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Convento de putas no interior do Paraná - Vida dourada

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AnãoJediManco

A noite foi cruelmente longa. O plug anal médio que cada novata carregava desde o toque de silêncio pressionava sem piedade. O licor da noite anterior ainda deixava o corpo quente e confuso, mas o verdadeiro tormento veio do bloqueio uretral, um pequeno dispositivo fino e discreto, colocado sob supervisão das instrutoras, que impedia qualquer alívio.
Ao longo da madrugada, as bexigas inchavam. O diurético forçado durante o dia inteiro anterior, a única bebida permitida, trabalhava sem piedade. Cecília acordou várias vezes se contorcendo na cama, coxas apertadas, suor frio escorrendo pelas têmporas. Ao lado, Maria Clara gemia baixinho, mãos apertando o ventre, os olhos marejados de desespero. O desejo de mijar era tão forte que doía. Algumas novatas soluçavam no escuro, pedindo permissão em sussurros desesperados, mas nenhuma resposta vinha. A ordem era clara, ninguém podia se aliviar até a manhã seguinte.
Quando o sino tocou às 5h45, o dormitório era um cenário de sofrimento. As 14 novatas se levantaram cambaleantes, ainda plugadas, corpos suados e trêmulos. A inspeção matinal foi rápida e impiedosa, pernas abertas, mãos atrás da cabeça. As instrutoras verificaram os plugs, os vergões do dia anterior e o inchaço evidente das bexigas. Qualquer gemido de dor era respondido com um leve toque da vara.
— Vocês estão bem inchadas, observou Irmã Laura com voz quase doce. Ótimo. Isso faz parte do treinamento de controle.
Antes mesmo do horário do café, que não existirá, Irmã Beatriz anunciou:
— Hoje não haverá alimento. Apenas água. Apenas o que for necessário para o treinamento. Seus corpos vão aprender a servir mesmo quando o desespero for total.
As novatas se entreolharam, pálidas. Cecília sentiu o estômago revirar. Maria Clara apertou o próprio ventre, o rosto suado de dor.
Depois de alguns minutos as novatas ficaram sozinhas, e pouco depois, Irmã Laura e Irmã Beatriz entraram no dormitório carregando várias caixas. Sem explicações longas, o ritual de preparação começou. Primeiro vieram os sapatos. Cada par era pesado, de salto alto e fino, a ponta estreita e apertada. Quando Cecília enfiou os pés, sentiu o couro rígido apertar os dedos até doer. O salto fino a obrigou a ficar imediatamente na ponta dos pés. Maria Clara quase caiu ao dar o primeiro passo. Nenhuma das duas conseguiria caminhar direito, e elas sabiam.
Em seguida, as mordaças. Eram de formato especial, um anel de metal forçado entre os dentes, mantendo a boca completamente aberta, a língua exposta e a baba já começando a escorrer. Um cinto de couro prendia o dispositivo atrás da cabeça. Em poucos segundos, todas as novatas estavam babando, incapazes de falar ou fechar a boca. Sobre a cabeça de cada uma foi colocado um arco de metal leve com duas orelhas longas e peludas de cavalo. O acessório se encaixava firmemente, deixando as orelhas eretas e ridículas.
As mãos foram puxadas para trás e algemadas juntas na altura da cintura, cotovelos ligeiramente flexionados, impossível tocar qualquer coisa. Por fim, os seios. Pequenos grampos metálicos apertaram os bicos já sensíveis, e em cada um foi preso um minúsculo sininho prateado. Qualquer movimento, mesmo o mais leve, fazia os sinos tilintarem.
Quando todas estavam equipadas, Irmã Helena entrou carregando uma caixa de plugs especiais. Cada um tinha um rabinho longo e grosso de crina de cavalo. Um a um, os plugs anteriores foram retirados e os novos, mais volumosos, foram empurrados até o fundo. O rabinho caía pesado entre as nádegas, balançando a cada passo. As novatas agora pareciam um rebanho de éguas humanas, boca aberta e babando, orelhas de cavalo, seios com sinos, mãos presas, salto alto e rabo de cavalo espetado no cu.
