#Incesto #Teen

Comendo duas novinhas no parque

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Paivertido

Se ter duas novinhas na minha cama por todo o fim de semana parecia um sonho, o mais louco foi saciar o desejo das duas a céu aberto.

Você pensa que, sendo adulto, sabe tudo sobre sexo. Mas, deixe-me contar um segredo, eu também pensava... até flagrar minha filha se masturbando na frente do celular. Do outro lado, sua amiga fazia o mesmo. E então, quando as duas se encontraram, num fim de semana de sonho, elas me ensinaram um pouco do que faziam escondidas. E você não está preparado para descobrir do que são capazes duas novinhas com os hormônios em ebulição e as cabecinhas cheias de ideias.

Depois de flagrar as duas na cozinha se comendo com uma cenoura, eu precisava de forças, não só pra dar conta de todo o meu tesão, mas de dar conta das duas e satisfazer todas as suas vontades na cama... e mesmo fora dela.

As duas sugeriram que fôssemos ao McDonald's. Estavam doidas pra comer hambúrgueres. Depois de uma passada na loja mais perto, pra encher o estômago de besteiras de adolescentes e deixar alguns pais com inveja por ter ao meu lado dois pedaços de mau caminho, em suas sainhas curtas, mostrando a bundinha e atiçando a imaginação, fomos dar uma volta no parque local.

Enquanto estávamos sentados num banco do parque, jogando migalhas pros pombos, olhei uns homens que passavam por nós sem tirar os olhos das garotas. Então decidi me divertir um pouco.

Quando o próximo homem passou por nós novamente, estendi a mão, apertando o peitinho da minha filha e a beijei apaixonadamente. O homem continuou andando enquanto olhava para nós e quase bateu numa árvore. Pensei comigo mesmo que era uma pena não podermos deixar as garotas ficarem nuas e aproveitarem o parque do jeito que gostavam, como fariam duas lindas amiguinhas em tenra idade.

Enquanto continuávamos conversando, a Bia notou ao longe um velho atrás de uma árvore se masturbando enquanto nos observa.

Eu disse à amiga da minha filha:

"Por que não vai lá dar um 'oi' pra ele?"

E a safadinha prontamente se levantou, ajeitou a blusinha, deixando os peitinhos mais à mostra, e começou a caminhar em direção a ele. Ao chegar mais perto, abriu os dois últimos botões da sua blusinha, expondo seus seios jovens e de mamilos rosados. Acho que foi demais pro velhote, que surpreso e diante das risadas da Clarinha, saiu correndo em direção ao estacionamento.

Ao voltar, a Bia comentou:

"Mas que velho bobo! Eu teria deixado ele se divertir um pouco, se quisesse."

Pelo relevo da blusinha, dava pra ver os seios dela à mostra; seus mamilos estavam durinhos de tão excitada, como que pedindo pra serem chupados. Meu pau começou a pulsar dentro da calça, avisando que estava pronto pra ação.

Então, sem mais me conter, coloquei a mão por baixo da sainha da Bia pra sentir se a sua bucetinha tava molhada. Ela não se importava com quem pudesse vê-la, apenas afastou as pernas pra que os meus dedos deslizassem para dentro da sua calcinha.

Meio com ciúmes, a Clarinha sentou no meu colo com as pernas abertas, também oferecendo a bucetinha enquanto puxava a calcinha pro lado. Ela já estava bem molhadinha quando meu dedo deslizou para dentro do seu buraquinho e comecei a fazer movimentos de vai e vem. Ao mesmo tempo, a safadinha brincava com os seios e os acariciava bem na minha cara, me provocando pra ver se eu tinha mesmo coragem.

Eu adorava a menina safada que a minha filha estava se tornando, pela influência da sua amiga, claro. Ela não era mais aquela garota tímida de antes; agora a sua libido parecia à flor da pele, e ela fazia questão de mostrar isso. Entre os seus dedos delicados, aqueles lindos mamilos eriçados, do jeito que ficavam quando ela tava excitada.

