Corno incestuoso Parte 1 a 5
Meu nome é Larissa, tenho 18 anos e moro com meus pais. Meu pai, Fernando, tem 43 anos. Há dez anos ele sofreu um acidente e ficou paraplégico, sem os movimentos das pernas. Minha mãe, Lívia, tem 37. Com o tempo, todos nós aprendemos a lidar com a situação. Hoje já é algo natural na nossa casa.
Tudo mudou um pouco num sábado à noite.
Eu tinha saído com algumas amigas para um barzinho. Voltei tarde e, para não dar saturação aos meus pais por causa do horário, não entrei pelo portão da frente. Fui pela garagem, que fica nos fundos da casa. Do quintal já deu para ver a claridade da televisão ligada na sala.
Abri a porta da cozinha bem devagar e fechei sem fazer barulho. Quando cheguei na sala, o que vi me parou no lugar.
Minha mãe estava cavalgando em cima de alguém. Ela gemia baixo, o corpo subindo e descendo. De onde eu estava, só conseguia ver a cabeça do homem. No começo pensei que era meu pai. Até ouvir a voz:
— Puta gostosa…
Eu conhecia aquela voz. E veio de novo:
— Isso… senta gostoso, cachorra. Nossa, isso tá bom pra caralho.
Era o meu tio. O irmão do meu pai.
Olhei na direção do corredor e vi meu pai. Ele estava sentado na cadeira de rodas, escondido na sombra, só observando. Não dava para ver se ele estava se tocando, mas a expressão no rosto dele era clara: ele estava gostando do que via.
Meu tio mandou ela descer e chupar. Minha mãe obedeceu. Enquanto ela fazia a mamada, meu pai continuou parado no corredor, quieto, só olhando. Depois ele mandou ela ficar de quatro. Foi aí que eu tive certeza absoluta de quem era.
Ele segurou a cintura dela e começou a socar com força. O barulho das estocadas ecoava na sala. Minha mãe gemia e pedia para ele ir mais devagar, mas ele não diminuía o ritmo. Puxou o cabelo dela, deu tapa no rosto e ela só pedia mais. Os dois pareciam não se importar se alguém pudesse ouvir.
Em certo momento ele avisou que ia gozar. Ela se ajoelhou na frente dele e deixou ele gozar na boca. Quando olhei de novo para o corredor, meu pai já não estava mais lá.
Voltei a atenção para os dois. Minha mãe terminava de limpar o pau dele. Não era grosso, mas era comprido, diferente do que eu já tinha visto. Depois eles se beijaram, se vestiram. Meu tio saiu pela porta da frente e minha mãe o acompanhou até lá.
Aproveitei o momento em que os dois estavam na entrada e passei pela sala em silêncio, indo direto para o meu quarto. Fiquei deitada, olhando para o teto, tentando processar tudo o que tinha acabado de ver. Acabei adormecendo com aquelas imagens ainda na cabeça.
Parte 2
Quando acordei, a cabeça já estava cheia. As imagens da noite anterior não saíam. Como minha mãe podia ter feito aquilo… e logo com meu tio? E meu pai ali, quieto, só olhando, sem fazer nada?
Será que ele deixava? Será que os dois sabiam que ele estava espiando? As perguntas se atropelavam. Eu precisava de respostas.
Levantei e fui tomar café. Meu pai já estava na cozinha com minha mãe. Tentei agir normalmente, como se nada tivesse acontecido. Durante o café ele soltou, casual:
— Chamei o Ricardo pra fazer um churrasco hoje.
Olhei rápido para minha mãe. Ela esboçou um sorrisinho no canto da boca e respondeu, quase alegre:
— Ótimo. Domingão de sol tá perfeito pra um churrasco.
A expressão no rosto dela era de satisfação pura. Levantei da mesa e fui tomar banho, deixando os dois sozinhos.
No chuveiro as dúvidas só aumentavam. E agora vinha mais uma: será que eles iam aprontar de novo? Eu precisava saber o que estava acontecendo de verdade.
Quando saí do banho e me arrumei, fui até a sala. Minha mãe saiu do quarto dizendo que ia ao mercado comprar algumas coisas. Perguntei onde estava meu pai.
— Foi tomar banho — respondeu.
Assim que ela saiu, a ideia veio. Fui até o quarto deles. O celular do meu pai estava em cima da cama. Ele ainda estava no banheiro. Peguei o aparelho e corri para o meu quarto.
