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Puteiro de Garimpo - Parte 14 - Puta grátis

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AnãoJediManco

Enquanto Marisa e Jéssica passam o primeiro dia penduradas no pau de arara, Larissa começa o próprio castigo. É manhã ainda quando Nestor manda chamá-la no meio do salão. O anúncio é simples e alto o suficiente para todos ouvirem:
— A novata está gratuita por uma semana. Quem quiser usar, pode usar. Boceta, cu, boca… do jeito que quiser, sem pagar nada. Só não matar.
O efeito é imediato. Homens que estavam sentados se levantam. Outros que já iam embora voltam. Em poucos minutos forma-se uma fila irregular na frente de Larissa. Ela ainda carrega as marcas da competição, o corpo magro, os buracos ainda sensíveis, o olhar assustado. Mas agora não tem coleira, não tem corrente. Só a ordem de que qualquer um pode pegá-la.
O primeiro a se aproximar é um garimpeiro baixo e gordo, cheiro forte de cachaça e suor. Ele não fala quase nada. Só empurra Larissa de quatro no chão do salão, abre a calça e enfia na boceta ainda inflamada. A penetração arranca um gemido de dor dela. Ele mete rápido, sem nenhuma preocupação, goza dentro e sai. Nem olha para o rosto dela.
O segundo já está esperando. Esse prefere a boca, segura a cabeça de Larissa pelos cabelos e fode a garganta até ela se engasgar e escorrer saliva pelo queixo. Quando goza, segura fundo e obriga a engolir.
O terceiro a vira de novo e escolhe o cu. E assim continua.
Durante todo o primeiro dia Larissa quase não sai do salão. Cada vez que um termina, outro aparece. Alguns são rápidos, outros demoram, querem foder devagar só para ouvir ela gemer de dor. Tem homem que a leva para um canto mais escuro e chama mais dois para usar ao mesmo tempo. Tem homem que só quer cuspir, xingar e gozar na cara. Tem homem que a obriga a falar que está gostando enquanto as lágrimas escorrem.
Larissa tenta contar no começo. Dez, quinze, vinte, mas depois perde a conta. O corpo entra num estado de choque seletivo, a mente se afasta um pouco, mas a dor continua chegando. A boceta arde, o cu lateja. A garganta fica esfolada, o gosto de porra fica permanente na boca.
Os comentários ao redor são sempre os mesmos, sujos e sem nenhum peso:
— Gratuita é outra coisa.
— Ainda aperta um pouco.
— Chora bonito essa putinha.
— Deixa ela aí que eu volto depois do almoço.
Ninguém a leva de volta aos fundos durante o dia. Quando um grupo termina, ela fica no chão por alguns minutos, tentando recuperar o fôlego, até o próximo chegar e puxá-la de novo. Às vezes lhe dão água, às vezes não. Comida quase não aparece.
Ao fim da tarde, quando o sol já está baixo, Larissa mal consegue se manter de joelhos. O corpo inteiro treme. Os buracos estão inchados e vermelhos. O rosto está manchado de porra seca e lágrimas. Um dos homens de confiança de Nestor passa, olha o estado dela e só comenta:
— Ainda tem noite, e ainda tem o resto da semana.
Larissa ouve, mas quase não reage. O primeiro dia do castigo dela ainda não acabou. E o ferro quente só vem no último.
A noite cai sobre o Barracão e o movimento muda de forma, mas não diminui de verdade. Durante o dia os homens usavam Larissa com pressa, como quem aproveita uma oferta antes que acabe. À noite a crueldade fica mais lenta, mais pesada, mais deliberada. Os que chegam agora já beberam, já trabalharam, já carregam o cansaço e a raiva do garimpo no corpo. E Larissa está ali, gratuita, sem direito de recusar.
