#Gay

Aventuras no Rio de Janeiro - Uma noite de Carnaval muito estranha.

2.3k palavras | 1 | 3.00 | 👁️
Viado novo

Esperando Baianinho acordar com o humor melhor, tive tempo de refletir tudo que havia passado até aquele momento e resolvi arriscar tudo.

Eu sentei no chão do quarto e fiquei olhando Baianinho dormindo na cama, completamente nú, com aquele pauzão, que mesmo mole era imenso e entendi a nossa diferença.
Como ele conseguiu me transformar naquela pessoa sem autoestima, amendrotado, inferioizado que não conseguia se defender de toda a degradação e humilhação imposta por ele, ao ponto de aceitar apanhar na cara e ainda aceitar levar pau desse homem?
Só fazia chorar e chorar. Ainda assim, o pensamento que habitava minha cabeça era o que poderia fazer para agradar Baianinho quando ele acordasse.
Onde estava aquele homem que havia chegado ao morro, ainda que travestido numa brincadeira de Carnaval, pensando em conhecer umas garotas?
Agora, tinha em seu lugar apenas um cara abatido e perdido quanto a sua masculinidade.
Aquela cena durou quase três horas. Eu usando aquela calcinha preta, sentado no chão, esperando um homem negro que dormia na cama depois de ter fodidomeu cú pela quarta vez acordar, para tentar se desculpar de uma coisa que eu não tinha feito.
Não vi motivo para ele me bater na cara daquela forma.
Afinal, ele me instigou a ponto de me fazer quer levar rola no cú, o que eu podia fazer?
Apenas me posicionei pra levar pau do meu macho, pois estava completamente excitado, não tive culpa.
Enfim Baianinho acordou e mostrando-se ainda chateado mal falou comigo.
Apenas disse para eu dar uma arrumada na cama.
Corri e deixei ele bem arrumadinha.
Fiquei andando atrás dele pela casa, sempre com um pé atrás sobre a sua atitude.
Eram quase 19h quando ele foi tomar um banho.
Saiu do banho e vestiu uma roupa.
Pegou as suas armas e me olhou e perguntou.
Você não vai sair de calcinha pra ir na quadra, vai?
Eu falei que só tinha a roupinha que havia chegado.
Bem, é Carnaval enão tem problema, mas não dá pra ir pra quadra de calcinha.
Vai lá no quarto, pede licença e diz que eu pedi pra ir na casa da maninha buscar umas roupinhas pra vocês.
Fui e passei o recado.
Depois de uns 20 minutos ele chegou com varias roupas.
Escolhi uma bermuda jeans e uma blusinha tipo camiseta.
Eram de mulher, então ficou bem justinha e tinha lantejoulas e pedrinhas fazendo aqueles desenhos e a camiseta era bem colante.
Mas melhor que ir só de calcinha.
Jeferson também escolheu uma parecida.
Eu usei meu próprio tênis e Jeferferson escolheu um calcado feminino, mas sem salto.
Saímos da casa de Baianinho mais ou menos às 20h.
Descendo até a quadra, Iam aqueles dois negões na frente e a gente logo atrás.
Todos olhavam pra gente.
Na quadra, Baianinho e seu amigo foram recebidos com festa e nós juntos deles eramos cumprimentados.
Sentamos numa mesa perto da aparelhagem do som e ficou dificil ouvir qualquer conversa ou conversarmos entre nós.
Foi um martírio ter que ficar naquele baile.
Pensava em sair daquele inferno.
Uma noite muito estranha, eu ali sentado na mesa, rodeado de homens negros que a todo instante vinham me perguntar se eu queria alguma coisa. Claramente tratado com se fosse mulher.
Precisei ir ao banheiro e tive que ir em um dos bares que tinha no entorno da quadra.
Entrei e só tinham cara negros.
Fui ao banheiro e lá tinha um negão grande e tinham doi mictórios bem juntinhos.
Quando abri a bermuda para mijar, por ele sermuito justinha, tive que descer um pouco ela pra liberar meu pau. Nessa hora o negão olhou e viu que eu usava uma clcinha preta que estava toda enfiada na bunda.
Ele riu e elogiou dizendo beleza hein!
Morri de vergonha e até cortou o xixi.
Guardei o pau e dei aquela ajeitada na calcinha e fechei o zíper.
Quando saí do bar, os negros todos me olhavam e não sei, mas me senti bem pela primeira vez aquela noite.
A calcinha roça no reguinho quando a gente anda, pois o tecido muito é muito delicado e o toue suave nas partes intimas faz a gente rebolar um pouco para aliviar a coceirinha no rabo.
Então os negros ficaram olhando pra minha bunda.
Aquilo mexeu um pouco comigo e jogou de alguma forma minha autoestima la em cima.
Mas quando cheguei, Baianinho fez tudo voltar a estaca zero.
Me pegou pelo braço e perguntou onde eu tinha ido.
Falei que precisei ir ao banheiro.
Ele gritou comigo e disse para eu sempre pedir pra ele antes de eu precisar sair.
Eu disse quera foi apenas uma ida ao banheiro e sem sperar levei um tapa na cara que só não foi ouvido por todos ali por causa do som alto.
Desabei a chorar de novo e pedi pra ele me deixar voltar pra sua casa.
Ele ficou puto e pediu um outro homem negro para me deixar em casa.
O cara foi simp´tico e me deixou em segurança lá na casa de Baianinho.
Eu chorei, chorei, chorei muito até Baianinho chegar por volta de 1h da madrugada.
Eu tinha tirado minha roupa e estava apenas usando a calcinha preta.
Deitei no sofá da sala.
Jeferson e o seu negão entraram logo atrás de Baianinho e sentiram o clima pesado, deram boa noite e foram para o quarto.
Baianinho foi direto ao bar e ao passar por mim passou a mão na minha bunda e deu um tapinha leve, quase carinhoso.
Pegou um copo de Uísque e veio sentar-se no sofá.
Ele falou pra eu não chorar, que ele teve problemas na boca o dia todo e tava bem nervoso.
Terminou a bebida e ficou ali me alisando, falando que não gosta de bater em fêmea dele, mas precisa de vez em quando corrigir as coisas erradas.
Falei que não tinha feito nada de errado.
Ele falou, mulher minha não tem que se meter em negócio e não tem quedizer pro macho o que fazer na hora do sexo.
Eu falei que não tinha feito nada disso, apenas achei que você queria meter e me preparei pra isso.
Mas quem disse que eu queria naquela posição. Espera eu mandar você ficar na posição que eu quero meter, só isso.
E uns tapinha não mata nínguem né.
Fala a verdade, putinha até gosta de levar uns tapas do macho né.
Eu não gosto de apanhar na cara, pior ainda é sem motivo.
E se eu quiser te bater na cara agora, sem motivo algum, vc vai fazer o que?
Mas porque você me bateria na c....
Mal falei isso e ele lascou um tapão.
Que isso Baianinho, não faz isso comigo.
Não faz o que putinha, acho que você gosta de apanhar mesmo.
Toma outro tapão.
Para Baianinho, não faz isso não.
Tentou dar outro e eu escondi o rosto.
Cacá, olha pro seu macho.
Eu perguntei se le ia me bater de novo.
Não importa, olha pro seu macho agora.
Com medo do que podia acontecer, olhei pra ele.
Novamente ele desferiu um tapão que me deixou tonto.
Que isso Baianinho, para de me bater.
Levei mais dois tapas , um de cada lado.
Me escondi de novo virando de costas pra ele.
Levei alguns tapas na bunda que a deixaram ardida.
Vira pro seu macho agora o malcriada.
Eu virei, ele subiu em cima de mim, sentou na minha barriga, prendeu meus braços e começou a me dar tapas muito fortes na cara sem parar.
Para Baianinho, desculpa, me desculpa não vou mais fazer isso, para, me desculpa.
Ele só parou pois viu que eu chorava muito.
Eu me debatia embora estivesse contido por ele.
Ele falou que me soltaria se eu parasse de me debater.
Concordei e me acalmei.
Ele me soltou e saiu devagar de cima de mim e se sentou próximo aos meus pés.
Recolhi as pernas e me sentei em seguida.
Abalado e chorando muito, senti Baianinho alisar minhas costas e perguntar se eu estava bem.
Não sei o que me deu, mas me virei rápido por impulso e me abracei em Baianinho e pedi desculpas muitas vezes e prometi não fazer mas nada que o desagradasse.
Ele mandou eu para de chorar e ir lavar o rosto laá no quarto que ele já ia pra lá.
Levantei e fiz o que ele mandou.
Deitei na cama e o aguardei.
Quando Baianinho entrou no quarto, ele estava diferente.
Parecia mais homem ainda.
Estava tã altivo, imponente, masculino.
Principalmente porque estava nú, com aquele pau já meio duro.
Apreciei sua caminhado firme, meio malandreada, cara de safado.
Ali deitado, meu cú já começou a pulsar apenas pela presença marcante daquele macho.
Ele subiu na cama de joelhos e caminhou até perto do meu rosto e já foi direcionando aquele pau e enfiando na minha boca.
Como Baianinho era confiante.
Havia me espancado o rosto, me dado uma série de ordens e agora chegava se impondo daquela forma e já me botando pra chupar seu pau. Tem que ter muita determinação para se impor desta forma.
Era quase uma obrigação minha chupar aquele homem negro que estava sobre mim.
Eu chupava e olhava pra Baianinho que tocava minha cabeça e forçava o pau na minha boca fazendo ele ir no início do meu esôfago.
É estranhamente gostoso, ao mesmo tempo que é agoniante senti o pau ocupar toda a garganta.
Baianinho me olhava e quando tirou o pau da minha boca a primeira vez, lascou um tapa na minha cara.
Dessa vez não reclamei ou chorei.
Apenas aceitei e voltei a chupar seu pau.
A partir dali, Baianinho sentiu que podia me bater a hora que quisesse e eu comecei a ficar muito excitado a cada tapa na cara que eu levava de Baianinho.
Tanto que eu comecei a me tremer todo de tesão e tive até uma pequena ereção.
Não durou muito a ereção, mas eu estava tão excitado que comecei a pedir pra ele me foder.
Dessa vez Baianinho me deixou deitado no meio da cama e se deitou por cima de mim.
Eu abri as pernas e lacei seu corpo e cruzei as pernas atrás da suas costas.
Baianinho encaixou o pau no meu cú e penetrou devagarinho me fazendo gemer muito.
Ele passou o braço por debaixo da minha lombar e o outro braço ele pegou por traz da minha nuca.
Estava embaixo daquele homem negro, com seu pau dentro do cú e quase numa posição de imobilização total.
Agora era apenas uma questão de tempo pra Baianinho começar a foder meu cú.
O primeiro movimento de retirada do pau foi tão lento e me fez gemer, mas a estocada foi ainda mais lenta e essa me fez revirar os olhos.
A dor da penetração era superada totalmente pelas sensações deliciosas de pela primeira vez Baianinho parecia não fazer sexo comigo, mas faer amor.
Eu estava tão entregue, que não demorou eu olhar pra Baianinho enquanto sentia seu pau sair e entrar lentamente do meu cú, que eu fui obrigado a chamar ele de meu homem, fode seu viadino, meu macho.
No meio daquela foda eu prometi que meu cú seria sempre dele.
Foi quando senti pela primeira vez vontade de ser beijado na boca por outro homem, mas me contive para não estragar tudo.
A foda durou quase meia hora e ele anunciou que ia gozar dentro do meu cú.
Puxei ele pra mim e apertei minhas pernas para manter o pau dele bem profundo.
E senti o pau dele latejando dentro do meu cú e um calor me inundando as entranhas.
Baianinho urrava e tinha esparmos enquanto despejava a porra quente dentro do meu cú.
Eu me tremia todo e sentia arrepios pelo corpo.
Após o climax daquela gozada ele afastou a cabeça e recomeçou o movimento lento de foder meu cú para poder terminar de me enseminar com seu leite de macho.
A retirada do pau foi mais penosa pra mim do que as dores da penetração.do pau de Baianinho.
Tive a pior sensação de vazio dentro de mim de todas as fodas que ele havia me dado.
Estava tão maravilhado com aquela foda que sem pensar desci até seu pau e chupei até que ficasse completamente limpo da porra que recobria a cabeça e o corpo do pau dele.
Ele dormiu rápido e eu estava todo enamorado pelo seu pau. Deitei a cabeça sobre seu abdomem e fiquei ali acariciando seu membro e suas bolas por várias horas, até apagar.
Acordei com Jeferson me balançando. Ele tinha vindo acordar Baianinho a pedido do seu comedor negro.
Mas ele me viu deitado na barriga de Baianinho, com a mão sobre seu pau, e percebeu que aquilo era um claro ato de submissão e adoração ao meu macho Baianinho.
Eu ia dar uma desculpa mas Jeferson fes um Xiiiiiiiiiii! Não precisa explicar nada pra mim, relaxa.
Ele acordou Baianinho que tomou um banho, se vestiu e saiu para resolver questões de negócio.
Estavamos entrando no ultimo dia de Carnaval e terceiro dia como hospedes de Baianinho naquele morro.
.

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(3.00 de 2 votos)

Viado novo #Gay

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Aff: Que conto maravilhoso. Ele tem que tomar mijo do baianinho

    Responder↴ • uid:1dohefj0wlwl