Escravo Familiar: Capítulo 54 (Uma semana no sítio do meu tio Chico - Dia 02)
Durante a madrugada, papai despertou de pau duro atrás de mim. Senti ele me beijar e me alisar o corpo, e logo começou a retirar nossas roupas embaixo do cobertor, e as jogou no chão do quarto, ao lado da cama. Arrumou o cobertor em cima de nós e voltou a me agarrar pelas costas.
Beijando-me no pescoço com carinho, encostou os lábios atrás do meu ouvido e disse em uma voz rouca e sonolenta:
— Tá acordado, meu amor? E voltou a me beijar o pescoço.
Gemi baixinho em seus braços, sentindo seu hálito quente provocar minha pele macia e quente, seu pau duro cutucar minha bunda, sua mão direita deslizar pela minha cintura e descer para meu quadril, me alisando até às minhas ancas magras, apertou-as com força, fazendo eu gemer baixo — Huuum! — e depois as abriu, revelando meu cuzinho rosado e, com o dedo indicador, cutucou a entrada do meu cuzinho. Aos gemidos baixos, consegui, com sofreguidão, respondê-lo:
— Sim, papai! Huuuuuuuuuum! Assim!
Retirando seu dedo da porta do meu cuzinho, ele o levou até sua boca e o molhou com sua saliva, depois o voltou para minha entradinha, alisando-a com delicadeza, deixando-a toda molhada. Enfiou a ponta do dedo, fazendo-me gemer e apertar forte os lençóis do colchão, e foi invadindo com jeitinho meu cuzinho rosado, rodando delicadamente o dedo babado.
Quando conseguiu introduzi-lo todo, remexeu-o lá dentro, tocando minha próstata e massageando-a deliciosamente, fazendo-me gemer mais alto. Depois retirou o dedo e levou-o novamente à boca, mas desta vez com o dedo do meio junto. Babou nos dois dedos, deixando-os escorrendo de cuspe, e levou-os novamente ao meu cuzinho.
Massageou a entrada enquanto me beijava o pescoço, e foi pressionando os dois dedos para que eles entrassem até o fundo do meu cuzinho, girando-os com delicadeza e me fazendo gemer mais alto.
— Ãããããh! Papai!
— Xiiii! Geme baixinho para não acordar os outros machos da casa. Quero você agora só para mim. Ele disse baixinho em meu ouvido e começou a movimentar os dedos dentro de mim.
Mexendo-os de dentro para fora lentamente, rodava-os tocando minha próstata, massageando-a, e ajudava meu cuzinho a se acostumar com a invasão de seus dedos.
Levei minha mão direita até seus cabelos crespos e curtos e enfiei meus dedos entre eles, segurando e massageando seu couro cabeludo. Virei-me com meu rosto para o seu, gemendo com a boca entreaberta, e puxei sua cabeça para mim, encostando minha testa na sua. Gemi, ofegando no seu rosto, e, entregando-me a ele, o beijei de língua.
Papai passou a gemer junto comigo em minha boca, e às vezes alternava entre gemer e ofegar a cada vez que seus dedos se movimentavam dentro de mim.
Cansado de ter que aguentar sua ereção que chegava a doer encostada na minha bunda, papai retirou seus dedos de dentro do meu cu e segurou seu cacete pela base, apontou a cabeça rosada e úmida com a pré-porra no olho do meu cuzinho e pressionou, fazendo meu cu se alargar e receber a cabeça e depois o corpo veiado de seu caralho delicioso.
Ele foi me invadindo sem pressa, se movimentando com lentidão, sentindo meu cuzinho apertar sua pica, gemendo baixo em minha boca, até sentir seu saco encostar nas minhas nádegas.
Nossos corpos ferviam embaixo do cobertor, suados. O cheiro do quarto se alterou para o cheiro de nosso sexo e suor, fazendo nossos corpos se embriagarem com nossos odores. Então papai ergueu minha perna direita e a segurou com firmeza no alto, encostou o máximo possível do seu corpo no meu, como se quisesse que nossos corpos se tornassem um só. E somente com o quadril começou a bombar lentamente dentro do meu cuzinho.
PLOC... PLOC... PLOC... PLOC
Eu o olhava nos olhos com meus lábios entreabertos, sem emitir sons. Ele retribuía o olhar com os olhos apaixonados, fazendo carinho com a ponta dos dedos em minha pele nua, com a mão que se escorava no colchão.
Logo aumentou a velocidade das estocadas e me fodeu sem dó no cuzinho, fazendo nossos corpos e a cama chacoalharem.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
TUM tum tum tum tum…
— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Gemíamos juntos, sem desgrudar um dos olhos do outro. Papai batia seu pau fundo dentro de mim, fazendo eu tremer todo e gemer loucamente por ele.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Arfavamos juntos com o cansaço que aquela posição em que estávamos nos causava, e o braço de papai deu sinais de que não aguentaria mais segurar minha perna. Então, com cuidado, ele a baixou e a repousou em cima da outra no colchão, sem parar um segundo sequer de meter.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Nossos corpos começaram a doer e a querer dar cãibra, então nossos corpos se comunicaram sem precisarmos emitir uma palavra sequer, e nos viramos.
Papai parou de bombar no meu cuzinho e retirou seu cacete duro de dentro. Virei-me de bruços na cama e abri minhas nádegas com as mãos, piscando meu cuzinho. Papai subiu em cima de mim e, segurando na base do seu pau, voltou a enfiá-lo com calma para dentro do meu cuzinho, gemendo, enquanto seu cacete era mastigado pelas minhas pregas.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu baixo, socando seu caralho duro até o talo dentro do meu cuzinho.
Quando sua virilha encostou nas minhas nádegas, ele se preparou, ficando com os braços dobrados e com os cotovelos apoiados no colchão, esticou as pernas, erguendo um pouco o quadril, e, com calma, voltou a foder meu cuzinho, batendo forte sua virilha na minha bunda.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
— Huuuuuuuuuum!
— Huuuuuuuuuum!
Gemíamos juntos enquanto suas estocadas iam fundo dentro de mim. Seu saco batia com força nas minhas nádegas, fazendo um barulho alto de nossas peles se chocando. A cama começou a ranger e a cabeceira batia na parede, fazendo um barulho seco de móvel batendo na parede.
