Casal incestuoso 1 & 2
Meu nome é Marcos, tenho 37 anos e sou casado com a Mariana, de 32. Nossa relação sexual sempre foi bem apimentada. Desde o começo falamos abertamente sobre fantasias um com o outro, sem tabu. Uma das que mais voltava era a dela transar com outro homem. Sempre falávamos sobre isso, mas nunca tínhamos encontrado alguém em quem pudéssemos confiar de verdade. Até aquela viagem.
Fomos passar um feriadão na praia com a família: meus pais, minha irmã Paula com o marido e meu irmão Ricardo, o caçula, de 30 anos. A casa que alugamos tinha só três quartos. Os casais ficaram nos quartos e o Ricardo dormiu na sala.
Durante o dia era aquela resenha típica de família na praia: muita conversa, muita bebida. Foi numa tarde que percebi o Ricardo olhando a Mariana de um jeito diferente. Comendo com os olhos. Ele sempre a tratou com respeito, estivesse eu por perto ou não. No começo achei que era só efeito da bebida. Mas o tempo foi passando e ele não parava de olhar. Ficava fixando o olhar nela de um jeito que já não dava pra disfarçar.
Como eu e a Mariana sempre fomos safados um com o outro, mandei mensagem pra ela contando o que estava observando. No primeiro momento ela riu e respondeu que era coisa da minha cabeça. Mas com o passar das horas ela mesma começou a notar. Ficamos trocando mensagens sobre isso até que ela perguntou direto:
— Isso te dá tesão?
Fiquei em silêncio por uns segundos. Depois respondi a verdade:
— De uma certa maneira… sim. Sempre que a gente ia à praia sozinhos eu adorava ver os caras olhando pra você. Sempre te incentivei a usar biquíni pequeno.
Ela respondeu:
— Quer que eu provoque ele?
— Acho que sim… mas tenho medo que alguém perceba.
— Hummm… relaxa. Vou ter cuidado.
Quando ela mandou essa mensagem meu coração acelerou. Fiquei de olho nos dois o resto do dia. Era algo bem diferente de tudo que eu já tinha imaginado. Nunca tinha pensado nessa possibilidade. A Mariana agia naturalmente — tinha gente demais por perto — mas eu notava como ela se virava na direção dele, deixando ele ver o rabo mesmo que só de lado. Provocava de um jeito inocente pra quem estivesse olhando de longe.
O dia foi passando e as provocações não pararam. Até a noite.
Por volta das 19h45 estávamos na varanda conversando. A Mariana se levantou e falou que ia tomar banho. Fiquei lá com os outros, o Ricardo bem na minha frente. Passaram alguns minutos e o celular vibrou. Era ela me pedindo pra ir no quarto.
Quando cheguei ela ainda não tinha entrado no chuveiro. Estava com aquela carinha safada que eu conheço bem.
— E aí… vai querer que eu continue provocando?
Sorri.
— Queria… mas como?
— Tava pensando em você chamar ele aqui pro quarto e eu sair do banho só de toalha.
Naquele momento vi o quanto ela estava gostando daquilo. Concordei. Ela me beijou, tirou a parte de cima do biquíni e perguntou, rindo:
— Será que ele gosta de marquinha?
A safada estava me deixando doido.
— Só um louco pra não gostar.
Ela riu e foi pro banheiro. Eu voltei pra varanda. Meus pais e a Paula já tinham ido tomar banho. Só ficaram o meu cunhado e o Ricardo. Conversamos um pouco até a Paula chamar o marido. Fiquei sozinho com meu irmão.
Foi quando olhei o celular. Mensagem da Mariana, enviada três minutos antes:
“Pode vir. Traz ele.”
Tive que pensar rápido.
— Ricardo, você sabe mexer naquele ar-condicionado do meu quarto?
— Sei.
— Então vamos lá. Quero que você dê uma olhada.
Entramos no quarto. A porta do banheiro estava só encostada. Peguei o controle e entreguei pra ele. Ele começou a mexer nos botões. Foi aí que a Mariana saiu do banheiro só de toalha, penteando o cabelo.
— Tu sabe mexer nisso, Cunha?
Era assim que ela sempre chamava ele.
— Eu tento, né…
Ela se sentou na cama e deu uma risadinha pra mim. Eu estava em pé ao lado do Ricardo. De onde eu estava dava pra ver a bucetinha dela. Sorri de volta. Ela se ajeitou melhor na cama e puxou a toalha um pouco pra cima. Nossa… que visão.
