#Gay #Teen #Trans

Nascendo um veadinho

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Ariana

Luisinho, um garoto efeminado que ensinei como tratar a vara e tranformei numa putinha gostosa.

Luisinho, é um garoto branquinho e gordinho, com um corpo macio que parece ter peitinhos de verdade e uma bunda grande, cheia, que balança sozinha.
O cabelo cacheado e comprido cai pelas costas, e ele se veste com roupinhas soltinhas, croppeds e shorts curtos que deixam ele com uma cara de putinha gostosa que me deixa entesado só de olhar.
Ele passa as tardes no parque jogando com os moleques, e as idas e vindas dele pro banheiro público sempre acompanhado me deixaram curioso.
Devagar fui ganhando a confiança dele, e numa tarde em que tava sozinho, aproveitei pra puxar papo e comecei a saber de tudo.
Ele me confidencia, mordendo o lábio, que a mãe e a tia criam ele pra ser bonito e delicado, ensinando a passar creme no corpo, escolher roupa, e ainda levam no salão pra fazer escova, unha e sobrancelha.
Eu engulo em seco quando ele, com a blusinha escapando do ombro e a pele clara brilhando, confessa que eu devo estar imaginando pegar na cintura dele, puxar pra perto e deslizar a mão pelas costas até a bunda. Minha voz sai grossa ao perguntar como ele sabe, e ele, com os dedos brincando na barra do cropped, diz num fio de voz que é isso que os garotos gostam de fazer nele.
Ele aponta pro banheiro de azulejos brancos e balbucia que ali é mais sossegado, e quando pergunto se posso alisar o corpo dele, ele balança a cabeça devagar e sussurra que sim, entrando na frente e virando de costas pra pia.
Me aproximo, levando a mão na cintura dele por cima do cropped, e ele suspira quando deslizo a palma pra cima, contornando a lateral macia até encontrar o mamilo. Toco com o polegar, e ele arqueia as costas, soltando com um gemido baixinho.
Minha outra mão desce pelas costas até a curva da bunda, apertando de leve. Viro ele contra a parede de azulejos, apoia as mãos, inclinando a cabeça pra frente enquanto deslizo os dedos pelos peitinhos dele por trás, ele geme mais alto, confessando que aquilo arrepia ele todo.
Desço as mãos pela cintura, apertando a barriga macia e contornando os quadris até o elástico do short, ele prende a respiração e pede num fio de voz que eu não tire o short.
Só um pouquinho, respondo e abaixo lentamente, estremece quando meus dedos tocam a pele nua da bunda, a testa apoiada nos azulejos. Aliso a bundinha redonda e cheia sem pressa, apertando de leve, e ele abre as pernas, gemendo abafado.
Colo o peito nas costas quentes dele, e com a outra mão deslizo pela coxa, sentindo a maciez, enquanto encosto minha vara já dura contra a curva generosa da bunda. Ele dá um salto e geme surpreso, mas arqueia as costas, se pressionando contra mim, e sussurra que para eu não meter.
Falo que só vou brincar, e começo um vai-e-vem suave, a vara deslizando sobre a bunda enquanto uma mão aperta a carne, separando levemente as nádegas, e a outra guia o quadril dele.
Ele geme, os dedos crispados nos azulejos, as pernas tremendo, pedindo que eu não pare. Acelero o movimento, sentindo a pressão subir, até que sinto que vou esporrar - aperto a bunda dele com as duas mãos, puxando ele contra mim enquanto gozo, a porra escorrendo pela pele macia e entre as nádegas. Ele treme inteiro, se arqueando, e confessa com a voz rouca que foi diferente do que os outros garotos fazem, que só querem punheta. Ficamos ofegantes, colados, e ele vira o rosto com um sorriso tímido, perguntando se eu gostei. Passo a mão pelas costas quentes e sussurro que a gente pode fazer de novo, sempre que ele quiser
Passados alguns dias, a confiança entre nós já é outra, e a ida ao banheiro me deixa receoso, então o convido para ir à minha casa. Luisinho baixa o olhar, os dedos brincando com a barra da blusinha, e pergunta se a casa vai estar vazia. Quando confirmo que meus pais viajaram, ele morde o lábio e aceita; combinamos quinta-feira, quando a mãe e a tia estão ocupadas. No horário, vou buscá-lo na esquina, e o vejo usando um top azul clarinho e short jeans curto, os cachos soltos e os peitinhos marcando sob o tecido fino. Entramos no apartamento, e ele olha tudo com curiosidade e excitação, os quadris balançando naturalmente, a bunda empinando a cada passo. Minha mão encontra a cintura dele, ele suspira, vira-se de frente e sussurra, com a voz melada, que gostou de ter vindo porque aqui ninguém vai interromper, e que desde aquele dia no banheiro não consegue parar de pensar em mim.
