Sou terapeuta, mãe, casada e faço meu paciente gozar em tratamento especial
Um desabafo sincero e real de um tratamento personalizado a um paciente. Talvez isso não seja um conto tradicional como outros, é um relato sério.
Não direi meu nome e não vejo necessidade de criar um nome fictício. O que precisam saber é que tenho 37 anos e sou terapeuta e sexóloga. O que vou contar é completamente real e se tornou um caso tão marcante para mim que vi por bem narrar isso em algum lugar como uma espécie de desabafo.
Não sou acostumada a esse tipo de "conto". Nunca fui leitora disso, e jamais pensei que escreveria um relato desses. Contudo, não queria expor o ocorrido a nenhum conhecido, ao passo de que essa foi a solução que encontrei. Esse é meu desabafo, meu grito sincero.
Aos leitores, peço que me tratem com respeito. Não sou nenhuma dessas meninas "do job", sou casada, mãe de duas filhas.
Não é minha intenção que ninguém aqui se sinta estimulado sexualmente com meu relato, não é minha intenção que alguém se masturbe ao ler, no entanto eu obviamente não tenho controle sobre suas atitudes.
Não vou contar minha história, como eu já disse, o que precisam saber é que sou terapeuta e sexóloga, atuo nisso há pouco mais de 8 anos.
Pois bem, como está no título e no resumo, atendi um paciente autista em fevereiro desse ano, 2026.
Para fins narrativos, vou chamá-lo de Edu. Tudo bem? Então Edu é o nome do meu paciente autista.
Edu tinha 16 anos quando o conheci. Alto para a idade, branco, magro, cabelo sempre bem alinhado, e nenhum traço do seu comportamento revelava algum tipo de autismo/deficiência.
No entanto, ele sempre chegava às sessões com o corpo rígido, mãos trêmulas e o olhar constantemente desviado. Edu sofria de crises de ansiedade intensas, acompanhadas de comportamentos agressivos, empurrões súbitos contra móveis, gritos inesperados, xingamentos e, em certos dias, a recusa absoluta de tocar em qualquer pessoa. Os pais me contaram que já haviam tentado de tudo, ansiolíticos, terapia cognitivo-comportamental clássica, até uma breve tentativa de medicação antipsicótica em baixa dose. Nada produzia melhora. Os episódios continuavam, e a família estava exausta.
Mas desde a primeira consulta eu senti o que os outros profissionais tinham ignorado. Não era apenas ansiedade, Edu vibrava de uma forma específica a respiração curta, o movimento involuntário da pelve quando se sentava, o modo como apertava as coxas uma contra a outra como se tentasse conter algo. Eu reconheci imediatamente o quadro clínico de tensão sexual acumulada, um estado de excitação sexual crônica não resolvida, com retenção de libido e congestão pélvica significativa. Em pacientes no espectro autista, especialmente em jovens que não desenvolveram estratégias espontâneas de autorregulação sexual, esse acúmulo pode se transformar em agitação motora, agressividade e crises de pânico. É super comum.
Falei com os pais com clareza. Expliquei que, depois de tantas tentativas farmacológicas falhas, a abordagem precisava ser direta e sexualmente orientada. Eles autorizaram, ainda que com certo desconforto. Edu, por sua vez, apenas assentiu com a cabeça quando lhe disse que iríamos trabalhar a liberação daquela pressão.
Na terceira sessão, já sozinhos na sala, pedi que ele se sentasse na poltrona reclinável. Falei com voz baixa, firme, sem rodeios:
— Edu, o que você sente aqui embaixo… essa vontade de se mexer, de apertar as pernas, de gritar… é excitação. É o corpo pedindo por um alívio. Você precisa aprender a aliviar.
É claro que isso me dá vergonha também, mas tento ser profissional.
Ele ficou vermelho até as orelhas. Tentei guiá-lo verbalmente: “Abre o zíper. Coloca a mão dentro. Segura o seu negício, isso, muito bem. Sobe e desce devagar.”
As mãos dele tremiam tanto que mal conseguiam abrir o botão da calça. Quando finalmente tirou o pênis, ele apenas a segurou como se fosse um objeto estranho. Não soube movimentar. Não soube apertar. Não soube ritmar. A frustração cresceu em segundos, o maxilar travou, os ombros subiram, e ele começou a bater a cabeça levemente no encosto da poltrona.