Então, depois de olhar pros lados e ver que estávamos só nós três ali sentados, ela se levantou, desabotoou meu cinto e abriu o zíper da minha calça, deixando meu pau duro saltar pra fora. Depois, ela desceu a bucetinha molhada sobre o meu pau, se encaixando com cuidado pra que ninguém notasse.

Enquanto estávamos sentados à mesa em um parque, ela começou a rebolar a buceta no meu pau e, à luz do dia e a céu aberto, da maluquinha. E de vez em quando, dava umas quicadas, deixando agora a Bia com ciúmes. Olhei em volta e vi que ninguém estava nos observando enquanto o ritmo das quicadas aumentava.

Sem querer ser deixada de fora, a Bia começou a me beijar o pescoço, enquanto eu dedava a sua bucetinha. Em certo momento, ela estendeu a mão e começou a apertar os seios da Clarinha, fazendo a minha filha gemer baixinho.

Observei um casal com um menino começando a caminhar em nossa direção e estava prestes a pedir para a Clarinha ir mais devagar, mas, quando eles se aproximaram e nos viram com mais clareza, a mulher puxou o menino pela mão, que olhava sem parar pras meninas brincando no colo do papai.

Meu pau estava quase explodindo, mas tive que me segurar.

"Acho melhor a gente ir embora antes que alguém nos denuncie", eu disse a elas.

A Clarinha saiu de cima de mim; puxei minhas calças pra cima enquanto pedia a ela que fechasse a blusa, e fomos pro carro. Eu estava dirigindo e a Clarinha sentou-se no banco de trás com a Bia. E, por um instante, não vi as duas pelo espelho. Isso porque estavam se chupando no banco de trás

A Clarinha então veio toda afobada por cima do banco e sentou ao meu lado.

E sem que pudesse tirar os olhos do trânsito, ela abriu o zíper da minha calça mais uma vez e começou a acariciar o meu pau enquanto eu dirigia. Eu tentava me concentrar na direção, mas ter uma garota acariciando seu pau enquanto você dirige não facilita as coisas. Eu precisava encontrar um lugar isolado para estacionar e deixar as duas se divertirem um pouco.

Saí de uma rua movimentada meio atrapalhado e consegui entrar num beco, onde o carro parou alguns metros à frente. E, no mesmo instante, minha filha abaixou a cabeça e abocanhou o meu pau, me chupando como devia estar morrendo de vontade o dia todo.

Ao mesmo tempo, a Bia não deixava por menos e puxava o meu rosto pra me beijar, enfiando a língua na minha boca e metendo a mão por dentro da minha camisa.

Então, já tendo se livrado da sua calcinha, a menina que me chupava, que eu ainda pensava ser a minha filhinha tímida, agora segura o meu pau, enquanto sobe no meu colo. Sem nenhuma cerimônia, ela se ajeita e começa a cavalgar, como faz toda noite na minha cama. Só que estamos parados num beco, e nem o fato de estarmos na rua inibe a Clarinha, que agora começa a gemer baixinho no meu ouvido, me sussurrando que era muito bom foder no carro, e que devíamos fazer aquilo mais vezes.

Mas, como não estávamos só nós dois, uma outra menina insaciável agora reclamava que era a sua vez. E antes que eu me dê conta ela pula pro banco do passageiro, trocando de lugar com a Clarinha no meu colo.

Sinto a pele jovem e macia da Bia contra o meu corpo e sinto o cheiro dela — suor, luxúria e um toque de perfume almiscarado — e a sensação daquela bucetinha escorregadia e sedosa, já úmida de tanto gozar na siririca no banco de trás, apertando meu pau enquanto ele desliza por dentro dela...

E então sinto que ela começa a chegar ao orgasmo novamente... Não aguento mais; enterro o rosto naqueles cabelos fartos e emaranhados e enfio o pau com força nela, naquela que sei que será a última estocada. Toda a excitação que vinha crescendo em mim desde a nossa parada no parque... desde que as duas começaram a me atiçar... explodiu para fora de mim — e para dentro daquela buceta adolescente — em cinco, seis, sete jatos...