Papai perdeu um pouco do controle e passou a gemer mais alto, deixando que seu corpo falasse mais alto, passou a me foder com força e maestria, bombando cada vez mais forte, fazendo a cama bater com força na parede e acordando a todos na casa com nossa foda fenomenal.
— PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
TUM TUM TUM TUM TUM TUM TUM TUM TUM TUM....
— HÃÃÃÃÃÃ, HÃÃÃÃÃÃ, HÃÃÃÃÃÃ, gemíamos juntos descontroladamente. Seu pau esquentava com a fricção, fazendo meu cuzinho arder, mas logo fui refrescado com uma cravada funda no meu cuzão e com sua porra grossa e gelada que invadiram minhas entranhas.
— Hãããããã. Huuuuuuuuuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Papai foi diminuindo as estocadas aos poucos, fazendo a cama parar de bater na parede e as molas do colchão pararem de ranger, suspirando de prazer e do gozo saboroso que tinha derramado no meu cuzinho.
Já eu gozei no lençol, com a fricção forte do meu pau na cama, sujando tanto o lençol quanto minha barriga.
Quando terminamos de gozar, papai saiu de cima de mim, deixando o mar de porra descer do meu cuzinho para o lençol do colchão. Deitou-se ao meu lado na cama de lado. Eu me virei de costas para ele, e ele me puxou de volta para seus braços. Agarrou-me pela cintura, fazendo seu gozo melar e grudar entre nossas peles, e entrelaçou suas pernas nas minhas e seus pés nos meus, e, com o rosto atolado no meu pescoço, voltamos a dormir, sujos e suados.
Os raios de sol invadiam as frestas das janelas do quarto na manhã seguinte, quando finalmente eu e papai acordamos. Virei-me na cama, levantando um pouco meu tronco, desvencilhando-me do corpo de papai, e peguei na cabeceira da cama meu celular para olhar as horas. Eram 9:00. Papai gemeu em protesto e puxou-me novamente para deitar na cama e voltou a se entrelaçar em mim.
Ficamos na cama enrolando um pouco para levantar. Papai voltou a enfiar seu nariz no meu pescoço e esfregou seus pés nos meus, demonstrando seu afeto e sua preguiça, que exalavam a cada movimento que seu corpo fazia na cama.
Curtimos nossa preguiça agarrados até às 9:30, e, quando senti meu corpo avisar que queria eliminar minhas necessidades fisiológicas, me desgrudei de papai e levantei da cama correndo em direção ao banheiro.
Papai só me olhou, deitado na cama, com os lençóis e os cobertores enrolados em sua volta. Entrei correndo no banheiro, sentindo a porra grossa e pegajosa de papai descer pelas minhas pernas, e, levantando desesperado e desajeitado a tampa da privada, sentei-me no vaso e deixei que meu corpo esvaziasse tudo o que ele tinha direito. Fiz xixi, cocô, e o resto da porra de papai caiu junto na privada. Senti minha barriga reclamar, já pedindo comida, mas a ignorei e, quando terminei de fazer minhas necessidades, levantei da privada e dei descarga.
Logo encaminhei-me para o chuveiro. Tomei um bom banho, retirando o suor do sexo da madrugada que eu e papai fizemos. Lavei minha cabeça careca com xampu e meu corpo com o sabonete que peguei na saboneteira do banheiro. Aproveitei e fiz uma delicada chuca no meu cuzinho, retirando o restinho de sujidades que ainda estavam grudadas no meu cuzinho. Depois de me ensaboar inteiro, enxaguei meu corpo e desliguei o chuveiro. Abri o box e peguei a toalha pendurada no aparador do banheiro, ao lado do vidro, e me enxuguei.
Pelado, fui para a pia e escovei bem meus dentes, tirando o mau hálito e a saliva grossa. Sequei minha boca na toalha de rosto e saí do banheiro, voltando para o quarto.
Escutando o tilintar do pingente da minha coleira, andei de volta até a cama em que papai e eu dormimos na noite anterior e, abaixando-me ao lado dela, recolhi minhas vestimentas e as recoloquei.
Aproveitei e arrumei a cama, dobrando os cobertores e esticando o lençol. Ajeitei os travesseiros no lugar e abri as janelas do quarto, permitindo que o ar fresco do dia ensolarado entrasse quarto a dentro.
Em seguida, fui para a porta do quarto e saí para o corredor, desci as escadas e fui direto para a sala de jantar. Papai, meu tio Chico e meus dois irmãos já se encontravam tomando café, batendo papo animados, e, ao notarem minha presença, saudaram-me:
— Bom dia! Finalmente acordou, putinha! Disse meu irmão Thiago.
— Bom dia! Falei, abrindo um sorriso, e fui direto para o colo de papai.
— Bom dia, dengoso! Vai tomar café da manhã? Saldou-me papai.
— Sim, meu senhor! Respondi e me sentei no seu colo.
Ao sentar no colo de meu senhor, peguei um copo e coloquei um pouco de suco, peguei duas fatias de pão de forma, passei um pouco de requeijão e coloquei duas fatias de queijo. Coloquei o pão em um prato disponível na mesa e deixei-o à minha frente.
Papai olhou para meu café da manhã e, abraçando-me, ainda conversando animado com meu tio e meus irmãos, fez um gesto para que, antes de eu comer, eu me levantasse do seu colo um instante. Levantei de seu colo, e ele se levantou, puxou o cós da bermuda de moletom que estava usando para frente e retirou o pau mole de dentro da cueca na frente de todos, deixando-o pendurado.
Meus irmãos e meu tio calaram-se quando viram o pau de papai de fora e passaram a somente observar. Papai balançou seu pau mole para cima e para baixo, e pegou meu copo de suco em cima da mesa, expôs a cabeça rosada do seu pau que estava meia bomba com a mão direita, e com a esquerda levou meu copo para baixo de seu cacete que estava ficando meia bomba e começou a mijar dentro.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!