Não vi muita escolha, apesar do constrangimento e da possível quebra de decoro, ajoelhei entre as pernas abertas dele e resolvi ajudá-lo. Não sei se me orgulho disso, mas na hora me pareceu a coisa certa a fazer. Podem me julgar, eu acredito que mereço isso, entretanto não estou necessariamente arrependida.
— Está bem. Eu vou te mostrar. Você só precisa sentir.
Com a mão direita, segurei o pênis dele.
O pênis do Edu não era bem higienizado, muito pelo contrário, estava sujo. Nitidamente ele não sabia se limpar direito. O cheiro era desagradável, entretanto estimulante. Sei que é um detalhe nojento na minha personalidade, mas não vou omitir isso, eu tenho prazer em pênis suados e levemente sujos. Acredito ser um fetiche, óbvio, mas até mesmo esmegma me desperta interesse.
Comecei a masturbá-lo com movimentos firmes, longos, girando levemente na subida. Ele soltou um gemido agudo, quase um choro, e as pernas dele tremeram violentamente. Não que fosse meu objetivo, mas meu marido e ex-namorados sempre elogiaram minhas técnicas de masturbação.
— Respira. Não prende. Deixa sair.
Aumentei o ritmo. O pênis latejava na minha mão, inchando ainda mais. Eu sentia cada pulso, cada contração. Ele tentou empurrar o quadril para cima, desajeitado, e eu acompanhei o movimento, apertando mais forte na descida, abrindo a mão na subida para estimular a glande. O pré-gozo escorria pelos meus dedos, fazendo sons molhados a cada fricção.
— Olha para mim — ordenei suavemente.
Os olhos dele encontraram os meus por um segundo. Havia pânico e prazer misturados. Eu continuei, mais rápida agora, concentrando a atenção na parte sensível logo abaixo da cabeça. Eu sentia o corpo inteiro dele se preparando, os músculos do abdômen se contraindo.
— Isso… Não segura, vai. Pode soltar. Solta.
Continuei fazendo até ele não aguentar mais, não demorou. Ele não resistiu muito tempo e gozou com um gemido abafado, o esperma jorrando em jatos fortes e quentes na minha mão (eu não estava usando luvas). Eu continuei masturbando ele no meio do orgasmo, extraindo cada gota, até ele soltar um soluço final e o corpo inteiro amolecer.
Por alguns minutos só se ouviu a respiração dele voltando ao normal. Limpei o pênis dele com um lenço e em seguida limpei minhas mãos com outro. O sêmen tinha um cheiro bem forte e característico. Edu olhava para o teto, o tremor agressivo havia desaparecido e ele já não parecia mais tenso.
Levantei-me, ajeitei a saia:
— Da próxima vez, você tenta sozinho, tá bom? Eu fico aqui.
Ele concordou. E pela primeira vez desde que o conheci, o rosto de Edu não carregava aquela sombra de urgência, apenas um cansaço e um alívio que eu reconheci bem, o alívio de quem finalmente liberou o que o corpo acumulava há tempo demais.
As semanas seguintes confirmaram o que eu já suspeitava. Edu apresentou melhoras claras! As crises de ansiedade diminuíram de intensidade e frequência. Os episódios agressivos quase desapareceram. Os pais me ligaram emocionados, dizendo que o filho estava dormindo bem a noite inteira e que já não quebrava objetos, já não apresentava sinais de agressividade. O tratamento estava funcionando. A liberação regular da tensão sexual acumulada estava dando ao sistema nervoso dele o alívio que os remédios nunca conseguiram proporcionar. As consultas passaram a ser duas vezes por semana, terças e sextas, sempre no final da tarde.
Na manhã das sessões, acordava já pensando nele. No caminho do consultório, sentia o peito apertado de uma expectativa que não tinha nada de profissional.
Eu, a terapeuta de 37 anos, casada, mãe de duas filhas, ficava ansiosa para encontrar um paciente adolescente. Isso me assustava. E, ao mesmo tempo, me excitava de um jeito sujo e silencioso. Sinto vergonha, claro que sinto.
