Relato de uma esposa dedicada – Parte 7
Quanto mais eu mergulhava nesse mundo de aventuras sexuais ao lado do meu esposo, mais eu gostava e queria... com um mês de experiências e eu já tava viciada. Dependente desse tipo de prazer.
Não que todo homem que eu via me despertava vontade de foder, nada disso, mas vira e mexe eu me via em situações onde eu tava olhando pra um ou na companhia de algum, sem o meu esposo, e começava a ter pensamentos safados. E claro, ainda tinha a minha amiga, aquela que sabia dessa minha rotina de encontros com outros com o meu esposo, pois, ela havia me feito um contive de um sexo à quatro, uma troca de casais praticamente... e eu ainda não tinha dado uma resposta pra ela... mas eu tinha que dar, afinal, mesmo ela me garantindo que não contaria pra ninguém, eu fiquei insegura, desconfiada... Eu já havia falado pro meu esposo que ela descobriu sobre a gente, e ele deixou pra eu decidir se eu queria ou não topar esse sexo à quatro.
Bom, o certo é que continuamos nossas rotinas, do trabalho pra casa, academia, caminhadas no calçadão da praia, cineminha na sala de casa, namoro, sexo e mais sexo nos finais de semana... com outros na cama, claro.
Teve então um dia, foi véspera de feriado, e eu aproveitei e fui visitar meus pais. Uma visita costumeira durante o mês, pois, como tenho uma rotina de trabalho muito corrida, eu deixo para ir vê-los em determinados dias. Cheguei lá como sempre, pedindo a benção a eles, os abraçando entre carinho e afeto, pois os amo muito... e a minha mãe sempre me tratando como a garotinha dela e tal... Conversamos, ajudei ela nos afazeres domésticos e tal, meu pai no terraço com um celular na mão vendo futebol. Aquela rotina comum da casa dos pais que não vivem mais com os filhos.
Em determinado momento eu fui ao supermercado, comprar algumas coisas pro almoço, e eu fui à pé, aproveitei pra caminhar pelo bairro, adoro caminhar pelo bairro da casa dos meus pais porque me vem a mente lembranças boas do meu tempo de criança e adolescente. O bairro é bem movimentado, algumas coisas mudaram, tem mais praças e lugares pras pessoas fazerem caminhada, se exercitarem, pois tem muito idoso morando. E quando eu ia caminhando descontraída, eis que para ao meu lado de bicicleta alguém conhecido e que chama a minha atenção.
Um ex amigo de faculdade.
O Alex... aquele mesmo do primeiro relato que postei aqui, meu ex ficante, o mesmo que me deu uma beijoca no supermercado na frente do meu marido e que acabou ajudando a desencadear, a fazer vir a tona o fetiche do meu marido e a nos colocar nessa vida de aventuras com outros e tal.
O Alex mora no bairro desde moleque, pensei até que ele tivesse saído daqui, e claro, ele ia passando de bicicleta, me viu e veio falar comigo. Tava com roupa de ciclista, ele mudou muito seu estilo de vida, tava metido a atleta, seu corpo não era mais o mesmo do tempo de faculdade, ele tava bem mais encorpado, malhado e tal... e aqui, depois de nos cumprimentarmos rolou uma conversinha regrada a lembranças do tempo que eu morava aqui no bairro, onde ele me arrancou algumas risadas num total clima de descontração e nostalgia.
Nisso eu disse que ia fazer umas compras pra mamãe, ele me acompanhou, caminhando ao meu lado, empurrando numa mão a sua bicicleta enquanto íamos conversando. E ele sempre foi ótimo de conversa, cheio de resenhas, me envolvendo com seu bom humor e seu carisma... era assim que ele pegava todas as garotas da faculdade. Então ele me convidou pra ir em sua casa ali pertinho. E claro, eu já conhecia a casa dele do tempo de faculdade e que morava no bairro, ele morava com dois irmãos na época... inclusive, eu até transei com ele lá.
Não sei o que deu na minha cabeça, mas eu topei. Tava me sentindo leve e solta, movida pela sensação de nostalgia ao estar visitando meu antigo bairro e tava curiosa pra rever a casa do Alex... e o meu relacionamento com o meu marido me impulsionava a aceitar convites de outros e tal... mas aqui era diferente, eu tava sem o meu marido, e era apenas uma visitinha rápida na casa de um amigo.
