#Gay #Incesto #Teen #Virgem

Meu brother comeu o próprio filho - Parte 2: O filho

2.2k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Grok_o_perv

O filho do meu amigo se junta a nós. O parça mama o pau pequenininho, humilha o pai e os três se perdem no tabu.

Parte 1: /2026/07/conto-133786

Duas semanas depois a gente se encontrou de novo no apartamento dele. Eu cheguei primeiro, quase nove da noite. Mesma desculpa de sempre: reunião de trabalho, mulher em casa já dormindo. Ele abriu a porta de bermuda, o pau já marcado grosso do lado. Mal fechei a porta e a gente já tava se despindo. Camisa no chão, calça, cueca. Os dois paus saltaram, semi-duros só de saber o que vinha. Sentamos no sofá velho, um de frente pro outro, pernas bem abertas, mãos no pau, começando devagar. O barulho molhado das peles se movendo enchia a sala pequena. O cheiro de tesão acumulado já tava no ar.

— Ele vem hoje — meu amigo falou, a voz baixa, a mão puxando a pele com força. — Combinamos. Disse que quer ver a gente. Quer participar. Quer ver o pau que o pai dele goza há anos escutando falar dele.

Meu pau endureceu completo na hora. A gente ficou se tocando em silêncio por uns minutos, só o som das mãos molhadas e a respiração pesada, até a campainha tocar.

Ele levantou, ainda de pau duro pingando, e abriu a porta. O moleque entrou.

Quinze anos completos, mas o corpo parecia de bem menos. Baixo, ombros estreitos, peito liso sem nenhum fio de pelo, cintura fina demais, pernas magras e suaves. Rosto ainda de menino: bochechas macias, lábios carnudos e rosados, olhos grandes e meio assustados. Cabelo bagunçado caindo na testa. Usava uma camiseta larga demais e um short de moletom que caía frouxo na bunda pequena e redonda. Quando o pai fechou a porta, ele olhou pra mim, depois pro pau grosso e rígido do pai, e engoliu em seco, a garganta subindo e descendo.

— Esse é o meu parça — o pai falou, a voz já rouca. — O que eu te contei. O que falava do seu pau pra mim desde que você nasceu.

O mlk assentiu, nervoso, as mãos tremendo. Tirou a camiseta. Pele lisa, mamilo rosado e pequeno, nenhuma marca de maturidade. Depois puxou o short e a cueca juntos. O pau dele saltou: menor que o nosso, fino, a cabeça ainda meio coberta pela pele, quase sem veia aparente, bolas apertadinhas e completamente lisas. Parecia o pau de um moleque no começo da puberdade, mesmo com a idade. Ele ficou ali de pé, as mãos na lateral do corpo, o pau já semi-duro só de ver a gente pelado e se tocando.

O pai se aproximou por trás, passou a mão larga no peito liso do filho, desceu devagar pela barriga sem pelo e agarrou o pau pequenininho. Apertou, puxou a pele uma vez, duas.

— Senta aqui no meio — ele mandou.

O mlk obedeceu. Sentou entre nós dois no sofá. Eu de um lado, o pai do outro. As coxas magras e macias dele roçavam nas nossas. O cheiro era de sabonete barato misturado com nervosismo e um pouco de suor. O pai pegou a mão pequena do filho e colocou no pau grosso dele. Depois pegou a minha mão e colocou no pau do mlk. Eu fechei os dedos em volta. Era quente, macio, quase delicado demais. A pele se movia fácil demais. O moleque arfou alto, um gemido agudo, quando eu comecei a puxar devagar, sentindo ele endurecer completamente na minha mão.

— Olha só — o pai falou, já batendo no próprio pau enquanto observava a minha mão no filho. — Esse é o pau que o meu amigo descrevia pra mim há anos. Desde que você nasceu ele falava do seu pinto enquanto a gente batia. Eu gozava escutando. Toda porra que eu gozei nesses quinze anos pensando em te mamar foi por causa dele. Agora ele tá tocando de verdade.

Eu olhei pro meu amigo, sorri sujo e apertei o pau do mlk com mais força, fazendo ele gemer de novo.

— Pedófilo de merda — eu falei alto, olhando nos olhos do pai. — Anos gozando com fantasia de moleque. Desde que ele era pequeno tu já batia punheta ouvindo eu falar do pinto dele. Queria mamar o filho desde que ele nasceu. Olha só pra você agora, pedófilo, com a mão no pau do próprio filho depois de anos fantasiando.

O pai gemia, a mão mais rápida no próprio pau, o rosto vermelho de tesão e vergonha misturados. O mlk estava vermelho até o peito, gemendo baixinho, as pernas tremendo. Eu batia nele com cuidado no começo, depois mais firme, sentindo o pau fino latejar. O pai se inclinou e chupou o pescoço do filho, depois desceu e engoliu o pau pequenininho de uma vez só. O moleque arquejou, agarrou o cabelo do pai com as duas mãos e soltou um “pai…” agudo e quebrado. Eu continuei masturbando o pau do meu amigo com a outra mão, rápido, enquanto ele mamava o próprio filho na minha frente, a boca fazendo barulho molhado.

Depois de um tempo o pai tirou a boca, a saliva escorrendo pelo pau fino e pela bola lisa do mlk.

— Agora você — ele mandou, olhando pra mim.

Eu me abaixei. O cheiro do pau do moleque era limpo, quase doce. Eu abri a boca e engoli ele inteiro de uma vez. Era pequeno o suficiente pra caber fácil. Chupei devagar no começo, depois com mais vontade, a língua rodando na cabeça ainda meio coberta, sugando até ele gemer alto e empurrar o quadril pra cima. O pai batia no próprio pau olhando a cena, a respiração ofegante.

