Viagem com amigo para a praia
A vida entrega surpresas que mudam nossos conceitos.
Saímos da praia e aguardamos o farol. Chegamos no chuveiro do prédio e tomamos um banho rápido. As cadeiras de praia e o guarda-sol estão comigo e entramos no elevador. Abro a porta e coloco a chave, entramos. Tranco a porta e descarrego na área de serviço o material de praia. Latas de cerveja, calor intenso, dou um gole e matamos nossa sede. O Aurélio dá uma olhada e comenta:
- Calor demais. Tá com bundão!
Dou risada e tiro a sunga dando uma balançada ali na cozinha. Vejo a rola saltar da sunga dele e trocamos olhares. Ele dá uma colada na parede e ajoelho em respeito ao seu pau preto! Seguro, bato uma sorridente e aquilo engrossa na minha mão! Dou as primeiras chupadas e ele fecha os olhos fazendo carinho na minha cabeça. Mamo.
Aquela viagem significava bem mais que uma relação em andamento. Estava sendo selado ali o casamento entre sua pica preta com meu cu branco. Dois solteiros, idades bem distintas. Aurélio, magro, alto, rosto redondo com óculos e bigode, quarenta e nove anos, encontrou um cara legal de vinte anos, branco, magro e disposto a manter um relacionamento escondido. Tudo havia começado pela amizade feita na empresa e estendeu. Há algum tempo, sexo.
Ajoelhado e mãos nas suas pernas, pago mamadas rápidas. O tesão sobe, corado, sem vergonha ou pudor, coloco toda a minha tara naquela rola carnuda! É um belo pau grosso e cabeçudo e bato uma! Solto um sorriso e elogio:
- Caralhudo.
Cuspo e distribuo a saliva, mamo um pouco mais e não aguento. Meu pau está duro e meu cu piscando. Levanto e ele tira de vez a sunga. Trocamos olhares e falo:
- Vem meter.
Empino a bunda e aguardo. Ele distribui saliva, mira e passa sua rola no conhecido cu. Não importa o quanto abra ou o rasgo que ocorra e sim o vai e vem esquentando meu corpo. Curvado, dou fazendo um pouco de careta, abro a boca e fico gemendo baixo com olhos fechados e apertando meu pau.
Acostumo logo, já conheço, deixo a pica preta trabalhar trazendo muito tesão e excitação. Não há pressa, não há limite para que sua cabeça ataque o cu. Solto um sorriso, passo a língua nos lábios e curto ovai e vem! Hum!
- Isso, come.
É muito pau preto para dar conta e sou seguro na cintura, conduzido, tomo enterrada e abro a boca. Faço uma careta e aceito. Não reclamo e gosto da safadeza dele. Aperto meu pau e ele tira, um tapa na bunda e sofá!
- Senta.
Caminho com o cu piscando e sorrindo para vê-lo sentar no sofá. Faço o encaixe e escorrego até o talo, trocamos olhares e rebolo mostrando interesse na pica preta! É deliciosa, quente, fodedora! Fico quicando com o corpo na vertical e olhos fechados mordendo os meus lábios. Solto um sorriso, rebola e falo:
- Delícia.
Mãos na minha bunda, ele controla e sabe que gosto muito do seu pau. Cruzando os braços um pouco acima da bunda, ele vai ganhando velocidade! Rebolo, o pau escapa sendo novamente conduzido ao alvo. Uma demorada surra de pica resulta em gaguejadas da minha boca, caretas, não há o quê fazer! A coisa fica literalmente insana e aguento! Tomo fôlego!
- Ahhh, nossa!
Nesta altura, os arrepios e calafrios dominam com o suor escorrendo e os corpos grudando. Solto um sorriso e troco um beijo de língua com ele. O meu pau é uma tora e uma nova surra de pica preta bem demorada dá o sinal de alerta! Eu entro em tesão forte, excitação e gaguejando com caretas, permito tudo.
- Hum, nossa, delícia de rola.
Passo a língua nos lábios e a partir daí fico sentando o cu até o talo, rebolo, brinco e ele manda mais rápido, vai provocando calor, tara, o vai e vem fica rápido e ouço:
- Ahhh, ahhhh, ohhhh!
O meu corpo grudado no dele e o esperma sendo jorrado lá dentro! A forte carga não se contenta com o interior do meu cu e mela a bunda. O sexo continua com esperma saindo e também sendo distribuído dentro. Corado, quente, são os minutos restantes da relação. O esperma carrega leite grudado na bunda e eu não importo. Um tapa e levanto. Falo:
- Gostoso. Depois quero mais!
Uma piscada com sorriso e vou ao banheiro bater uma descarregando em jatos fortes o meu tesão. Três cargas fortíssimas dão o tom da tara que precisa descarregar. O banho alivia o cu aberto que dói e está quente quase ardendo e piscando. A água alivia aquela calor e grude. Tomamos banho e vestimos uma roupa.
Aurélio achou um cara safado e cheio de tara para matar suas necessidades sexuais. Por outro lado, eu encontrei nele diversão e muita rola que meu cu precisa. Parceria gostosa e agora selada por mais esperma!
Dia seguinte, ao acordar, ganho uma rapidinha em pé antes de pegarmos praia. Metidas fortes e rápidas, tudo que eu posso entregar é excitação, tara e meu cu permitindo enterradas pontuais. Gemendo, olhos fechados, caretas, curto e dou uma lambida nos lábios. Curvado e sentindo as mãos na minha bunda, levo enterradas inteiras, solto um sorriso de leve com o encaixe para que ele retome e despeje esperma em jatos! O cu expele tudo, um pouco ao chão e outro escorrendo nas pernas. Mordo o lábio, solto um sorriso e ouço:
- Gostoso.
Tomamos um banho e praia.
Ao final da tarde, voltamos para a São Paulo. Entregue na porta de casa, agradeço, solto um sorriso e teremos uma semana cheia com trabalho. O silêncio é tudo que precisamos e nada mais. O sexo vem naturalmente. Delícia de pau.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
José Carlos: Que delícia mostrar esse cuzinho gostoso pra a gente
Responder↴ • uid:46kphpcet0b