Fico em silêncio por um instante, o coração batendo forte, depois passo a mão nos cachos dele, sentindo a maciez entre os dedos. Ele fecha os olhos e inclina a cabeça, como um gato que gosta de ser acariciado. Digo que ele pode ficar à vontade, que não precisa ter vergonha de nada. Ele se levanta, tira as sandálias, e com um movimento lento e deliberado, senta-se no meu colo, de frente para mim, as pernas abertas de cada lado, o short subindo até os quadris. Passa os braços pelo meu pescoço, encosta a testa na minha, e deita no meu ombro, entregando-se por completo. Começo a alisá-lo, a mão deslizando pelas costas, subindo até a nuca e enterrando os dedos nos cachos volumosos, enquanto a outra desce pela lateral do corpo, contornando a cintura, a barriga, até a coxa nua, lisa e quente, arrancando um gemidinho baixo que escapa dos lábios dele contra meu ombro.
Puxo a barra do top devagar, e ele ergue os braços ajudando, revelando a barriga clara, os peitinhos redondos e firmes, os mamilos já durinhos. Desço até a cintura do short e pergunto se posso tirar; ele ergue o rosto corado, morde o lábio e assente. Abro o botão devagar, ele ergue os quadris para ajudar, e fica só de calcinha, as pernas claras e grossas à mostra. Deito-o no sofá, e ele fica ali, os braços estendidos, as pernas ligeiramente abertas, a respiração curta. Deslizo a mão pela barriga, contornando os peitinhos, apertando os mamilos que endurecem sob meus dedos, e desço a calcinha devagar, tirando-a completamente. Ele sussurra, trêmulo, que é a primeira vez que alguém o vê assim nu por inteiro, que está nervoso, mas confia em mim. Inclino meu corpo sobre ele, e ele puxa meu rosto para perto, os lábios finalmente se encontrando num beijo molhado e quente, enquanto minha mão desliza por baixo dele, apertando a bunda macia.
Luisinho envolve as pernas em volta da minha cintura, apertando, puxando, e pede, com a voz dengosa de menina, que eu o leve na cama. Eu o levanto no colo com cuidado, sentindo o corpo se aconchegar contra o meu, os braços passando pelo meu pescoço, segurando firme. Cada passo em direção ao quarto faz ele balançar levemente contra mim, os peitinhos roçando meu peito, a bunda apertada contra minhas mãos que o seguram firme. Sinto a respiração dele acelerar quando passo pela porta, e ele murmura contra meu ombro, com a voz abafada, que nunca deu para ninguém. Chego na cama, deitando ele sobre os lençóis limpos, e ele me olha com ar de desejo, a boca entreaberta, estendendo os braços para mim. Deito-me ao lado dele, puxando seu corpo contra o meu, minha mão deslizando pela barriga enquanto a outra enterra os dedos nos cachos macios, puxando-o para um beijo mais profundo, sentindo cada tremor e gemido abafado contra meus lábios.
Luisinho se move devagar sobre o meu corpo, beijos leves que vão do peito à barriga, até que a mão dele desliza e encontra minha vara, já dura e quente. Ele toca com hesitação, envolve devagar, desliza para cima e para baixo, depois inclina a cabeça e toca a ponta com um beijo leve. Sinto o calor da boca dele, e meu corpo arqueia quando ele passa a língua devagar, molhando a ponta com movimentos circulares. Ele pergunta, com a voz rouca, se está fazendo certo, e eu digo que está perfeito. Ele abre a boca e envolve a ponta, começando a criar um ritmo, a cabeça subindo e descendo, os lábios molhados e firmes, a língua fazendo círculos a cada subida. O prazer sobe, lento e constante, e quando aviso que vou gozar, ele desce mais fundo, a boca envolvendo toda a extensão, a cabeça se movendo mais rápido. A onda me atinge com força, e eu solto um gemido longo enquanto gozo, o líquido quente jorrando, e ele continua sugando, engolindo devagar até o fim. Ele levanta a cabeça, os lábios molhados, um fio de líquido brilhando no canto da boca, engole, passa a língua nos lábios e dá um sorriso tímido, os olhos brilhando de satisfação. Sobe devagar pelo meu corpo, deita a cabeça no meu peito, e sussurra que gostou. Ficamos em silêncio, os corpos suados e colados, a mão dele traçando círculos preguiçosos no meu peito, até que ele levanta o rosto e diz, com a voz rouca, que quer fazer mais, que quer sentir tudo o que tem para sentir comigo.

