#Gay #Incesto #Voyeur

Casa de vidro

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Scltwch

Um pai que luta pelos seus desejos e um filho que sabe exatamente onde provocar

Capítulo 1: O Silêncio da Cozinha
​A casa estava silenciosa demais para uma madrugada de terça-feira. Na cozinha, o zumbido abafado da geladeira competia apenas com o barulho distante do chuveiro desligando no final do corredor.
​Marcos estava encostado de frente para a bancada de granito, esperando o café passar. Aos quarenta e dois anos, ele exibia aquele clássico "corpo de pai": ia à academia uma vez ou outra, mantendo uma frequência solta que não chegava a esculpir nada, mas garantia um tronco largo, ombros fortes e uma leve e macia saliência na barriga. Ele vestia apenas uma cueca box preta e uma camisa social de botões, completamente aberta, exibindo o peito largo coberto por uma pelugem escura que descia em uma trilha fina pelo abdômen. Com seus 1,78m, exalava uma masculinidade rústica e desleixada.
​O som de passos descalços no piso frio o fez desviar o olhar do coador por um segundo.
​Antes que pudesse se virar, sentiu o peso de braços firmes laçarem o seu pescoço por trás. O cheiro fresco de sabonete e o calor do corpo jovem colaram-se de imediato às suas costas.
​— Sem sono... — a voz de Arthur soou baixa, arrastada, roçando bem perto do seu ouvido.
​Marcos travou. Ele segurou firme nas bordas da bancada com as duas mãos, os nós dos dedos ficando brancos, enquanto sentia a respiração do garoto bater na sua nuca.
​— Muita coisa na cabeça... — Marcos respondeu com a voz rouca, engolindo em seco, tentando manter o controle. Ele moveu levemente a cabeça para o lado, perguntando: — Demorou no banho.
​Arthur soltou uma risada baixa, os braços ainda laçados no pescoço do mais velho, enquanto deslizava o corpo para cima do de Marcos.
​— Tava precisando relaxar... — Arthur murmurou, o tom carregado de malícia.
​Nesse instante, as mãos de Arthur deslizaram do pescoço de Marcos, descendo lentamente pelos ombros largos até alcançarem o peitoral peludo. Os dedos longos e leves começaram a traçar círculos preguiçosos sobre a pele, apertando de leve os mamilos do homem, enquanto unhas curtas arranhavam sutilmente a pelugem escura. Marcos soltou um suspiro abafado e involuntário, a cabeça tombando um pouco para frente enquanto mantinha as mãos cravadas na bancada.
​Aproroveitando o transe em que deixou o mais velho, Arthur desvencilhou-se devagar, desfazendo o abraço. Ele começou a se afastar de costas, caminhando lentamente em direção à saída da cozinha, mantendo os olhos fixos em Marcos com um brilho de puro desafio. O corpo de Arthur era o oposto do pai: totalmente liso, sem um único fio de pelo, a pele clara e impecável destacando a estrutura skinny e esculpida, o abdômen trancado em V e a cintura estreita.
​Quando já estava a alguns passos de distância, com um movimento rápido e calculado, Arthur deixou a toalha branca que enrolava sua cintura despencar no chão.
​Nua, a silhueta esguia exibia uma bunda redonda, empinada e perfeitamente desenhada. Marcos, mantendo a mesma posição de costas para a bancada, virou apenas o rosto, de canto de olho, devorando a imagem do garoto completamente nu à sua frente.
​Arthur parou na soleira da porta, olhou por cima do ombro com um sorriso cínico nos lábios e provocou:
​— Quer ajuda pra dormir, pai?

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