Thiago no cinema porno
Eu na primeira Vez que fui no cinema porno, acho q por ser carne nova, todo mundo quis me usar.
Sou o Thiago.
Quando tinha 19 anos, fui pra São Paulo e, depois de tanto ouvir falar, resolvi que tinha que conhecer o cinema pornô da República. Aquele lugar que todo mundo fala que é puro putaria, cheio de cara solto, mãozinha no escuro e gente se tocando sem vergonha.
Na porta eu já tava tremendo. O coração batia forte, a mão suava, as pernas quase falhavam. Nunca tinha entrado num lugar daqueles. Nunca tinha visto de perto aquele tipo de clima. Mas o tesão falava mais alto que o medo. Era uma vontade quente, apertada na calça, que não me deixava virar as costas.
Respirei fundo, paguei a entrada e cruzei a porta. O cheiro de mofo, suor e sexo batia na cara junto com a escuridão. O barulho baixo dos gemidos da tela misturado com o som de gente se mexendo nas poltronas… e eu ali, nervoso pra caralho, mas já com o pau duro só de imaginar o que ia encontrar do lado de dentro.
O coração ainda batendo forte no peito.
O lugar era um labirinto de corredores estreitos e portas semiabertas. Fui conhecer os ambientes: uma sala com telas de pornô gay, outra de hetero, e mais adiante aquelas salas quase sem luz, os dark rooms, onde só se enxergava vultos se mexendo. O cheiro era pesado — suor, sexo, mofo e aquele aroma doce de lubrificante no ar.
Nas salas escuras eu vi gente transando na penumbra. Casais, trios, mãos, bocas, corpos se enfiando um no outro sem pressa, sem vergonha. O som de pele batendo, gemidos abafados, a respiração pesada de quem estava no meio da putaria. Meu pau já estava duro só de olhar.
Fui pra sala de pornô gay. As luzes vermelhas baixas, as telas piscando cenas intensas, o som dos gemidos ecoando baixo. Sentei numa poltrona no fundo, as pernas abertas, ainda meio tenso, mas o tesão falando mais alto.
Não demorou. Um cara parou atrás de mim. Senti a presença dele antes de ver. Quando olhei de canto, ele já estava com o pau pra fora, grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando. Levantei a mão sem pensar muito, peguei aquele pau quente e pesado e comecei a masturbar. Em segundos eu já estava de cabeça virada, engolindo ele, chupando fundo, sentindo o gosto de pele e pré-gozo na língua enquanto ele segurava minha cabeça.
O pau na minha boca era quente e grosso. A pele lisa deslizava na língua, o gosto salgado do pré-gozo se misturando com a saliva que já escorria pelo canto da boca. Cada vez que eu engolia mais fundo, a cabeça batia no fundo da garganta e eu engasgava de leve, os olhos marejando, mas eu não parava. A mão dele apertava meu cabelo, guiando o ritmo, e eu sentia as veias latejando contra o céu da boca.
Ao mesmo tempo, atrás, o outro pau abria caminho. A pressão inicial foi forte — a cabeça larga forçando a entrada, esticando a pele, um ardor quente que subia pela coluna. Quando ele empurrava de uma vez, o volume preenchia tudo, pesado, pulsando lá dentro. Cada estocada batia fundo, a bunda tremendo com o impacto, a pele da minha coxa arrepiando. O lubrificante (ou saliva, eu nem sei) fazia o movimento mais molhado, o atrito quente e escorregadio, o pau entrando e saindo com um barulho úmido que eu ouvia mesmo com a boca ocupada.
Meu próprio pau estava duro pra caralho, latejando contra a poltrona, a cabeça sensível esfregando no tecido. Gotas de pré-gozo escorriam, e a cada estocada mais forte eu sentia o prazer subir pela virilha, misturado com o ardor gostoso de estar sendo aberto. As pernas tremiam. O suor escorria pelas costas. O cheiro de sexo, suor e pau invadia o nariz. O coração batia tão forte que eu sentia no ouvido.
Era tudo ao mesmo tempo: a boca cheia, a garganta apertada, o cu esticado e quente, o corpo inteiro tensionado entre o nervosismo que ainda restava e o tesão que dominava cada músculo. Cada gemido abafado meu vibrava no pau que eu chupava, e cada vez que o cara de trás metia mais fundo, um choque elétrico subia pela espinha.