Irmã Laura falou em voz alta e clara, para que todas ouvissem:
— Hoje vocês vão passar o dia inteiro caminhando. O circuito da fazenda, cerca de três quilômetros por volta. Vocês vão dar quantas voltas forem necessárias até o pôr do sol. Sem comida, sem água, com a bexiga cheia e com o salto e o rabo. Vocês vão aprender a caminhar como senhoras… e a sofrer como éguas de carga.
O sol já começava a nascer quando elas foram levadas para fora.
A estrada de cascalho irregular se estendia à frente, subindo e descendo suavemente entre os campos de soja e os pomares. Cada passo no salto fino era uma agonia. O cascalho afundava sob os saltos, torcendo os tornozelos, esmagando os dedos dentro do couro apertado. O plug com rabo pressionava sem piedade a cada movimento. Os sinos nos seios tilintavam sem parar, um som ridículo e constante. A baba escorria pelos queixos abertos. A bexiga inchada doía a cada solavanco.
Cecília sentia as lágrimas escorrendo enquanto tentava manter o equilíbrio. Maria Clara, ao seu lado, cambaleava, o rabo de cavalo balançando entre as coxas, os seios balançando e fazendo os sinos soarem mais alto. O sol começou a esquentar rápido. Em menos de meia hora o suor já escorria pelos corpos nus, misturando-se à baba e ao cheiro de excitação residual.
A primeira volta mal havia começado e as pernas já tremiam. O cascalho cortava, o salto afundava, o plug empurrava, a bexiga gritava por alívio. E elas sabiam que ainda teriam muitas, muitas voltas pela frente. O dia mal havia nascido, e já era inesquecível.
O sol já estava alto quando as novatas completaram a primeira meia volta. O cascalho irregular era um inimigo constante. Cada passo no salto fino e alto fazia a ponta do sapato afundar entre as pedras soltas. O peso do corpo se concentrava em uma área minúscula sob o calcanhar e a ponta dos dedos. Cecília sentia os dedos dos pés esmagados dentro do couro apertado, o sangue batendo forte, uma dor latejante e quente que subia pelos ossos do peito do pé. A cada solavanco, o tornozelo torcia ligeiramente, enviando fisgadas afiadas até a panturrilha. Depois de poucos minutos, as solas dos pés ardiam como se estivessem sendo esfoladas por dentro.
O plug com rabo de cavalo era outro tormento. Mais grosso e mais longo que o anterior, ele pressionava as paredes internas com cada movimento do quadril. Quando o salto afundava no cascalho e o corpo se desequilibrava, o plug empurrava mais fundo, esticando o esfíncter já sensível. O rabinho pesado balançava e puxava levemente, criando uma tração constante e irritante. A dor não era aguda o tempo todo, era uma pressão surda, profunda, que se misturava a uma sensação de invasão permanente. Depois de uma hora, o reto latejava, inchado e quente.
A bexiga era o pior, o diurético ainda trabalhava. A bexiga estava tão cheia que o ventre inferior ficava duro e saliente. Cada passo fazia o líquido se mexer dentro dela, enviando ondas de dor aguda e urgência desesperada. Cecília sentia o músculo do assoalho pélvico contrair involuntariamente, tentando segurar, mas o esforço só aumentava a pressão. Às vezes um espasmo forte a fazia parar por um segundo, joelhos se dobrando, o corpo inteiro tremendo. Maria Clara, ao lado, soluçava pela mordaça aberta, o ventre contraído, suor frio escorrendo pelas costas apesar do calor do sol.
Os grampos nos seios eram uma dor constante e precisa. O metal apertava os bicos até o ponto em que o sangue quase parava de circular. Qualquer balanço, e o caminhar forçado fazia os seios se moverem sem parar, fazia os sinos tilintarem e, ao mesmo tempo, puxava os grampos. A dor era aguda, pontiaguda, irradiando para dentro do peito. Depois de algum tempo os bicos ficavam dormentes e depois voltavam a doer com mais força, uma sensação de queimação e formigamento misturados.
A mordaça mantinha a boca forçada aberta há horas. A mandíbula doía de forma profunda e cansada, os músculos do rosto travados. A baba escorria sem controle pelo queixo, pelo pescoço, pingando nos seios e no chão. A língua, exposta e seca nas bordas, começava a formigar. Engolir era quase impossível; a saliva se acumulava e escorria.
As mãos presas atrás das costas tiravam qualquer possibilidade de equilíbrio. Sem poder usar os braços, cada desnível no cascalho se tornava um risco de queda. Os ombros doíam pela posição forçada, os músculos das costas travavam. O suor escorria pelas axilas e pelas costas, ardendo nas marcas de vergões ainda recentes.
O sol de fevereiro batia sem piedade. A pele queimava. O suor escorria pelos corpos nus, entrando nos olhos, ardendo nas feridas pequenas dos pés e nos bicos grampeados. A sede começou cedo, a boca aberta e a baba constante pioravam tudo. A língua seca, a garganta arranhando.
Cecília sentia as pernas tremerem de forma incontrolável. As panturrilhas queimavam, as coxas doíam pelo esforço constante de se equilibrar no salto. Cada passo era uma soma de dores: pés esmagados, tornozelos torcidos, plug pressionando, bexiga gritando, seios latejando, mandíbula travada, ombros tensos, pele queimando. Maria Clara já cambaleava visivelmente. A cada poucos metros ela parava por um segundo, o corpo se curvando ligeiramente, o rabo de cavalo balançando, os sinos tilintando de forma irregular. Lágrimas e baba se misturavam no rosto.
O sol já estava baixo quando a última volta terminou. As novatas mal conseguiam se manter em pé. Os saltos altos e finos haviam destruído os pés, dedos inchados, roxos, solas em carne viva, tornozelos inflamados. O plug com rabo de cavalo pesava dentro delas como um peso vivo. Os seios latejavam sob os grampos, os sinos tilintavam fracos a cada tremor. A baba secara em crostas no queixo e no peito. A bexiga, depois de um dia inteiro sem alívio, era uma bola de dor latejante e desesperada.
Irmã Laura as conduziu até um grande tambor de metal colocado no pátio dos fundos. O objeto era baixo, largo, de bordas frias.
— Sentem-se, uma de cada vez, sobre o tambor.
As novatas, mãos ainda presas atrás das costas, foram posicionadas sobre a borda circular. As coxas abertas, a bunda pressionada contra o metal frio, o rabo de cavalo caído para trás. Uma a uma, as instrutoras se aproximaram e retiraram o tampão uretral. O alívio foi imediato e violento.
Cecília foi uma das primeiras. Quando o pequeno dispositivo saiu, o jato saiu com força quase incontrolável. O líquido alaranjado, concentrado e quente, jorrou em um arco forte para dentro do tambor, batendo no fundo com um som molhado e constante. O prazer do alívio foi tão intenso que seu corpo inteiro tremeu. Arrepios percorreram a espinha, as coxas se contraíram, o ventre se espasmou. Um gemido abafado saiu pela mordaça aberta enquanto o jato continuava, longo, poderoso, interminável. A sensação de esvaziar aquela pressão monstruosa misturou-se a uma onda de calor que subiu pela coluna. Seus olhos se fecharam, o corpo se arqueou ligeiramente, e um orgasmo curto, confuso e involuntário a atravessou, não de excitação sexual pura, mas do puro prazer físico de finalmente se aliviar depois de horas de tortura.
Maria Clara veio logo depois. Quando o tampão foi retirado, o jato saiu tão forte que respingou nas bordas do tambor. Ela soluçou pela mordaça, o corpo inteiro se contorcendo. Os arrepios foram visíveis, a pele arrepiada, os seios tremendo sob os grampos, as coxas batendo uma na outra. O prazer do alívio a atingiu com força, ela gozou também, um orgasmo fraco, trêmulo, acompanhado de um gemido longo e desesperado enquanto o líquido alaranjado continuava a jorrar sem controle.
Uma por uma, todas as novatas se sentaram no tambor e se aliviaram da mesma forma. O som dos jatos fortes e longos ecoava no pátio. O cheiro amoniacal e concentrado se espalhava. Algumas apenas tremiam e gemiam de alívio. Outras, como Cecília e Maria Clara, tiveram o corpo tomado por arrepios e pequenos orgasmos involuntários, o prazer físico do esvaziamento misturado à humilhação absoluta de estarem ali, nuas, amarradas, com rabo de cavalo, boca aberta e jorrando dentro de um tambor sob o olhar das instrutoras.
Quando a última terminou, o tambor estava parcialmente cheio. As novatas permaneciam sentadas, exaustas, ainda tremendo, a bexiga finalmente vazia, o corpo inteiro doendo, mas atravessado por aquela estranha e degradante gratificação.
Irmã Laura observou em silêncio por um momento.
— Agora vocês sabem o valor de um simples alívio, disse ela, voz baixa. Lembrem-se disso amanhã.
O crepúsculo caía sobre o pátio. As éguas humanas, ainda equipadas, ainda quebradas, esperavam a próxima ordem.
Uma ajudante se aproximou carregando uma concha de metal velha, pesada, com a borda irregular e uma pequena ponta afiada no cabo. O tambor ainda fumegava levemente com o calor da urina concentrada, o cheiro amoniacal e ácido pairando no ar quente do final da tarde.
— Ajoelhem, ordenou a mulher, voz seca.
As novatas, ainda com as mãos presas atrás das costas, saltos altos e rabo de cavalo, se ajoelharam em círculo ao redor do tambor. Os joelhos bateram no chão de terra batida. A mordaça aberta ainda as forçava a babar.
A ajudante mergulhou a concha no líquido alaranjado e morno. O som molhado ecoou. Ela se aproximou da primeira novata.
— Abra bem, engula tudo, são duas conchas.
A primeira se engasgou quase imediatamente. O líquido era quente, salgado, amargo e com um cheiro tão forte que queimava as narinas. Ela bebeu a primeira concha com dificuldade, a garganta se contraindo, lágrimas escorrendo. A segunda foi ainda pior. Quando terminou, a ajudante passou para a seguinte.
Quando chegou a vez de Cecília, a concha foi erguida até sua boca aberta pela mordaça. O cheiro a atingiu primeiro, ácido, concentrado, nauseante. O líquido morno escorreu pela língua, pelo fundo da garganta. Ela engoliu a primeira concha com o corpo inteiro tremendo, o estômago revirando. A segunda foi forçada. O gosto permaneceu na boca, viscoso e horrível. Arrepios de nojo percorreram sua espinha enquanto ela engolia o último gole.
Maria Clara veio logo depois. Seus olhos grandes estavam cheios de lágrimas antes mesmo da concha tocar seus lábios. Ela bebeu as duas medidas com soluços abafados, o corpo se contraindo a cada gole, o rabo de cavalo balançando entre as nádegas. Quando terminou, um fio do líquido escorreu pelo queixo, misturando-se à baba seca.
Uma a uma, todas as quatorze novatas beberam. Algumas tossiram, outras vomitaram um pouco de volta, mas foram obrigadas a lamber a concha e engolir novamente. O cheiro ficou impregnado em suas bocas e narinas.
Quando a última terminou, as instrutoras se aproximaram. Os apetrechos começaram a ser retirados com eficiência fria, primeiro os grampos dos seios. Os bicos, agora roxos e inchados, doeram ao serem liberados. Os sinos tilintaram uma última vez. Depois as algemas. Os ombros e braços, travados há horas, doeram ao se mexerem. A mordaça foi destravada. As mandíbulas travadas se fecharam com dificuldade, a dor muscular latejando. O arco com orelhas de cavalo foi removido. Por fim, os saltos altos foram arrancados dos pés destruídos e o plug com rabo de cavalo foi puxado para fora, deixando o esfíncter aberto e latejante.
Nuas, exaustas, com o gosto da urina ainda na boca, os pés em carne viva e o corpo inteiro doendo, as novatas foram conduzidas em fila cambaleante até o celeiro antigo nos fundos da propriedade. O interior era escuro, cheirando a feno e madeira velha. Não havia camas, apenas o chão de tábuas e alguns pedaços de lona. Elas foram mandadas se deitar lado a lado, sem cobertor, sem travesseiro.
A porta do celeiro foi fechada com um travamento pesado. No escuro, Cecília sentia o gosto amargo ainda na boca, o corpo tremer de cansaço e o alívio confuso da bexiga vazia. Ao lado dela, Maria Clara soluçava baixinho, o corpo encolhido. O terceiro dia havia terminado. Mas a noite no celeiro ainda estava apenas começando.

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