#Gay

O negao da rola grossa

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Thiago P.

Sexo aleatório é bom demais, esse é um deles, achei um negao

Eu o vi pela primeira vez num bar perto do porto, um daqueles lugares onde o ar cheira a cerveja derramada, suor e cigarros baratos. A luz amarela das lâmpadas penduradas mal iluminava as mesas de madeira rachada. O som de conversas baixas se misturava ao barulho de copos batendo e à música antiga que vinha de um alto-falante no canto. Eu estava sentado no banco do fundo, com o copo de whisky na mão, sentindo o gelo derreter e molhar meus dedos. O gosto amargo do álcool ainda queimava a garganta quando ele entrou.
Alto, ombros largos, pele escura que brilhava sob a luz fraca. Camisa preta apertada no peito largo, calça jeans escura que marcava as coxas grossas. Ele caminhava como se o chão fosse dele, olhar firme, sem pressa. O cheiro dele chegou antes: um mix de perfume amadeirado, suor limpo e algo mais profundo, masculino. Meu corpo reagiu antes da cabeça. O sangue desceu, o pau endureceu dentro da calça, o coração bateu mais forte contra as costelas.
Ele sentou no banco ao lado, a poucos centímetros. O calor do corpo dele já se espalhava. Pediu uma cerveja com voz grave, baixa, que vibrava no peito. Quando o garçom trouxe o copo, ele bebeu um gole longo. Eu via o movimento da garganta, a forma como os lábios escuros se fechavam no vidro. Ele virou o rosto e me olhou direto. Olhos escuros, profundos. Sem sorriso, só aquele olhar que pesava.
— Tá me encarando faz um tempo — disse, a voz rouca.
Eu engoli seco. O gosto do whisky ainda na boca.
— Difícil não olhar.
Ele riu baixo, um som curto que saiu do peito. Aproximou o banco. O joelho dele tocou o meu. O contato era quente, firme. O cheiro dele ficou mais forte: pele, suor, um toque de sabonete barato misturado com algo animal. Minha mão suava em volta do copo. O pau latejava, preso, pedindo espaço.
Ficamos conversando sobre nada: o porto, o calor da noite, o bar. Cada palavra dele entrava fundo. A voz grave fazia o peito vibrar. De vez em quando ele passava a língua nos lábios escuros e eu sentia a boca secar. Quando a mão dele desceu e pousou na minha coxa, os dedos grossos apertando a carne por cima da calça, o ar sumiu. O calor da palma se espalhou. Eu soltei o ar pela boca, o peito subindo rápido.
— Motel perto daqui — ele falou, sem rodeios. — Você quer.
Não era pergunta. Era afirmação. Eu só balancei a cabeça. O corpo já tinha decidido.
Saímos juntos. A noite lá fora era quente, o asfalto ainda soltava calor do dia. O cheiro de gasolina e mar se misturava. Caminhamos lado a lado. O ombro dele roçava no meu de vez em quando. Cada toque mandava um choque direto pro pau. No estacionamento do motel, ele parou, me empurrou contra a parede fria do prédio e beijou. A boca dele era quente, úmida, o gosto de cerveja e algo mais doce. A língua grossa invadiu, chupou a minha, mordeu o lábio inferior. A mão dele desceu, apertou o pau duro por cima da calça, esfregou com força. Eu gemi dentro da boca dele. O som saiu abafado. O cheiro de suor dele encheu o nariz. O corpo inteiro tremia.
O quarto era simples: cama grande com lençol branco, luz fraca, ar-condicionado barulhento. Assim que a porta fechou, ele me empurrou de frente pro colchão. As mãos grandes tiraram minha camisa, depois a calça. O ar frio do ambiente tocou a pele nua e eu arrepiei. Ele se despiu sem pressa. O corpo escuro apareceu inteiro: peito largo, abdômen marcado, coxas grossas. E o pau. Grosso, longo, a cabeça escura e brilhante, já pingando. O cheiro dele ficou mais forte: musk, suor, desejo.
Ele me virou de bruços. A mão grande pousou no meio das costas e me empurrou pra baixo. O rosto afundou no travesseiro. O cheiro de sabão barato e tecido limpo encheu o nariz. Senti o peso dele por cima, o calor do peito contra as minhas costas. A boca quente desceu pela nuca, mordeu o ombro, chupou a pele. A língua quente traçou a coluna. Cada lambida fazia o corpo tremer. A mão dele espalhou saliva na minha bunda, os dedos grossos abrindo as nádegas. O ar frio tocou o buraco e eu contrai. Depois veio o dedo. Lento, grosso, entrando. A pressão, o ardor, a invasão. Eu gemi alto no travesseiro. O dedo mexeu, abriu, girou. Depois dois. O ardor virou queimação. O cheiro de sexo já pairava no ar: suor, saliva, o cheiro forte do pau dele.
— Relaxa — a voz grave roçou no meu ouvido. O hálito quente.
Ele tirou os dedos. Senti a cabeça grossa do pau dele pressionar o buraco. Quente, molhada de saliva e pré-gozo. Empurrou. Lento no começo. A pressão era absurda. O ardor subiu, quente, latejando. Eu gritei no travesseiro, o som abafado. Ele não parou. Continuou entrando, centímetro por centímetro, abrindo, esticando. O pau grosso invadia, quente, pulsando. O ardor virou dor profunda, boa, que fazia as pernas tremerem. Quando a base bateu na minha bunda, eu estava cheio até o fundo. O peso dele, o calor, o cheiro forte de macho. O coração batia na garganta.
Ele começou a foder.
Lento no início. Cada estocada puxava e empurrava, o pau grosso raspando nas paredes. O ardor queimava, mas o prazer já misturava. O som molhado de pele batendo em pele encheu o quarto. O cheiro de sexo ficou mais denso: suor, lubrificante natural, o cheiro forte do pau dele entrando e saindo. Eu gemia, a voz rouca, quebrada. As mãos dele apertavam minha cintura, os dedos afundando na carne. Cada empurrão fazia o corpo inteiro balançar. O pau dele batia fundo, batendo num ponto que fazia a visão embassar.
Ele acelerou.
As estocadas ficaram mais fortes, mais profundas. O barulho de pele molhada ecoava. O ardor virou fogo. Cada vez que ele entrava até o fundo, eu gritava. O grito saía solto, alto, sem controle. A voz rouca pedindo mais, pedindo pra não parar. O suor escorria pela testa, pingava no travesseiro. O cheiro dele me envolvia: pele quente, musk, o cheiro animal de sexo. O gosto de sal na boca, o suor que escorria dos lábios. A cama rangia. As unhas dele arranhavam minhas costas. Cada estocada fazia o pau dele latejar dentro de mim, quente, grosso, pulsando.
— Grita — ele ordenou, a voz baixa, ofegante. — Quero ouvir.
Eu gritei. Alto. O som rasgou a garganta. Ele fodeu mais forte. O pau grosso entrava e saía rápido, molhado, o som obsceno enchendo o quarto. A dor e o prazer se misturavam até não dar pra separar. Cada empurrão fundo fazia o corpo tremer. As pernas fraquejavam. O pau meu esfregava no lençol, duro, pingando. O cheiro de porra já vinha. O ar estava pesado, quente, impregnado de sexo.
Ele me puxou pelos cabelos, levantando a cabeça. O rosto saiu do travesseiro. Eu gemia alto, a voz quebrada. Ele fodia sem parar, o corpo escuro batendo no meu, o suor escorrendo. O cheiro dele no nariz, o gosto de sal na língua, o som molhado, o calor, a pressão absurda do pau grosso abrindo tudo. Eu gritava a cada estocada fundo. A dor latejava, quente, boa. O prazer subia pela espinha, apertava a barriga, fazia o pau latejar contra o colchão.
Ele gemeu baixo, a voz grave. As estocadas ficaram irregulares, mais profundas. O pau dele latejou forte dentro de mim. Eu senti o calor do gozo dele invadindo, quente, espesso, enchendo. O volume era demais. Escorria enquanto ele ainda empurrava. Eu gozei junto, sem tocar. O corpo inteiro contraiu, o pau jorrou no lençol, o prazer branco, cego. Gritei de novo, a voz sumindo.
Ele ficou dentro, pulsando, o peso dele sobre as minhas costas. O suor escorria. O cheiro de sexo, de porra, de suor, enchia tudo. A respiração dele quente no meu pescoço. O pau ainda duro, ainda dentro, ainda latejando. O ardor continuava, quente, pulsando. Eu tremia. As pernas não aguentavam. O corpo inteiro era sensação: o calor, o cheiro, o gosto de sal, o som da respiração dele, a pressão do pau grosso ainda me abrindo.
Ele saiu devagar. O vazio veio logo depois, o buraco latejando, o gozo escorrendo quente pela coxa. Ele se deitou ao lado. A mão grande passou pelas minhas costas suadas, acariciando. O cheiro dele ainda forte. Eu respirava fundo, o peito subindo e descendo rápido. O corpo inteiro latejava. A dor boa ainda queimava. O sabor de sexo na boca. O som do ar-condicionado. O calor da pele dele colada na minha.
Não precisava de palavras. O corpo já tinha falado tudo.

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Thiago P. #Gay

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