A nova realidade que mudou o mundo parte 128 - Choque de realidade
Depois da minha festa com as indiazinhas, foi então que meu pai se aproximou. Ele segurou meu queixo com força, forçando-me a olhar para ele. Seus olhos estavam frios, mas brilhando com aquele tesão possessivo que eu já conhecia tão bem. Você se divertiu, filhinha? Perguntou ele. Mas não se esqueça da sua condição. Você é minha escrava, minha puta particular. Não importa o quanto você goze ou o quanto eu te deixe brincar… você ainda é minha propriedade.
Ele me puxou pelo cabelo e me arrastou até o centro do quarto. Havia um gancho forte no teto. Ele prendeu meus pulsos com algemas de metal e passou a corrente pelo gancho. Depois puxou, lentamente, levantando meus braços acima da cabeça até eu ficar na ponta dos pés, o corpo esticado, os seios empinados, a buceta exposta.
Eu fiquei pendurada ali, vulnerável, o corpo todo esticado, os pés mal tocando o chão. Ele pegou o chicote de couro cru, grosso, pesado, com tiras que deixavam marcas profundas. E ele gritou: Agora você vai contar dez chicotadas em cada seio e vinte na bunda. E vai agradecer cada uma delas. Se errar a conta ou demorar… recomeçamos do zero, entendeu?
O primeiro golpe caiu no meu seio esquerdo. O couro estalou contra a pele, uma dor quente e cortante que me fez arquear o corpo. E eu falei baixinho: Um! Obrigada, papai! O segundo veio logo depois, no mesmo seio. A dor era mais intensa, o couro marcando a pele clara: Dois! Obrigada, papai!
Ele alternava, batendo com força, fazendo meus seios balançarem e arderem. Cada golpe era mais doloroso que o anterior. Meus seios ficaram vermelhos, depois roxos, com vergões grossos e inchados. Eu gritava, mas não parava de contar. Quando chegou aos dez no seio esquerdo, eu já estava soluçando. Ele passou para o direito. Os golpes eram ainda mais fortes. Meus seios doíam tanto que cada batida parecia fogo líquido. Eu contava entre gemidos e lágrimas. Depois vieram as vinte na bunda.
O chicote estalava contra minha pele, deixando marcas profundas, queimando. Eu gritava mais alto, o corpo se contorcendo no gancho, os pés tentando se apoiar no chão sem sucesso
Cada golpe fazia meu corpo balançar, a dor se espalhando como ondas. Quando terminou as vinte, minha bunda estava em fogo, marcada com vergões grossos e vermelhos. Ele parou, respirando pesado, o pau duro novamente e me disse: Boa garota. Agora vem o resto.
Ele me desceu do gancho, mas não me soltou. Me jogou de bruços na cama, puxou meus quadris para cima e enfiou o pau inteiro no meu cu sem aviso. Eu gritei, o corpo se arqueando. Ele meteu com força bruta, batendo fundo, as bolas estalando contra minha buceta molhada. Cada estocada era violenta, profunda, sem carinho. Ele puxava meu cabelo, dava tapas na minha bunda já marcada, me chamava de putinha, cadela, filha da puta. Eu gemia alto, o cu apertando o pau dele, o prazer misturado com a dor. Ele gozou dentro de mim duas vezes, enchendo meu intestino de porra quente.
Quando terminou, ele me puxou pelos cabelos e me levou para os fundos do hotel. Havia uma gaiola de arame fina, apertada, colocada ao ar livre. Ele me empurrou para dentro. Eu tive que me ajoelhar, o espaço era tão pequeno que não dava para ficar em pé nem deitar direito. Minhas costas tocavam o teto de arame, meus joelhos doíam contra o chão frio. Ele trancou a porta com um cadeado.
Ele me falou rindo: Boa noite, filhinha. Amanhã você volta para o meu quarto. Mas hoje você dorme aqui, como a cadelinha que é, e foi embora. Eu fiquei ali, ajoelhada, apertada dentro da gaiola, o corpo marcado pelos chicotes, o cu escorrendo porra, o vento frio da noite batendo na minha pele nua.
O sereno começou a cair. A umidade gelada molhava meu cabelo, minha pele, entrava na gaiola. Eu tremia, os dentes batendo, o corpo dolorido. E o sol da manhã viria em poucas horas. Eu ficaria ali, exposta, ajoelhada, esperando o dia nascer, sem teto, sem cobertor e sem dignidade. Só a gaiola apertada e o frio da noite e o conhecimento de que, amanhã, ele me usaria novamente. Com certeza, todos do hotel vão me ver assim ao amanhecer.
O amanhecer chegou frio e cruel. Eu ainda estava ajoelhada dentro da gaiola de arame, o corpo nu apertado contra as grades, os joelhos doendo, as costas curvadas. O sereno da noite tinha molhado minha pele, meu cabelo loiro grudado no rosto, a porra seca do meu pai e dos peões que vieram gozar sobre meu corpo na madrugada, ainda colada nas coxas e na barriga. Eu tremia, não só de frio, mas de vergonha, de medo e tudo que eu tinha feito na noite anterior.
E então todas as escravas começaram a passar pelo lugar da minha gaiola, que é o caminho para o hotel. As escravas do hotel, negras, orientais, brancas, todas as que eu conhecia de vista, saíam para o trabalho do dia. E todas paravam por um segundo ao ver a gaiola. O olhar delas mudou na mesma hora, não era mais um olhar de pena, não era solidariedade. Era ódio puro, desdém e nojo.
Uma negra alta, que eu já tinha visto limpando o chão, cuspiu diretamente no meu rosto através das grades. O cuspe quente acertou minha bochecha e escorreu devagar. E me xingou: Traíra putinha do dono. Outra, uma oriental magrinha, parou e cuspiu no meu cabelo: Você torturou a Maya, agora vai pagar.
Uma branca que trabalhava na cozinha passou e me xingou baixinho: Você acha que é especial só porque é filha dele? Você é pior que a gente. Traidora.
Muitas cuspiam. Algumas só olhavam com desprezo, balançando a cabeça. Outras murmuravam insultos: Índia foi traída por outra escrava, né cadela loira, filha da puta que se acha melhor que nós.
Eu baixava a cabeça, as lágrimas escorrendo, mas não conseguia me esconder. A gaiola era pequena demais. Eu estava exposta, ajoelhada, o corpo nu marcado pelos tapas da noite anterior, a buceta ainda inchada e sensível.
Então veio a cozinheira, uma negra forte, de uns quarenta anos, que trabalhava na cozinha do hotel. Ela parou na frente da gaiola, olhou para mim com um ódio frio e calculado. Na mão direita ela trazia um punhado generoso de molho de pimenta, uma das mais ardidas do mundo, vermelha, grossa, cheirando a fogo puro, pelo que eu senti. Ela não disse nada, apenas enfiou a mão entre as grades, agarrou minha buceta com força e esfregou o molho de pimenta diretamente nos meus lábios, no clitóris, dentro da entrada. Os dedos grossos espalharam a pasta ardente por toda a região, pressionando, esfregando, garantindo que entrasse em cada dobra. O fogo veio imediatamente.
Foi como se tivessem jogado ácido vivo na minha buceta. A ardência explodiu, queimando, latejando, subindo como lava. Eu gritei, o corpo se contorcendo dentro da gaiola apertada, as grades cortando minha pele enquanto eu me debatia. A pimenta ardia sem piedade, no clitóris, nos lábios, dentro da buceta. Cada respiração fazia piorar, eu chorava alto, soluçando, as coxas tremendo incontrolavelmente.
A cozinheira limpou a mão na minha cara e disse, com voz baixa e cheia de ódio: Isso é pra você lembrar que você não é melhor que a gente. Você é só mais uma puta. E agora vai sentir o que a gente sente todos os dias.
Ela se afastou.
Eu fiquei ali, ajoelhada na gaiola, a buceta em chamas, o molho de pimenta queimando cada nervo sensível. A dor era insuportável, uma queimação constante, profunda, que não diminuía. Eu me contorcia, chorava, tentava esfregar as coxas para aliviar, mas só piorava. O fogo se espalhava, latejava, fazia meu corpo inteiro tremer.
E o pior era o olhar das outras escravas, pois elas passavam e sorriam. Algumas riam baixinho. Outras cuspiam de novo. Todas sabiam o que tinha acontecido, todas sabiam que eu tinha torturado Maya por ciúmes. E agora elas me viam sofrendo.
Eu era a traidora, a putinha do dono que virou contra as próprias colegas, e agora eu pagava. E sabia que não teria mais paz com o meu dono, nem com as minhas colegas de escravidão.
A buceta ardia sem parar. As lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu soluçava, o corpo preso na gaiola apertada, sem poder fazer nada além de sentir a dor. E no meio de toda aquela agonia, uma única certeza me consumia, eu merecia. Eu tinha escolhido isso, eu tinha me tornado exatamente o que meu pai queria, uma puta cruel, uma traidora.
Uma escrava que machucava outras escravas só para se sentir poderosa. E agora, ajoelhada na gaiola, a buceta em fogo, o corpo tremendo de dor e vergonha, eu só conseguia chorar. Porque não havia mais volta, eu não era mais a vítima, eu era parte do monstro. E o fogo na minha buceta era apenas o começo do que eu merecia. O sol da manhã começava a subir, e eu continuava ali queimando e chorando sozinha.
Como a traidora que eu tinha escolhido ser.
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