Bateu o pau na borda do copo, fazendo algumas gotas caírem dentro do meu suco mijado, e depois, sem dizer uma palavra, colocou o copo em cima da mesa e segurou com a mão esquerda livre minha nuca, virou meu rosto para seu pau com a direita, apontou seu cacete duro para meus lábios e puxou minha boca, pressionando a cabeça do seu cacete nos meus lábios.
Com a cabeça do seu pau encostada nos meus lábios, eu olhei para cima, direto e profundo nos seus olhos escuros que exalavam poder e excitação, e lentamente eu separei meus lábios.
Papai então empurrou sua pica para dentro da minha boca, deslizando centímetro a centímetro até meus lábios encostarem na sua virilha, seus pelos pubianos acariciarem meu nariz, seu sacão farto e gostoso baterem em meu queixo e a cabeça da sua rola se alojou na minha garganta, e então, se segurando firme para não gemer ou tremer, papai segurou minha cabeça de encontro com sua virilha e esperou.
Minha garganta passou a apertar seu cacete, fazendo-o tremer de prazer. Papai rosnou em minha boca e tampou meu nariz, não permitindo que eu respirasse, e, sem avisos, começou a lentamente foder minha garganta.
PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...
Meus olhos lacrimejaram, e eu tremi-me todo. Ele foi fodendo com paixão e lentidão, e rebolava toda vez que o pau sumia todo dentro da minha boca até minha garganta. Aos poucos foi aumentando gradualmente a velocidade, até que começou a foder desesperadamente minha garganta, gemendo alto e bombando com fúria, e logo gozou, estocando fundo, apertando meu nariz e segurando em meu maxilar para que deixasse meus lábios fechados ao redor do seu pau e gozou, como nunca tinha gozado antes, contorcendo-se de prazer.
— Huuuuuuuuuum! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Sua gala escorreu minha garganta abaixo, e, quando ele terminou de despejar a última gota da sua porra, ele retirou com rapidez seu pau da minha garganta e permitiu que eu respirasse novamente.
— COFF COFF COFF COFF COFF COFF COFF...
Peguei o suco em cima da mesa, misturado ao seu delicioso mijo, e tomei. Papai se afastou de mim com o pau pingando minha baba e pegou um guardanapo na outra ponta da mesa, limpou seu cacete e o guardou de volta nas calças.
Eu tomei o suco, sentindo o gosto misturado de laranja com o seu delicioso mijo, e, quando recobrei totalmente o ar, voltei a comer meu café da manhã.
Meu tio e meus irmãos voltaram a conversar sem comentar nada do que tinha acontecido, nem papai.
Minutos depois, terminamos nosso café da manhã; papai e meu tio Chico retiraram a mesa do café e foram arrumar a cozinha. Meus irmãos continuaram a conversar na mesa, e eu me levantei, me recompus depois do oral bruto de papai, e fui me sentar na sala de estar em um dos sofás. Tirei meu celular do bolso da bermuda e o desbloqueei. Em seguida, entrei no WhatsApp e mandei uma mensagem para mamãe de bom dia, e a avisei que estava tudo bem e que estava me cuidando. Depois me arrumei melhor no sofá, deitando, e abri o Facebook para me distrair até receber minha próxima ordem.
Por volta das 11:00, senti papai entrar pela porta da sala e vir até mim.
— Filho, estava conversando com seu tio Chico e seus irmãos, e queremos cavalgar um pouco antes de irmos cuidar dos animais do sítio. Vamos?
— Claro, meu senhor, as suas ordens!
Levantei-me do sofá, calcei meus chinelos e fui atrás dele. Ao sairmos novamente para a varanda, senti o bafo quente do dia abafado. Papai me conduziu até onde meu tio e meus irmãos estavam ao lado da área do café, onde meu tio deixava botas de montaria para podermos usar ao andarmos de cavalo.
Ao nos aproximarmos dos três, meu tio Chico sugeriu:
— Que tal cavalgarmos mais confortavelmente? Estou pensando em fazer esse passeio pelado para podermos sentir a brisa e o calor do dia. Está bem quente e seria mais confortável para nós. O que acham?
— Eu topo! Eu disse, dando risadinhas e trocando um olhar safado com meus irmãos.
— Assanhadinho! Ei! Papai chamou a atenção de mim e dos meus irmãos, que começavam a me bulinar sem sua permissão.
— Vamos até cavalgar pelados — disse papai — mas você — ele apontou para mim — vem comigo!
— AH, não, irmão! Permita que eu cavalgue com o escravo; faz tanto tempo que não sinto o corpo dele sem você ficar que nem um abutre em cima dele.
Papai bufou, olhou de mim para meu tio e, passando a mão na barba por fazer, disse:
— Ok, mas se deixar ele cair, arrebento sua cara. E, como já sei o que vai acontecer, peço para que não o machuque com essa pica. Ele disse, apontando para o meio das pernas do meu tio Chico.
— Hahaha! Ok! Prometo. Meu tio Chico disse e veio até mim, já de botas de montaria prontas, e me puxou para seu corpo.
— Vamos lá, escravinho.
Retiramos todas as nossas roupas e colocamos somente as botas de cavalgada. Em seguida, fomos para as baias dos cavalos. Titio selecionou um cavalo de pelagem negra e comprida, que arrastava no chão. Ele era musculoso, bem grande e forte, tinha uma crina preta longa e hidratada que brilhava quando posta ao sol.
Papai e meus irmãos escolheram três éguas brancas bucetudas, que deram um contraste lindo no nosso grupo. Subimos nos cavalos, com meu tio me colocando primeiro em cima do garanhão, e depois subiu atrás de mim, segurou as rédeas e me empurrou um pouquinho meu tronco para frente, fazendo com que eu ficasse com o cu empinado.
Aproximou suas mãos até minhas nádegas e as abriu, vendo meu cuzinho piscar e brilhar com a luz do sol. Depois, deixou que um cuspe farto e pegajoso caísse de sua boca direto no meu cuzinho.
Espalhou o cuspe com os dedos, introduzindo uma porção dentro de mim e logo segurando na base do seu pau duro que roçava levemente minha pele, apontou a cabeça rosada na entrada do meu cuzinho e empurrou com cuidado para dentro.
— Huuuuuuuuuum! Gemi.
