#Gay

O coroa do gelinho

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nathangay20

Correr riscos faz parte e nesta daí encontrei a solução ao meu problema. Sem isto, talvez, eu teria que esperar muito perdendo tempo precioso.

A safadeza entrou em minha vida em dois atos e agora eu precisava aceitar que havia gostado e quem sabe continuar. Meu nome é Nathan e já tenho um conto escrito aqui e quem quiser ver como foi basta clicar no meu nick. Tenho 1,66 de altura e um pouco gordinho, olhos castanhos e sou branco. Muita coisa passava pela minha cabeça após o segundo ato e bem diferente do normal, o sexo chegou em casa e através do marido da amiga da minha mãe correndo diversos riscos como tomar flagra ou a mulher do cara suspeitar dando problemas. A vontade falou mais alto e eu queria jogando qualquer ética de lado e experimentando para fazer um julgamento e gostei. O cara fez o papel dele ao tirar minha virgindade pintando uma segunda vez e parou para meu desespero. Quando gosta, o desejo costuma ficar enraizado e eu não tinha ideia como continuar praticando. Eu teria que procurar e não podia ser gente que colocasse em risco este meu novo segredo. Jeito calado, nem os jovens gays da minha sala eu tinha uma proximidade para papo tendo um certo distanciamento pela associação de imagem evitando as chamadas bocas malditas. Eu cheguei aos meus dezessete anos com muita necessidade em continuar dando.

Quase um mês, eu pensava que ficaria naqueles dois atos e nada mais até que eu ficasse adulto e retomasse a minha vontade. Havia uma coisa que eu não sabia e isto foi um aprendizado como gente que tem tara e não se manifesta ficando numa boa para agir em momento oportuno. Este era o caso do vendedor de gelinho da minha rua que eu já tinha uma longa amizade e comprava quase diariamente com ele. Sua casa fica na mesma rua que a minha e ao final dela tendo um papelão como propaganda no portão. Eu desconfiava que ele queria algo comigo e nas minhas idas ele sempre convidava para entrar e eu não dava margem sabendo que é gente que mora perto de casa e conhece meus pais. Necessitado, ele fez o convite e aceitei com uma cara de safado e na cozinha ele já mostrou sua pica preta para que eu mamasse e ajoelhei para iniciar um boquete. Eu não estava acreditando que um senhor de cinquenta e poucos anos, gordinho com rosto redondo estava com tanta tara ao ponto de enterrar a rola dele na minha boca e quase engasguei! Seu pau cabeçudo encontrou a minha garganta e tirou trazendo uma baba entre meus lábios e sua pica. Não era algo que eu não conseguisse lidar e sim a grossura em pau normal que foi um pouco perturbador. Mamei bem e com o rosto completamente corado mostrando meu segredo para ele que precisava agir mandando ficar em pé e abaixar a roupa. Pelado da cintura para baixo, encostei na pia e empinei a bunda com as pernas tendo tremor para sentir uma passada de saliva no cu e receber uma pressão forte abrindo a boca com cara feia e passou! A zonzeira apareceu e fui sendo rasgado por dentro e um sexo rápido segurando minha cintura foi sendo aplicado e eu descobri que tara era pouco para aquele cara safado. Ele metia bastante antes de tirar e repetiu isto umas três vezes causando uma entrega do meu cu facilmente e eu nada podia fazer pois meu tesão subiu depressa e querendo dar eu tinha que aguentar. Ele chegava a foder forte durante muitos segundos e isto causou um clima tenso lá dentro que caras feias com a boca aberta e gemendo eram normais. Depois destas três ele ficou indo e vindo e deu até umas socadas pontuais e aguentei a parada. Não havia como apontar quem era mais safado ali e não demorou para gozar e lá dentro. Gemeu baixo e ao tirar eu senti aquele esperma escorrendo para ganhar papel e limpar aquilo tudo que já descia pelas pernas e encontrou meu saco também. O velho conseguiu deixar arrombado e doendo muito o meu cu e para aliviar meu pau tive que bater uma no banheiro dele. Botei a roupa e peguei os gelinhos, paguei e caí fora com cara de safado e rindo com ele. Ao chegar em casa tomei um banho e fui fazer minhas coisas no período da tarde e sozinho em casa como eu sempre ficava.

A minha coragem foi determinante e eu saí dali certo que eu continuaria dando e praticamente selei de vez que era isto que eu queria. O bom deste terceiro ato foi a afirmação definitiva e eu tinha uns lapsos entre continuar ou não e isso foi resolvido. Eu percebi que não ficaria nisto e sempre que podia eu dava um jeito e pintava em sua casa para dar. Passei meus dezessete anos nesta daí. Aquela curiosidade agora estava amadurecida e definida tendo o sigilo que eu queria e mantendo meu segredo intocado. Este velho coroa determinou minha tara por rola e aprendi muita coisa nova. Hoje, tenho vinte anos e continuo atrás de pau. Quando cruzei a idade adulta eu estava preparado para encarar novas relações com maior segurança. Eu pergunto ao leitor se algum velho do gelinho fez derreter a sua bunda. Fez? Fiquei curioso. Fui.

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