Ela tenta ficar num canto do salão quando o fluxo diminui por alguns minutos. As pernas não seguram direito. A boceta e o cu latejam de tanto uso. A garganta arde. É nesse momento que um grupo de quatro homens se aproxima. Não são clientes comuns, são dos que andam sempre juntos, risada alta, jeito de quem gosta de quebrar o que ainda está inteiro.
O maior deles segura Larissa pelo cabelo e a arrasta para o meio do salão de novo.
— Ainda tá de pé, a gratuita? Vamos arrumar isso.
Eles não se revezam de forma organizada. Usam ao mesmo tempo. Um enfia na boca com força, segurando a cabeça dela com as duas mãos e fodendo a garganta até ela se engasgar e o ranho escorrer. Outro abre as pernas dela no chão e mete na boceta já destruída, estocando com violência, a cada investida fazendo o corpo dela balançar. O terceiro espera só o espaço necessário para forçar a entrada no cu. Quando consegue, os dois buracos de baixo ficam preenchidos ao mesmo tempo. O quarto homem se contenta em bater o pau no rosto dela, cuspir, xingar e esperar a vez de qualquer um dos buracos.
A brutalidade não está só na penetração. Está nos tapas no rosto quando ela demora a abrir a boca. Está no jeito como puxam o cabelo até o couro cabeludo arder. Está nos comentários baixos e venenosos:
— Aperta, caralho.
— Chora mais baixo que tá atrapalhando.
— Olha só esse cu. Já tá largo e ainda assim grita.
— Goza dentro. Deixa ela escorrendo a noite toda.
Eles gozam e não saem logo. Ficam ali, se revezando de novo, como se o fato de ser gratuita tirasse qualquer limite de tempo. Quando um cansa, outro toma o lugar. Larissa para de conseguir contar quantas vezes é penetrada. A dor vira uma só. O corpo entra em tremores incontroláveis. Em determinado momento ela desmaia por alguns segundos. Acordam ela com um tapa e um pau na boca.
Às vezes um deles se diverte em impedir que ela respire direito, segurando o pau fundo na garganta até o rosto dela ficar vermelho-escuro. Só então tira, deixa ela tossir e se engasgar, e enfia de novo.
A noite avança assim. Quando o grupo finalmente se cansa e vai embora, Larissa fica caída no chão do salão, sem conseguir se mexer. O corpo inteiro lateja, os buracos pulsam abertos. O rosto está coberto de saliva, ranho e porra. Ela acha que acabou por algumas horas, mas não acabou. Outros aparecem, menos organizados, mais bêbados, mais brutos. Um a usa só para gozar na cara várias vezes. Outro a vira de bruços e fode o cu com tanta força que ela grita até a voz falhar. Tem homem que só quer ouvir ela pedir para parar, e quanto mais ela pede, mais ele ri e continua.
Por volta da madrugada o salão esvazia um pouco. Larissa consegue engatinhar até um canto mais escuro e se encolhe ali, tremendo. O corpo não para de doer. Cada batida do coração parece ecoar nos buracos usados. Ela não chora mais alto. Só soluça de vez em quando, um som pequeno, quebrado, de quem já entendeu que ainda faltam seis dias. E que a brutalidade da primeira noite foi só o começo.
Os dias seguintes se misturam num único bloco de dor e uso.
Larissa deixa de conseguir contar quantos homens passam por ela. Deixa de conseguir distinguir manhã de tarde, tarde de noite. O corpo entra num estado de sobrevivência automática, abre a boca quando puxam o cabelo, abre as pernas quando empurram, engole quando mandam engolir, grita quando a dor passa de determinado ponto. Depois até o grito diminui.
O cu é o primeiro a ceder de verdade. Depois de tantos homens, de tanta força, de tantas vezes seguidas sem nenhum descanso, a carne não aguenta. O ânus, já dilacerado desde a competição, começa a ceder para fora. Primeiro só um pouco, vermelho e inchado. Depois de mais um dia de uso constante, fica visivelmente estufado, a mucosa interna aparecendo, sensível demais ao simples contato com o ar. Dói de um jeito profundo, constante, que não alivia nem quando ninguém está tocando.
