João, Mathias e o cavalo
João e Mathias resolvem brincar com o cavalo, Mathias será destruído por isso...
João e Mathias tinham vinte e dois e vinte e três anos. Trabalhavam juntos na mesma fazenda há quase dois anos, dividindo o mesmo quarto pequeno nos fundos da sede. João era mais alto, ombros largos, peito peludo, jeito de quem mandava sem precisar gritar. Mathias era um pouco mais baixo, corpo magro e firme de quem carregava saco de ração o dia inteiro, cabelo castanho bagunçado e um jeito quieto que escondia muita coisa.
O cavalo se chamava Trovão. Garanhão preto, quase seiscentos quilos, membro que quando saía da bainha fazia os dois ficarem em silêncio demais tempo.
Era uma tarde quente. Os outros peões estavam longe no pasto. João e Mathias ficaram encarregados de lavar o animal. João tirou a camisa primeiro, o peito suado brilhando. Mathias fez o mesmo. A mangueira jogava água fria no pelo preto, a espuma escorria, os músculos do cavalo apareciam. João esfregava o pescoço e o peito. Mathias cuidava das ancas e das pernas traseiras. As mãos dos dois demoravam mais do que o necessário quando chegavam perto da barriga.
O membro de Trovão começou a aparecer. A bainha se abriu, a cabeça rosada saiu, depois o comprimento grosso e veioso. João parou de esfregar e olhou. Mathias também. O silêncio ficou pesado.
— Olha o tamanho dessa porra — João falou baixo, a voz rouca. — Nunca vi um pau assim de perto.
Mathias engoliu seco, os olhos fixos naquilo. João deu um passo mais perto, olhou em volta e, sem aviso, pegou o membro do cavalo com a mão direita. A grossura quase não cabia nos dedos. Começou a masturbar devagar, subindo e descendo a pele quente.
— Pega também — mandou, olhando para Mathias. — Não fica só olhando, porra.
Mathias hesitou só um segundo. A mão dele se juntou à de João. Os dois masturbavam juntos, as mãos se tocando no pau enorme do animal. Trovão resfolegava, as patas batendo leves no chão. O membro foi ficando cada vez mais rígido, latejando, uma gota transparente escorrendo. João passou o polegar por ela e levou à boca sem pensar. Depois olhou para Mathias e sorriu de lado.
— Experimenta.
Mathias levou os dedos à língua. O gosto era forte, animal, salgado. O pau dele endureceu dentro da calça no mesmo instante. João acelerou o movimento das mãos. Mathias acompanhou. Em poucos minutos Trovão gozou com força. Jatos espessos e brancos saíram em quantidade absurda, caindo no chão, nas botas, nas mãos dos dois. João não pensou duas vezes: abaixou a cabeça e engoliu o que ainda escorria da cabeça do pau. Mathias, o coração batendo na garganta, fez o mesmo. A boca se encheu do líquido quente e viscoso. Os dois engoliram, se olharam, e continuaram lambendo até não sobrar quase nada.
Lavaram o cavalo rápido depois disso. O silêncio entre eles era diferente. No quarto, mais tarde, nenhum dos dois falou do que tinha acontecido. Mas os dois se masturbaram na mesma cama, de costas um para o outro, o cheiro de cavalo ainda nas mãos.
À noite Mathias não aguentou.
Eram quase três da manhã quando ele cutucou João.
— Eu quero dar pra ele.
João abriu os olhos no escuro.
— Pro Trovão?
— Quero. Me ajuda.
Os dois saíram em silêncio. Levaram a lanterna e a bisnaga de lubrificante que João tinha escondido no fundo da gaveta. No boxe, Trovão estava de pé. O cheiro dos dois já fez o membro começar a sair. João acariciou o pescoço do animal enquanto Mathias tirava a calça e a cueca, ficando só de camisa aberta. O ar frio da madrugada fez a pele arrepiar.
Não dava para ficar de quatro. Trovão era alto e pesado demais. João empurrou um banquinho baixo até a parede do boxe e mandou Mathias se inclinar para frente, pernas bem abertas, tronco quase paralelo ao chão, mãos firmes na madeira. A posição era desajeitada, mas era a única que permitia o cavalo se aproximar por trás sem esmagar o corpo dele.
João ajoelhou atrás de Mathias, abriu a bisnaga e passou bastante lubrificante nos dedos. Enfiou um no cu do amigo. Mathias mordeu o lábio. João colocou o segundo, depois o terceiro, abrindo devagar, torcendo, sentindo o anel ceder. O lubrificante escorria pela coxa de Mathias. Depois João passou o resto no pau enorme do cavalo, que agora estava completamente rígido, latejando.
Segurou a base com as duas mãos e guiou a cabeça larga até o cu de Mathias.
— Respira fundo — murmurou.
A pressão foi brutal. A cabeça do monstro empurrou o anel apertado. Mathias soltou um gemido agudo, o corpo inteiro travando. João segurou o quadril dele com força para não deixar recuar.