O cavalo deu uma trotada para frente; meu tio apertou mais as rédeas em suas mãos, fazendo-o parar, e, conduzindo seu cacete com uma das mãos, enfiou-se dentro de mim.
— Hãããããã!! Gemi alto, sentindo ele se alojar devagar dentro do meu cu.
Meu tio se arrumou e puxou meu tronco para cima, fazendo eu encostar minhas costas em seu peito, e disse baixinho no meu ouvido:
— Tá confortável?
— Sim! Respondi em um sussurro.
Titio se grudou no meu corpo, e papai e meus irmãos riram sem acreditar na cena.
E logo titio disse:
— Vamos cavalgar!
E bateu as rédeas no dorso do garanhão em que estávamos montados.
O cavalo se esticou com o comando e disparou um pouco rápido demais, saindo das baias e correndo em direção ao campo aberto do sítio. Com o solavanco bruto do cavalo, titio foi levado um centímetro para trás, saindo um pouco de dentro de mim, e depois cravou fundo, fazendo eu gritar de prazer.
PLAC!
— Aaaaah! Meu cuzinho!
Ele deu risada e, com o galope rápido do cavalo, ele me fodeu, entrando e saindo fundo dentro de mim, gemendo, enquanto tentávamos manter o equilíbrio o melhor que conseguíamos em cima do cavalo.
Seu pau duro entrava e saía ritmadamente, fazendo meu cuzinho piscar e meu corpo tremer. Titio se aconchegou mais no meu corpo, aproximando suas mãos com as rédeas de minha cintura e me travou à sua frente, sem parar de me foder, e prestando atenção no nosso percurso.
Papai e meus irmãos dispararam com seus cavalos, ultrapassando-nos. Titio ficou puto que estava perdendo e bateu mais forte as rédeas no lombo do cavalo, e aumentou a velocidade e a brutalidade das metidas no meu cuzinho.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Gemi mais alto, e titio enfiou seus dentes no meu pescoço e mordeu, batendo forte sua virilha na minha bunda, gemendo, até que o cavalo deu um pinote ainda mais forte e ultrapassamos meus irmãos e meu pai. E, fodendo muito forte com o cavalo correndo a milhão, meu tio cravou fundo seu pau em mim e apertou mais seus dentes no meu pescoço, fazendo eu urrar e gozar, e despejou fundo no meu cu sua porra grossa.
— Aaaaaaaaaaaah! Gritei e, junto a ele, gozei nos pelos do cavalo. Pffffffffffffffffffffffff!
Pffffffffffffffffffffffff!
Titio puxou as rédeas do cavalo quando chegamos perto do ponto de chegada e o fez se empinar nas patas traseiras, enquanto seu pau duro se enfiava fundo dentro do meu cu e sua porra grossa vazava pelas bordas do meu cuzinho arregaçado.
Meus irmãos e papai riram e gritaram um UHUUUUUU! de comemoração, a cena parecia de cinema de tão linda. Meu tio fez o cavalo voltar à posição normal e me pediu para eu o beijar de língua.
Dei um beijo caprichado nele, sugando forte sua língua, e levei minhas mãos para seu cabelo crespo, curto e grisalho, enfiando meus dedos dentro dele e o puxei para mim, querendo o engolir.
Meus irmãos e papai pararam com seus cavalos ao nosso lado e observaram a cena. Titio largou meus lábios depois que seu pau duro amoleceu dentro de mim e saiu de dentro, e se arrumou novamente em cima do cavalo.
Suspirando, olhamos para meu pai e meus irmãos, que sorriam meio ofegantes e suados.
— Parabéns, irmãozinho! Disse papai. — Não acredito que venceu a corrida, fodendo gostoso o cuzinho do meu putinho. Disse papai para meu tio.
Titio me deu mais alguns beijos na boca, nas bochechas e no pescoço, sorrindo, e logo disse:
— Seu putinho nada, nosso putinho!
Eu só ofegava, escorado no corpo de paizão do meu tio Chico, e sentia meu corpo tremer, e meu estômago roncou alto.
Grrrrrr!
— Parece que alguém está com fome! Meu titio falou, cobrindo-me de beijos: — Vamos voltar?
— Pois é, já está quase na hora do almoço, minhas paixões, vamos voltar! Disse papai.
Nós todos viramos os cavalos e voltamos galopando em rumo às baias.
No trajeto, titio tirou mais algumas casquinhas e voltou a ficar de pau duro atrás de mim.
Com todo cuidado para não cair, levei minha mão direita ao seu pau duro e, levantando um centímetro, travando as pernas no cavalo, empinei meu cu e apontei a cabeça rosada da pica do meu tio no meu cu, e deslizei no pau dele até sua virilha bater na minha bunda.
Ele voltou a ofegar, sentindo meu cuzinho apertar seu cacetão, e se grudou mais no meu corpo, enquanto cavalgávamos.
Meus irmãos e papai iam dessa vez na frente, correndo um pouco mais devagar, já que os cavalos estavam cansados.
Quando todos nós chegamos às baias, titio parou o cavalo, soltou as rédeas, segurou na minha cintura e bombou forte no meu cuzinho arregaçado e ofegando gozamos mais uma vez.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Hãããããã!! Gemíamos alto.
— Toma leite, amor do tio , Ãããããh! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Gozei junto dele, ficando mole em cima do cavalo.
— Caralho! Comentou meu irmão Juan: — O véio gozou de novo?
Rimos todos, e papai desceu de seu cavalo e veio até o meu e do meu tio. Titio me tirou da sua vara grossa e me entregou ao colo de papai, fazendo sua gala descer pelas minhas pernas, sujando o cavalo.
— Venha, amor do papai! Papai me chamou, estendendo o braço.
Enrosquei minhas pernas bambas em volta da sua cintura, e meu tio desmontou do cavalo, e, junto de meus irmãos, eles levaram os cavalos de volta para as baias, separando-os e verificando a quantidade de água nos reservatórios dos animais e a ração.
Depois trancaram as porteiras e, todos juntos, voltamos para a casa.
Entramos na área de churrasqueira e meu tio disse que ia começar o almoço, mas antes eu disse:
— Vamos tomar uma ducha antes, tio?