Comecei a vasculhar as mensagens. Com minha mãe, nada suspeito. Com o meu tio, só conversa sobre o churrasco. Foi quando abri as conversas arquivadas que achei.
Havia um grupo só com ele e ela. Centenas de mensagens. Fui direto para o começo.
Meu pai confessava que tinha vontade de vê-la com outro homem. Ela dizia que nunca. Mas ele era bom de lábia. Foi falando aos poucos: que queria vê-la em outras posições, que sabia que ela sentia vontade, que por causa da cadeira ele não conseguia lhe dar aquilo tudo. Que ela só tinha tido ele a vida inteira e que ele a deixaria experimentar.
Com o tempo ela foi ficando em cima do muro. Ele perguntou quem ela teria vontade. Ela fugia, dizia que não tinha ninguém, e que se tivesse teria que ser alguém que jamais contasse. A conversa foi andando. Até que ele citou nomes: dois amigos e o meu tio.
Ela respondeu rindo:
— Kkkkkkk, você tá louco, Ricardo?
Ele insistiu:
— Sim. Ele jamais contaria.
Ela acabou concordando:
— Verdade… mas seria loucura demais.
Ali ela já estava fraquejando.
Continuei descendo. Li sobre a primeira vez. Ela começou a trocar mensagens com o meu tio. Meu pai ficava excitado, perguntava se ela tinha gostado. Ela dizia que sim, que havia uma pequena possibilidade. Ele, afoito, perguntou se seria em casa. Ela cortou:
— Se for até o fim com essa história, não vai ser aqui. E você não pode falar pra ele que sabe.
Ele reclamou que queria ver. Ela respondeu:
— Você vai ver. Mas a primeira vez não. Se quiser, tem que ser do meu jeito.
Ele aceitou. Ela contou que o tio queria levá-la para jantar numa cidade vizinha e depois para um motel. Se tudo corresse bem, ela marcava um dia em casa… e ele ficaria escondido.
Eu lia aquilo e o calor subia no corpo. Mesmo sem nenhuma descrição explícita, a conversa excitava.
Avancei mais. Cheguei nas mensagens recentes. Minha mãe perguntava:
— E aí, bbzinho… gostou do que viu?
Era sobre a transa da noite anterior. Tudo era fresco.
Ele respondeu:
— Demais.
— Viu como ele me tratou?
— Como uma putinha.
Ela riu:
— Kkkk. É assim que eu gosto.
— Eu sei, cachorra.
— Eu quero mais.
— Chama ele amanhã.
— Eu não. Você que tem que chamar, bbzinho.
Agora eu entendia o churrasco. Eles iam fazer de novo. E eu estaria em casa.
A conversa acabava ali. Coloquei o celular de volta na cama dele e voltei para o meu quarto, a cabeça fervendo. Será que mesmo comigo em casa eles teriam coragem?
Do nada ouvi o portão abrir e o som de risadas. Era minha mãe e meu tio.
Esperei um pouco antes de ir para a sala. Ele já estava sentado no sofá. Minha mãe na cozinha. Logo meu pai apareceu.
E a bebedeira começou…
Parte 3
Não demorou para meu tio ir acender a churrasqueira. As conversas e as risadas entre os três começaram logo. Enquanto isso, eu e minha mãe ficamos na cozinha preparando os acompanhamentos.
Ela estava de vestido curto demais para a ocasião, mesmo estando em casa. Em certo momento abaixou na minha frente para pegar uma vasilha na parte de baixo do armário. Foi aí que vi: ela estava sem calcinha. Completamente lisa. Respirei fundo e continuei o que estava fazendo, fingindo que não tinha notado nada. Logo ela se levantou e foi ficar junto deles.
O tempo passou e o volume das risadas só aumentava. Em dado momento fui ao banheiro. No caminho vi meu pai na cozinha pegando energético — nada de estranho, ele adora uísque com energético. Já no banheiro, fazendo xixi, ouvi um cochicho vindo da janelinha. Peguei o banquinho, subi e olhei para fora.
Era meu tio e minha mãe. O pau dele já estava para fora, balançando.
— Vai, safada… só uma chupadinha.
— Você não vale nada…
— Vem.
— Olha se não vem ninguém.
— Não vem.
