Casal incestuoso 3
Na manhã seguinte acordamos leves, completamente nus. Eu a abraçava por trás, o corpo dela quente contra o meu. Conversávamos baixinho sobre a noite no quiosque, ainda sentindo o cheiro de sexo e adrenalina no quarto.
Ela passou a mão pra trás, segurou meu pau e começou a esfregar ele na buceta. Estava molhada. Eu já estava doido pra meter. Foi quando ela falou, quase num sussurro:
— Queria que ele me tocasse…
Engoli seco. Ela apertou meu pau com mais força. Perguntei se estava falando sério.
— Sim.
Ela então guiou a cabeça do meu pau até a entrada e eu fui entrando devagar. Estava quente, apertada, úmida. Enquanto eu empurrava, pensava no que ela tinha acabado de falar. Aquilo estava indo por um caminho que, até então, eu nunca tinha imaginado de verdade. Não vou ser hipócrita: eu já tinha fantasiado em vê-la dando pra outro. Mas nunca pensei que esse outro pudesse ser o meu próprio irmão.
Senti a buceta dela apertar meu pau enquanto ela perguntava de novo:
— Deixa, amor?
Fiquei alguns segundos em silêncio. Perguntei:
— Tocar como? Na sua bunda? Em que lugar?
Ela pegou minha mão que estava na cintura dela e levou até o peito. Virou levemente o rosto na minha direção e disse:
— Aqui…
Me beijou. Enquanto beijava, foi descendo minha mão até colocar em cima da buceta.
Parou o beijo e repetiu, olhando nos meus olhos:
— Aqui.
Só via tesão no rosto dela. Ela realmente queria dar o próximo passo. Comecei a meter com mais força, mas não respondi. Foi quando ouvi ela gemer baixinho, quase como se estivesse falando com outra pessoa:
— Isso, Cunha… mete…
Eu estava quase gozando quando ela se virou de repente, me tirando de dentro. Olhei pra ela, confuso. Ela disse, firme:
— Sem resposta, não tem gozada.
Levantou e foi pro banheiro, me deixando ali de pau duro e latejando. Fiquei deitado, pensando no que ela queria de verdade. Logo depois ela saiu já tomada banho, cabelo molhado, cheirando a sabonete.
Perguntei por que tinha parado.
— Pra você pensar no assunto.
Perguntei de novo se estava falando sério. Ela veio até a cama, me deu um selinho e saiu do quarto com aquele sorrisinho de canto de boca.
Durante a manhã inteira fiquei ruminando se teria coragem de dar esse próximo passo. Enquanto isso, olhava ela sendo comida pelos olhos do Ricardo o tempo todo. De tempos em tempos ela mandava mensagem perguntando se eu já tinha uma resposta. Eu não respondia nada. Mas a situação me excitava de um jeito que eu não sabia explicar direito.
No final da tarde, não aguentei. Mandei:
“Como seria?”
Ela respondeu só com um 😏.
“Me fala.”
“Relaxa, amor. Já pensei em tudo.”
Ali eu soube que ela tinha planejado algo de verdade. E que aquilo ia acontecer. Só não sabia ainda como. Fiquei apreensivo o resto do dia.
À noite estávamos no quiosque. Meus pais já tinham ido dormir. Por volta das 23h, Mariana se levantou e disse pra todos que ia deitar porque estava tonta. Minha irmã logo falou que era por causa das vodkas. Ela veio até mim, me abraçou, deu um selinho e falou alto o suficiente pra todo mundo ouvir:
— Nem pense em se aproveitar de mim…
Riu. Todo mundo riu junto. Eu sabia que ela não estava tonta. Não tinha bebido tanto assim.
Ao passar por trás do Ricardo, ela colocou a mão nas costas dele e, sem que a Paula ou o cunhado vissem, desceu a mão num carinho discreto, quase um afago.
Ficamos ali resenhando. Passaram alguns minutos. Olhei o celular. Tinha uma mensagem. Abri. Era uma foto dela deitada de camisola na cama. Dava pra ver claramente a porta do quarto aberta e o rabo dela virado na direção da porta.
Em seguida veio a mensagem:
“Pedi pro Cunha vir pegar o carregador.”
Mil coisas passaram pela minha cabeça naquele segundo. Se eu fizesse o que ela pedia, aquilo podia tomar proporções sem volta. Por outro lado, se eu não fizesse, talvez acabasse com todas aquelas safadezas que a gente tanto gostava. E eu gostava pra caralho.
Depois de um tempo respondi:
“Você tá de calcinha?”
“Depois que ele pegar o carregador eu te digo.”
Engoli seco. Olhei pro Ricardo e perguntei se ele podia pegar o carregador pra mim. Naquele momento rezei pra ele dizer que não. Mas, pro meu azar (ou sorte), ele respondeu:
— Pego. Tá onde?
— No quarto, em cima da cama.
Ele se levantou e foi. Fiquei olhando ele sumir pelo corredor. Pra não enlouquecer de ansiedade, comecei a conversar com o cunhado, tentando agir o mais natural possível.
Passaram exatamente dez minutos. Ricardo voltou com o carregador na mão. Me entregou, agradeceu. Parecia normal… mas eu notei o volume no short dele. Não dava pra disfarçar completamente.
Depois daquilo eu estava doido pra ir pro quarto. Dei um tempo, depois disse que ia dormir também. Passei pela cozinha ainda à vista de todos, andando calmamente. Quando cheguei na sala e vi a porta do nosso quarto, acelerei o passo.
Entrei. Só a luz do banheiro estava acesa. Mariana estava deitada na mesma posição da foto. Sentei na beira da cama. Ela se virou, me puxou e me beijou com fome. Pegou minha mão e levou entre as pernas. Estava encharcada.
Tirou meu short e me puxou pra cima dela. Eu me contive e perguntei:
— O que aconteceu?
Ela sorriu.
— Ele me tocou.
— O que mais?
— Começou alisando minha bunda…
— E depois?
— Pôs o dedo na minha bucetinha, amor.
Meu pau latejava. Eu queria foder ela naquele instante, mas também precisava saber o resto.
— Você gostou?
— Simmm…
— O que mais ele fez?
— Me fode, amor. Depois eu te conto.
— Não. Me fala agora.
Ela deu aquele sorrisinho safado e respondeu:
— Ele ficou colocando o dedo bem fundo…
— Sério? E o que mais, puta?
— Ele me chupou, amor.
Naquele momento não aguentei. Enfiei o pau naquela buceta melada de uma vez. Ela gemeu no meu ouvido:
— Isso… mete, corno…
Aumentei o ritmo. Ela segurava minha bunda com força, os gemidos não paravam. Virei de costas pro colchão e a puxei pra cima de mim. A buceta dela escorregou molhada pelo meu pau. Ela começou a cavalgar, os peitos pulando. Quando eu estava prestes a gozar, ela colou o peito no meu e perguntou, ofegante:
— Deixa eu dar pra ele?
Parecia que meu pau ia explodir.
— Sim, puta.
Ela gemeu mais alto:
— Vou gozar… goza, Cunha… goza dentro…
Gozamos feitos animais. Ela se contraiu toda de um jeito intenso, tremendo. Sinceramente, nesses cinco anos de casados eu nunca tinha visto ela gozar daquela forma. Ficamos deitados, suados, exaustos, quase sem conseguir falar uma frase completa. Não demorou muito pra pegarmos no sono.
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Comentários (1)
Torres militar: Continua tá ótimo esse conto, mostra o rabinho dela pra gente também
Responder↴ • uid:7xbysxwqrd