Meu pai e meus irmãos riram e titio disse:
— Só se for agora, escravinho.
Papai colocou-me no chão e eu e ele fomos andando para o chuveiro externo do lado da piscina para passarmos uma ducha rápida no corpo. Ele segurou em minha cintura e nos conduziu para lá. Papai nos observou sorrindo e, no percurso, olhei para trás e gritei:
— Vocês três, nada de tomar banho. Tenho um plano para depois do almoço e preciso de vocês suados!
Os três me olharam, arqueando as sobrancelhas para cima, e meus irmãos caíram na risada.
Eu e titio fomos para debaixo de uma das duchas e a abrimos, deixando a água cair, e entramos juntos debaixo da água gelada.
Tio beijou-me os lábios, sorrindo, paquerando-me, e logo soltou:
— Por que pediu para seu pai e seus irmãos não tomarem banho?
— AH, tio, quero devorar os pés chulezento deles logo depois do almoço, e os seus também.
— Então por que estamos tomando banho? Ele perguntou-me.
— Porque transamos em cima do cavalo, e não quero meu cuzinho derramando sua porra para todos os lados.
Rimos e eu lavei meu corpo, agachei no chão e caguei sua porra grossa no ralo. Depois improvisei uma chuca com o frasco vazio de xampu que estava na prateleira da parede dos chuveiros externos.
Tomei meu banho normalmente e desliguei o chuveiro. Titio fez o mesmo e logo voltamos molhados e pelados de volta para a área de churrasqueira, onde havíamos deixado meu pai e meus irmãos.
Papai nos viu chegando molhados e foi logo atrás de uma toalha para nós. Eu e titio corremos atrás de meus irmãos pelados e molhados, abraçando-os e molhando-os.
Papai retornou com a toalha e, quando percebemos sua volta, corremos para abraçá-lo juntos.
Ele ficou puto que nós o molhamos e pegamos a toalha das suas mãos, rindo enquanto ele dizia:
— Saiam daqui, seus viados!
Rimos e nos enxugamos. Depois jogamos as toalhas abertas na mureta da área da churrasqueira e sentamos pelados à mesa.
Olhei no relógio e já era 13:00. Papai terminou de esquentar a comida e desligou o fogo, anunciando:
— Venham comer, putos, a comida tá quente.
Nós todos nos levantamos e fomos pegar um prato nos armários, começamos a colocar comida no prato e conversamos altamente sobre amenidades.
Quando me sentei à mesa, papai não perdeu a oportunidade e tirou seu pau para fora ao meu lado, despejou seu mijo em um copo que depois misturei com um pouco de suco de manga e pegou meu prato com a comida, pegou seu pau fazendo-o ficar duro e bateu uma até gozar no meu prato de comida, colocou de volta à mesa e disse:
— Sua dose de proteína de macho vai te fazer bem, dengoso!
Sorri para ele, e ele deu um sorriso de volta, pegando meu copo de suco. Eu já sabia o que faria.
Expôs a glande rosada da sua giboia e mergulhou-a no meu suco, pediu para eu abrir a boca e bateu com a cabeça da pica na minha língua, depois a chupei e ele voltou a colocá-la no copo.
Esperou um minuto com a pica dentro do copo, sem encostar no suco, e começou a mijar dentro.
— Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Bateu a pica na borda do copo para que caísse até a última gota de mijo no copo, depois me deu a pica para eu secar a cabeça com a boca.
Em seguida, colocou o copo em cima da mesa e foi fazer seu prato. Almocei satisfeito, comi toda minha comida com a dose extra de proteína de papai e tomei meu suco batizado.
Depois do almoço, enquanto papai, meu tio e meus irmãos arrumavam tudo, fui para dentro de casa, peguei meu celular e verifiquei se havia mensagem de mamãe.
Ela tinha deixado uma mensagem, me dando bom dia, e pedindo para me cuidar. Disse que me amava e que estava com saudade.
Respondi à mensagem e deixei o celular de lado e me deitei arreganhado no sofá, deixando meu corpo ventilar na brisa do dia.
Depois que meus machos tinham arrumado tudo, vieram para o sofá junto a mim, e papai me ordenou:
— Levante daí, escravinho. Quero que você agora usufrua de nossos pezões; já que você disse para não tornarmos banho, porque você os queria assim, então chegou a hora. Essa será sua recompensa por ser um escravo obediente. Pro chão.
Levantei-me, sentei-me no sofá e escorreguei para o chão, sentando-me no piso do chão gelado.
Meus irmãos, papai e titio sentaram-se um do lado do outro no sofá em que estava e esticaram seus pezões deliciosos em cima de mim. Os quatro pares de pés grandes foram repousados em cima de mim, com papai na minha cara, meu tio Chico no meu peito e barriga, meu irmão Thiago no meu cacete e bolas, e meu irmão Juan nas minhas pernas e pés.
Aqueles pezões grandes, suados pelo calor, exalavam um chulé fraco, mas que me traziam um enorme prazer.
Meus homens ligaram a televisão e começaram a assistir ao jornal. Eu me deliciava nos pezões deles, beijando, lambendo, sentindo as texturas das peles grossas deles, enquanto eles pisavam e esfregavam as solas pelo meu corpo, na minha cara, enfiavam os dedos dentro da minha boca, pisavam no meu pescoço, nos meus mamilos, enfiavam um dedo no meu umbigo, esfregavam e batiam os pés no meu pau e saco, tudo com carinho, me proporcionando o melhor dos prazeres de ser escravo e submisso.
Acariciaram minhas pernas e meus pés largos com os deles, trocando os suores e os chulés, fazendo nossos pés trocarem de odores um com os outros.
Papai, depois de alguns minutos, inclinou-se para frente e fez todos tirarem os pés de cima de mim, virou-me de bruços no chão e eu coloquei minhas mãos embaixo do meu queixo, relaxando, e logo a sessão de pisadas voltou.
Eles pisaram em minhas costas, na minha bunda, enfiando os dedos dos pés no meu cuzinho, na parte posterior das minhas coxas, nas panturrilhas e no meu calcanhar, sempre colocando pressão leve que me acalmavam.
