#Assédio #Teen #Voyeur

Lilika Ama Pika - Iniciando uma putinha 4 (meu primeiro programa)

1.4k palavras | 1 | 4.33 | 👁️
Lilika

Novinha, putinha e viciada em sexo. O velho da vila foi o primeiro, depois meu tio, e eu aprendi a dar o cuzinho. Depois aprendi a ganhar dinheiro.

Depois que meu tio me abriu todos os buraquinhos, sempre que podia ele me comia, e Sr Geraldo também.

Certo dia eu estava voltando da escola pela estrada quando um caminhão parou no acostamento logo a minha frente.

- Quer carona putinha? O caminhoneiro perguntou, eu parei sabendo e perguntei pra ele.

- Como você sabe que eu sou putinha? Eu perguntei inocentemente, e só depois eu entendi que ele estava procurando uma puta, não que ele soubesse de nada.

- Eu pago $100 pra te comer inteirinha, ele falou abrindo a porta do caminhão, e apesar de um certa dificuldade pois os degraus eram altos, eu entrei e me sentei no bando do passageiro.

Eu estava vestindo um shorts e um top. Assim que eu entrei ele mandou eu erguer o top e baixar o shorts. Eu fiz o que ele mandou..

- Que tinha linda e essa bucetinha lisinha, oh delicia. O pau dele, apesar de estar dentro do shorts dava pra ver que já estava duro. Ele era um velho, forte, careca . Ele tirou o pau pra fora do shorts e falou. Mama, puta, vem chupar o pau do seu macho.

Eu na mesma hora baixei minha cabeça e comecei a chupar o pau dele. O pau não era grande, mas tinha uma chapeleta grande e gorda. Ele ligou o caminhão, e foi dirigindo e quando eu chupava o pau dele, e ele brincava com a minha tetinha.

Ele então parou em um posto de gasolina, fechou todas as cortinas do caminhão e mandou eu deitar de bruços na cama atrás do banco.

Eu já sabia o que aconteceria, ele então tirou uma pomada do porta luvas, e passou no meu cuzinho e no pau dele. Ele não me chupou, não me exitou, apenas brincava com a minha tetinha, e isso era o suficiente para fazer minha bucetinha piscar.

Ele então posicionou o pau na entradinha do meu cuzinho e empurrou, sem cuidado, apenas enterrou fundo, a dor foi enorme eu gritei, e ele me deu um tapa,

- Não Grita Vadia, ele falou empurrando mais fundo, ele enterrou fundo, eu sentia a bola dele batendo na minha bucetinha, doía muito e eu chorava, mas ele enterrava o pau e tirava para fora como se eu fosse uma boneca.

Não deixou muito ele encheu meu rabinho de leite, putinha gostosa e apertadinha, vadia de rua, eu vou te arrombar toda, ele falava enquanto gozava.

Apesar de ter gozado o pau dele estava duro, ele me virou de barriga pra cima, ergueu minha perna, me deixando como um frango assado e novamente enterrou o pau dentro de mim.

Minha bucetinha se abriu enquanto eu sentia ele entrando fundo, o pau dele batia dentro de mim, e a cada vai e vem o meu grelinho era massageado. Eu comecei a gemer sentindo prazer.

- Geme na minha rola vadiazinha, olha que biscatinha, ele falava, me deixando mais louca ainda. Que Delicia, eu estava adorando, e gemia cada vez mais alto. Quando eu gozei minha perna tremia, minha bucetinha piscava.

Ele então tirou o pau da minha bucetinha e enterrou na minha boca, eu deitada ele socava como se estivesse fudendo uma bucetinha, eu sentia bater fundo na minha garganta, sentia a ânsia, meus olhos lacrimejando, até que ele gozou, me fazendo engasgar, mas eu consegui engolir tudo.

Ele então colocou a roupa e desceu do caminhão, mandando eu me arrumar e descer para pegar meu dinheiro.

Quando eu desci, percebi que estávamos no estacionamento do posto, mas bem afastados, que ao lado do caminhão dele estava outro caminhão e ele estava conversando com outro caminhoneiro, ao me aproximar ele passou a mais pelo meu ombro, e apertando minha tetinha com o dedo, de uma mão, com a outra me entregou os $50,00.

