Ajudando minha irmã em seu casamento
Minha irmã Suzi, dez anos mais velha que eu foi estudar em Curitiba quando eu ainda era uma crianças. Nós duas sempre nos demos muito bem, especialmente por ela ser a mais velha de cinco irmãos e principalmente por sermos as duas únicas fêmeas. Meus três irmãos não ligavam muito para nós, assim quando Suzi trouxe pela primeira vez seu namorado Arthur, fui eu quem os levou nos pontos turístico e contei o que eu sabia sobre a cidade, passando a estender a amizade que tinha por minha irmã ao então seu namorado e as visitas se repetiram e sempre que lembrava deles, eu recordava dos olhares de Arthur para meus peitinhos, para minha bundinha e seus abraços gostosos. Quando meu pai perguntou o que eu queria de presente pelos meus dezesseis anos, que é em julho, pedi para passar uma semana na casa de Suzi. Fui atendida e um dia depois de meu aniversário, meus pais me embarcaram em um ônibus noturno em direção à Capital do Paraná, onde cheguei ainda de madrugada usando uma jaquetinha e assim que o ônibus abriu a porta, minha impressão é que eu estava entrando em uma geladeira. Tremendo de frio, fui abraçada rapidamente por Suzi e Arthur abriu seu casaco forrado de pele e me cobriu, fui embaixo de sua asa até o carro. Minha irmã tomou a direção e eu Arthur nos aninhamos no banco de trás. Estava super gostoso ele esfregando as mãos na minhas coxas, nos meus ombros para me aquecer, mas logo eles parou de esfregar as mãos e passou a alisar, elas estavam em meus seios e eu olhei dentro dos olhos dele que brilhavam como os olhos de um louco e ele parou de alisar meus seios e levou o dedo até minha racha, olhei desesperada para Suzi que falava alguma coisa e prestava a atenção pelo caminha e fechei as pernas evitando que ele continuasse a mexer na minha bucetinha que ele com certeza sabia ser virgem. Chegando no apartamento, corri para o chuveiro quente e Suzi se trancou comigo lá e passamos a conversar quando ela colocou que o casamento não estava bem, limitando-se a dizer que o motivo principal era que seu marido tinha lhe feito propostas que ela embora até tivesse vontade, tinha medo de fazer. Julgando o que tinha acontecido no carro e o que ela tinha acabado de dizer, entendi tratar-se de coisas referentes a sexo e limitei-me a ouvir. Depois de desabafar Suzi não fez a menor questão disfarçar, examinou cada centímetro de meu corpo e disse: "Nossa seu corpo está ainda mais bonitos que no verão quando estivemos em Santos". Fiz aquele charminho enquanto vestia um pijaminha de flanela emprestado de Suzi e ela continuou: "Agora de manhã terei que ir a Universidade entregar umas notas que deveria ter entregue na semana passada e é melhor você ir comigo". Obviamente ele estava com medo de me deixar sozinha com meu cunhado. Do nada ela olha sério dentro de meus olhos e diz: "A única mulher que eu confiaria para realizar as fantasias de meu marido e estabilizar meu casamento é você. Você ainda é virgem?". Incrédula no que acara de ouvir, apenas abracei Suzi sentindo o desespero dela e não sei se por pena ou por vontade de viver uma aventura com pessoas de confiança, cochichei no ouvido de minha irmã: "Eu vou te ajudar". Suzi chorou de emoção no meu ombro e assim que ela estabilizou saímos do banheiro. Ao chegar na cozinha, encontramos meu cunhado sentado tomando café com um coberto sobre suas costas e olhando para minha irmã quase que pedindo permissão, beijei a nuca de Arthur que olhou para Suzi claramente embaraçado. Suzi me chamou a sua suíte e me emprestou roupas apropriada para o frio que fazia naquele dia e saímos. Passamos o dia passeando na Cidade e no fim da tarde chegamos de volta no apartamento já com tudo combinado. Após o jantar, fomos assistir filme no quarto deitei em uma ponta e minha irmã no meio com um aquecedor de ambiente dirigido para nós. Assistimos filme por uns vinte minutos e Suzi tirou o cobertor que nos cobria e deitou sobre mim. Sob o olhar esbulhado de Arthur, trocamos nosso primeiro beijo lésbico, incestuoso, ardente, excitante e prolongado. Ao fim do beijo, Suzi seguindo o roteiro, abriu meu pijama e mamou em meus seios, embora não estivesse combinado, gemi como uma gatinha e Suzi com voz tesuda pergunta : "Era isso que você queria ver?". Arthur com o pijama arriado até os joelhos segurando o pau com uma mão, com a outra alisou meu seio que estavam bicudos como jamais estiveram e mina irmã cobrou o corpo e engoliu parte daquela tromba oferecendo-me o maior espetáculo que eu tinha visto até então, não perdi um só movimento de Suzi enquanto tentava conhecer o funcionamento da piroca que a cada instante me parecia mais bonita e quando estava levando minha mãos ao meio de minhas pernas, Suzi esticou o braço e passou a esfregar no sentido longitudinal seu dedo em minha racha, ainda por cima da calça de lycra apertadinha que eu estava usando e quando vi o leite de macho escorrer pelo canto da boca de minha irmã enquanto o felizardo gemia de modo diferente, tive meu primeiro orgasmo sentindo meu corpo se contorcer e aquela sensação maravilhosa que nunca tinha tido antes. Quando olhei para meu ventre, a parte de baixo da calça estava completamente molhada. Suzi pulou da cama puxando-me mão e fomos para o banheiro, eu louca para sentir novamente aquela sensação maravilhosa abracei minha irmã e a beijei, sentindo o gosto de esperma em sua boca e lhe confidenciei: "Quero ir mais longe". Entramos no chuveiro e já saímos enroladas em toalhas. Assumi a posição meio sentada meio deitada em cima dos travesseiros que estavam na cabeceira da cama e levantei os joelhos, afastando-os suficiente para atrair o macho que entendeu e caiu de boca na minha buceta virgem ouvindo a recomendação de minha irmã: "Nada de dedo, só a língua". Arthur parecia hipnotizado e devorava minha bucetinha como um lobo faminto e tudo ficou melhor ainda quando minha irmã enfiou a língua em minha boca e minha segunda gozada foi ainda mais forte que a primeira, especialmente porque meu cunhado masturbou-se o tempo todo enquanto me chupava e na verdade iniciou seu gozo momentos antes de mim. Fomos os três para o chuveiro, onde Arthur não parou de apertar meu bumbum com uma mão e com a outra o bumbum de minha irmã. Voltamos para a cama e trocamos o lençol, preparando a cama para o resto da noite e para o fim de semana inteiro. Mas depois eu conto.
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