Depois, um a um, resolveram enfiar os dedos dos pés no meu cuzinho, fazendo eu gemer baixo. Logo fui virado novamente de barriga para cima, e cada um me masturbou com seus deliciosos pés, subindo e descendo lentamente, e aos poucos foram aumentando até me masturbarem com força com seus pezões, e eu gozar sujando-os.
Logo, cada um levou seus pés gozados para minha boca e eu pude chupar e lamber, sugando e limpando minha porra de seus pezões.
Depois que gozei bastante, eles pararam de me pisotear e só repousaram os pezões em cima de mim, conversando animados sobre assuntos que não me interessavam, agitados no sofá, fazendo os pezões passearem pelo meu corpo, causando-me um tesão absurdo.
Minutos depois, papai olhou-me nos olhos e, mandando um beijinho, enfiou o dedão do pé na minha boca e gesticulou: "Chupe, puta!". Comecei a sugar com força seu dedão enquanto eles ainda conversavam e alisavam-me com os pés, e papai segurou seu pau que endurecia e bateu uma baita punheta até gozar, sujando a si e aos meus irmãos que estavam a seu lado.
— Huuuuuuuuuum! Pffffffffffffffffffffffff
Ofegando, ele se aquietou e voltou a conversar com meus irmãos e meus tios, prestando atenção na conversa, enquanto a sua porra secava nos três corpos.
Depois da sessão de pisadas, eles se levantaram ainda conversando sobre trabalho, e meu irmão Juan me estendeu a mão para eu poder levantar do chão.
Levantei e fui atrás do meu celular; tinha deixado-o em cima da mesinha ao lado do sofá. Peguei-o e todos nós voltamos para a área de churrasqueira para sentarmos à mesa.
Papo vai, papo vem, meus homens entraram na conversa de sexo, contando sobre nossa aventura e planos para foderem com suas parceiras quando voltarmos para casa.
Papai colocou-me novamente no colo e levou sua mão direita para o meio das minhas pernas e encheu-a, segurando meu pau semi-duro junto aos meus bagos, e deu alguns apertões e chacoalhões.
Olhou-me nos olhos e deu-me algumas bitocas, sempre conversando com meu tio. A conversa evoluía aos poucos, tomando outra forma, e finalmente chegaram à parte em que eu me importava, e voltei a prestar atenção na conversa.
— ... Agora, à tarde, meu irmão, precisarei de sua colaboração e da dos meninos para me ajudarem a cuidar dos animais do sítio, tudo bem? Disse titio para papai.
— Claro, sem problemas. Que horas quer iniciar as atividades? Papai perguntou.
— Estava pensando em começarmos agora, antes que fique muito tarde e escuro e não dê tempo de passar em todos os animais.
— Tudo bem! Papai me tirou do colo, parando de me bolinar, e, olhando para meus irmãos, chamou:
— Vamos! Thiago, Juan, vamos ajudar seu tio a cuidar do sítio. Ordenou papai a meus irmãos.
Meus irmãos interromperam a conversa animada que estavam tendo, quando papai os chamou, e se levantaram da mesa juntos a nós, e partimos para a área dos animais.
Logo voltaram a conversar enquanto seguimos titio até a área dos cavalos. Entramos e pegamos uma vassoura, pá, recolhemos os cocôs e arrumamos os fenos. Papai e titio pegaram uma escova para pelagem de animais e escovaram os cavalos, tirando uma boa quantidade de pelos soltos. Depois, titio limpou os reservatórios de água dos cavalos com água e sabão e esfregou com uma vassoura para retirar o limo que se acomulava nas bordas dos reservatórios, em seguida, encheu-o de água limpa com uma mangueira acoplada a uma torneira presa à parede da baía.
Depois de tudo arrumado nos cavalos, demos uma acariciada nos cavalos e saímos rumo à asnearia, para cuidarmos dos burros que meu tio criava.
Carregamos nossos instrumentos de limpeza, e meu tio Chico nos guiou até a asnoaria, que ficava a poucos metros dos cavalos.
Quando nos aproximamos da reserva que meu tio fez para eles, os burros viraram-se de frente para o cercado de madeira e colocaram os focinhos pelos vãos entre as madeiras, zurrando como se dissessem: "Finalmente a comida chegou".
Meu tio se aproximou deles e começou a conversar com eles, como se falasse com crianças.
— Oi, papai, cheguei, meus amores. Estão com fome?
Meu tio destravou o cercado e entramos, com meu tio indo na frente e nos puxou para nós aproximarmos dos burros e acariciá-los, deixá-los sentir nossos cheiros e se acostumarem com nossas presenças.
Nos aproximamos e fizemos carinho nas cabeças dos animais. Titio mantinha-os com uma rédea presa aos focinhos, pois, virava e mexia, levava-os para dar uma volta pelo sítio, para que eles não ficassem tanto tempo presos.
Papai fez o processo que fez com os cavalos, encheu um balde com água e despejou no reservatório de água dos burros. Eu e meus irmãos ajudamos a limpar o chão de terra batida, recolhendo as fezes e colocando-as em um saco para lixo.
Varremos a terra batida, fazendo com que um pouco de pó da terra subisse, e todos tossiram quando o pó nos invadiu pelas narinas.
Depois que arrumamos, nos encostamos nos cercados, um pouco ofegantes. O dia estava tão quente quanto o dia anterior, e a brisa que corria era tão fraca e quente que deixava a sensação térmica ainda pior.
Meu pai tirou a camiseta suada e jogou em cima do cercado. Meu tio pegou uma das garrafas vazias que estavam dentro do balde de produtos de limpeza e a encheu de água. Tomou um pouco e passou para todos nós podermos bebericar. Olhei para ele enquanto ele dava pequenos passos pelo cercado e admirei seu físico de paizão, barriga saliente, pelada, braços com músculos definidos pelo serviço braçal, com as axilas com pelos aparados. E, enquanto isso, a garrafa de água passava de um para o outro.
Em uma das voltas que deu, fez contato visual comigo, e, como eu não tenho jeito, desci meus olhos descaradamente pelo seu corpo suado e lambi meus beiços, desejando-o.
Papai fez uma cara como se dissesse: "Putinha gulosa, safada!" E desviou o olhar. Olhei para meu tio e meus irmãos, que também tinham retirado as camisetas, e os paquerei sem pudor.