O cara de trás gemeu baixo e meteu fundo uma última vez. Senti o pau dele latejar forte dentro de mim, pulsando, e aí veio o gozo quente, grosso, enchendo meu cu. O jato quente se espalhou lá dentro, escorrendo pelas laterais enquanto ele ainda empurrava, esvaziando tudo. A sensação era quente, molhada, o volume do porra se misturando com o lubrificante e escorrendo pela minha bunda aberta quando ele tirou o pau.
Mal ele saiu e já outro tomou o lugar. Sem intervalo. Um pau diferente — mais grosso, mais quente — enfiou de uma vez só, empurrando o gozo do anterior ainda mais fundo. O impacto fez minhas pernas tremerem de novo. Eu gemia com a boca cheia, o som abafado.
Em volta de mim já tinha se formado uma roda. Homens parados, paus na mão, alguns se tocando, outros só olhando. O cheiro de sexo ficou mais forte, o ar quente com o odor de porra e suor.
O primeiro, aquele que eu estava mamando, segurou minha cabeça e gozou. O jato quente e salgado bateu no fundo da língua, escorrendo pela garganta. Eu engoli o que deu, o resto vazando pelo canto da boca, escorrendo pelo queixo.
Antes mesmo de eu conseguir respirar direito, outra mão agarrou meus cabelos com força. Puxou minha cabeça pra trás e enfiou o pau fundo na goela, de uma vez. A cabeça grossa bateu no fundo da garganta, eu engasguei, os olhos marejaram, a saliva escorreu. Ele não teve piedade — começou a socar, fudendo minha boca no ritmo que ele queria, o pau entrando e saindo molhado, o barulho de engasgo e saliva se misturando com os gemidos da sala.
Eu estava no meio daquela roda, cu cheio de porra sendo fudido de novo, boca aberta e usada, o corpo inteiro tremendo entre o prazer e a falta de ar.
Depois de dar pra uns quatro seguidos e chupar uns cinco, meu corpo já estava pesado. A bunda ardia, o cu ainda aberto e escorrendo porra, a garganta irritada de tanto engolir. Saí da sala cambaleando, fui até o bar e tomei um refrigerante gelado. O líquido frio desceu queimando um pouco a garganta, mas aliviou. Respirei fundo no corredor, o suor escorrendo pelas costas, o pau ainda semi-duro, a cabeça um pouco tonta.
Não aguentei ficar parado. Fui pro dark room.
Lá dentro a escuridão era quase total. Só se enxergavam vultos, o brilho fraco de algum celular distante, o cheiro forte de sexo e suor. Mal entrei e já me empurraram. Costas batendo na parede fria, mãos me virando de frente pra ela, calça sendo puxada de novo. Alguém me prensou com o peito, outro corpo se colou atrás.
Não vi o rosto de ninguém. Não deu tempo. Só senti a cabeça de um pau grosso se encaixando na entrada já molhada e frouxa, e de uma vez ele meteu. O volume abriu de novo o que ainda estava sensível, o ardor misturado com o prazer quente de ser preenchido. Ele meteu fundo, sem pressa no começo, depois mais forte, a bunda batendo no corpo dele, o som úmido ecoando no escuro.
Quando ele tirou, outro já estava no lugar. Pau diferente — mais fino, mais comprido — entrando fácil por causa da porra que ainda escorria. Depois veio outro, mais grosso, esticando de novo. Eu nem conseguia contar quantos. Só sentia meu cu sendo aberto, preenchido, esvaziado, e logo em seguida outra rola diferente empurrando pra dentro. Às vezes duas mãos seguravam minha cintura, às vezes alguém me puxava pelo cabelo, às vezes só o corpo quente colado nas minhas costas.
A parede fria no peito, o suor escorrendo, o cu latejando a cada troca de pau. Eu gemia baixo, a boca aberta contra a parede, sem saber quem estava me arrombando naquele momento. Só sentia. Rolas diferentes, ritmos diferentes, volumes diferentes… e o corpo inteiro entregue no escuro.
