#Bissexual #Teen

O casal da praia

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Alberto

Depois de um ano ralando fechei todas as notas no final de novembro, arrumei minhas malas e fui para a Cidade do Litoral de São Paulo, onde fui criado. Na minha primeira noite em casa, fui até a esquina que costumamos bater papo, não tinha ninguém e me toquei que todos meus amigos deveriam estar ainda em semana de provas. Na manhã seguinte, coloquei minha sunguinha e enfiei na cintura grana suficiente para tomar dois refrigerantes e fui para a praia, no caminho, já senti que um ano usando tênis todo os dias, tinha deixado minha pele do pé fina. Cheguei no areião e encontrei o dono do carrinho que a anos me servia a coca cola do dia, nos abraçamos e começamos a bater papo, não demorou para eu perceber que um casal na faixa dos trinta não parava de olhar para mim, pela cor branco escritório, estava na cara que não eram do litoral. Passei a olhar para eles e o homem levantou o copo em gesto clássico de oferecimento de bebidas, a mulher, muito bonita e dona de pelos seios sorriu, olhei para trás e contatei que só poderia ser comigo e fui em direção ao guarda sol deles. A mulher levanta, exibindo um corpão espetacular. Cheguei estendendo a mão para o cara e falando: Oi, meu nome é Alberto, tudo bem? O homem se levantou e disse: Sou o Marcos e ela é a Dani, Daniele. Mostrando espontaneidade ela me dá um beijo no rosto e o homem sendo direto continua: Estamos vendo que você está sozinho e pela marca na sua sunga isso não devia estar acontecendo. Fiquei meio abestalhado com a franqueza do cara e mais ainda com a da mulher que falou em seguida: Deve ser uma bela ferramenta. Sem acreditar no que estava ouvindo, respondi: Dezoito centímetros. A mulher mostrando empolgação diz: Minha medida. O camarada ainda sendo direto faz o convite: Quer conhecer nosso apartamento? A mulher levantou os óculos e exibiu um lindo par de olhos azuis. Ainda achando que era alguma pegadinha aceitei. O cara foi até o carrinho de bebidas, pagou a despesa e eu os segui. No apartamento de frente para o mar, enquanto o cara tomava banho, a mulher encosta aquele corpão atrás de mim e passando a mão para frente aperta minha rola, deixando-me com ereção máxima e me puxa para o banheiro. Em baixo do chuveiro completamente nus, troquei com Dani excitantes beijos, nos enxugamos e nos deitamos, aquela maravilha segura meu pau e coloca na boca, eu já estava quase gozando quando ela puxa meu quadril, fazendo-me ficar de ladinho e Marcos deitado atrás de mim, pincela meu rego com uma piroca que parecia de aço ao mesmo tempo que passa a língua na minha nuca. Parei por um instante, mas Dani puxa uma das minhas nádegas e senti aquele cabeção cutucar meu cu, minha pica amoleceu na hora e Dani solta um demorado HOOO! E volta a me chupar e Marcos fala: Você não quer comer a minha mulher? Ela está louca para te dar o cuzinho. Enquanto eu ouvia Marcos, Dani enfiou o dedo em um pote de gel e em seguida penetra meu cuzinho com o dedo melado. Tranquei o rabo e ela fala: Relaxa, adoro um trenzinho, olha seu cacete está endurecendo de novo. Marcos passa gel no pau e se ajeita e Dani me distrai com um beijo fabuloso enfiando a língua na minha boca, Marcos empurra a rola em um golpe certeiro e eu senti a cabeça da pica dele estourar meu lacre, a safada me dá os peitos para chupar enquanto Marcos continua forçando a entrada onde ninguém tinha entrado ainda, enquanto eu chupava aqueles seios maravilhosos, Dani punhetava meu pau e eu gozei com um cacete enterrado em mim. A safada limpou meu pau com a boca, enquanto eu era enrabado e engolia com o cu aquela tora dura. Dani puxou meu corpo fazendo com que Marcos deitasse sobre mim e arreganhou a perna oferecendo-me aquela racha raspadinha para chupar, mesmo sentindo uma puta dor no cu, chupei aquela mulher deliciosa e senti meu reto ser inundado pela porra de Marcos. Subi em cima da Dani e penetrei sua buceta e passei a bombar, Marcos durante toda a minha foda com a mulher dele alisou minhas nádegas enquanto se masturbava e fiz Dani gozar forte. Marcos puxou meu corpo para a ponta da cama, levantou minhas pernas em "V" e de pé penetrou meu sofrido buraquinho, para evitar que eu gritasse, Dani sentou na minha cara para eu chupa-la. Depois de gozarem levaram-me para o banheiro e só lá a Dani me deu o cuzinho.

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