Os homens notam. E, como tudo no Barracão, transformam isso em mais uma forma de desprezo.
— Olha o cu da gratuita. Tá pra fora.
— Nem dá mais vontade. Parece carne estragada.
— Deixa quieto esse buraco. Usa a boceta e a boca.
A partir daí a maioria evita o cu. Não por piedade, por nojo. Preferem a boceta, ainda que também esteja inchada e sensível, ou a boca. Alguns ainda forçam só para ver ela gritar mais alto, mas a maioria simplesmente ignora o que considera estragado demais. O que não diminui é a violência no resto do corpo. Principalmente no rosto.
Larissa logo descobre que, quando uma mulher é gratuita e já não “presta” tanto quanto no primeiro dia, os homens descontam a frustração de outras formas. Tapas viram socos, puxões de cabelo viram joelhos no estômago, o rosto vira alvo fácil.
Um homem a esbofeteia várias vezes seguidas porque ela demora a engolir. Outro, irritado porque ela não consegue apertar direito, desfere um soco que acerta em cheio o nariz. O estalo é seco, a dor explode. O sangue escorre quente na hora, escorrendo pela boca e pelo queixo. Larissa cai de lado, a visão embaçada. Ninguém para a fila por causa disso.
Nos dias seguintes o nariz fica inchado, torto, roxo-escuro. Respira mal. Cada vez que alguém segura o rosto dela para foder a boca, a dor no osso quebrado lateja com força. Tem homem que ri exatamente por isso. Tem homem que aperta de propósito o nariz machucado só para ouvir o som de dor que ela solta.
Larissa anda, quando consegue andar, com o rosto desfigurado, o nariz visivelmente quebrado, o cu estufado e ignorado, a boceta e a boca ainda em uso constante. Os homens a tratam exatamente como o anúncio de Nestor permitiu, um objeto. Quando presta, usam. Quando não presta tanto, batem. Quando cansam, deixam no chão até o próximo aparecer.
O último dia do castigo de Larissa começa cedo. Nestor manda chamá-la no meio do salão ainda antes do movimento forte. Ela aparece cambaleante, o nariz torto e inchado, o cu ainda estufado, o corpo coberto de marcas. Os homens de confiança de Nestor já estão ali, formando um pequeno círculo.
— Abre a boca.
Larissa obedece. Um por um, Nestor e os três capangas gozam dentro da boca dela. Não é rápido. Cada um segura a cabeça, goza fundo, obriga a manter fechado até o próximo. Quando o último termina, a boca de Larissa está cheia. O gozo escorre pelo canto dos lábios, mas ela é obrigada a segurar.
Nestor coloca uma tigela de metal suja na mão dela.
— Agora anda pelo salão inteiro. Mostra para todo mundo, de boca aberta. Se engolir, a gente enche de novo. Se engasgar, engole o que cair e continua.
Larissa começa a andar. O salão ainda não está lotado, mas há homens suficientes. Todos param para olhar, a cena é absurda e deliberadamente humilhante, a novata desfigurada, nariz quebrado, andando devagar com a boca cheia de porra, segurando uma tigela, exibindo o conteúdo na língua para quem quiser ver. Os comentários sobem altos, sem nenhum freio:
— Olha a quantia!
— Segura firme, puta!
— Se derramar eu quero ver ela lamber do chão!
Ela não aguenta muito tempo. O gosto, o volume, o estômago fraco e o nojo vencem. Larissa para no meio do salão, engasga e cospe tudo na tigela. O gozo sai misturado com vômito amarelo e ralo. A tigela fica com um líquido espesso e nauseante. Alguns homens riem, outros gritam nojo e excitação ao mesmo tempo. Nestor só observa e faz um gesto para um dos capangas guardar a tigela.
Larissa não sabe para que ela vai servir. Nenhuma das outras mulheres também sabe.
Ainda no mesmo dia, Nestor anuncia a segunda parte.
— Agora a gratuita vai limpar todas as outras com a boca, cada boceta. E depois beija cada uma na boca.
As mulheres dos fundos são trazidas ao salão. Algumas resistem com o olhar, mas nenhuma ousa recusar abertamente. Larissa é colocada de joelhos e obrigada a se aproximar de cada uma. A língua passa pela boceta suja de uma, depois de outra. O gosto muda de mulher para mulher, suor, residual de homens, sangue menstrual de algumas. Cada vez que termina, tem que se erguer e beijar aquela mulher na boca, passando o gosto. Os homens deliram, batem palma, riem, gritam ordens:
— Mais fundo naquela!
— Beija direito, caralho!
— Olha a cara de nojo dela!
Larissa obedece mecânica. Já quase não tem expressão, só faz. Quando chega nas últimas, as pernas tremem tanto que ela precisa se apoiar. O beijo final é dado, o salão aplaude como se tivesse assistido a um espetáculo.
Nestor olha o estado dela e só comenta:
— Ainda falta a marca. Mas isso fica para o fim da tarde.
Larissa permanece ajoelhada no chão, a boca com gosto de dezenas de mulheres e da porra que vomitou, sem saber que a tigela que ela encheu vai alimentar, mais tarde, as duas mulheres que estão presas no pau de arara.
O fim da tarde chega com o salão mais cheio do que o normal. A notícia de que a novata vai receber a marca se espalhou rápido. Homens param o que estão fazendo e se aproximam, formando um círculo irregular. No centro, dois capangas seguram Larissa pelos braços. Ela já mal se sustenta sozinha. O nariz torto, o corpo coberto de marcas, o cu ainda estufado, a boca com gosto de tudo que foi obrigada a fazer durante o dia.
Quando vê o maçarico sendo aceso, ela quebra.
— Não… pelo amor de Deus, não… eu já fiz tudo… eu não aguento mais… por favor…
A voz sai rouca, desesperada, quase sem força. As pernas cedem. Os homens que a seguram a mantêm de pé à força.
Os xingamentos começam na hora, altos, sem nenhuma piedade:
— Cala a boca, puta!
— Agora quer escolher? Depois de uma semana inteira sendo buraco gratuito?
— Tu é puta. Puta não escolhe. Puta leva marca.
— Chora mais baixo que a gente quer ouvir o chiado.
Nestor se aproxima com o ferro. A letra “N” já está no fogo do maçarico, primeiro escurecendo, depois ficando vermelho-viva, quase branca no centro. O calor faz o ar tremer. Larissa balança a cabeça sem parar, as lágrimas escorrendo, o corpo inteiro em pânico.
— Eu faço qualquer coisa… eu chupo todo mundo de novo… eu limpo o chão com a língua… não queima… não…
Ninguém responde com negociação. Só com risadas e mais xingamentos.
Dois homens a forçam a abrir as pernas. Um terceiro segura a coxa interna esquerda e estica a pele. O local escolhido é visível, parte interna da coxa, perto o suficiente da boceta para doer com qualquer movimento depois. Nestor se aproxima.
— Segura firme.
O ferro desce.
O contato é um estalo úmido e alto demais. A pele e a carne chiam imediatamente. Uma fumaça fina e acinzentada sobe junto com o cheiro inconfundível de carne queimada. Larissa solta um grito que rasga a garganta, agudo, prolongado, diferente de todos os outros gritos da semana. O corpo inteiro se debate com uma força que ela não sabia que ainda tinha. Os homens precisam segurar com mais peso para ela não se soltar.
A dor não é só no local. É uma dor branca, absoluta, que sobe pela coluna, estoura atrás dos olhos e faz o estômago revirar. Parece que o ferro continua queimando mesmo depois de tirado. A carne lateja em ondas profundas, como se ainda estivesse sendo derretida. Larissa urina sem controle. As pernas tremem tanto que chegam a bater uma na outra. O grito vira um som rouco e contínuo, até a voz falhar de vez.