Olhei para os burros e burras que comiam a ração e tomavam suas águas, observando cada tamanho, cada sexo, cada tipo de pelo e coloração.
Fixei meus olhos em um burrinho mais jovem, cinza, macho, que tinha um belo pauzão teso, quase do tamanho das patas, no meio das pernas, e apalpei meu pau, que ficava duro por cima da calça.
Papai, sem perder tempo, olhou-me e acompanhou com os olhos para onde eu olhava. Quando se deu conta de que eu ficava olhando para o pau grande do burro, riu, fazendo meus irmãos e meus tios olharem para ele e perguntarem:
— O que você tanto ri?
Papai deu uma gargalhada alta, assustando um pouco os burros, e disse:
— Olhem para o João Pedro e acompanhem o olhar dele.
Os três viraram-se para mim e acompanharam meu olhar.
— A putinha tá querendo pau de burro! Disse meu irmão Thiago.
Os quatro riram e meu irmão se aproximou e deu um tabefe na minha cabeça.
PLAFT!
— Tá querendo pau já?
Segurou no meu maxilar, cuspiu na minha cara e deu um tapa.
— Ptiu! PLAFT!
Papai se aproximou de mim e pegou no meu pau duro por cima da bermuda, conferindo meu tesão.
— É isso mesmo que você quer, filho? Ele me perguntou, apertando meu pau duro, olhando para meus olhos.
— Huuuuuuuuuum! Gemi baixinho: — Sim, papai, quero provar a pica do burrinho, igual fizemos ontem com os cavalos.
Papai apertou mais forte meu cacete duro com a mão direita e, com a esquerda, começou a bater na minha cara.
— Huuuuuuuuuum! Gemi.
PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...
Meu tio e meu irmão Juan riam da cena, enquanto papai e Thiago me xingavam de escravo viado, depósito de leite de macho, putinha imunda e me batiam.
Logo fui levado pelos dois até o meio das patas do burro e colocado de joelhos no chão de terra batida. Papai levou sua mão esquerda com cuidado para o meio das pernas do burro e segurou no cacetão imenso dele.
O cacete do burro era bem comprido, média do tamanho do meu antebraço, e tinha a chapeleta redonda, parecendo um cogumelo. Ele balançou o caralho do burro na minha cara e segurou atrás da minha cabeça com a outra mão e disse:
Já que você está desejando o caralhão do burro, então abra a boca e mate sua vontade.
Olhei para papai e fiquei com receio. Ele e meu irmão Thiago deram uma empurrada na minha cabeça que eu endureci, proibindo o movimento. Papai ficou irritado e gritou:
— Anda logo, João Pedro, não é caralho que você quer?
Fiz que sim com a cabeça, com os olhos cheios de lágrimas.
— Então abre logo essa porra dessa boca e mame, mame com vontade, putinha.
Abri minha boca e deixei um filete de saliva escorrer pelas laterais dos meus lábios; papai segurou no pau do burro com a cabeçona pressionando meus lábios e empurrou minha cabeça.
Meus lábios se abriram e a cabeça da pica do burro invadiu-a. O gosto azedo e amargo da pica do burro invadiu minha língua, e papai e Thiago empurraram minha cabeça, fazendo a pica imensa deslizar até minha garganta.
Seguraram um pouco minha cabeça pressionada na pica do burro, depois recuaram. Antes de a vara sair de dentro, empurraram para frente de novo e depois recuaram, até que começaram a movimentar minha cabeça para frente e para trás, fazendo eu foder a pica do burro com a boca.
Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub...
A saliva grossa da minha boca começou a escorrer pelos cantos; eu revirava os olhos, sentindo um prazer absurdo chupando aquela imensa pica.
Meu pai olhou para meu irmão Juan e fez um sinal para que ele e meu tio Chico fossem para trás de mim e fodessem meu cuzinho.
Eles se aproximaram de mim, e meu tio se ajoelhou no chão atrás de mim, e abriu minhas nádegas, cuspindo no olho do meu cuzinho, passou o dedo espalhando o cuspe e enfiou um dedo, depois dois, dentro do meu cu, rodou-os e fez movimentos de entrar e sair várias vezes.
Logo retirou os dedos e segurou no seu cacete duro, pincelou na entrada do meu cuzinho e começou a pressionar a cabeça para entrar.
— Hãããããã! Ele gemeu e deslizou até seu saco bater nas minhas nádegas. Ajeitou-se, segurando no meu quadril, e começou a bombar lentamente.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Seu corpo suado batia na minha bunda, fazendo nossos corpos se grudarem, e nossos bagos se encontravam várias vezes durante a metida.
Eu sugava gostoso a vara do burro, rebolando e gemendo de prazer enquanto meu cuzinho era deflorado pelo meu tio Chico.
Senti o pau de ambos fisgarem e anunciarem que estavam próximos, então comecei a piscar meu cuzinho no cacete do meu tio e a sugar com mais força o pau do burro. E quase juntos os dois gozaram, me inundando de porra.
— Huuuuuuuuuum! Ãããããh!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Gozei junto com os dois sem me tocar e me engasguei, sendo lavado com a porra do burro.
Meu tio saiu de trás de mim e meu pai tomou seu lugar. Meus irmãos viraram o burro de costas para mim, e eu fui levantado pelo meu pai.
Fiquei em pé com os joelhos um pouco flexionados, e tive minha cabeça levada pelo meu irmão Juan para o cu do burro. Ele levantou o rabo do animal e, segurando atrás da minha cabeça, enfiou minha boca no cuzinho peludo do animal.
Comecei a chupar e enfiar minha língua, e papai se alojou fundo dentro de mim, gemendo e sentindo a porra do meu tio dentro do meu cu, vazando enquanto ele enfiava fundo seu cacete duro.
O burro à minha frente dava uns passos meio cambaleantes e, às vezes, tentava vir mais para trás, socando seu cuzão na minha cara. Eu enfiava minha cara no seu cuzão, segurando suas ancas, e rodava minha língua dentro do seu cuzão.