- Meu amigo quer serviço completo, você aguenta? Ele perguntou, eu então me afastei dele e abracei o amigo dele, sem falar nenhuma palavra. O amigo dele, um negro forte e alto, passou o braço pela minha costa e começou a dedar meu rabinho.

- É Zé, vou terminar de arrombar esse cuzinho!! Somente nessa hora descobri o nome do caminhoneiro, é na sequência acompanhei o segundo caminhoneiro pra boleia.

Quando eu entrei no caminhão, ele mandou eu ficar pelada, mamou minha tetinha um pouco e me colocou ajoelhada no banco do passageiro, apoiada na janela, com a cabeça pra fora. Eu não vi o pau dele, apenas senti o dedo grosso dele passando creme no meu rabinho, que já estava dolorido.

O Zé estava sentado no caminhão dele, ao lado do caminhão em que estávamos, assistindo a tudo.

- Vadia, vou assistir o Tonho te arreganhar, e deu uma risada, logo em seguida senti o pau do Tonho entra de uma vez. Percebi que aquilo não era um pau, era um monstro, a dor foi enorme, eu gritei de dor, e comecei a chorar.

O Tonho assim como o Zé não se importou, continuou socando, eu sentia meu cuzinho rasgando, enquanto eu chorava vi o Zé batendo uma punheta. O meu corpo batia contra a porta, eu segurava com as mãos a porta, enquanto meu corpo até a barriga estava pra fora da janela.

Minha cara de dor, meu gemido alto, tudo deixava claro a dor que eu estava sentindo, inacreditavelmente aquilo estava me excitando, eu comecei a gemer de prazer, o Tonho enfiava cada vez mais fundo, as bolas dele batiam na minha bucetinha, o pau do Tonho saia todo pra fora e ele enterrava novamente, me empurrando contra a porta.

- Goza vadia, ele falou, socando o pau em mim, para minha surpresa a ordem dele fez meu corpo se contrair, e eu explodi em um gozo alto, e logo em seguida o Tonho encheu meu rabo de porra.

O Tonho então sentou no banco do motorista, enquanto eu continuava na janela, sem eu mudar se posição ele começou a enfiar os dedos na minha xotinha, e começou a me fudeu com os dedos, eu sentia os dedos dele entrando e brincando dentro de mim, tudo isso sobre os olhos atentos do Ze. Passado um tempo ele parou, se posicionou atrás de mim e avisou.

- Chegou a hora dessa bucetinha, putinha, ao mesmo tempo ele foi enterrando aquele monstro na minha bucetinha. E novamente quando ele enterrava fundo eu sentia doer, mas o vai e vem me fazia babar de prazer.

De repente, ele enterrou o dedo no meu cuzinho, eu sentia o dedo dele e o pau dele dentro de mim, eu gemia com o metade do corpo pra fora da janela, olhando para o Zé, que ria vendo minha cara de vadia e de dor ao mesmo tempo. As bolas dele batiam contra meu corpo fazendo barulho, eu gemia olhando pro Zé, enquanto dois dedos estavam enfiados meu meu cuzinho.

Aquilo era uma loucura, apesar de muito empapada, e muito excitada demorou um tempão, até o Tonho encher minha bucetinha de leite.

Eu não gozei dessa vez, ele então pegou $50 na carteira, mandou eu me vestir e sair.

Quando eu saí, encontrei o Zé no meio do caminho, que apenas falou.

Daqui dois dias vou pernoitar nesse postos, putinha. Eu entendi o recado e falei, está bem Zé. Ele então me corrigiu.

- Senhor Zé, pra você vadia.

Quando eu cheguei em casa, meu tio estava no sofá, falou que queria me fuder, eu obediente tirei minha roupa, ele me colocou de joelho no sofá, e começou a fuder meu cuzinho.

- Sua puta, pq seu cu tá arrombado?

- Dois caminhoneiros pagaram pra me comer tio, eu respondi, ele deu risada e me fudeu até gozar. Depois perguntou quanto eu tinha ganhado, falei que $100,00, ele pegou os $100 pra ele falando que tinha quem pagar a conta de luz que tava atrasada.

Depois deste dia, sempre que dava eu fazia programa mas agora eles pagavam direto pro meu tio, que sempre encontrava um cliente novo para mim.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Thiago: Quantos anos vc tinha na época?

    Responder↴ • uid:1co7k3kxubwb