Natasha: Sou Sua Putinha, Papai" – Foda Intensa no Escritório
Se passaram 5 dias desde que perdi a virgindade para o meu pai. Aqueles dias foram uma mistura de tesão constante e medo de que alguém descobrisse. Em casa, o clima estava carregado — olhares longos, toques “acidentais”, tensão sexual que quase explodia toda vez que ficávamos sozinhos. Meu irmão também estava no jogo, mas o pai ainda era o centro dos meus pensamentos.
Naquela tarde, eu saí da escola e me surpreendi ao ver o carro do meu pai estacionado na frente. Ele raramente me buscava. Entrei no carro, o coração já acelerado. Ele dirigiu em silêncio por alguns minutos, até parar em uma rua mais tranquila, longe do movimento.
— Natasha… precisamos conversar sobre o que aconteceu — disse ele, a voz baixa e séria, mas com um tom rouco que eu já conhecia bem.
Eu olhei para ele, sentindo o rosto esquentar. As memórias da manhã em que ele me fodeu no sofá voltaram com força.
— Eu sei, pai… — respondi baixinho, mordendo o lábio.
Ele respirou fundo, as mãos apertando o volante.
— Você era virgem… eu sou seu pai. Isso não deveria ter acontecido. Como você se sente com isso?
Eu fiquei em silêncio por alguns segundos, depois olhei direto nos olhos dele, a voz suave mas sincera:
— Foi a melhor experiência da minha vida, pai. Eu nunca senti nada igual. Quando você me penetrou… quando você gozou dentro de mim… foi perfeito. Eu queria aquilo. Eu ainda quero.
Ele ficou quieto, visivelmente afetado pelas minhas palavras. O volume na calça dele começou a crescer novamente. Eu coloquei a mão sobre a perna dele, subindo devagar.
— Eu não me arrependo de nada — completei, a voz quase um sussurro. — Quero mais, pai.
Ele respirou pesado, olhando para mim com desejo e conflito ao mesmo tempo.
— Natasha… isso é perigoso.
— Eu sei. Mas eu quero.
O silêncio no carro ficou carregado. Ele não respondeu com palavras, mas o jeito como me olhou dizia tudo.
Percebi que ele não estava indo para casa. O caminho era diferente.
— Pai… onde estamos indo? — perguntei, curiosa e excitada ao mesmo tempo.
— No meu escritório — respondeu ele, a voz rouca. — Lá é mais tranquilo para o que nós vamos fazer. Fora do horário comercial, não tem ninguém.
Chegamos ao escritório. Assim que entramos e ele trancou a porta, meu pai me puxou com paixão e me beijou de maneira intensa, faminta, a língua dele invadindo minha boca enquanto as mãos apertavam minha bunda por baixo da saia. Ele me prensou contra a mesa, tirando minha blusa e o sutiã com urgência, beijando meu pescoço, descendo para os seios, chupando os mamilos com vontade, mordendo de leve.
Eu gemia, segurando a cabeça dele, o corpo todo arrepiado. Ele me sentou na mesa, abriu minhas pernas e tirou minha calcinha. Começou um oral delicioso, a língua quente lambendo minha bocetinha molhada, circulando o clitóris inchado e enfiando dentro de mim. Eu tremia, segurava a cabeça dele, gemendo sem parar. O prazer era tão intenso que gozei forte na boca do meu pai, as pernas tremendo, esguichando um pouco enquanto ele continuava lambendo, prolongando o orgasmo, sugando meu clitóris sensível até eu quase chorar de tanto prazer.
Ainda ofegante, eu desci da mesa, ajoelhei na frente dele e retribuí com a mesma intensidade. Puxei o pau dele para fora e comecei a chupar com fome, engolindo fundo, babando, olhando para cima com olhos cheios de desejo. Ele gemia, segurando meu cabelo, fodendo minha boca enquanto eu gemia com o pau dele dentro, vibrando a garganta.
Ele me levantou, me virou de costas sobre a mesa e me penetrou com força. O pau grosso entrava fundo, batendo no fundo da minha boceta. Eu gemia alto:
— Ai, papai… me fode assim… mais forte!
— Isso, filhinha… toma o pau do papai… tão apertadinha… — respondia ele, estocando com intensidade, dando tapas na minha bunda.
Ele me virou de frente, levantou uma das minhas pernas e continuou metendo, os seios balançando com cada estocada. Depois me sentou na mesa novamente, abrindo bem minhas pernas e fodendo com tudo, o barulho molhado enchendo o escritório.
— Papai… eu sou sua putinha… me enche de porra… — gemi, quase sem voz.
— Filhinha safada… o papai vai gozar dentro de você… — rosnou ele.
Gozei primeiro, apertando o pau dele, o corpo convulsionando. Ele meteu mais algumas vezes e gozou forte, enchendo minha bocetinha de porra quente, gemendo meu nome.
Ficamos abraçados na mesa, suados e ofegantes. O escritório estava silencioso, só nossa respiração pesada.
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Comentários (7)
Aline: Que delicia, não tem nada melhor que isso amooo rsrs.
Responder↴ • uid:1ei7hix712ivRenata: Delicia de conto, vocês pretende ter filhos algum dia? Eu tive com o meu irmão.
Responder↴ • uid:41ii2nn4k0cAline: Caraca sério?
• uid:1ei7hix712ivNatasha: Eu e meu já conversamos sobre filhos Mas não para agora
• uid:81rd09949jTuga tarado: Safada boa! ;)
Responder↴ • uid:b9408ou4fykTuga tarado: Ela querendo, não há mais como parar. O pai vai comer ela sempre com ou sem a mãe saber ;) é uma tesao louca essa, proibida. Ela vira a putinha da casa para pai e irmão e pode vir a ser comida pelos dois em simultâneo.
Responder↴ • uid:b9408ou4fykNatasha: Não tem nada melhor
• uid:81rd09949j