A partir de daí a gente já tava mais à vontade, e como a parada no banheiro tava osso de fazer sem ser pego, chamei ele pra vir na minha casa. O Luisinho baixou a cara, brincando com a barra da blusinha, e perguntou se ia ter gente, falei que meus pais tinham viajado e que eu estava sozinho.
Ele mordeu o lábio, pensou, e topou, marcamos pra quinta, quando a mãe e a tia dele tavam ocupadas. Fui buscar ele na esquina, e o bichinho tava um arraso: top azul clarinho, short jeans curto, os cachos soltos, os peitinhos marcando no tecido, uma graça. Entramos no apê, ele ficou olhando tudo, os quadris balançando, a bunda empinando, e quando eu encostei a mão na cintura dele, ele suspirou, virou de frente e falou com a voz melada que tava feliz de ter vindo porque aqui ninguém ia atrapalhar, e que desde aquele dia no banheiro não parava de pensar em mim.
Fiquei mudo por um segundo, coração batendo forte, passei a mão nos cachos dele, macios, e ele fechou os olhos, todo dengoso, igual gato pedindo carinho. Falei pra ele ficar à vontade, sem vergonha, e ele tirou as sandálias, sentou no meu colo de frente, as pernas abertas, o short subindo, e se aninhou no meu ombro, todo entregue.
Comecei a alisar ele, a mão descendo pelas costas, subindo até a nuca, enterrando os dedos nos cachos, a outra mão descendo pela lateral, contornando a cintura, a barriga, até a coxa nua, lisa e quente, e ele soltou um gemidinho baixo contra meu ombro.
Puxei o top devagar, ele ajudou, e quando a blusa subiu, vi a barriga clara, os peitinhos redondos, os mamilos durinhos. Desci até o short, perguntei se podia tirar, ele corou, mordeu o lábio e assentiu, abri o botão, ele ergueu o quadril, ficando só de calcinha, as pernas grossas e claras à mostra. Deitei ele no sofá, e ele ficou esticado, as pernas abertas, a respiração curta, quando tirei a calcinha ele sussurrou trêmulo que era a primeira vez que alguém via ele nu assim, que tava com medo mas confiava em mim.
Ele me puxou pra um beijo molhado e quente, e quando eu deitei por cima, ele enrolou as pernas na minha cintura, me apertando, e pediu com voz de dengosa pra levar ele na cama. Levantei ele no colo, sentindo o corpo macio colado no meu, ele com os braços no meu pescoço, e cada passo fazia ele balançar, os peitinhos roçando no meu peito.
Deitei ele na cama, ele me olhou com desejo, e aí começou a parada: ele desceu beijando meu corpo até a vara, pegou com a mão, depois com a boca, foi chupando devagar, criando um ritmo, e quando eu falei que ia gozar, ele foi com tudo, sugando até o fim. Depois subiu, deitou no meu peito, e quando perguntei se ele queria dar o cuzinho, ele ficou quieto, mas falou que confiava em mim e que queria tentar, só devagar.
Virei ele de bruços, passei lubrificante, fui entrando devagar, ele gemeu, mas pediu pra continuar, e aí o negócio foi ficando bom, o corpinho dele abrindo, os gemidos mudando, quando eu meti mais forte, ele soltou um guincho fino e tremeu todo, gritando tom choroso - " Ai Mamãe… tão grandeeee….ai…ai….devagarrr…não aguento…”
Parei na hora, fiquei imóvel dentro dele, passei a mão nas costas, falei baixinho que tava tudo bem, que ia parar se fosse demais, mas ele balançou a cabeça, os soluços se misturando com a respiração, e disse com a voz abafada que podia continuar.
Aí fui indo devagar, sentindo cada centímetro daquele corpinho se abrindo pra mim, os gemidos mudando de tom, o corpo dele relaxando e se entregando, até que o cuzinho dele ficou molhado e aberto, recebendo tudo sem resistência. Quando gozei, foi dentro, quente, e ele tremeu inteiro, depois ficou mole, aninhado no meu peito.
Por um longo minuto, a gente fica em silêncio, só as respirações se acalmando. Depois, sinto ele se mexer, levantar o rosto devagar, os olhos dele brilham, úmidos, e ele passa a mão pelo meu peito, como quem ainda não acredita no que rolou, e fala com a voz rouca e baixa, quase um sussurro, que foi bom, que foi muito bom, que ele não esperava que pudesse ser assim, tão intenso e tão gostoso. Fecho os braços em volta dele, apertando, e ele se aconchega mais, a bochecha apoiada no meu peito, o corpo inteiro se encaixando contra o meu, e a gente fica ali, quietos, sentindo o cansaço gostoso tomar conta.

Comentários (1)

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  • Fernandinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Maluzinharsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk