#Incesto #Teen #Virgem

Sobrinha virgem versão dela!

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Teconto

Meu Tio me pegou me tocando aos 15. Do sofá à cama, ele me ensinou tudo: chupada, primeira penetração e gozada dentro.

Eu tinha acabado de fazer 15anos. Morena, seios fartos e pesados, bunda redonda e firme, cintura fina, cabelos escuros e cacheados até o ombro. Voz meiga, corpo de mulher jovem que ainda estava se descobrindo.
Meu tio João tinha 35 anos. Branco, 1,90 m, 88 quilos, porte físico forte, pouco pelo, sorriso bonito e um pau de 21 cm cabeçudo e liso que eu já tinha visto mais de uma vez de relance. Ele era apaixonado por sexo. Eu também estava começando a ser.
Sempre que ele me levava pra escola, ficava provocando. Passava a mão nas minhas pernas no carro, subia devagar, e eu deixava. Sorria. Uma vez rolou até uma beijinho sem querer na hora de descer. Meu coração acelerava toda vez.
Um dia ele chegou mais cedo. Eu estava deitada no sofá de pijama leve, quase transparente, esfregando um travesseiro entre as pernas enquanto assistia um filme bem safado na Netflix dele. Eu me contorcia, a buceta já molhada, gemendo baixinho, quase gozando… quando a porta se abriu.
— Sara… o que você tá fazendo aqui? — ele perguntou, fingindo surpresa, mas eu vi o volume na calça dele.
Fiquei ofegante, vermelha de vergonha e tesão.
— Tio… eu…
Ele entrou no banheiro, mijou de porta aberta e depois falou, com aquele sorriso safado:
— Legal o filme que você tava vendo. Eu já vi. Se precisar de ajuda com o travesseiro… chama o tio.
Naquele dia a gente foi pra escola rindo e falando muita putaria. Eu nunca tinha ficado tão molhada assim.
No dia seguinte ele chegou cedo de novo. Eu abri a porta de pijama fininho, sem sutiã, sem calcinha. Os seios pesados marcando o tecido, os bicos duros.
— Tá, tio… me mostra mais daqueles filmes que você falou.
Ele sentou no sofá e me puxou pro lado dele. Ligou o Xvideos. Eu escolhi um vídeo e apertei o play. A mão grande dele deslizou pela minha coxa, subiu devagar até a buceta descoberta. Os dedos quentes apertaram ali em cima, esfregando o clitóris por cima da pele molhada.
— Aaaaah… nossa… gostoso, tio…
Ele beijou meu pescoço, passou a mão na nuca, e eu arrepiei inteira. Tirou a alça do pijama. Meus seios saltaram pra fora, grandes, pesados, bicos pontudos e sensíveis. Ele apertou, chupou, passou a língua.
Eu segurei a mão dele e apertei mais forte contra a buceta, gemendo.
— Isso… assim… haaaa…
Quando senti que ia gozar, ele tirou o pau pra fora. Aquela rola grossa, cabeçuda, de 21 cm, dura pra caralho. Colocou na minha mão. Eu comecei a masturbar ele do jeito que via nos filmes, apertando a cabeça, descendo a mão. O tesão explodiu. Gozei na mão dele, molhando o sofá, o pijama, os dedos dele. Minhas pernas tremiam.
— Tio… você gozou? — perguntei ofegante.
— Ainda não. Quer ver eu gozar?
Eu disse que sim. Ele bateu uma punheta olhando meus peitos. Três jatos fartos e quentes cairam nas minhas coxas. Eu passei o dedo na porra, cheirei, e limpei devagar.
Isso se repetiu por meses. Ele me chupava até eu gozar na boca dele. Eu masturbava ele. A gente se esfregava. Mas eu ainda não deixava ele entrar. Tinha medo e tesão ao mesmo tempo.
Até o dia em que mandei mensagem:
“Preciso de você hoje. Não vou pra escola.”
Ele chegou cedo, cheirando a perfume. Eu estava na porta só de pijama apertado, sem nada por baixo. Peguei a mão dele e levei pro quarto da minha mãe. Beijei a boca dele com vontade. Desci a língua pelo peito, pela barriga, até tirar o pau pra fora. Ajoelhei. Esfreguei o rosto naquela rola quente, beijei a cabeça, depois abri a boca e chupei do jeito que tinha aprendido nos filmes. Lambi, engoli até a garganta, sentindo o gosto dele.
Ele me levantou, tirou o pijama inteiro. Fiquei pelada na frente dele. Meu corpo jovem, seios pesados, bunda redonda, buceta lisa e já pingando. Ele me pegou pela bunda, eu travei as pernas nas costas dele e sentei no colo. A buceta esfregava na barriga dele, molhada pra caralho.
Deitou-me na cama, abriu minhas pernas e desceu com a língua. Chupou meus peitos, depois desceu até a buceta novinha. A língua quente no clitóris, os dedos abrindo. Eu gozei na boca dele gritando:
— Haaaaa… tio… adoro essa chupada… vou gozar… chupa… vai…
Quando ele se colocou em cima de mim, senti a cabeça grossa do pau roçando na entrada. Quente. Dura. Grande demais.
— Tá pronta? — ele perguntou baixo. — Daqui pra frente você não vai ser mais a mesma. É só eu e você agora.
— Pode… enfia devagar… seu pau é muito grande… aiii…
Ele empurrou. A cabeça entrou. Ardeu. Esticou. Eu gemi alto, as unhas nas costas dele. Ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro, até o pau inteiro sumir dentro de mim. Eu estava tão molhada que ele deslizou, mas ainda doía gostoso. Quando ele parou fundo, beijou minha boca e começou a meter.
— Haaa… agora tá gostoso… me come, tio… assim… isso…
Ele metia fundo, devagar no começo, depois mais forte. Eu sentia cada veia, a cabeça grossa batendo lá dentro, minha buceta apertando ele. Virei de bruços. Ele olhou pra baixo, viu o pau molhado esfregando na minha bunda e enfiou de novo. O gemido que saiu da minha boca foi alto e safado.
— Haaaaa… tio… gostoso… enfia… assim…
— Gostosa do tio… geme na rola… quem é a menina safada? Empina esse rabo…
— Sou eu… sou sua… olha minha buceta apertadinha… me come… sou sua, tio…
Ele meteu mais rápido, as mãos apertando minha bunda, dando tapa de leve. Eu empinei, pedindo mais. Quando senti ele tremer, tirei o pau na hora. Ele gozou em cima da minha bunda, jatos quentes escorrendo pela fenda.
Deitei do lado dele, chupando a orelha, e já desci de novo. Chupei o pau até ele ficar duro outra vez. Subi em cima, encaixei a buceta vermelha e inchada nele e comecei a quicar. Os peitos balançando na frente dele, o cabelo caindo no rosto, eu gozando em cima daquela rola enquanto ele segurava minha cintura.
Ele gozou dentro de mim. Quente. Fundo. Eu senti cada pulsada. Fiquei deitada em cima dele com o pau ainda dentro, ofegante, o corpo inteiro formigando.
Depois fomos pro chuveiro juntos. A água quente escorrendo. Eu abraçada nele.
— Tio… que gostoso foi isso… quero mais… por favor… eu amo você… não me julga, tá?
Ele me beijou a testa e falou baixo:
— Sara, você é incrível. Foi o melhor sexo da minha vida.
Ficamos abraçados debaixo da água quente até o corpo esfriar. Depois ele se vestiu e foi embora.
Eu fiquei no quarto, a buceta ainda latejando, o gosto dele na boca, e a certeza de que não ia demorar pra chamar ele de novo

Leia aqui o conto na versão dele!

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