Ela abaixou e chupou. Mesmo peludo, o pau dele se destacava. Minha mãe chupava com gosto. Foi quando ouvi a voz do meu pai:
— Cadê o povo? A carne tá queimando!
Eles pararam na hora e voltaram. Com aquele tesão e a bebedeira, eu sabia que não ia demorar para acontecer alguma coisa de novo.
Sentei no vaso para terminar. Quando fui me secar, percebi que estava sensível… ou excitada. Não sabia ao certo, mas a sensação era boa.
Voltei para junto deles. As conversas continuavam, a gente bebia, e minha mãe ficava cada vez mais perto do meu tio. Acho que aquilo, de alguma forma, excitava meu pai. De vez em quando ela sentava no colo dele e deixava a buceta aparecer de propósito para o meu tio ver. Eles agiam como se fosse a coisa mais natural do mundo. Aquele joguinho dela de provocar os dois me excitava também… só não sabia explicar como.
Eu já estava meio tonta. Resolvi tomar banho. Aproveitei um momento em que eles estavam falando sério e saí.
No chuveiro, ao passar a mão pela buceta, senti ela melada. Vinham na cabeça todas as imagens: minha mãe mamando meu tio, a raiva dela por fazer aquilo com meu pai… e, ao mesmo tempo, um calor que não diminuía. Acabei tomando uma decisão que, em sã consciência, nunca tomaria.
Saí do banho e vesti uma saia curta e uma blusa de alcinha. Tinha decidido que não ia deixar meu pai “sair por baixo”.
Quando voltei, ele estava ao lado da mesa bebendo. Meu tio e minha mãe dançavam atrás do balcão. Fui até a mesa, peguei um copo e coloquei um pouco de uísque. Meu pai me olhou:
— Devagar que você não aguenta.
— Kkkkk aguento sim, pai.
Sentei no colo dele. Ele ainda brincou:
— Cuidado pra não quebrar minhas pernas.
Eu ri. Minha mãe e meu tio riram também. Depois de um tempo a mão dele já estava no meu joelho. Senti um calafrio e um certo calor subindo.
Minha mãe disfarçava e provocava meu tio, abaixando o corpo de um jeito que ele não tirava o olho. Por eu estar no colo do meu pai, ele não conseguia ver direito o que ela fazia e ficava ansioso. Então decidi me levantar e sentar na cadeira de frente para ele. Assim ele poderia ver a provocação dela melhor.
Quando meu tio e minha mãe começaram a dançar de novo, abri um pouco as pernas, fazendo graça para os dois, e virei o rosto de lado. Deixei meu pai mais à vontade para olhar. Em menos de dois minutos voltei à posição normal… e ele olhava fixamente na direção das minhas pernas. Eu tinha ganhado a atenção dele.
Perguntei se podia beber mais um pouco. Ele me olhou e disse:
— Pode sim, filha.
Normalmente ele só colocava uma dose. Dessa vez foi bem mais. Tomei um gole, descruzei as pernas e vi ele disfarçar o olhar. Comecei a repetir o movimento toda vez que olhava para trás.
Depois de um tempo fui ao banheiro. Estava apertada demais. Enquanto fazia xixi, pensei na doideira que estava aprontando. Olhei para a buceta e vi que ainda tinha uns pelinhos. Decidi me depilar ali mesmo. Nunca me depilei sentindo tanto tesão.
Quando voltei, minha mãe estava sentada onde eu estava antes. Meu pai no mesmo lugar e meu tio em pé. Sentei do lado do meu pai. Não tinha muito o que fazer naquela posição.
Ficamos conversando até que meu tio me chamou para dançar. Eu recusei na hora. Minha mãe se ofereceu e foi. Assim que ela saiu, sentei no lugar onde ela estava. Logo ouvi meu pai:
— Quer mais uísque?
Olhei para ele:
— Sim, pai.
Ele colocou de novo, dessa vez com energético. Dei o primeiro gole olhando para ele. Em seguida virei um pouco o corpo para trás, olhando para meu tio e minha mãe. Sabia que, daquela posição, ele devia estar vendo parte da minha buceta lisa. Saber disso me excitava. Não consegui evitar: coloquei a mão na coxa, bem perto, e fiquei mexendo os dedos. Algumas vezes sentia o toque nos lábios, ao ponto de abrir rapidinho.
Quando a dança estava acabando, virei e vi ele olhando. Ele tentou disfarçar, mas já era tarde. Deu um sorrisinho. Eu também.
