#Gay #Teen #Virgem

Fugindo da escola

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azulares

Bom, eu já contei algumas histórias aqui, mas resolvi voltar para compartilhar alguns acontecimentos da minha vida.

Como não vou dar continuidade aos relatos anteriores e não vou usar o mesmo nome, acho justo me apresentar novamente.

Tudo começou quando eu tinha cerca de 15 anos. Desde cedo, participava de grupos de WhatsApp, acabei conhecendo e conversando com pessoas mais velhas com frequência.

Foi em um desses grupos que me apresentaram o aplicativo Grindr. Curioso, resolvi baixar para entender como funcionava. Aos poucos, fui descobrindo o propósito do aplicativo, comecei a conversar com algumas pessoas e também passei a me interessar por trocar nudes.

Foi assim que conheci um cara que dizia gostar de meninos mais novos. Depois de um tempo conversando, marcamos de nos encontrar. Ele iria me buscar na escola, então, naquele dia, acabei matando aula para encontrá-lo.

Eu estava bastante nervoso. Ele chegou de moto, tinha 1.80, era forte, voz grossa e forte. Então eu subi na moto e seguimos até um motel. (durante a corrida ele me passou varias interações caso eu fosse questionado de algo)

Chegando lá, ele me beijou de língua. Fiquei assustado porque ele beijava bem rápido, mas com o tempo eu acabei pegando o jeito. Nisso ele já estava apertando minha bunda, colocando a mão dentro da minha cueca; eu, ainda tímido, só estava passando a mão por cima do volume dele, que por sinal estava bem alto. Como era minha primeira vez, não sabia muito o que fazer, então ele conduziu minha cabeça para baixo e colocou o pau para fora. Ele saltou diante de mim: era branco, glande rosa, além de pentelhudo, era grosso. Hoje, entendo que tinha uns 18 cm. Então eu comecei a chupar lentamente. Ele pedia para eu chupar o saco também, então fiquei revezando entre os dois. Em um momento, ele se deitou na cama e pediu para eu continuar, só que dessa vez eu fiquei de quatro, empinando um pouco para o lado. Ele estava começando ou tentando me dedar, e nessa hora ele pergunta se era minha primeira vez. Eu falei que não e ele me questionou novamente por estar bem aberto. Como eu sempre brinquei com meus primos, não era nada muito grande ou grosso, ou talvez nunca nem tivesse perdido de fato, já que nenhum deles era mais velho — sempre fomos da mesma idade.

Nisso ele pede para eu ir para o canto da cama e ficar de quatro, coloca a boca próxima ao meu cuzinho, cospe e depois começa a chupar. Hoje em dia sinto falta desse homem; ele me chupava como se quisesse me comer (literalmente), ficava linguando meu cuzinho e mordendo minha bunda, dava uns tapinhas e pedia para eu rebolar.
Ele foi para o balcão onde tinha deixado uma mochila, pega a camisinha e coloca em seu pau, jorra um pouco de lubrificante no meu cuzinho e começa a tentar entrar. Confesso que estava doendo muito, eu senti que estava me rasgando, então falei que estava doendo e ele parou. Pediu para eu me deitar na cama de ladinho, encostou em mim e me abraçou. O pau dele foi entrando lentamente; ele ia beijando meu pescoço e mordendo minha orelha. Lembro que teve um momento em que perguntei se tinha entrado todo, então coloco a mão para sentir e percebo que faltava muita coisa ainda. Então ele começa a fazer os movimentos de vai e vem. Estava doendo um pouco; nisso ele fala "tá todo no teu rabo" entre os gemidos eu dou um sorriso para demonstrar que estava orgulhoso. Os movimentos foram aumentando. Ele já não estava abraçado em mim, só segurava minha cintura para ajudar nos movimentos. Eu tentava bater uma, mas quando ele percebia, tirava minha mão. Então eu, só já entregue, peço para ele me fazer cavalgar. Os movimentos eram rápidos, as estocadas faziam barulho, minha bundinha era esmagada. Então ele pede para eu ir me virando lentamente para o lado e dessa forma ficar de bruços, sem o pau sair do meu cuzinho. Então obedeço; ele já em cima de mim, com todo seu peso me deixa sem saída, as mãos próximas do meu rosto como se fosse fazer flexão, e então as estocadas começam. Meu gemido abafado no travesseiro, meus dedos dos pés se contorcendo de dor, eu aviso que não estou aguentando e começo a gemer com um tom de choro. Ele para os movimentos, fica descansando ali mesmo em cima de mim, me beija daquela forma e pede para eu ir subindo para ficar de quatro sem tirar o pau dele, só que dessa vez não dá certo: o pau dele escapa e pela primeira vez ele vê o estado do meu cuzinho. Ele anuncia: "Caralho, tá muito arrombado!". Eu fico assustado e coloco a mão direto nele, percebo que meus dedos entram fácil e que meu cuzinho estava bicudo, inchado de tanto vai e vem... Me pergunto?

Então ele me puxa para a borda da cama e me pede para ficar de quatro, coloca tudo e vai socando. Aquele homem sabia o que estava fazendo: ele dava tapa na minha bunda e ficava falando que ia me deixar pronto para outros machos. Como na época eu tinha cabelo cacheado, ele me pegava pelos cabelos e dava uns tapinhas no meu rosto, mas o que não esqueço é que as mãos dele raramente saíam da minha cintura. Aquilo dava um poder sobre mim; mãos grandes e ásperas na minha cintura fina, me forçando a ir para a frente e para trás, me conduzia por completo. Meu cuzinho já estava frouxo, eu sentia isso e também pelos barulhos: a cada estocada, sons de peido saíam, era o ar dentro de tanto ele ficar brincando de colocar e tirar.

No fim, o safado me comeu de todos os jeitos e gozou. Ele estava segurando o máximo porque queria aproveitar. Eu ainda tentei bater uma, mas não gozei naquele dia. Voltei para casa sentindo que estava faltando algo em mim, um vazio. Hoje acho que eram minhas pregas, e o vazio foi o buraco que tinha ficado.

Espero que tenham gostado. Vou trazer mais histórias com ele, porque por muito tempo ele me usou.

Comentários (2)

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  • Fett Ferkel: Oi sou novinho tambem quero alguem para me comer gostoso

    Responder↴ • uid:sjf8e0d2
  • Lipe QR mlk: Deve ser uma delícia te fuder

    Responder↴ • uid:40vozue620c