A Cinta e o Porco
Ps... Diferente dos meus outros contos, esse é destinado ao público heterosexual, mas nada impede que não héteros não se divirtam com ele
Maria Clara tinha 29 anos e ainda carregava no corpo as curvas que faziam os homens do interior virar o pescoço na rua da feira. Pele morena clara, cabelo preto comprido que chegava quase na bunda, seios cheios e firmes, quadril largo e cintura marcada. Mesmo depois de dois filhos, ela continuava sendo a mulher mais gostosa da região. Todo mundo sabia. Menos o marido, que parecia ter esquecido.
Seu nome era Valdir. Um homem baixo, barrigudo, com pele oleosa, dentes amarelados pelo fumo de rolo e um cheiro azedo de suor velho que nunca saía direito. Trabalhava na roça, mas gastava mais tempo bebendo cachaça com os amigos do que ajudando em casa. Maria Clara aguentava porque era casada, porque tinha dois filhos pequenos e porque, no interior, “mulher direita não separa”.
Até o dia em que descobriu.
Ela encontrou as mensagens no celular velho dele, deixado carregando na cozinha enquanto Valdir tomava banho. Fotos, áudios gemendo, vídeos curtos. Duas mulheres diferentes — uma era a vizinha casada, outra era uma menina de 19 anos da cidade vizinha. Valdir mandava nudes dele mesmo, pau mole e barriga caída, e pedia pra elas chamarem ele de “meu macho”.
Maria Clara sentiu o sangue ferver. Não chorou. Não gritou. Apenas guardou o celular no bolso do vestido e esperou ele sair do banho.
Quando Valdir apareceu na sala, só de cueca samba-canção velha e camisa aberta, ela já estava com a cinta de couro do pai dele na mão — aquela grossa, de vaqueiro, que ele usava pra “corrigir” os bois.
— Que foi, mulher? — ele perguntou, coçando a barriga peluda.
Maria Clara não respondeu com palavras. Deu o primeiro golpe bem no meio da cara dele. O couro estalou alto. Valdir cambaleou, olhos arregalados.
— Sua filha da puta… — ele começou, mas o segundo golpe acertou o peito. O terceiro, a barriga. O quarto, as costas, quando ele tentou virar.
Ela era mais alta, mais forte do que parecia. Anos carregando balde d’água, lenha e criança no colo tinham dado força nos braços. Valdir, apesar de homem, era mole, bebia demais, não tinha fôlego. Em menos de um minuto ele já estava no chão da sala, de quatro, tentando se proteger com os braços gordos.
Maria Clara montou nas costas dele como quem monta um cavalo ruim. Puxou a cueca pra baixo com força, expondo a bunda branca e flácida. Começou a bater com vontade. O couro estalava na carne, deixando vergões vermelhos que logo inchavam. Valdir gemia, choramingava, pedia pra parar.
— Para, Clara… pelo amor de Deus… eu te explico…
— Explica o quê, seu nojento? — ela disse, voz baixa e controlada, mas carregada de ódio. — Que você mete esse pau podre nas outras enquanto eu tô aqui criando seus filhos sozinha?
Ela bateu mais. Nas costas, nas coxas, na bunda. Cada golpe mais forte. Valdir soluçava agora, o rosto colado no piso frio.
Quando os braços dela cansaram, Maria Clara levantou, respirando pesado. O vestido grudava no suor do corpo. Os seios subiam e desciam dentro do decote. Valdir virou o rosto inchado pra ela, olhos vermelhos de choro.
— Me perdoa… foi só uma vez… eu tava bêbado…
Ela riu, um riso seco.
— Duas mulheres, Valdir. E ainda mandava foto dessa barriga nojenta e desse pau mole. Você é patético.
Maria Clara foi até a cozinha. Voltou com a faca de desossar carne — aquela longa, afiada, que usava pra cortar porco no dia de matança. Valdir viu a lâmina e o pavor tomou conta dele.
— Clara… não… pelo amor de Deus, não faz isso…
Ela se agachou ao lado dele, ainda de cueca arriada. Segurou o saco dele com uma mão firme. Os testículos moles e peludos cabiam na palma dela. Valdir tentou se mexer, mas ela pressionou o joelho nas costas dele.
— Sabe o que eu tô pensando? — disse ela, voz quase doce, como se conversasse sobre o almoço. — Se eu deixar você vivo, você ainda vai fazer mais filho por aí. Mais criança carregando esse sangue fraco, essa cara de porco, essa falta de vergonha. Se pá eu devia capar os teus filhos também, pra não continuar essa prole nojenta.
Valdir começou a tremer violentamente. O desespero era real.
— Não! Por favor, Clara! Eles são crianças! Não toca neles! Eu faço o que você quiser, mas não…
Ela sorriu, sem alegria.
— Cala a boca.
Com a mão esquerda apertou o saco dele, esticando a pele. Com a direita, encostou a lâmina fria bem na base. Valdir urrou antes mesmo de sentir dor.
Maria Clara cortou devagar, como quem mata porco no terreiro. Primeiro um lado, depois o outro. O sangue quente escorreu pelo chão da sala. Valdir gritava, um grito agudo, animal, que ecoou pela casa velha. Ele se contorcia, mas ela era forte. Segurou firme até terminar.
Quando acabou, jogou os dois testículos cortados no peito dele, como quem joga resto pro cachorro.
— Pronto. Agora você não vai mais chifrar ninguém. Nem vai fazer mais filho pra envergonhar essa família.
Valdir estava pálido, quase desmaiando, gemendo baixo, as mãos tremendo tentando tampar o corte aberto.
Maria Clara levantou, limpou a faca na camisa dele e foi lavar as mãos na pia. Olhou o reflexo no espelho rachado. O rosto bonito, suado, os olhos ainda brilhando de raiva e de algo novo — liberdade.
Ela voltou pra sala, pegou o celular dele e tirou uma foto do marido capado, sangrando no chão.
— Se você sobreviver… — disse ela calmamente — vai contar pra todo mundo que foi acidente com a foice. Senão eu mostro essa foto e ainda vou atrás das tuas putas.
Valdir só conseguiu gemer.
Maria Clara vestiu uma roupa limpa, arrumou o cabelo, pegou a bolsa e saiu pra buscar as crianças na casa da mãe. O vestido justo marcava bem o corpo gostoso enquanto ela caminhava pela terra batida, o sol do fim de tarde batendo nas coxas grossas.
Pela primeira vez em anos, ela se sentiu leve.
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