— Isso, mama o pau do meu filho — ele falou. — O pau que eu fantasiava há anos.

Eu tirei a boca por um segundo, saliva escorrendo pelo queixo, e olhei pro pai:

— Pedófilo safado. Anos tirando leite ouvindo eu falar desse pinto quando ele ainda era moleque. Agora olha, o filho já tá gemendo na boca do teu amigo.

Voltei a chupar, mais fundo, enquanto o pai se inclinava e chupava o pescoço e o peito liso do mlk. O moleque estava perdido, gemendo sem parar, uma mão no meu cabelo, a outra no do pai.

Depois eu tirei a boca e me virei mais pro moleque. Ele olhou pra mim com aqueles olhos grandes, inseguro, e estendeu a mão pequena. Segurou meu pau. Os dedos mal conseguiam fechar em volta da grossura. Começou a bater devagar, desajeitado, a pele subindo e descendo. Eu voltei a masturbar o pau dele, agora mais firme, enquanto o pai ficava de joelhos na frente dos dois e alternava: chupava o filho, depois chupava a cabeça do meu pau, depois voltava pro mlk. O barulho molhado enchia a sala. O cheiro de saliva, pré-porra e suor misturado.

— Conta pra ele — o pai pediu, a voz rouca, a boca brilhando de saliva. — Conta como você falava do pau dele enquanto eu gozava.

Eu continuei batendo no moleque e falei, olhando nos olhos dele, a voz baixa e suja:

— Desde que você nasceu. Eu descrevia seu pinto pro seu pai. Falava que devia ser lisinho, que um dia ia ficar gostoso de chupar, que eu queria ver ele mamar você. Toda vez que a gente batia eu falava do seu corpo, da sua bunda pequena, do seu cuzinho. Ele gozava escutando. Eu tirava leite dele só de imaginar você. Anos e anos. Seu pai é um pedófilo de carteirinha. Goza há quinze anos com a ideia do próprio filho.

O mlk estava vermelho, gemendo sem parar, o pau latejando forte na minha mão. O pai se levantou, ficou de pé na frente dele e enfiou o pau grosso na boca do filho. O moleque engasgou, lágrimas nos cantos dos olhos, mas abriu mais, deixando o pai foder a garganta devagar, o saco batendo no queixo. Eu me ajoelhei do lado e continuei masturbando o pau pequenininho dele, depois voltei a chupar, alternando com a mão, enquanto o pai usava a boca do filho.

Depois o pai tirou, um fio de saliva ligando o pau à boca do mlk. Puxou o filho pra ficar de quatro no sofá e cuspiu no cuzinho apertado e rosado. O buraco era pequeno, ainda meio inchado da primeira vez. Ele enfiou dois dedos, abriu, girou, e depois encaixou a cabeça do pau. O mlk gritou no travesseiro quando o pai enterrou até o fundo de uma vez, o saco batendo na bunda magra. Eu fiquei na frente, ajoelhado, e enfiei meu pau na boca aberta do moleque. Ele chupava desajeitado, babando, engasgando de vez em quando, enquanto o pai metia com força por trás.

A gente fodeu ele assim por um tempo longo: eu na boca, o pai no cu. O corpo magro dele tremeu inteiro quando gozou sem tocar no pau, jatos finos e fracos escorrendo no sofá. O pai gemeu fundo, agarrou a cintura fina e descarregou dentro, enchendo o rabo dele de novo. Quando tirou, a porra branca escorreu pelo cuzinho aberto e pela coxa fina, pingando no sofá.

Eu tirei o pau da boca dele, me levantei e fiquei de pé na frente. O mlk, ainda ofegante, de quatro, olhou pra cima com a boca vermelha e molhada. O pai segurou a cabeça do filho e empurrou na direção do meu pau.

— Chupa ele agora. Mostra pra ele como você mama.

O moleque abriu a boca e engoliu. Eu segurei o cabelo bagunçado e fodi a boca dele devagar, sentindo a garganta apertada e quente. O pai ajoelhou do lado e começou a bater no próprio pau, ainda sujo de porra e saliva, olhando a cena com os olhos vidrados.

— Goza na cara dele — o pai mandou, a voz falhando. — Na cara do meu filho.

Eu acelerei, segurando a cabeça dele com as duas mãos. O mlk engasgava, lágrimas escorrendo, mas não puxava pra trás. Senti a porra subir e descarreguei. Jatos quentes e grossos bateram na língua, no queixo, na bochecha lisa, escorrendo pelo pescoço fino e pingando no peito sem pelo. O pai gozou logo em seguida, mirando o rosto do filho também. A porra dos dois se misturou na cara dele, espessa, pingando no pau ainda semi-duro e pequenininho, nas bolas lisas.

O moleque ficou ali, de joelhos no sofá, o rosto sujo de porra, o cu ainda escorrendo, respirando pela boca aberta. O pai passou o dedo na mistura de porra e enfiou na boca do filho. Ele chupou sem reclamar, engolindo.

Eu olhei pro pai, ainda ofegante, e falei baixo, sujo:

— Pedófilo. Anos fantasiando com o moleque. Agora olha o que você fez. E ainda quer mais.

A gente ficou em silêncio por um tempo, só o som da respiração pesada e o cheiro forte de sexo. O pai acariciou o cabelo do mlk e olhou pra mim, o pau ainda semi-duro.

— Próxima vez a gente leva ele mais longe.

Eu limpei o pau na camiseta, o coração ainda disparado, o gosto da boca do moleque e da porra ainda na língua.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos