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Escravo Familiar: Capítulo 25 (A Conversão do Escravo Familiar)

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Tártaro

Quando papai estacionou o carro, pulei para fora. Abri o portão da garagem e esperei papai guardar o carro. Fechei o portão e, em seguida, fui subindo as escadas de casa, rumo ao quarto de papai.

Ao entrar, fui direto para o chuveiro. Retirei minhas roupas e fui para o box, liguei o chuveiro em uma temperatura morna e entrei de cabeça na água, deixando-a lavar todo o suor, porra e qualquer resquício da foda com meus gêmeos.

Alguns minutos depois, senti papai atrás de mim no banho. Ele me agarrou com delicadeza, beijando suavemente meu pescoço, e tomou o sabonete da minha mão.

— Como foi seu dia com os garotos, filhão?

— Bem, papai! E seu dia?

— Foi ok, fiquei arrumando meus negócios do trabalho, e também já vou te informando que amanhã você vai satisfazer seu tio Írio.

— Claro, meu senhor!

— Sinto seu corpo cansado, meu amor, bem tenso. Está tudo bem? Papai perguntou-me.

— Sim, foi por conta da intensidade do sexo com os garotos.

— Em breve te levo de novo no Léo para você relaxar. Quem sabe fazemos uma sessão juntos de massagem, o que você acha?

— Acho bom! Falei sem empolgação alguma.

— Filho, o que foi? Você não aparenta estar nada bem. Você não gostou da experiência da massagem com o Léo?

— Não é isso, papai, só quero comer e descansar um pouco.

— Tá bom então, papai não vai nem fazer amor com você hoje, deixa para outro dia.

— O meu senhor pai, se quiser, eu faço pelo menos um boquete pro senhor. Respondi, já me agachando.

— Não nego, deixa, papai faz amor com você outra hora. Preciso que você esteja muito bem descansado para amanhã.

— Certo! Respondi.

...

Depois do banho, fui para a casa de mamãe. Bati na porta e entrei.

TOC TOC

— Mamãe, sou eu! Anunciei.

— Entre, querido!

Entrei e fui até ela.

— Oi, véia, como você está?

— Bem, meu amor, cansado?

— Bastante!

— Quer comer? Mamãe fez janta.

— Com certeza!

Fui fazer o prato e logo me sentei à mesa.

— Como andam seus afazeres, meu bem?

— Puxado! Papai te falou que fui hoje satisfazer o Diego e o Diogo?

— Falou, como foi lá?

— Dolorido, mas estou inteiro. Ah, e amanhã papai vai me levar para o tio Írio.

— Eita, tome cuidado, meu filho, seu tio Írio é bruto.

— Tô acostumado já, mamãe, não se preocupe!

— Claro que me preocupo, você é meu filho!

Sorri para minha mãe e passamos a conversar sobre o dia a dia.

...

Mais tarde, desci para casa e fui atrás de papai.

Era 22:40 quando olhei no relógio. Papai estava na sala assistindo televisão.

— Papai, estou muito cansado, vou indo para a cama, tudo bem?

— Sim, minha princesa. Papai vai assistir à televisão mais um pouco e depois vai para a cama dormir agarradinho com você, tá bom?

— Tudo bem!

Fui para o quarto, entrei e fui para o banheiro. Escovei meus dentes, fiz xixi, retirei minhas roupas, ficando pelado, e deitei embaixo dos cobertores.

Relaxei todas as minhas musculaturas e deixei que o cansaço e o sono me invadissem.

...

Durante a madrugada, senti papai me agarrar, abrir minhas nádegas e se alojar. Aconcheguei-me no seu peito e continuei meu sono profundo.

...

Era por volta das 8:00, quando acordei; papai estava agarrado em mim. Eu sentia seu pau mole encostado nas minhas nádegas flácido. Papai me apertou mais no seu peito e falou baixinho no meu ouvido:

— Bom dia, meu amor! Vamos levantar; você tem obrigações hoje.

— Bom dia, papai! Ok! Falei e dei uma pequena rebolada de encontro com sua genitália.

— Hoje não, querido; em breve voltamos para nossa rotina de foda juntos. Papai disse-me, levantando-se.

— Poxa, papai!

— Quero que sua nova experiência seja com mais vontade.

— Ok!

Levantei da cama decepcionado. Fui para o banheiro fazer minhas necessidades.

Usei a privada, escovei meus dentes e, em seguida, tomei um banho rápido.

Quando saí do banho, papai já estava arrumado, e na cama tinha uma roupa mais simples separada.

— Vista isso e desça, precisamos sair o quanto antes; seu tio Írio está te esperando.

Ele disse-me, e saiu do quarto indo direto para a garagem.

Terminei de me arrumar e desci. Papai retirou o carro da garagem, eu fechei o portão e me instalei ao seu lado no banco do passageiro.

...

Durante o trajeto de uma hora e meia, papai não quis conversar. Estava calado e pensativo. Seu rosto mostrava-se preocupado, mas não perguntei nada.

...

Uma hora e meia depois, papai estacionou na casa do meu tio Írio.

Tocamos a campainha, e, cinco minutos depois, ela se abriu, e meu tio nos cumprimentou.

— Bom dia, meus queridos! Ele disse, apertando a mão de papai.

— Bom dia! Respondemos.
— Entrem, já estava no aguardo de vocês.

Entramos e meu tio nos conduziu para a cozinha.

— Hoje é meu dia de cuidar desse dengoso? perguntou meu tio.

— Sim, como prometido. Tome conta do meu filho como se fosse o seu. Ah! Como sei que você é bruto, já vou logo avisando: se me devolver ele em mau estado, você vai ser punido, não se esqueça.

— Claro! Sem problemas, mas quero saber: se ele me desobedecer, posso castigá-lo?

— Claro, mas não pega pesado. Isso é um aviso. Se não me devolvê-lo como te entreguei, você vai se arrepender.

— Certo!

— Tchau, meu filho querido, até mais tarde! Obedeça seu tio, senão dou umas palmadas nessa bunda gostosa.

— Tchau, papai, vou tentar me comportar!

— Tchau, Írio, até mais tarde!

— Até! Meu tio disse.

Papai virou-se para o corredor e saiu pela porta que havíamos entrado.

— Vamos lá, meu sobrinho, eu tenho planos para nós e acho que você vai gostar.

Meu tio pegou a chave do carro em cima da mesa da cozinha e nos dirigimos para a garagem da casa.

Ele entrou dentro da sua caminhonete 4x4 branca; eu fui para o banco do passageiro. Ele ligou-a, dando a partida, e saímos da garagem.

...

Uma hora depois, estacionamos num bordel. A fachada era neon, com o nome "Aqui se faz, aqui se paga" escrito com um desenho de uma moça nua de botas e chapéu de cowboy.

— Ué, tio, que lugar é esse?

— Calma, sobrinho, você vai gostar.

Fomos em direção à entrada do bordel; na porta estava uma moça de espartilho vinho de renda.

— Sejam bem-vindos, senhores! Qual a idade do rapaz? A recepcionista perguntou ao meu tio.

— 26 anos!

— Identidade, por favor, dos dois.

Dei minha identidade digital, e meu tio tirou a dele da carteira.

A atendente olhou, escreveu algumas coisas na ficha e nos deu dois cartões com números diferentes. O meu estava escrito 4.

Entramos no bordel e o lugar era ok; esperava mais, sei lá, eu tinha uma fantasia bem diferente da realidade. O lugar era arrumado e tinha cores vermelho e rosa, desenhos na parede de chicotes, amarras, pênis e vaginas. A iluminação era um pouco nebulosa e roxa; nos alto-falantes tocava uma música razoavelmente alta que lembrava um pouco uma balada eletrônica.

Ao fundo do espaço encontravam-se mulheres seminuas e nuas de todo tipo: loiras, morenas, ruivas, negras, mestiças e de várias etnias diferentes.

Meu tio segurava nos meus ombros atrás de mim, me conduzindo até as garotas. Internamente eu estava preocupado; esperava passar a tarde fazendo sexo com meu tio, talvez, sei lá, em uma chácara, sítio, praia, motel ou qualquer lugar que ele quisesse, mas não ali, rodeado de várias mulheres nuas.

— Escolha uma, sobrinho, que eu pago o programa dela! Meu tio me disse no meu ouvido.

— Sei não, tio! O senhor não disse para papai que queria me foder hoje? O que estamos fazendo aqui?

— Bom, vou ser bem franco com você: eu acho que não está certo isso do seu pai ter te transformado em escravo sexual da família, e também não acredito que você seja realmente viado, então vou te apresentar onde realmente HOMENS vão para se satisfazer! Ele disse, encorajando-me.

Fiquei decepcionado; eu tinha realmente vontade de estar em um lugar daquele, mas, sinceramente, se fosse um monte de homens pelados, eu estaria mais animado.

— Tio, vou ser sincero contigo, não quero transar com nenhuma delas. Se fossem rapazes, até arriscaria, mas mulher, só se for da família e se meu senhor permitir; isso está nas regras da iniciação, o senhor se lembra?

— Claro que lembro, mas seu pai não precisa saber, e você não é adulto e pode tomar suas próprias decisões.

Calei-me e deixei que ele conduzisse nossas atividades. Logo pensei:

Merda, papai vai me matar e matar ele também. Meu tio enlouqueceu; passar por cima das regras de meu senhor vai ferrar a vida dele.

Com minha indecisão e relutância, titio perdeu um pouco da paciência e me repreendeu:

— Olha, sobrinho, escolhe logo, tá legal? Viemos aqui para foder, então vamos foder. Não aceito um não como resposta, e não se esqueça de que, se você me desobedecer, eu tenho direito de te punir.

Com minha demora para escolher uma garota, meu tio ficou um pouco irritado e impaciente e logo me empurrou para uma delas e me disse:

— Escolhe essa daí, vão logo para o quarto, você precisa conhecer o que é bom na vida.

Olhei para a moça; ela era bonita, preta, dos cabelos afros e bem cheirosa.

— Vamos lá pra cima, nós podemos brincar bem gostoso. Ela disse com uma voz "sexy", porém bem forçada.
Fiquei triste por dentro, mas ela me puxou mesmo assim, passando pelo meu tio no caminho para o quarto. Meu tio pegou no braço dela e falou baixinho no ouvido dela algo que não entendi.

Uns segundos depois, ela balançou afirmativamente a cabeça e saiu me puxando atrás dela. Meu tio sorriu e fez sinal de positivo com os dedos para mim, sorrindo para me incentivar.

Segurando firme na minha mão, a mulher me arrastou escada acima a passos ágeis para o andar de cima do puteiro. Ao passar pelo corredor, espantei-me com os gemidos extremos de prazer dos quartos aos quais passávamos em frente.

Escutei de relance o que parecia ser dois homens transando loucamente com gemidos guturais e sons fortes de palmadas e cintadas.

A mulher me levou até o fim do corredor com uma chave na mão, com um chaveiro de um casal transando. Quando paramos na porta, ela a destrancou e, pegando na minha mão, me puxou para dentro, trancando logo em seguida a porta atrás de si.

Ela se virou para mim e empurrou-me no colchão imenso do quarto, e logo começou a beijar-me, enfiando sua língua molhada na minha boca e arrancando minhas roupas.

Eu não queria e tentava a todo custo me livrar dela sem machucá-la, para não dar problema para mim e meu tio.

Em um determinado momento, vencido pelos atos dela, eu retirei toda a roupa. A moça, toda assanhada, agachou-se aos meus pés, pegando no meu pau mole.

Em seguida, tentou fazer com que eu ficasse excitado. Fazia movimentos de punheta, batia com meu pau na cara, colocava na boca e chupava. Enquanto isso, eu me contorcia de horror.

Logo perdi o resto de paciência com aquela puta chata e a empurrei, tirando-a de cima de mim.

— Garota, você não entendeu que eu NÃO QUERO!

Ela ficou com cara de raiva, pegou suas roupas, colocando-as novamente, e saiu do quarto batendo a porta atrás de si.

BUM!

...

Arrumei minhas roupas novamente, deixando-as alinhadas, e desci para a recepção para esperar meu tio.

Lá embaixo, assim que terminei de descer os degraus, dei de cara com ela sentada, um pouco emburrada.

Naquele momento ainda não tinham chegado novos clientes, mas a casa parecia cheia e bem movimentada.

Cerca de uma hora mais ou menos, meu tio Írio desceu as escadas com ar de quem acabou de tomar banho, e que a foda foi das boas.

— E aí, sobrinho, como foi? O que achou?

— Foi bom, tio! Falei com uma falsa animação, não querendo estender o papo para não ter que inventar uma mentira maior.

— Espere só um minuto, vou me certificar de que os valores cobrados foram justos e dar um adicional para as garotas. Meu tio disse-me, fazendo sinal de positivo com os dois polegares.

— Sem problemas — respondi.

Meu tio foi para a recepção e fiquei um pouco preocupado quando o acompanhei com os olhos e vi ele chamando a garota que ele tinha me atirado.

Eles começaram a conversar e, no rosto do meu tio, dava para ver sua expressão irritada e até mesmo decepcionada.

Alguns minutos depois, ele despediu-se da moça e veio até mim.

— Vamos embora, sobrinho!

Ele me olhou com uma cara brava, e seus olhos tinham uma decepção estampada.
Fomos para o estacionamento, meu tio destravou o carro, entramos e ele deu a partida.

...

Alguns minutos depois, ele resolveu puxar assunto.

— O que aconteceu no puteiro? E por que você não fodeu com a garota?

— Tio, você sabe que não posso transar com pessoas de fora da família sem aprovação de papai, e também você sabe que meu negócio é pica e não buceta.

— Hahahaha! Ele riu histericamente.

— Mas é um viado mesmo, e nem disfarçar sabe. Sempre soube, desde quando você era pequeno e dançava nas festas de família, rebolando que nem uma puta barata.

Fiquei sem reação. A sua fala me magoou, não esperava escutar diretamente aquilo. Mas, no fundo, sabia muito bem o que ele pensava.

Meu tio sempre expressava sua homofobia escancaradamente. Lembro de uma vez, em uma festa de família, que, em uma roda de conversa, meu tio soltou a fala problemática. "PREFIRO TER UM FILHO ASSASSINO OU LADRÃO A TER UM FILHO VIADO!

A sua fala era tão absurda que a prisão era pouco para puni-lo.

Voltei minha atenção para a estrada e achei bem estranha a direção que estávamos indo.

— Ué, tio, onde estamos indo? Achei que estávamos voltando para minha casa, para você me devolver para papai.

— Cala a boca, viado, eu sei o que estou fazendo.

Me calei e voltei a me distrair no celular e em pensamentos.

...

Um tempo depois, meu tio estacionou em uma estrada de terra; já estava anoitecendo e o pôr do sol se iniciava.

Ele desceu da caminhonete e me fez sinal para descer e acompanhá-lo.

Andamos por alguns minutos, até chegar a uma parte da estrada deserta, com o matagal alto. Meu tio abriu caminho pelo matagal com um pedaço de galho de árvore que ele encontrou no caminho. Quando ficamos bem cobertos pelo mato alto, ele destruiu uma parte do mato com o galho e com as mãos, bravo, fazendo ficar um chão batido.

— Tire suas roupas! Ele ordenou - me

— Mas tio aqui?

— Tire suas roupas AGORA se não quiser que eu rasgue. Ele esbravejou.

Comecei a retirar minhas roupas e logo fiquei pelado.

Não havia reparado, mas no cós da calça dele estava uma corda amarrada. Ele deve ter pego na caminhonete antes de descer, sem que eu percebesse.

Ele então puxou-me pelo braço com brutalidade até chegarmos a uma árvore ali perto. Quando chegamos, ele fez-me abraçá-la, pegou a corda e amarrou-me com os braços à volta do tronco da árvore, e em seguida amarrou minhas pernas separadas.

Depois afastou-se e começou a retirar suas roupas. Na minha cabeça só passava: "Meu Deus, me ajude", eu tremia de antecipação do que estava por vir.

Depois de retirar suas roupas, meu tio manipulou seu cacete, batendo uma punheta calma para deixar seu pau bem duro, olhando-me.

— Já que você é viado, vou te mostrar o que faço com viados iguais a você. Ele disse-me isso e se aproximou, segurando seu cacete duro.

Em seguida, abriu minhas nádegas e, com os dois dedos da mão, socou sem lubrificar, fazendo-me gritar.

— Aaaaaa!

— Cala a boca, viado!

Depois de socar os dedos fundos no meu cu, Ele passou a movimentá-los rápido e forte, segurando firme na minha cintura para que eu não ousasse sair daquela posição ou caísse.

Vut, vut, vut, vut…

Seus dedos entravam, machucando-me, e ele falava, puto:

— Bicha maldita, não aceito viados na família, vou te converter novamente a homem, você vai ver só.

Logo ele retirou bruscamente seus dedos de dentro de mim; em seguida, ele posicionou a cabeça da sua pica dura na entrada do meu cuzinho e deu uma estocada violenta.

— Aaaah! Berrei alto com a dor.

Ele nem quis esperar meu cu acostumar com a invasão do seu cacete grosso e cabeçudo, e foi logo bombando forte.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Aiaiiiii! Eu gemia, chorando, na pica grossa de 17 centímetros do meu tio.

Seu quadril batia forte nas minhas nádegas; eu sentia seu saco batendo na minha próstata. Ele gemia grosso e alto no meu ouvido, segurando-me pelos ombros com suas mãos grandes e calejadas do trabalho.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Cansado de meter no meu cu, ele parou e saiu de dentro de mim. Abaixou-se no chão e pegou seu cinto, retirando-o da calça jeans no chão. O dobrou ao meio e deu uma chacoalhada, mostrando-me a espessura do cinto.

Rindo mandou:

— Lamba o couro do meu cinto, viado!

Coloquei minha língua para fora e comecei a lamber.

O gosto do couro era horrível, não dá nem para descrever; lambi cada centímetro conforme ele ia deslizando na minha língua.

Em seguida, depois de me fazer lamber as duas faces do cinto e a fivela, dobrou-o ao meio, foi para trás de mim e empinou novamente minha bunda.

Balançou o cinto para sentir a firmeza e deu início aos golpes, direcionando-os nas minhas costas: PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT. Depois, nas minhas nádegas: PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT. E, por último, nas minhas pernas: PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT.

Eu só conseguia chorar e implorar calado para que acabasse logo.

Em seguida, ele jogou o cinto para o lado, cansado. Respirei ofegante, tentando recobrar o fôlego.

Sentia ele se abaixar atrás de mim e aproximar seus lábios do meu ouvido.

— Acalme-se, ainda não terminei.

INFERNOOO, pensei, bravo. Eu não mereço isso, não o desobedeci; ele estava apenas sendo cruel comigo porque aquilo o dava prazer.

Fui desamarrado do tronco da árvore e jogado no chão.