Chegando lá ele colocou sua bicicleta no terraço, rodeado de plantas, uma casa não tão grande, mas muito confortável e arrumada. Entramos sala adentro e me surpreendi, pois a decoração era a mesma... pouca coisa havia mudado. O Alex perguntou se eu queria beber algo, eu pedi água mesmo... a gente foi até a cozinha dele, ele abriu a geladeira, pegou uma jarra de água gelada, pegou um copo num armário e me serviu... eu encostada de bunda na beirada da mesa da cozinha, mesa aliás que ele me comeu já em cima dela quando a gente era ficante.
E eis que, conversa vai, conversa vem, eu dando algumas risadas, pois o senso de humor dele era algo contagiante... e todas as coisas que ele contava me arrancavam um pouco de emoção por conta das lembranças do tempo em que eu morava no bairro, que a gente fazia faculdade e tal... e claro, ele com aquele seu jeito sedutor, meio safado, onde ele me olhava aqui e ali com um jeito que me fazia sentir um certo arrepio... e nesse clima eis que ele simplesmente deu o bote.
Me agarrou e me beijou a boca... enfurecidamente... empurrei ele falando NÃO... ele agressivamente me pegou de novo e voltou a me beijar a boca... e dessa vez não mais neguei.
Foi um beijo forte, intenso... me arrancando um gemido e me fazendo revirar meus verdes olhos. E me agarrando ao meio ele me subiu sentando na beirada da mesa, onde ele ficou em pé entre minhas pernas abertas enquanto me beijava, onde meu vestido subiu pelas minhas loiras coxas... comigo abraçada ao redor do pescoço dele, permitindo, completamente inebriada e arrebatada por esse beijo gostoso, que ele me tocasse o corpo todo com suas mãos inquietas passando pelas minhas coxas, pelos lados do meu corpo, me agarrando os peitos por sobre meu decote... enfiando uma mão por entre as minhas pernas e me apalpando a buceta de calcinha.
Cheguei a tirar a minha boca da dele e falar mais uma vez:
- Não... para.
Mas tava gostoso. Parecia época de faculdade quando eu vinha pra casa dele e ficava com ele aqui mesmo nesse lugar da casa, na cozinha e em cima dessa mesma mesa. Agarrei ele o puxando pra mim num beijo ainda mais chupado, arreganhado, babado e com muita chupação de línguas... enquanto isso meu corpo loiro sofria as mais absurdas reações... ele enfiou as mãos por baixo do meu vestido e me arrancou a calcinha, em seguida ele me fez deitar de costas nessa mesa, derrubando ao chão coisas de cima dela, e me arreganhando as pernas com meus pés pro alto ele caiu de boca na minha careca buceta rosada me fazendo contorcer num surto de arrepios.
Nossa... que pegada firme e poderosa dos lábios dele espremendo os lábios da minha buceta, se enfiando no meio do rachado e me mamando com força... estremeci estrebuchando deitada nessa mesa, virando minha cabeça pra um lado e outro, agoniada a sentir um tesão enfurecedor.
Cheguei ao orgasmo rapidinho... fiquei maluca sofrendo espasmos deitada na mesa... quando menos esperei, mal me recompus do baque desse orgasmo e ele já tava me metendo a rola na buceta... o filho da puta já tava de calça arriada, me pegando por baixo das pernas e me bombando no meio, me fodendo a buceta com socadas bem fortes... me levando a gemer absurdamente agoniada... o cacete tava muito duro e rasgava a minha buceta por dentro numa velocidade imensa, fiquei maluca, ele me segurando por baixo das minhas pernas não teve dó de mim, mandou ver em mim uma puta virilhada, onde o barulho de carne contra a carne ecoava nessa cozinha junto aos meus gemidos agoniados e os urros dele de tesão.
De repente me contorci num baque que me fez saltar de costas na mesa, explodindo num orgasmo intenso enquanto sentia a rola dele ainda me socando a buceta sem descanso... sentei na mesa e abracei ele, xingando ele de filho da puta e ele rindo pra mim com a cara mais cínica do mundo... dei um tapa na cara dele chamando ele de desgraçado, e ele colocou uma mão na minha garganta e apertou me esganando... me esganando e sem parar de bater virilha entre minhas pernas abertas... gozei ainda mais bruto... sufocando, esmurrei o peitoral dele pra ele me largar a garganta... ele largou e eu cai de costas na mesa puxando o ar quase que desmaiada... e ele ali me pegando pelas pernas continuou mandando ver na minha buceta.
Quando enfim sentei melhor na mesa, olhei pra baixo e vi o entra e sai do pau dele me fodendo a buceta... aquela rola bem dotada dele que tantas vezes me fodeu na época de faculdade, tava bem ali mais uma vez depois de tanto tempo, enfiada na minha buceta, matando a saudade... ele de repente tirou, me puxou pelos cabelos me fazendo ajoelhar no chão e com seu pau na mão apontado pra minha cara ele mandou:
- Abre a boca, abre.
Eu abri e ele de rola apontada deu vários tiros de porra bem dentro da minha boca aberta. Ele gemia enfurecido, se tremendo e de pau na mão jorrando todo aquele seu leite.
Engoli tudinho, depois eu mesma segurei no pau dele com as duas mãos e abocanhei o cabeção mamando com pressão. Ele me levantou do chão me puxando pelos cabelos e me levou pro quarto dele... o quarto que eu tanto conhecia... Eu e ele gemendo muito, tomados pela loucura do sexo... ele mandou eu tirar o resto da minha roupa, ele também tirou a dele... logo me encoxou forte por trás, me fazendo gemer manhosa ao chupar o lado do meu pescoço loiro, passando as mãos pelo meu corpo, me agarrando os peitos fartos.
Então ele me empurrou de quatro na cama dele, sentou uns tapas na minha bunda me chamando de gostosa, me puxando com uma mão enquanto com a outra segurando seu pau me enfiou na buceta... gemi gritando... em questão de segundos após ele meter a rola na minha buceta, eu tava aqui tomando um puta sacode dele, onde meus peitos por baixo de mim balançavam com força enquanto a minha bunda loira era surrada com requintes de violência pela virilha malhada dele conforme ele me domava e me puxava intenso pelos quadris pra ele meter, meter, meter, meter o mais forte que ele podia.
Meu rosto pra frente, minha boca aberta puxando e soltando ar enquanto eu gemia, meus verdes olhos se revirando e aquela pirocona avantajada do Alex arrombando a minha buceta numa foda mais do que dominadora e selvagem... ele tava enlouquecido, era como se ele tivesse matando a saudade da minha buceta e a minha buceta matando a saudade do pau dele... essa buceta que ele tantas vezes fodeu na época de faculdade.
Comecei a pensar no meu marido, onde eu meio que imaginava ele ali ao lado me olhando sendo fodida por outro como tantas vezes ele viu... mas aqui era diferente, ele não estava presente... eu tava corneando ele... e o mais absurdo... eu tava me deliciando com a forma intensa, forte e violenta que o Alex me comia... filho da puta bom de socada... que ritmo, que vigor... eu tinha esquecido que a rola dele era tão gostosa assim. Atingi um orgasmo tão bruto que me estremeci toda.
E ele me puxava pelos cabelos, me sentava tapas na bunda com maldade e explodia a sua virilha por trás de mim com tamanha força que eu era arremessada pra frente... e aquele seu cacetão esfolando a minha buceta loira com tamanha agressividade... nossa...
E se aproveitando de mais um orgasmo meu, onde fiquei completamente lerda e quase desabando de bruços na cama, ele tirou seu pau da minha buceta esfolada e toda babada de tanto gozar e simplesmente começou a pressionar com a cabeça o meu cu... gritei... gritei... estremeci sentindo a rola empurrando as minhas pregas para dentro da minha bunda virada empinada pra ele... e ele já me domando pelos quadris, mandando eu ficar quieta e nisso foi estocando.
Anal me deixa sempre louca, e quando é um cara que sabe enrabar que me pega por trás, aí eu fico ainda mais louca... gemi gritando e gozando, e o tarado do Alex me puxando pelos quadris e tome rola, tome, tome rola meu cu sem parar e tirar de dentro... junto a tapas na minha bunda, ora me puxando pelos meus cabelos e tome rola, tome rola... e eu louca sentindo o cacetão duro dele entrando fundo super agitado...
Gozei... e gozei sem precisar siriricar minha buceta. Só sentindo o pau do Alex no meu cu.
Já ele, mais uma gozou... me puxando pelas ancas e espremendo minha bunda com a virilha dele, fazendo assim seu pau entrar todo no meu rabo enquanto jorrava porra dentro.
Nem fui no supermercado, voltei pra casa dos meus pais, eles estranharam minha fisionomia e eu aleguei não estar bem. Fiquei na sala, deitada no sofá, sozinha e pensativa, ainda sentindo no meu corpo os reflexos da foda que dei com o meu ex ficante Alex, e ao mesmo tempo pensando no que isso poderia acarretar pra minha relação com o meu marido caso contasse pra ele.
Logo mais a noite, em casa... assim que entrei e vi meu marido ali na sala, no sofá assistindo um filme e olhando seu celular, eu sequer olhei pra ele, pois senti que tivesse escrito na minha testa: “Eu acabei de te trair, amor.”
Foi complicado olhar na cara dele, fiquei sempre com a sensação de que ele iria notar pelo meu silêncio e pelo meu comportamento desconfiado e tal que eu tinha transado com outro. Meu marido é inteligente, e pela convivência alguns casais são bem capazes de saber interpretar o outro. Durante o resto da semana toda eu sequer chamei ele pra sairmos ou disse que queria foder com outro. Fiquei na minha, guardando comigo mesma o chifre que coloquei nele.
Mas a vida às vezes coloca determinadas pessoas na nossa frente em momentos que a gente mais precisa. Pois eis que de tanto enrolar a minha amiga, a mesma que tinha descoberto que eu e meu marido transávamos com outros, eu mandei uma mensagem pra ela e marcamos um encontro no shopping. E foi algo que me deixou até mais aliviada. Pois eu precisava desabafar... e essa minha amiga além de mais velha, tem muito mais experiência que eu se tratando de relacionamentos e tal... E nisso, numa mesa de uma cafeteria, ela me disse:
- Amiga, relaxa, não fica chateada comigo e nem acanhada por eu ter descoberto o segredinho íntimo de vocês não, tá?
- Não, tudo bem. Eu confio em ti.
- E pode confiar mesmo, pois eu não vou ganhar nada em falar de vocês pros outros. Pelo contrário, eu até achei excitante, rsrsr...
- Mas tu e o teu gato transam com outros também?
- A gente não tem costume, mas já rolou. Uma vez.
- Como foi?
- Ah, a gente tava numa balada, ele tava de olho numa garota e tal... e eu mandei ele levar a garota pro meu ap... aí eu cheguei lá quando eles tavam transando, ela se assustou, mas eu tirei minha roupa e me juntei a eles.
- E ele foi quem mais gostou, né? Duas só pra ele, rsrsrs...
- Ah, com certeza, meu amor, é o fetiche de todo homem, comer duas ou mais mulheres sozinho.
- Pois é... Os homens tem umas coisas que a gente tem que saber lidar.
- E vocês dois. Tu e teu marido. Vocês já levaram outra pra cama?
- Mulher não.
- Só homem?
- Sim. Meu marido tem fetiche em me ver com outros homens.
- Nossa... É um fetiche bem peculiar, sabia? Normal é o casal fazer troca troca com outros casais e sempre colocar uma mulher no meio. Teu marido é bem safado. Imagino esse prazer dele em te ver com outro deva ser algo bem forte pra não querer outra mulher.
- Pois é. E ele resolveu me contar o fetiche dele depois de uma situação bem inusitada. Lembra do Alex, da faculdade?
- O magrinho pegador?
- Isso... Então, eu e meu marido tava num supermercado e de repente o Alex apareceu assim do nada diante de mim... e ele não percebeu que o meu marido tava perto e me deu um beijo... uma beijoca estalada e tal... e eu fiquei toda sem graça e o meu marido só me olhando e tal... aí eu apresentei o Alex pra ele, o Alex ficou sem graça também, pediu desculpa e foi embora. Só sei que depois disso meu marido ficou estranho, eu notei ele mais... estimulado, excitado e tal, me comeu bem mais gostoso que o de costume eee... e aí ele me falou que não tinha ficado com raiva e nem ciúmes de mim eee... e que tinha tesão em me ver com outros. Aí veio a proposta pra transar com outros homens.
- Caralho. O normal era o teu marido matar vocês dois no supermercado.
- Pois é... Ainda bem rsrsr... enfim, salva pelo fetiche dele, rsrsrs...
- Mas me fala uma coisa... nesses encontros de vocês com outros homens... teu marido te come, né?
- Sim. Ele gosta de participar.
- O meu ficante disse que te comeu sozinho, e teu marido ficou só olhando.
- É verdade... ele ficou bem impressionado com a forma que o teu ficante comeu a minha bunda e não quis se meter, só assistiu. Mas depois, quando ele foi embora, e a gente ficou sozinho, ele me comeu. E me comeu de um jeito que nunca tinha me comigo nos tempos de faculdade.
- Posso te falar uma coisa que eu acho?
- O quê?
- Teu marido tem vontade de ser corno.
Nesse momento eu fiquei arrepiada, pois era justamente o que eu tinha feito nessa mesma semana, corneei ele. Mas fiquei na minha, não toquei no assunto. Porém, aproveitando a experiência de vida da minha amiga, eu perguntei:
- Tu acha mesmo?
- Sim. Claro. Tem marido que tem vontade de ser corno. Tem verdadeiro tesão. Vai ver o teu marido te pediu pra tu foder com outros na frente dele por causa disso, porque o desejo dele era um dia chegar em casa e te flagrar com outro.
- Nossa... eu nunca pensei por esse lado. Mas sei lá. Ele me ama muito.
- Querida, amor não tem nada a ver com loucuras na cama, taras, fetiches e coisas ligadas a desejos sexuais... Amor é amor. Sexo é sexo... E tem coisas safadas que existem na cabeça das pessoas e que nem sempre são colocadas em prática. Tem gente que morre sem realizar seus desejos.
Foi então que eu não resisti e aproveitando a experiência e o tema da conversa e confessei pra essa amiga:
- Amiga... então... eu queria te contar uma coisa... queee... que tem a ver com isso que a gente tá falando.
- Fala.
- Eu... eu traí meu marido.
- Como foi?
- Pois é... foi com ele mesmo... com o Alex.
- Caralho, tu foi atrás dele?
- Não não... Eu fui visitar meus pais... e teve uma hora que eu fui fazer umas compras e tal... eee... eu encontrei com ele na rua, a gente começou a conversar... ele me chamou pra ir na casa dele... aí rolou.
- Tá arrependida?
- Não... quer dizer... sei lá... é que essa minha relação com o meu marido meio queee, deu estímulo pra transar com o Alex... mas eu sei que foi errado, eu traí a confiança do meu marido. O que a gente acordou não foi relação aberta. Por isso tô mal... acho que fiz besteira.
- Mas me diz... tu gozou?
- Muito.
- Gostou?
- rsrsr... muito.
- Conta pra ele, ora.
- Pra quem? Pro meu marido?
- Sim... Conta pra ele.
- Não. Tá louca?... Ele vai ficar decepcionado comigo.
- Não vai não. Te garanto.
- Mas... porque tu acha isso?
- Se tu falou que o teu marido colocou pra fora o fetiche dele em te ver fodendo com outros depois da tal situação do beijo que o Alex te deu... então tá na cara que ele vai entender.
- Será?
- Amiga... Vou repetir o que eu disse... Tem homem que sonha em ser corno. Que fica fantasiando com a mulher traindo ele pra poder se excitar e ter mais prazer. Teu marido é assim. Tenho certeza. Conta pra ele que ele vai adorar.
- Sei lá... ele me ama, não sei se gostaria de saber que eu dei pra outro na ausência dele.
- Amiga... já pensou no quanto ele deve ter imaginado o Alex te comendo? Ele sentiu prazer, amiga. Te garanto. Teu marido gostou de pensar na hipótese de tu cornear ele com o Alex. Vai na minha. Ele gosta. Conta pra ele.
Fiquei calada, pensando no incentivo e conselho da minha amiga, olhando pra ela...
Continua...
Obrigada e comentem pra eu postar mais.
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Comentários (2)
Rita: Melhorou ;) sim esse um processo evolutivo no casal que o homem deseja partilhar-nos.. ele acaba desejando ser corno, quer ser corno, isso o deixa louco e nos deixa a porta aberta para sermos putas e nos ficarmos nisso, porque é bom demais encornar e nos sentirmos muito putas.
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3aRita: Não tem que contar logo ao marido suas idas com outros, saboreia esses momentos com eles, sente o prazer de encornar nosso homem e se ele não perceber isso, começa aos poucos fazendo por ele perceber, como não se lavar depois de ter estado com um e nesse mesmo dia dar para seu marido seu corpo cheirando a sexo, a pau, a esperma.. ele vai acabar percebendo e ficar louco, porque corno fica louco qdo percebe que a mulher escondeu sua infidelidade;)
• uid:8ihimnxmg3a