Papai bombou gostoso no meu cuzinho, enfiando fundo seu pau dentro de mim, fazendo a porra grossa do meu tio Chico vazar pelas laterais do seu caralho, que entrava e saía com força do meu cuzinho arregaçado.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Hãããããã! Huuuuuuuuuum! Gemíamos juntos enquanto nossos corpos iam para frente e para trás com força.
Papai destruiu meu cuzinho por muito tempo, até que gozou, me entupindo de porra grossa.
Eu continuei chupando o cuzinho do burro até ele terminar de gozar e senti meu pau todo sujo de minha porra.
Depois de alguns minutos, papai saiu de dentro de mim, e e meu tio tirou o burro da minha frente e o amarrou na cerca ao nosso lado.
Pegou a burra e a colocou em minha frente, lateralizada, permitindo que eu tivesse acesso à sua bucetona.
Aproximei-me da buceta da burra e passei a ponta da língua nos lábios carnudos. A burra se mexeu, mas logo ficou parada, quietinha. E pude sugar, lamber e enfiar minha língua, sentindo a buceta dela pulsar em minha boca.
Chupei até cansar e sentir meus lábios adormecerem, depois levantei-me, ficando ereto.
Tio Chico passou por mim e pela burra e foi atrás do burro, trouxe-o até nós e o fez montar na burra, guiando seu pauzão na buceta dela. O burro encontrou a entrada da buceta da sua parceira e logo começou a socar seu pauzão dentro da buceta dela.
A burra começou a zurrar desesperada enquanto seu parceiro pauzudo metia sua trolha imensa na sua buceta. Ficamos assistindo os dois montados por alguns segundos, até que meu pai pegou-me pelo braço e me ergueu do chão.
Veio para trás de mim e segurou no meu pau duro, e levou-me para trás do burro e fez eu penetrar seu cuzão.
O burro se assustou e tentou sair de cima da burra, mas já era tarde para isso, e eu o penetrei e comecei a fodê-lo. Em seguida, papai chamou meu irmão Juan, que veio já alisando seu cacete e entendendo o que papai queria fazer, e me penetrou fundo.
Segurou na minha cintura e começou a se mexer, fazendo eu foder gostoso o cu do burro.
Em seguida, veio meu irmão Thiago para trás do meu irmão Juan e o penetrou, fazendo-o gemer.
— Huuuuuuuuuum!
E, com cuidado, também começou a se movimentar, fodendo gostoso o cuzão guloso do nosso irmão Juan.
Meu tio Chico foi o próximo, veio para trás do meu irmão Thiago e o penetrou profundamente, e logo começou a foder o cuzão gostoso dele.
E, por último, mas não menos importante, veio papai com sua deliciosa pica, que eu tanto amo. Abriu as nádegas do meu tio Chico, seu irmão, e o penetrou até suas deliciosas bolas baterem na bunda gostosa do meu tio, e logo começou a foder forte.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Nosso trenzinho era o mais louco e impossível já feito até o momento; gemíamos e os burros zurravam alto, fodendo forte nossos cus e bucetas, suando que nem porcos, perdidos em um tesão avassalador e surreal.
Nossos corpos suados se grudavam um nos outros, pele com pele, pele com pelo e pelo com pelo, em um êxtase alucinante com gemidos e zurros ensurdecedores. Até que, com muita força e potência, trememos todos juntos e gozamos juntos em um orgasmo tão bruto e potente que desabamos no chão.
— Aaaaaaaaaaaah!!!!!! PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Papai, eu, meus irmãos e meu tio caímos no chão com papai arrancando forte meu pau de dentro do cu do burro, e ofegamos tanto, tanto, que parecia que nossos corpos entrariam em um colapso.
Olhei para o céu, recobrando o fôlego, e o céu já estava escuro. Aos trancos, nos levantamos, nos segurando um no outro, já que nossas pernas bambeavam. Nos grudamos, abraçados, e saímos da tonoaria dos burros.
Titio trancou o cercado de madeira para que os animais não saíssem de dentro da tonoaria, e, tremendo, voltamos para dentro de casa.
Demos a volta, saindo da lateral e indo para a frente da casa. Entramos pela porta e desabamos no sofá.
Meu pai, meu tio e meus irmãos se sentaram como deram no sofá e esticaram os pés no chão. Eu desabei no chão aos pés deles e me deitei na cerâmica fria.
Deixando meu corpo ávido por mais prazer, estiquei-me até os pés dos meus machos e aproveitei-os como eu mais gostava. Estavam sujos, suados e com chulé.
Beijei cada um dos pés dos quatro machos, cheirei-os, inalando fundo seus chulés fortes, e depois os beijei e chupei, lambi cada centímetro, aproveitando o máximo que podia daquelas delícias.
Quando conseguiram recobrar totalmente o fôlego, riram alto, um para os outros, e esfregaram seus deliciosos chulés em todo o meu corpo. Depois, todos nós levantamos e fomos para o chuveiro.
Fomos para o banheiro interno e nos esprememos no box. Ligamos o chuveiro com a água morna e nos revezamos tomando banho.
Meus machos não perderam tempo e, quando acharam que iam mijar debaixo do chuveiro, me colocaram de joelhos no chão e me fizeram beber os deliciosos mijos.
Tomamos nossos banhos e saímos do banheiro com as toalhas enroladas nas cinturas.
Fomos para o quarto e colocamos somente uma samba-canção, deixando nossos paus e cus soltos para respirarem.
Meu tio depois foi para a cozinha junto com papai e começaram a preparar o jantar. Eu e meus irmãos fomos ajudar a arrumar a mesa e, depois, sentamos para esperar a janta.
Mandei uma nova mensagem para mamãe contando um pouco do meu dia e disse que estava morrendo de saudades.
Um tempo depois o jantar foi servido, e pudemos repor nossas energias. Depois da janta, nos recolhemos, cada um em um canto da casa.
Meu pai e eu subimos para o quarto e nos deitamos, dando boa noite para meu tio e meus irmãos, que ficaram na sala.
Olhei no relógio e eram 22:00. Papai se deitou e me puxou para seus braços, agarrou-me e deixou que nossos corpos se aquececem embaixo do cobertor, e, agarradinhos e extremamente cansados, caímos em um sono profundo.
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