Quando Nestor tira o ferro, a letra “N” está marcada fundo, vermelha-escura, as bordas já começando a inchar e escurecer. A pele ao redor está queimada em vários graus. O cheiro de carne queimada fica no ar, misturado com suor e o odor de urina fresca.
Larissa pende nos braços dos homens, quase inconsciente. A respiração sai em soluços curtos e irregulares. A coxa lateja com uma dor tão grande que o resto do corpo parece distante.
Nestor olha o trabalho e acena, satisfeito.
— Pronto. Agora todo mundo sabe de quem ela é.
Ele joga um balde de água suja na marca. O contato com a carne queimada arranca de Larissa mais um grito fraco, quase sem voz. Os homens ao redor comentam, riem, alguns se aperfeiçoam para ver de perto a letra fumegante na coxa.
Larissa não implora mais, não tem mais força. O corpo dela, esse, vai carregar o “N” até o fim.
Larissa ainda está no chão do salão, a coxa latejando com a marca fresca, quando Nestor dá a próxima ordem.
— Todas as putas, agora, façam uma fila. Mijem nela.
Não há espaço para hesitação. Os homens armados já empurram as mulheres para formar um círculo irregular ao redor de Larissa. Algumas tentam demorar, mas um olhar de Nestor resolve. Uma por uma, elas se posicionam sobre o corpo da novata.
A primeira abre as pernas e libera o jato. A urina quente cai sobre a barriga, o peito, o rosto. Larissa fecha os olhos e a boca por instinto. A segunda vem em seguida, depois a terceira. O líquido se acumula, escorre pelo pescoço, pela marca ainda fumegante na coxa, misturando com o sangue ressecado e o suor. O cheiro sobe forte, ácido, humilhante.
Algumas mulheres mijam com o rosto virado, em silêncio. Outras são obrigadas a olhar para baixo enquanto fazem. Os homens ao redor riem, comentam, alguns batem palma em ritmo.
— Isso! Banho de puta!
— Molha essa marca direito!
— Olha a cara dela!
O jato de uma atrás da outra continua até que quase todas tenham cumprido a ordem. Larissa fica encharcada, o cabelo grudado no rosto, o corpo inteiro cheirando a urina. A marca na coxa arde ainda mais com o contato do líquido quente. Ela não grita mais, só treme. Quando a última termina, Nestor faz um gesto curto.
— Já deu. Pode levar.
Dois homens a agarram pelos braços e a arrastam para fora do salão. O corpo dela deixa um rastro molhado no chão. Atravessam o corredor e abrem a porta dos fundos. Lá dentro, as outras mulheres que já cumpriram a ordem estão se ajeitando nos colchões. Quando veem Larissa sendo jogada no chão, molhada de mijo, com a marca ainda vermelha e inchada, o silêncio fica pesado.
Ninguém se aproxima na hora. Os homens saem e trancam a porta.
Larissa fica caída no canto, o corpo encharcado, a coxa latejando em ondas profundas, o nariz quebrado, o cu ainda estufado, a boca com gosto de tudo que foi forçada a fazer. Nos próximos dias ela não vai ser chamada para o salão. O corpo não permite. A marca precisa de tempo, as infecções das picadas e dos buracos usados sem descanso também.
As outras mulheres, aos poucos, começam a fazer o mínimo, um pano úmido no rosto, um pouco de água limpa quando conseguem, tentar espantar as moscas da marca. Mas o cheiro de urina demora a sair. E a imagem de todas elas em cima da novata, cumprindo a ordem de Nestor, fica grudada no cômodo junto com o calor.
Larissa passa os dias seguintes quase sem falar, só respira. E carrega, na parte de dentro da coxa, a letra que agora a marca como propriedade definitiva do Barracão das Sombras.

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