— Empurra devagar… isso…
Centímetro por centímetro a cabeça passou. Mathias tremia, lágrimas escorrendo, o cu esticado além do limite. A dor era quente, dilatadora, como se estivesse sendo rasgado por dentro. João continuou guiando. Trovão, por instinto, avançou com o peso do corpo. O comprimento grosso deslizou para dentro, forçando as paredes internas, invadindo o intestino. Mathias soltou um grito abafado contra o próprio braço. O ventre dele parecia inchado por dentro. Cada veia do pau do cavalo era sentida com clareza cruel.
João ficou de lado, a mão ainda na base do membro do animal, vendo tudo de perto. Via o cu de Mathias se abrir de forma grotesca ao redor da grossura, a pele branqueando, o lubrificante e a saliva misturados. Trovão começou a se mover. Empurrões curtos e pesados, impulsionados pelo peso. Cada um cravava mais fundo. Mathias gemia de dor pura, as pernas bambas, o corpo suado, berrando baixo a cada investida.
— Tá te abrindo todo — João falou, a voz já rouca de excitação. — Olha o tamanho dessa porra dentro de você.
Mathias só conseguia berraar e respirar em agonia. A dor não diminuía. Era uma pressão constante e profunda nas entranhas, como se o monstro estivesse ocupando espaço que não existia. João não aguentou mais. Tirou o próprio pau da calça, já duro e latejando, e se posicionou na frente de Mathias. Segurou o cabelo do amigo com uma mão e empurrou o pau na boca aberta que gritava de dor.
Mathias engasgou no meio do berro. João não esperou. Meteu fundo, socando a garganta enquanto o cavalo continuava arrombando o cu dele por trás. Cada empurrão de Trovão fazia o corpo de Mathias balançar para frente, engolindo mais o pau de João. As lágrimas escorriam sem parar, saliva e gemidos de dor abafados pelo pau que enchia a boca. João fodia a garganta com força, olhando por cima do corpo do amigo o pau enorme do cavalo entrando e saindo do cu destruído.
Trovão acelerou. Os empurrões ficaram mais fortes. Mathias sentiu o pau do cavalo inchar ainda mais dentro dele. A dor atingiu um pico branco. Ele berrava contra o pau de João, o som saindo abafado e desesperado. João não parou. Socava a boca com violência, o saco batendo no queixo de Mathias, enquanto via o cu do amigo se abrir de forma impossível ao redor daquele monstro.
Depois veio o gozo do animal: jatos quentes e espessos inundando o intestino em quantidade absurda. A pressão interna aumentou, a porra preenchendo tudo e começando a escorrer pelas laterais apesar do aperto. João via o líquido branco sair em fios grossos ao redor do pau do cavalo, escorrendo pela virilha de Mathias, pelas bolas, pela parte interna das coxas. A visão e o som dos berros abafados foram demais. João gozou fundo na garganta de Mathias, segurando a cabeça dele no lugar, forçando o amigo a engolir enquanto ainda era arrombado por trás.
Quando Trovão finalmente recuou e o membro saiu, o cu de Mathias ficou aberto, pulsando, incapaz de se fechar. A porra continuava escorrendo em quantidade, o buraco dilatado e vermelho. João tirou o pau da boca dele, um fio de saliva e porra ligando os dois. Mathias escorregou pela parede até ficar ajoelhado no chão, o corpo inteiro tremendo, a respiração curta, o cu latejando de dor profunda, a boca suja, ainda engasgando.
João ficou em pé olhando, o peito subindo e descendo rápido, a imagem do amigo destruído — cu aberto, porra de cavalo escorrendo, boca usada — gravada na cabeça. Os dois ficaram em silêncio por um tempo. Só a respiração pesada e o cheiro forte de sexo animal no ar. Depois João ajudou Mathias a se vestir, o corpo dele ainda bambos, o cu ardiam a cada passo. Voltaram para o quarto em silêncio.
Mathias deitou de lado na cama, porque de barriga para baixo a pressão era insuportável. João ficou olhando o amigo no escuro, o pau ainda semi-duro, a imagem do cu aberto e cheio de porra de cavalo, e a boca dele engolindo enquanto berrava, girando sem parar.
No dia seguinte os dois lavaram Trovão de novo. E demoraram ainda mais.
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Comentários (3)
Fernandinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Maluzinharsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkTorratora: Muito bom. Meu sonho impossível é dar para um cavalo mas ele me mataria, me rasgando todo por dentro. Toda vez que vejo um cavalo com a pica exposta, meu cuzinho fica piscando e a boca salivando!
Responder↴ • uid:y3qul1zgzxfBeterraba: Nossa, que perfeição. Muito bem escrito, o unico defeito é que é bem curto, ja outros por aqui parecem livros e abandonamos no primeiro paragrafo.
Responder↴ • uid:fuor96t0d