#Gay #Teen

Riscos com desconhecido que conheci no parque

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profdepau27

Tenho dois contos já publicados, agradeço quem está lendo e bastante animado. Tenho 27 anos, branco, 1.73 de altura e gay. Solteiro e sem filhos, moro só. Quebrei o tabu ao permitir sexo em casa pela primeira vez e o meu parceiro é gente legal. Normalmente, eu não dou esta brecha e criei coragem. O relacionamento está sendo ótimo. O conto, desta vez, é um alerta sendo reflexões para o leitor e a leitora. Espero que gostem.

Conforme o conto anterior, eu iniciei sexualmente cedo e com homem através do primo do meu pai e em casa. Novinho e somente com dezesseis anos, eu queria experimentar e não sabia com quem, pensei que só faria após os dezoito e como pintou clima e oportunidade, rolou antes. O corpo pedia, ansioso e curioso, dei e após três relações, eu estava certo que era bom e queria mais. Teria que procurar e diante da minha jovem idade, medo dos meus pais descobrirem e a falta de quem chegasse junto, acabou gerando um lapso temporal enorme de seis meses para conhecer outro pau.

Ao enjaular em casa, meus pais mataram minha liberdade. Eu precisava sair para gerar noções de segurança própria, confiança e autonomia. Este soltar controlado como se carrega um cachorro, dando mais ou menos corda, foi muito ruim gerando uma sensação de insegura contínua. Obviamente, eu saía para passear, um parque, museu, pinacoteca, uma igreja e sexo só pintaria caso alguém chegasse junto, transmitisse confiança e mantivesse sigilo. Percebi que gente próxima ou próximo de casa não seria legal e altamente arriscado, o negócio era contar com a sorte, fazer uma amizade e daí sim, transar.

Sabe quando o cachorro se solta e dispara correndo? Foi bem assim comigo. Sem a malandragem, eu fui alvo fácil de gente oportunista. A louca vontade em experimentar novamente e um cara tarado, se uniram numa conversa em parque e dali saí com ele indo na sua casa e dando! O bom que ele foi educado e sua pica preta não. Quarenta e sete anos, magro, aproximadamente 1.76 para 1.77 de altura, o caralho dele fodeu forte dando um tesão rápido e conquista do meu cu quase imediata! Gaguejei demais, caretas, ais, uma pica comprida e cabeçuda rasgando por dentro e querendo sexo na base da força bruta e conquistou meu cu desta forma! Cheguei a suar e precisei tomar fôlego nas suas pegadas! Após levar muita enterrada, rebolar e sorrir, eu levei uma forte carga de esperma dentro, o cu babou muito e ele ainda foi bem gentil ao deixar tomar um banho, levar no Metrô para eu voltar! Analisando hoje, puta risco do caralho! O cara podia ter DST, estuprar e até coisa pior! Hoje, não recomendo de maneira alguma isto.

Por quê aconteceu isto? Falta de orientação dos pais! O corpo não fala que só é permitido aos dezoito. A vontade manifesta bem antes e inclusive, a lei que impõe isto é obsoleta. Corri um seríssimo risco e caso fosse orientado, tivesse a compreensão dos meus pais, eu poderia escolher com quem e onde. Onde eu fui receber orientação? Na escola! Não cheguei e falei que era gay e sim informativos prevenindo DST usando camisinha, orientações sobre comportamentos alheios etc. Dependesse dos meus pais, eu nunca saberia disto!

O sexo com este cara foi quente, delicioso, tenso, excitante. Ele entendeu a minha necessidade, fez o papel dele e foi um cara idôneo. Eu poderia não ter sorte uma segunda vez com outro. Foi excelente, adorei, matou a carência e deixou lições para o futuro. Arrisquei e tive uma puta sorte recebendo um suculento caralho negro que deu um tesão inesquecível e ainda colocou fogo no meu cu de vez! O problema? Estava tudo errado! Eu queria chegar nos meus pais e falar que curtia pica. E o medo? Concluí que eu precisava saber cuidar da minha pessoa pois meus pais eram bons para dar ordens e zero para orientações tão importantes como o sexo. A escola que corrigiu os meus erros. Fica a lição.

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