Minha mãe me chamou para ajudar a buscar uns salgados na cozinha. Ela já estava bem mais para lá do que para cá. Assim que arrumamos os salgados, ela pediu para eu levar para a mesa. No momento em que saí da cozinha, meu tio entrou. Coloquei as coisas na mesa, olhei para meu pai — ele me olhou sem graça — e voltei. Pensei que ia pegar os dois juntos, mas minha mãe estava sozinha. Meu tio tinha ido ao banheiro.
Pegamos o que faltava e voltamos para fora. Depois disso a conversa ficou mais normal, sem tantas provocações… até que meu pai disse que não aguentava mais e que ia deitar.
Parte 4
Depois que meu pai foi para o quarto, ficamos os três conversando. Eu não queria deixá-los sozinhos. Fiquei ali o máximo que aguentei, até que não deu mais. Disse que ia dormir e me levantei.
Ao passar pela frente do quarto dos meus pais, vi a porta entreaberta. Ele ainda estava na cadeira de rodas, olhando o celular. Voltei até a cozinha e olhei para o quintal. Minha mãe mexia no celular. Meu tio alisava a perna dela. Do nada, colocou a mão na nuca dela e a beijou.
Dois safados.
Eu não podia fazer nada. E sabia perfeitamente que aquele churrasco tinha sido só um pretexto para eles foderem e meu pai ver. Já que ele gostava, não seria eu quem ia atrapalhar. Fui para o meu quarto.
Tentei dormir de todas as maneiras. Nada. Ficava lembrando das provocações que eu mesma tinha feito. Nunca tinha agido daquele jeito. Quanto mais pensava, mais sentia a buceta úmida.
Foi quando escutei um estalo. Levantei, abri a porta devagar e olhei. No final do corredor estava meu pai. Saí em silêncio e fui na direção dele. Ouvi outro estalo. Olhei por cima da cabeça dele e vi, na sala, minha mãe de quatro novamente e meu tio atrás dela.
Dessa vez pude ver meu pai se masturbando. Nossa… que cacete ele tinha. Grosso, maior que o do meu tio, liso, a cabeça roxa e inchada. Fiquei olhando por alguns minutos. Mal prestei atenção na minha mãe e no meu tio. Não me julguem… mas acabei me tocando enquanto via ele se masturbar. Minha buceta estava encharcada e acabou fazendo barulho.
Ele olhou para trás. Ficamos nos encarando.
Tomei a iniciativa. Fui até ele, coloquei a mão na boca dele tampando qualquer som e sentei no pau. Pude senti-lo me abrindo. Entrou me rasgando, mesmo eu descendo devagar. Comecei a cavalgar ali mesmo no corredor, com minha mãe dando para o meu tio poucos metros à frente. Na posição em que ficamos, ele não conseguia mais vê-los… mas acho que para ele tanto fazia. Já eu podia olhar os dois enquanto sentia ele ir fundo em mim.
Enquanto cavalgava, senti a mão dele subir por baixo da minha blusa e apertar meus peitos, que estavam duros. Aquilo me deu ainda mais tesão. Tudo junto estava me fazendo querer gozar. Aumentei o ritmo. Ele apertou mais forte. Era o sinal de que ia gozar logo. Peguei a mão que estava na minha cintura e levei até a bunda, deixando os dedos dele bem na entrada do meu cuzinho. Fiz de propósito. Queria que partisse dele a iniciativa de tocar. E ele tocou.
Nesse momento eu gozei. E ele também. Os dois se segurando para que ninguém ouvisse. Nenhum homem, até aquele dia, tinha me feito gozar tão gostoso quanto ele. Senti o jato quente e forte dentro de mim.
Fiquei sentada com ele ainda dentro. Olhei para minha mãe e meu tio: parecia que não iam terminar tão cedo. Comecei a mexer o quadril devagar e senti que ele queria mais também. Com aquelas mexidas não demorou para o pau ficar rígido de novo. E ele me comeu outra vez. Dessa vez já começou com o dedo no meu cuzinho. Mordia bem devagar o meu peito. Como era bom…
Ele gozou mais uma vez. Minha mãe e meu tio também.
Levantei sem falar nada e fui para o meu quarto. Tomei banho. Escorria tanta porra pelas minhas pernas. Depois voltei, deitei e dormi.