Ela balançou a cabeça, apontando sutilmente pro Ricardo. Eu pedi o controle de volta, fingindo que ia tentar ajustar o ar. Sentei na cama. Ele ficou em pé ao meu lado. A Mariana começou a conversar com ele e, nas poucas vezes que olhei pro rosto dele, dava pra ver que ele estava completamente interessado no que ela falava. Com certeza tinha visto.
A conversa foi interrompida quando a Paula gritou da sala chamando todo mundo pra tomar café. O Ricardo saiu do quarto. Eu me virei pra Mariana. Ela estava com aquela cara de safada, os olhos brilhando. Veio até mim, me beijou e sussurrou:
— Que tesão isso me deu, amor… ele ficava tentando disfarçar, mas não conseguia.
Enquanto ela falava, meu pau estava duro que nem pedra. Antes de sairmos do quarto ela ainda disse, bem baixinho:
— Quero provocar mais ele.
Saímos e fomos tomar café. Mas aquelas palavras dela não saíam da minha cabeça.
O resto da noite foi uma tortura gostosa. A cada olhar que o Ricardo dava nela, a cada sorriso que ela devolvia, eu sentia o sangue ferver. A gente se olhava de longe e eu já sabia: aquilo não ia ficar só na provocação.
Parte 2
Naquela noite, quando voltamos pro quarto, conversamos sobre tudo o que tinha acontecido. Era um misto de adrenalina e tesão puro. Pela primeira vez tínhamos ido mais longe do que em qualquer outra brincadeira. Nem preciso falar como estava meu pau.
A Mariana se tocava enquanto falava. Os dedos dela estavam melados, os mamilos duros, a respiração ainda ofegante. Aquela cena me fazia querer que continuasse, que fosse ainda mais longe. Ela então segurou meu pau com firmeza e força e perguntou, olhando nos meus olhos:
— Vamos fazer mais?
Antes que eu respondesse, ela já tinha colocado meu pau na boca e engolido por completo. Mamava com uma vontade que raramente eu via nela. Segurei o cabelo dela, puxei a cabeça pra cima e a beijei com fome. Quando soltei a boca dela, respondi:
— Sim, puta.
Ela sorriu daquele jeito safado que me deixa louco e nos jogamos um no outro. Fudemos gostoso, suado, intensamente. Enquanto eu entrava nela fundo, ela vinha com perguntas baixinhas, bem no meu ouvido:
— Você deixaria ele me foder?
— Vai ser corno do seu irmão?
— Quer ver o pau do Ricardo entrando em mim?
Cada pergunta só me deixava mais duro, mais selvagem. No final, depois de gozarmos os dois, ainda conversamos sobre como íamos aprontar no dia seguinte. Combinamos de ser cuidadosos, mas de não segurar mais tanto.
Na manhã seguinte acordei antes dela. Mariana dormia completamente nua, de bruços, o lençol só cobrindo metade da bunda. Fiquei olhando por um tempo, até ela abrir os olhos. Assim que me viu, veio me abraçar e, como a boa safada que é, já segurou meu pau. Ficamos ali um bom tempo provocando um ao outro, beijando, apertando, até decidirmos tomar banho.
Depois do café, fomos pra praia. O dia foi desenrolando normal, mas ela nunca perdia a chance de provocar o Ricardo. Em certo momento estávamos só eu, ela, minha mãe e o Ricardo. Mariana sentou na minha perna, de costas pra ele. Ricardo estava bem do meu lado. Comecei a alisar as costas dela, descendo a mão devagar até a bunda. Ela conversava normalmente com minha mãe, que estava à sua frente. Fui passando o dedo pelo biquíni, que estava bem enfiado na fenda. Sabia que o Ricardo estava vendo tudo.
Fingia prestar atenção na conversa enquanto deslizava o dedo por baixo do tecido. Mariana respirou fundo quando sentiu. Tentei puxar o biquíni de lado, queria deixar o cuzinho dela à mostra pra ele, mas não consegui completamente. Fiquei só subindo e descendo o dedo pelo rego, sentindo ela tremer de leve. Foi aí que vi minha irmã, o cunhado e meu pai voltando. Parei na hora. Assim que eles chegaram, o Ricardo se levantou e foi em direção à água. Mariana se virou, sorriu e me deu um selinho.
— Gostou, né? — sussurrou.
O resto do dia foi mais controlado. Só voltamos a aprontar de verdade à noite, durante o churrasco.