Titio veio descalço até meu rosto e, com seu pezão 39 e um chulé infernal, começou a pisar no meu rosto.

— Cheira, seu bosta, já que é escravo, tem que estar aos pés do seu dono.

Eu acabava-me cheirando seu chulé de macho trabalhador, suas solas estavam suadas e, por mais que no puteiro ele tivesse tomado banho, seus pezões estavam podres de chulé. Ele transpirava muito, já que era gordo, e, com isso, ajudava na proliferação das bactérias.

Fssssssssssssss

Alguns minutos depois, ele retirou seu pé da minha cara e me ergueu bruscamente. Me amarrou novamente no tronco da árvore, dessa vez de frente para ele, deixando minhas pernas afastadas. Em seguida, afastou-se um pouco de mim e passou a dar inúmeros chutes no meu pênis e saco, fazendo-me contorcer de dor.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Para, por favor! Eu disse com a mandíbula serrada.

— O quê? Não escutei.

Ele falou, fingindo-se de surdo, e continuou a desferir golpes no meu saco.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

— Por favor, tio, pare de chutar meu pau e bolas.

— Hahahaaha, ainda não.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Os minutos passavam devagar, e eu, louco para voltar para meu papai. Com toda certeza, meu tio iria se lascar na mão dele.

Um tempo depois, ele parou e me desamarrou. Eu desabei no chão, segurando no meu saco para tentar proteger, caso ele voltasse a chutar.

Logo, ele pegou-me pelo pescoço e virou-se com o cu peludo e suado na minha cara, abriu as nádegas com a mão livre e socou meu rosto no seu cu, esfregando, rebolando e, enfim, começou a peidar.

PUUUM!

— Aaaah! Ele suspirava, sufocando-me no seu peito fedido.

PUUUM! PUUUM! PUUUM! PUUUM!

Sem me dar descanso, ele se virou de frente para mim, ergueu-me novamente e amarrou-me na árvore de novo, dessa vez com o cu virado para ele.

— Aiiii, que pena, vou ter que destruir seu cu para você deixar de ser viado. Ele disse isso e logo se aproximou do meu cu.

Senti ele fazer um cone com os dedos e colocar na entrada do meu cu e começar a forçar para entrar. Meu cu começou a se abrir, parecendo que estava se rasgando.

Eu gemia de dor, chorava e esperava, enquanto sua mão deslizava para dentro do meu rabo. Ele ia forçando, forçando, até que chegou no seu cotovelo e começou a socar meu intestino.

PLOFT, PLOFT, PLOFT, PLOFT, PLOFT, PLOFT, PLOFT, PLOFT, PLOFT, PLOFT, PLOFT, PLOFT.

— AAAAAAAAAAAAH!

Ele socava com muita força; olhei para baixo e pude ver o sangue escorrer pelas minhas pernas e pelo seu braço socado no meu cu.

Ele entrava e saía loucamente, até que chegou um determinado momento em que comecei a sentir meus olhos escurecerem, meu corpo começou a ficar mole, e a última coisa que custei foi ele gritando:

— CARALHO, ESTOU FUDIDO. O QUE FOI QUE FIZ...

Seu braço saiu de dentro de mim, e com ele um rio de sangue. Pude ver a ponta do meu intestino grosso para fora; o cheiro de fezes e sangue tomava o ar, deixando-me nauseado. Aos poucos fui sentindo minha vista embaçar e, ao longe, escutava meu tio gritando desesperado.

— O que foi que eu fiz? O que foi que eu fiz? Eu estou fodido, vou ser preso, meu cunhado vai me matar.

Lutando contra a escuridão, eu desabei no chão, me revirei tentando novamente me levantar, mas meu corpo não respondia mais. Eu estava envolto por sangue e fezes. Lutando contra meu próprio corpo, eu tentei me levantar, mas não consegui e assim eu caí de novo e a escuridão tomou conta da minha consciência.

CONTINUA...

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