Parte 5
Ao acordar, a consciência pesou. Fiquei pensando por que tinha feito aquilo. Não era para eu ter me metido na história deles. Mas, ao mesmo tempo, não aceitava a ideia de meu pai ser corno, de sair perdendo naquilo tudo.
Levantei disposta a falar com os dois. Encontrei minha mãe já arrumada para sair para o trabalho. Ela só me deu um “bom dia”, disse que o almoço estava na geladeira e saiu.
Fui para a cozinha tomar café. Enquanto bebia, ia criando coragem para ir falar com meu pai. Pensava em como seria aquela conversa depois de tudo o que tinha acontecido. Terminei o café, tomei banho e saí do quarto decidida.
A porta do quarto dele estava aberta. Minhas pernas tremiam quando entrei. Ele estava no banheiro. Sentei na beira da cama e esperei.
Quando saiu do banho e me viu, ficou sem jeito. Eu também. Ele estava só de toalha, na cadeira de rodas.
— Bom dia, filha.
— Bom dia.
— Você quer alguma coisa?
— Queria falar com você… mas deixa.
As palavras mal saíam. Eu estava nervosa e confusa.
— Fala. É sobre ontem à noite?
— Era… mas deixa.
— Filha, eu praticamente não dormi essa noite pensando nisso.
— Eu também não.
— A culpa foi minha. Me desculpa.
— Não, pai. A culpa foi minha. Eu não devia ter olhado seu celular.
Ele me olhou espantado.
— Você olhou? E o que viu?
— Suas mensagens com a mãe.
— E por que você fez isso?
— Porque eu vi ela com o tio Ricardo na sala… e você no corredor olhando eles.
Ele ficou em silêncio por um segundo.
— Nossa… eu não imaginava que você tinha visto.
— Filha, desculpa. Eu e sua mãe… somos culpados. Era uma fantasia entre a gente. Prometo que não vai mais acontecer.
— Eu não queria que você fosse corno. A mãe não devia ter feito isso.
— Sua mãe não tem culpa, filha. Fui eu que pedi pra ela.
Naquele momento eu o abracei. Ele me abraçou de volta. Ficamos assim por um tempo. Não pude deixar de notar que ele estava ficando duro. Olhei para baixo e vi o volume sob a toalha.
Pedi desculpas também. Ele disse que estava tudo bem.
Foi aí que desci a mão e segurei o pau dele.
— Filha… o que você tá fazendo? Não faz isso…
Abaixei na frente da cadeira, levantei a toalha e lá estava ele: duro e brilhando. Segurei e levei à boca. Chupei. Ele não me impediu. Estava cheiroso. Continuei mamando, ouvindo a respiração dele ficar cada vez mais forte. Senti a mão dele na minha cabeça, me puxando contra ele.
Desci uma mão e senti a buceta molhada. Me levantei, tirei a blusa e deixei os seios bem na direção dos olhos dele. Ele veio com as mãos na hora, tocando, apertando, e depois puxando para a boca. Que delícia.
Não demorou para a mão dele descer até minha bunda e apertar. Abri o botão do short, fiquei de costas para ele e fui baixando a peça bem devagar. Ele olhava fixo. Passou a mão por toda a minha bunda até segurar a calcinha e começar a puxar. Assim que ela chegou nos joelhos, ele me virou, me puxou pela cintura e colocou a boca na minha buceta.
Senti a língua dele subindo de baixo até em cima. Coloquei uma perna em cima da cadeira e pude senti-lo ainda mais fundo.
Depois fui me sentar nele.
— Tem certeza?
— Quero você dentro de mim.
Fui descendo devagar. Parecia a primeira vez de novo. Comecei a cavalgar sem pressa. Nossa… que delícia era senti-lo todo dentro de mim. Fui aumentando o ritmo. Ele pedia para eu gemer. Não consegui mais segurar:
— Aí, pai… me fode… vai…
Gemendo cada vez mais alto, cheguei a um orgasmo intenso em cima dele. Logo em seguida ele também gozou, e aproveitou para deixar o dedo em cima do meu cu. Foi incrível aquela foda logo de manhã.
Quando finalmente consegui sair de cima, estava tudo melado.
— Tenho que limpar isso pra sua mãe não ver — ele disse.
Sorri:
— Vamos tomar banho que a gente limpa lá.
Ele entendeu. Fui empurrando a cadeira dele até o banheiro…
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)