Antes de irmos pro quiosque, ela me mandou mensagem com duas fotos. Perguntava qual calcinha deveria usar. As duas eram pretas. Uma comum e a outra uma calcinha tailandesa, cheia de bolinhas. Escolhi a de bolinhas, claro.
Quando ela apareceu, usava um vestido de alcinha que vivia caindo pelo ombro. Sentou ao meu lado. A conversa rolava, as risadas também, e os olhares do Ricardo pra ela não paravam. Em um momento coloquei a mão na coxa dela. Ela sentiu a intenção na hora, chegou perto do meu ouvido e sussurrou:
— Deixa pra mais tarde, safado…
Tirei a mão. Sabia o porquê. Meus pais ainda estavam ali e não bebiam tanto quanto a gente. Por volta das 22h45 eles se despediram e foram dormir. Ficamos só nós cinco.
Eu estava doido pra começar a exibir ela de verdade, e ela também. Mas precisávamos ser cuidadosos. Mariana ficava quase sempre de pernas cruzadas, pra minha irmã e o cunhado não perceberem a calcinha. Ao mesmo tempo, queríamos a adrenalina de ter outras pessoas por perto. Se ficasse só o Ricardo, ficaria escancarado demais.
Pelas mensagens combinamos de esperar até a Paula e o marido estarem bem bebados. Por volta da 01h da manhã, quando fui pegar mais cerveja, Mariana me abraçou por trás e disse baixinho:
— Tá liberado…
E saiu rindo.
Ela foi deitar na rede que ficava ao lado da mesa onde minha irmã e o cunhado estavam sentados. Ricardo estava em pé, perto do balcão, de frente pra rede. Dali ele via tudo. Fui deitar junto com ela. Deitei de lado, com a cabeça virada pro outro lado, tendo uma visão perfeita da buceta dela e daquela calcinha cheia de bolinhas.
Assim que me ajeitei, já coloquei a mão na coxa dela. As conversas e risadas tomavam conta do ambiente. Eu ia aproveitando pra tocar nas bolinhas, puxar levemente o tecido, sentir o calor dela. Ela me olhava com cara de quem estava gostando pra caralho. Eu não conseguia ver o Ricardo, mas ela sim. Com certeza ele estava vendo o que eu fazia.
Mariana, bem discretamente, deixou a alça do vestido descer pelo ombro. As marquinhas já estavam bem visíveis. Com os seios fartos dela, as linhas do bronzeado se destacavam. Logo depois ela colocou a mão em cima do meu pau e começou a alisar por cima do short. Eu não conseguia parar de tocar no clitóris dela, que já brilhava de molhado. A aréola começou a aparecer. Faltava quase nada pro bico sair.
Foi quando minha irmã se levantou pra ir ao banheiro. Mariana puxou a alça de volta na hora. Dei uma trégua também. Assim que a Paula voltou, não demorou muito pra ela e o marido irem dormir.
Agora éramos só nós três.
Mariana já estava com a cabeça no meu peito, a mão apertando meu pau bem devagar. Do nada ela pediu pro Ricardo:
— Cunha, apaga a luz pra mim? Tô com dor de cabeça…
Ele apagou. Voltou pro lugar perto do balcão. Ficamos ali, na safadeza, no escuro quase total. Mariana lentamente colocou a mão dentro do meu short e começou a apertar meu pau de verdade. Minha mão, que já estava na bunda dela, apertou com mais força. Ela sussurrou no meu ouvido:
— Mostra meu rabo…
Obedeci. Puxei a calcinha de lado, coloquei a mão por baixo e toquei no cuzinho dela. Estava úmido. Fiquei massageando enquanto ela apertava meu pau com força. Eu quase podia sentir o Ricardo do outro lado, provavelmente apertando o dele também, vendo tudo.
Ficamos assim por um bom tempo, no escuro, ouvindo só o barulho do mar e a respiração acelerada um do outro. Até que ela sussurrou que queria ir pro quarto.
Quando saímos da rede, era nítido que o Ricardo estava alterado. O volume no short não mentia. Deixamos ele ali e fomos direto pro quarto. Fudemos de novo, ainda mais intensos do que na noite anterior. E, mais uma vez, gozamos falando sobre o que tínhamos feito… e sobre o que ainda queríamos fazer.
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Comentários (1)
Tuga tarado: Mulher quando está disposta a ir em frente, vai com tudo, fica doida, quer e vai dar. Bom demais isso.
Responder↴ • uid:b9408ou4fyk