Bem, apesar de já ser casada há bastante tempo e ter duas filhas pequenas, minha vida sexual com meu marido é bem ativa e saudável. De modo que fazemos sexo de duas a quatro vezes por semana. Como no começo do ano estávamos tentando engravidar novamente, meu marido sempre ejaculava dentro da minha vagina nas relações sexuais, algo que eu pessoalmente gosto bastante, apesar de, após as relações, ser comum a mulher ficar "vazando" pequenas quantidades de líquido seminal durante o dia. E eu AMAVA fazer sexo com meu marido de manhã antes das consultas com o Edu, e AMAVA fazer sexo com meu marido depois das consultas com o Edu. Resumindo, as consultas com aquele menino me estimulavam e me deixavam com mais libido.
Desde adolescente eu tomo bastante cuidado com a aparência e me considero vaidosa. Gosto quando dizem que pareço mais nova, gosto quando elogiam meu corpo dizendo que não parece que já dei a luz a duas crianças. Frequento a academia 4 vezes por semana, o que me ajuda a manter o corpo em dia, apesar de eu assumidamente não controlar muito a dieta. Acho que isso deixa o meu corpo como o de uma mulher “normal”. Mas, depois daquela primeira masturbação no Edu, comecei a me vestir diferente nas terças e sextas. Blusas um pouco mais justas. Saias que subiam um pouco mais quando eu me inclinava. Eu me olhava no espelho do consultório antes de ele chegar e ajustava o decote com um cuidado que não era inocente. Sei que mereço julgamento.
Fico envergonhada de dizer, mas apesar de eu ser razoavelmente magra, meus seios são naturalmente grandes, sempre foram, desde adolescente, é um fato que já pensei em fazer redução das mamas, e sendo bem honesta, só não realizei esse procedimento ainda porque meu marido gosta dos meus seios grandes, e de certa forma eu também acho bonito. Considero-me uma mulher comportada, no entanto gosto de usar roupas decotadas e exibir um pouco dos meus seios, sei que os homens olham, muitos nem disfarçam, com isso eu não me importo. Agora, porém, eu me importava especialmente com o olhar do Edu. Eu queria que ele notasse. Queria ver a reação dele quando a blusa se abria um pouco demais enquanto eu me inclinava para entregar um lenço ou ajustar a poltrona.
Na quinta sessão, ele já conseguia se tocar sozinho por alguns minutos. Mas ainda travava no final. As mãos paravam, o corpo endurecia, e a frustração voltava a subir. Eu me ajoelhava de novo. Segurava o pênis dele, já familiar, e terminava o trabalho.
As sessões continuaram. Duas vezes por semana. E cada vez que a porta se abria e Edu entrava, o meu corpo respondia antes da minha mente. O coração batia mais forte, os seios pesavam dentro do sutiã. A minha vagina latejava, úmida, quente. Eu me dizia que era só o tratamento personalizado, que eu estava apenas ajudando um paciente de situação delicada. Mas a verdade era outra, e eu já não conseguia escondê-la de mim mesma, eu estava ansiosa por ele. Ansiosa pelo cheiro dele. Ansiosa pelo peso do pau dele na minha mão. Ansiosa pelo momento em que ele travasse de novo e eu pudesse, mais uma vez, terminar o que ele não conseguia.
Foi na oitava sessão que eu perdi o controle de vez.
Edu estava semi-duro quando eu me ajoelhei. Eu já conhecia o ritual, abrir o zíper, tirar o pênis, começar com a mão. Mas naquele dia a mão não bastou.
Tudo parecia me convidar. O cheiro forte exalando do pênis ereto dele me estimulava. Não resisti. Como já disse, mereço julgamento e não nego isso.
Eu me inclineí, abri a boca e envolvi a cabeça quente entre os meus lábios. O gemido dele foi diferente. Eu chupei devagar no início, sentindo o gosto salgado bem forte, a textura lisa da glande, o peso do membro empurrando minha língua. Depois acelerei. Subia e descia com a boca, a mão na base acompanhando o ritmo, a outra mão já dentro da minha própria calcinha, esfregando o clitóris com pressa. O pênis dele entrava e saia da minha boca num ritmo gostoso de vai e vem.
Eu me masturbava enquanto o chupava. Os dedos molhados, o quadril se movendo sozinho contra a mão. Edu gozou de repente, sem avisar. Tadinho, acho que foi estimulo demais para ele. O esperma jorrou direto na minha garganta. Eu engoli o que pude, o resto acabou escorrendo pelo canto da boca e sujou um pouco do meu jaleco branco. Continuei chupando até ele tremer e tentar afastar o quadril por estar sensível demais. Só então parei. Levantei o rosto e limpei os lábios com o dorso da mão.
A partir daí, virou padrão. Nas consultas seguintes a masturbação foi sendo substituída pelo sexo oral. Eu já entrava na sala sabendo que, em algum momento, estaria de joelhos, com o pau dele na boca, me tocando ao mesmo tempo. Às vezes ele durava mais. Às vezes gozava rápido. Mas sempre terminava na minha boca.
O tratamento continuava funcionando. Edu estava mais calmo, mais presente. Eu, cada vez mais viciada no gosto dele.
Até que, recentemente… Bem, meu marido é fã de sexo anal, algo que não entendo nos homens. A vagina da mulher é perfeitamente desenhada para o ato sexual e anatomicamente é muito mais capaz de proporcionar prazer ao homem, entretanto meu marido quase implora às vezes para que façamos anal.
Sim, sexo anal também me dá bastante prazer, mas também causa dor e tem riscos, inclusive riscos higiênicos. De fato eu não sou uma atriz de filmes pornô, entendem? Não sou acostumada a isso, então é óbvio que podem ocorrer acidentes durante o sexo anal e posso acabar "sujando" meu marido. Esse é um dos motivos pelos quais eu evito fazer anal toda semana, acho perigoso. Apesar disso, naquele dia específico eu estava com bastante vontade de fazer anal, então pedi ao meu marido. Ele quase pulou de alegria, podem imaginar.
É claro que meu marido não sabia nada sobre o Edu e ainda não sabe. Entretanto, eu começava aos poucos a amadurecer a ideia de ter relações sexuais com o Edu. Não quero parecer hipócrita, mas sei que no fundo eu sou. Acredito que sou fiel ao meu marido, mesmo com tudo isso.
O fato é que eu não queria que o Edu penetrasse minha vagina, isso na minha cabeça seria traição. Mas se o Edu penetrasse meu ânus não teria problema. Sim, essa é a forma que eu penso, e no fundo sei que isso tudo é um pretexto, é uma desculpa, mas me agarro a isso para que eu durma em paz todas as noites.
Em uma manhã, antes do trabalho, fiz sexo anal com meu marido. Doeu de uma forma gostosinha, um tipo de dor que chega a viciar. Fizemos devagar. Fique sentando e toda vez que meu marido estava próximo do orgasmo eu parava, e ficava rebolando devagar para ele acalmar, em seguida voltava a quicar e sentar rápido. Ficamos nisso até ele não aguentar mais e ejacular tudo dentro do meu ânus. Como mulher eu gostaria de assumir que acho a sensação de receber um jato de esperma no ânus muito mais gostosa do que receber na vagina. Desculpem o palavrão, mas o cu fica quentinho, dá pra sentir a esguichada dentro. Admito que amo a sensação e considero a melhor parte do sexo anal.
Naquela manhã, depois de fazer sexo anal com meu marido, ainda sentia o ânus dilatado e sensível quando entrei no consultório. Propositalmente eu usava um vestido curto por baixo do jaleco. Um vestido que escondia pouco. Edu já estava sentado na poltrona, esperando. Seus pais, por ordem minha, sempre aguardavam no estacionamento do lado de fora da clínica.
Fechei a porta. Começamos como sempre, uma conversa brevíssima de um ou dois minutos, na sequência ele colocando o pênis mal lavado para fora. Mas dessa vez, fiz algo diferente, por impulso, por desejo, levantei a barra do vestido, puxei a calcinha para o lado e sentei no colo dele, de costas. O pau dele, já duro, ficou preso entre as minhas nádegas. Comecei a rebolar devagar, esfregando a cabeça grossa logo na entrada do meu ânus ainda frouxo e úmido do que o marido tinha feito horas antes. Edu gemeu baixo, as mãos apertando meus quadris. Eu rebolava com mais força, abrindo e fechando as nádegas em volta da glande, sentindo-a escorregar e pressionar o anel apertado. Não deixei entrar. O que foi difícil pois o pênis do Edu é mais meior do que o do meu marido, mas ao mesmo tempo é mais fino e entraria bem mais fácil no meu ânus.
Eu só esfregava, rebolava, usava meu bumbum como se fosse uma mão molhada e quente. Eu obviamente não deixei penetrar, mas assumo que a vontade foi forte. Intensa.
Nesse momento meu cérebro gritava comigo, eu só conseguia pensar “eu quero dar, eu quero dar o cu, eu quero dar o cu, EU QUERO DAR O CU”.
Acho que rebolei como uma funkeira. Sinto isso, que fiz movimentos com a minha bunda que forçariam qualquer homem a ejacular.
Edu não aguentou muito, ele gozou rápido. O sêmen foi direto na entrada do meu ânus, escorrendo entre as nádegas, sujando a pele. Continuei rebolando até o último espasmo, sentindo o líquido escorrer e a cabeça do pau latejar contra o meu cuzinho.
Quando me levantei, o vestido caiu de volta. Eu não me limpei, fiquei com a bunda coberta de esperma que escorria pelas coxas, só ajeitei a calcinha e olhei pro Edu. Ele estava bem calmo.
Eu saí da sala escorrendo o gozo dele, sabendo que aquilo tinha sido o último limite que eu mesma havia cruzado. Eu não posso ir além disso. Não posso.
Minha vontade de fazer sexo com o Edu continua gigantesca. Apenas o sexo oral não parece bastar, não quero me arriscar a rebolar no pênis dele novamente. Entendo que seria completamente imoral exceder a relação do tratamento, além do muito que já excedi. Sei que podem não concordar, mas mantenho a premissa de que não traio meu marido, apenas aplico um tratamento personalizado a um paciente que necessita disso. Sim, duas vezes por semana eu ainda faço o Edu ejacular, e ele está respondendo muito bem ao tratamento, não é mais agressivo, não demonstra comportamento agitado à noite.
Eis o meu desabafo, meu grito sincero. Não é o melhor lugar para isso, mas foi a solução que encontrei, não podia mais guardar isso comigo, há meses tenho repetido esses processos.
Obrigado por lerem.
Não sei o que esperar da reação de vocês. Ao menos peço que sejam respeitosos.
Aos que tiverem algum comentário sério, dúvidas verdadeiras ou algo semelhante, sintam-se a vontade para entrar em contato. Vou preservar minha identidade e pretendo não me expor, mas podem me procurar em: [email protected]
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Comentários (10)
Fernandinhaa: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Maluzinharsk
Responder↴ • uid:badx1o4m4foRosa: Isso tudo que você sente é apenas crenças limitantes, formada pela moralidade social criada pir humanos, para controlar os corpos das mulheres, você é livre, ainda que casada, realize seus desejos, dessa vida o destino é a morte, viva enquanto está viva...e goze bastante, é a única coisa boa dessa existência, gozar em um pau e sentir ele jorrando dentro da gente, senta nessa pau virgem, mostra ao Edu a delícia que é um cu e uma bcta sedenta por pau, espero que volte para nos contar a evolução do tratamento, e quando engravidar aproveite mais ainda.
Responder↴ • uid:44odpuyi20dTuga tarado: É isso mesmo Rosa! Mulher casada deve dar seu corpo e com ele ter prazer, ser puta e se isso a excitar sentir-se muito puta e infiel.
• uid:b9408ou4fykDoutora.ntsh: Muito obrigada, Rosa. Todos os dias eu continuo com o desejo de ter relações sexuais com o Edu, não sei por quanto tempo vou conseguir resistir. Obrigada por me encorajar <3
• uid:13sren820jTitiosafado48: Seu relato foi intenso e esclarecedor Parabéns Se quiser chama no telegram pra conversar, se puder é claro.. @palestrino43
Responder↴ • uid:1ckt1e3nyur1Doutora.ntsh: Muito obrigada, talvez eu chame sim para desabafarmos sobre casos assim.
• uid:13sren820jOrdanuy: Doutora, use o cu pra fazer ele gozar. É sigilo médico paciente, não há nada de errado
Responder↴ • uid:1ekhok95fph0Doutora.ntsh: Confesso que estou cada dia mais tentada a realizar isso. Ultimamente tenho gostado ainda mais de sexo anal com meu marido, e admito que gostaria de testar com o Edu.
• uid:13sren820jPerceu: Da pra ele Sem julgamentos você vai está ajudando ele e matando sua vontade!
Responder↴ • uid:3c793cywt0iDoutora.ntsh: Eu assumo que o tratamento dele está sendo um sucesso e isso me encoraja a ter relações sexuais com ele. Acredito que será benéfico para o quadro que ele apresenta, e honestamente estou com muita vontade de transar com ele.
• uid:13sren820j