A amiga da minha filha me aperta com força no seu momento de prazer, cravando as unhas na minha carne — com ainda mais força — e afunda os lábios nos meus, em busca da minha língua. Então ofega:

"Goza tudo dentro de mim, tio Carlos!"

Retribuo o gesto e dessa vez fui eu a beijá-la, pressionando minha boca contra a dela e mordendo seu lábio inferior, ao mesmo tempo em que termino de gozar o que me restava de porra... E então desabo meio recostado no banco do carro, exausto pelo esforço e pela excitação.

Fico ali, sentado sobre o peso da loirinha no meu colo, tentando recuperar o fôlego, enquanto ela desliza preguiçosamente as unhas pintadas de vermelho vivo pelo meu peito, com a camisa entreaberta.

Então, ao olhar pro lado, por coincidência o letreiro em néon de uma loja me chamou a atenção. Era uma sex shop. Coincidência ou não, era exatamente o lugar que eu queria encontrar, só pra fazer uma surpresinha pras meninas.

"Não toquem em nada e não saiam daqui. Já volto; só preciso de um minuto!"

Cinco minutos depois, ao voltar, encontrei as duas numa troca de siriricas uma na outra que já me deixou de novo de pau duro. Mas agora não tínhamos mais tempo. Assim que entreguei às duas o seu presente, elas pareciam crianças na manhã de Natal.

"Era o que eu queria!", disse a Bia, quando lhe entreguei seu par de algemas coberto de pelúcia cor de rosa.

"Nossa, agora eu tenho um pau pêra meter. Alguém tá a fim?", a clarinha tirava da embalagem um consolo de borracha, e prender na contura.

"Eu!", a Bia se empolgou.
"Calma, meninas. Esperem até chegarmos em casa."

E claro que foi só eu estacionar o carro na garagem pras duas correrem pra casa cheias de idéias. Na Verdade, não sei qual a melhor parte, ser algemado pela Bia com suas algemas novas, enquanto as duas se revezavam no boquete. Depois a Clarinha quis estrear seu novo brinquedinho na sua amiga, e as duas meio que me deixaram de lado um pouco, se comendo sem parar, primeiro uma, depois a outra.

Eu ainda estava algemado à cabeceira da cama, enquanto a Bia ligou seu celular, apontando a câmera pro meu pau duro. Então, com seu “pauzão” de borracha preso na cintura, ela sorriu e logo eu vi com quem ela estava falando.

"Oi, pai! Não vai adivinhar aonde eu tô bem nesse instante!", ela filmava tudo em volta, mostrando ao seu pai tudo o que fazíamos. Imagino que ele deve ter tido uma grande surpresa, mas talvez já conhecesse bem a filha safada que tinha... e quem sabe a Bia costumasse aprontar daquelas.

Então, só de provocação ao seu pobre pai, que só podia assistir, ela ajeitou seu “pau” postiço e começou a penetrar a Clarinha, de quatro na sua frente. E enquanto era fodida pela amiga, minha filha me chupava, dando tchauzinho pra câmera.

"Pode deixar que vai ter revanche. Semana que vem é a vez da Clarinha passar uns dias aqui em casa!"

E eu já imaginava como seria deixar minha filha passar um fim de semana inteiro na casa do pai da sua amiga, sendo fodida por ele como eu fiz com a sua filha. Bem, não sei com aguentaria ficar assistindo a isso no celular, mas ao final, quando foi embora, a Bia levou emprestado o consolo de borracha da Clarinha, deixando pra minha filha brincar comigo de me algemar na cama, enquanto fazia de mim o que bem queria.

Depois eu conto como foi a semana seguinte, e tudo o que as duas aprontaram. Mas aquelas duas começavam a ficar obcecadas com sexo, querendo de seus pais tudo o que podiam ter... e um pouco mais.

Continua...

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