silêncio, corpos colados, pele úmida. Ela virou o rosto e sussurrou: "Isso fica entre nós... mas pode ter mais sempre que quiser."
Depois do banho, debaixo da água morna, ela disse: "Tá dolorido, me deixaste toda rebentada." Puxei-a para perto, meu pau já duro encostando nela, e ela riu: "Você é um cachorro." Ela se ajoelhou no box, a água escorrendo pelo corpo, abriu a boca, lambeu minha vara, depois mamou com vontade, enfiando fundo na garganta. Eu segurei seus cabelos e guiei seu movimento. Ela parou, olhou para cima, e sussurrou: "Assim... gosta assim?" Voltou a abocanhar com mais fome, até eu gozar na boca dela, enquanto ela engolia tudo, sem deixar escapar uma gota, debaixo da água que continuava caindo sobre nós.
Ficamos ali, debaixo do chuveiro, ela ainda com a boca no meu pau, olhando para cima com aquele sorriso sacana de quem já estava planejando a próxima.
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