Perdi as contas de quantos me fuderam no dark room. O cu já não era mais o mesmo — aberto, latejando, escorrendo porra de vários, a pele ao redor vermelha e sensível. Saí dali cambaleando, o corpo suado, fedido a sexo, a calça ainda meio abaixada, o cheiro de porra e suor grudado na pele.
Fui pro banheiro. O espelho sujo, o chão molhado, o cheiro de mijo e desinfetante barato. Estava me lavando as mãos quando senti a presença atrás de mim.
Era um negão grande, peito largo, ombros largos. Sem falar nada, ele me virou de frente pro espelho e abaixou minha calça de uma vez. Quando olhei pra baixo, o pau dele já estava pra fora. Parecia uma lata de Coca-Cola — grosso pra caralho, a cabeça larga, as veias saltadas, o volume impressionante. Eu engoli seco só de ver.
Ele cuspiu na mão, passou no pau e encaixou a cabeça na minha entrada. Mesmo com o cu já aberto e cheio de porra, a pressão foi absurda. Aquele volume não entrava fácil. Ele empurrou com força e a cabeça larga abriu tudo de novo. Eu gritei. Foi um grito alto, de dor pura — o ardor subindo pela espinha, a sensação de estar sendo rasgado, o cu esticando além do que eu achava possível. As pernas tremeram, as mãos se apoiaram na pia, os olhos marejaram.
Ele não parou. Continuou empurrando, centímetro por centímetro, até enfiar tudo. O pau grosso preenchendo cada milímetro, o peso dele me prensando contra a pia, o calor absurdo daquela rola latejando lá dentro. Cada estocada era profunda, pesada, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo com força, o barulho molhado e o impacto fazendo minha bunda tremer.
A dor era real. Queimava. Mas misturada com ela vinha um prazer sujo, intenso, que fazia meu próprio pau endurecer de novo contra a pia fria. Eu gemia e gemia, a voz rouca, o corpo inteiro suado e sujo, o cheiro de sexo ainda mais forte agora. Ele metia sem piedade, segurando minha cintura com as mãos grandes, e eu… eu adorava. Cada centímetro daquela rola monstra me arrombando, cada grito que saía da minha boca, cada jato de dor e prazer misturado.
Ali no banheiro sujo, fedido, sendo fudido por aquele pau absurdo, eu só conseguia uma coisa: eu era uma puta.
Quando o negão terminou, ele gozou fundo, o pau latejando forte dentro de mim, o jato quente e grosso enchendo ainda mais o que já estava esticado e sensível. Tirou devagar e eu quase desabei. As pernas não aguentavam mais. O cu latejava, aberto, ardia, escorrendo porra. O corpo inteiro estava pesado, suado, sujo, fedido a sexo. Não tinha mais força pra quase nada.
Arrastei a calça pra cima como deu e saí cambaleando do banheiro. Fui até a sala de filme hetero, onde a luz era um pouco menos escura e as telas mostravam cenas de homem e mulher. Sentei numa poltrona no canto, o corpo mole, a respiração ainda ofegante, o pau mole e sensível dentro da calça. Queria só descansar um pouco, deixar o corpo se recuperar.
Não deu. Um cara parou na minha frente, já com o pau pra fora. Sem falar nada, ele segurou minha cabeça e aproximou a rola da minha boca. Eu estava esgotado, a garganta ainda irritada, mas abri mesmo assim. Ele enfiou. O pau quente deslizou pela língua, eu chupei por reflexo, sem energia de verdade, só deixando ele usar. Ele meteu fundo algumas vezes, a cabeça batendo no fundo da garganta, eu engasgando de leve, a saliva escorrendo.
Não demorou. Ele gemeu, segurou minha cabeça e gozou. O jato quente e salgado encheu a boca. Eu engoli tudo — a última porra daquela noite — sentindo o gosto forte escorrer pela garganta.
Quando ele saiu, eu fiquei sentado mais um minuto, o corpo inteiro formigando, a boca com gosto de porra, o cu ainda latejando. Depois me levantei, ajeitei a roupa e saí.
Na rua a noite estava fresca. O ar frio bateu no rosto suado. Eu caminhei devagar, o corpo dolorido, sujo, fedido… e completamente satisfeito.
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Comentários (1)
Gordinho passivo: Ótimo conto, já passei por isso e sei como é bom
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