O amigo hétero do futebol
Foda com meu amigo hétero que pagava de machão.
Eu e meu grupo de amigos éramos inseparáveis desde o ensino médio, crescemos juntos praticamente, cada um fez sua faculdade, casou ou foi morar só, ou seja, arranjamos a nossa vida e sempre cada um ajudando o outro. Quando me mudei eles que carregaram as coisas, montaram os móveis, enfim. Éramos irmãos de mães diferentes. Eles todos sabiam que eu era bi e nunca se importaram com isso, a gente ia pras festas e passávamos o rodo, íamos juntos e voltávamos juntos.
Bom, entre eles tinha o Rodolfo, chamamos ele de Rodolfinho, porque ele era grande e alto, o famoso “fordo”, sempre malhou mas tinha uma barriga. Ele era muito bonito e era o mais velho entre todos nós, tinha seus 32 anos. Ele implicava muito comigo, soltava piada sem graça e preconceituoso, enfim, os demais falavam que ele era homofóbico e tinha convicções políticas duvidosas. Eu procurava não me importar até porque ele era do grupo, e apesar disso eu também nunca me calei ou abaixei a cabeça, respondia as provocações dele no mesmo nível. Ele costumava bater na minha bunda sempre que me via, e ainda falava:
– Pelo visto dar o rabo tá te fazendo bem, tá com um bundao hein?
Eu pensava se ele era fã ou hater hahaha
E respondia sempre coisa do tipo:
– Minha rola é grande também, quer ver?
Os meninos caiam na gargalhada e ele ficava puto pro lado dele.
Eu sempre tentava cortar as gracinhas dele. Também jogando provocações.
Certo dia, estávamos bebendo em um clube já lá pelas 15 horas todos resolveram jogar bola, eu não quis por estar já bebido, ele também não jogou mas não lembro o motivo. Dado momento eu fui ao banheiro, estava de sunga, visto que estávamos no clube. Chegando lá, vou pro mictório que era aqueles de metal que parece uma pia grandona, sem divisórias, me surpreendo com ele chegando e já soltando graça:
– O banheiro feminino é do outro lado.
Eu falei:
– Então porque tu não foi pra lá?
– Porque sou macho, rapá! - Ele respondeu já estudando o peito.
Eu só ri e balancei a cabeça. Ele estava posicionado ao meu lado, mas nem me liguei muito nele. Tava dando aquele mijão de quando a gente bebe cerveja, que parece que nunca acaba. Bom, apesar de ele ter entrado depois de mim, ele acabou primeiro, quando foi sair ele deu um jeito de passar se esfregando em mim, apesar de o banheiro não ser apertado, quando passou por trás disse:
– Oh se eu quisesse.
Nessa hora eu senti a rola dele raspando em minha bunda. O filho da puta conseguiu me arrepiar com isso, o álcool desperta em mim muito tesão.
– Tu não tem coragem, só papo - respondi tentando não parecer que fiquei nervoso.
– Tira a sunga pra ver se eu não tenho coragem!
Nessas horas o tesão não te deixa pensar e eu nunca fui de negar fogo, mesmo que a chama viesse dele!
Abaixei minha sunga e exibi minha bunda pra ele e disse:
– Taí, se for meter, mete logo porque a cerveja vai esquentar.
Ele, acredito que levado pelo álcool me virou com tudo e tascou um beijo, claro que eu retribui e ele foi me levando pra dentro das cabines de banho que ficavam meio afastadas da entrada do banheiro e o local tava vazio.
Ele trancou a cabine e abaixou a sunga, na hora eu não pensei em nada, só me abaixei e mamei, a rola dele era linda! Com muita pele, saco grande, pelos na base do pau, cabeça bem vermelhinha e brilhava de tão dura, uma rola grossa de uns 18 ou 19 cm. Babei muito naquele pau, ele parecia estar com muito tesão, empurrava minha cabeça e eu metia até o fundo da garganta aquela rola. Acho que ele sentiu que ia gozar e tirou minha boca e me levantou e no mesmo ato me virou, abriu bem minha bunda e se abaixou, lambeu meu cu com a língua quente. Aquilo me fez vibrar todinho, ele molhou bem meu rabo e se levantou já encostando a cabeça. Mesmo bem babado foi um pouco difícil de entrar devido o atrito entre a pele, eu cuspi na mão e passei bem no meu cu e na rola dele e me empinei pra ele poder meter melhor, funcionou, a rola dele foi entrando e me dando um tesão inimaginável.
Quando ele encostou os pelos na minha bunda, ele me abraçou por trás e lambeu meu pescoço e costa, me arrepiei na hora. Eu tava pra explodir de tesão e não podia gemer alto, parecia tortura.
Ele começou a socar a rola em mim, tentávamos não fazer barulho, mas era impossível, o som molhado da pica dele no meu cu aumentava conforme ele ia socando mais rápido.
Ele sussurrava em meu ouvido.
– Toma rola, viadinho, eu sei que tu gosta.
Meu pau tava duraço, se eu tocasse, mesmo que pouco, eu gozava, mas ainda não era hora, queria aproveitar mais.
Nunca imaginei que o Rodolfinho pudesse me dar tanto tesão.
– Abre a bundinha pra mim, vai.
Ele deu a ordem e eu obedeci.
– Isso, gosto de putinha obediente.
Com isso ele virou meu rosto e cuspiu na minha cara. Eu sorri e passei a língua ao redor da boca pra sentir a saliva dele. Ele agarrou meu rosto e me deu um beijão, daqueles selvagens, com tesão.
Enquanto isso a rola dele entrava e saía. Eu tava adorando tudo isso.
Eu que ainda estava abrindo o rabo pra ele socar, senti quando a mão dele pegou meu pau e começou a bater uma pra mim.
– E não é que o baitolinha tem uma rola grande mesmo? - Ele falou enquanto me masturbava.
Eu que já tava me segurando não demorei muito pra gozar.
– Caralho mano, vou gozar!
Ele acelerou a mão e a estocada no meu cu. Quando soltei o primeiro jato de porra ele também gozou, ou melhor, ele me inundou.
— Toma leite no cu, viado.
Ele falava e dava uma socada funda.
– Engravida do teu macho, putinha! Sente meu leite dentro!
Ele terminou de gozar e ficou com o pau ainda duro dentro de mim, ambos ofegantes.
Ele tirou a rola de uma vez e fez cair no chão toda a porra dele, sujou um pouco até porque eu não tinha feito a chuca, mas não foi nada demais. Eu tava apoiado na parede recuperando as forças, até que ele me vira, me encosta na parede e me dá um beijo. No final, ele cospe na minha cara e lambe a minha boca e fala:
– Que fique só entre nós!
Com a voz mais safado do mundo, e eu fico ali parado, sem reação.
Ele sai e eu tranco a porta novamente. Ouço ele entrando em outra cabine e se lavando.
Ao voltar pra onde estavam as nossas coisas eu vejo que eles estavam terminando de jogar e talvez não tenham percebido nossa sumiço, e ele lá, com a cara mais sínica do mundo, fala:
– Pela cara tu viu um passarinho verde hein?
– Era vermelho e ainda cuspia leite! - respondi na hora. Todos caíram na gargalhada, tirando sarro dele.
Depois desse dia ainda fudemos mais vezes, sempre a procura vem dele e nossos amigos nem desconfiam, eu acho! Pois ele continua implicando comigo, eu só rio e fico na minha!
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Comentários (2)
Lagartixa: Que tesão.
Responder↴ • uid:7r053wnvv1José Carlos: Vcs dois são safado mostra esse cu
Responder↴ • uid:46kphpcet0b