Transei com meu cachorro de novo, e agora quero ter filhotinhos com ele ♡
Um conto sobre minha segunda vez com meu cachorro Apolo, e como eu quero ser o depósito de porra dele e ficar engatada para sempre.
Oiii pessoaalll
É a Melissa de novo, eu vi que muita gente gostou bastante do meu relato da primeira vez que dei pro meu cachorro Apolo e pediram mais, então agora vou contar sobre a segunda vez que senti aquele nó dentro de mim ♡.
Tinham se passado dois dias desde o ocorrido, aquele dia foi muito carregado, transei com meu cachorro, o garoto que eu gostava me estuprou, me pediu em namoro e eu ainda aceitei, agora eu me arrependia de tudo aquilo.
Eu nem olhar para o Apolo conseguia mais, eu ficava com perguntas na cabeça tipo:
E se os vizinhos ouviram?
E se o Lucas não caiu na mentira do lubrificante e saber que eu dei pro Apolo?
Mas o que mais me incomodava era:
Eu abusei o Apolo?
Então, depois de passar esses dois dias me torturando com culpa, eu decidi que precisava saber a verdade. Eu não podia viver naquele limbo entre o tesão e a culpa.
Fiquei umas três horas lendo fóruns escondidos, blogs antigos, vendo como funciona a cabeça dos cães. E aí eu descobri uma coisa que me aliviou: cachorros não fazem sexo por obrigação. Se o Apolo subir em mim, é porque ele quer. E se ele quer, eu não tô abusando dele, a gente tá só... compartilhando um prazer.
Com essa desculpa moral na cabeça, eu fiz outro plano. Como eu moro sozinha no meu apê, não tinha problema de pais ou vizinhos no mesmo cômodo. Mas eu ainda liguei pro Lucas e falei que ia dormir cedo, que tava com dor de cabeça. Ele nem ligou, provavelmente porque a gente transava tão pouco que ele já tava acostumado com minhas "dores de cabeça".
Às sete da noite, eu fechei todas as janelas, baixei as persianas do blackout. Meu apê ficou num escurinho gostoso, só uma luz amarela da luminária de cabeceira acesa. Eu tomei um banho demorado na minha banheira pequena, me depilei todinha: buceta, perna, virilha. Passei um óleo corporal de amêndoa que deixou minha pele morena brilhando. Depois do banho, coloquei uma camisola preta de renda curta, sem calcinha. Deixei meu cabelo loiro solto, ainda molhado nas pontas.
O Apolo tava estranho desde que eu saí do banho. Ele me seguia pelo corredor pequeno, farejava minhas pernas, batia com o rabo no sofá quando eu passava. Talvez ele sentisse meu cheiro diferente, ou minha energia de nervosismo misturado com tesão.
Às oito e meia, eu já não aguentava mais esperar por aquele pau, então levei ele pro meu quarto e me deitei de bruços na minha cama, com a bunda pra cima, coberta só pela camisola curta que subia fácil. O Apolo tava no chão do quarto, me olhando com aquela cabeça grande de São Bernardo. Eu fingia que mexia no celular, mas minha mão tremia.
— Vem cá, meu amor — chamei ele, batendo na cama.
Ele rapidamente obedeceu meu chamado, afundando minha cama com seu peso. Ele veio cheirando meu pescoço, minhas costas, minha bunda. Quando ele enfiou o focinho debaixo da camisola e cheirou minha buceta, eu senti o hálito quente dele e arqueei as costas imediatamente.
Ele gostou do cheiro. Ele começou a lamber minha coxa por dentro, subindo devagar. Eu abri mais as pernas, deixei ele chegar. Quando a língua grossa dele encontrou minha xaninha depilada, eu soltei um gemido alto que ressoou no quarto vazio.
— Aí, Apolo... isso, meu bem... lambe tudo...
Dessa vez eu ignorei completamente a chance dos vizinhos ouvirem, na verdade, eu acho que queria que eles ouvissem eu gritando de prazer pelo meu Apolo, e só me importava nós dois. O som molhado da língua dele me lambendo todinha, fazendo barulho de lambida que me deixava louca.
Eu tava tão molhada que escorria pelo lençol branco, manchando. O Apolo tava excitado, deu para ver o pau dele saindo da bainha: vermelho, grosso e pulsando forte. Ele me queria, e dessa vez eu ia deixar acontecer do jeito certo.
Me virei de costas, tirei a camisola preta por cima da cabeça, ficando completamente nua para o meu amorzinho, de pernas abertas, chamando-o com o dedo num convite obsceno.
— Vem, Apolo. Vem fazer sua mamãe feliz.
Ele entendeu, pulando em cima de mim e colocando as patas grandes do lado da minha cabeça na cabeceira. Eu senti o pelo macio dele roçando meus seios, a barriga quente dele na minha. E senti algo duro e quente procurando entrada entre minhas pernas.
Eu guiei o pau dele com a mão, ele tava enorme, quente, pulsando forte na minha palma, na entrada da minha buceta melada, e ele empurrou sem dó.
— Aih, caralho!
A sensação foi outra, porque não sentia mais medo de nada e nem ninguém chegar e atrapalhar nosso amor. Ele entrou devagar, meio centímetro por meio centímetro, me abrindo todinha, esticando minha buceta. Eu gritei, mas de prazer puro, meus olhos reviraram e me agarrei as costas largas dele, sentindo os músculos se mexendo sob o pelo dourado.
Quando ele entrou todo, eu senti a barriga dele encostando na minha, o peso dele me esmagando de um jeito gostoso, dominador. Ele começou então à me estocar com força, fazendo minha cama ranger alto.
— Isso, Apolo... fode sua putinha... me estoura todinha...
Eu falava sem vergonha nenhuma, gemendo alto sem me segurar. Ele batia forte, cada estocada fazia meus seios fartos balançarem, enquanto meu clitóris era esfregado pelo pelo macio da barriga dele.
Eu sentia o pau dele crescendo dentro de mim, enchendo minha buceta completamente, tocando fundo em um ponto que o Lucas nunca alcançava, a entrada do meu útero. E então, alguns minutos depois, senti o nó começando a inchar na entrada, empurrando pra dentro. Ele ia engatar em mim, e dessa vez eu queria sentir tudo.
— Vai, meu amor... engata sua cadela... me prende aqui...
O nó entrou, doeu um pouco na entrada, mas uma dor boa, de preenchimento total, de posse. Eu tava presa nele, ele não podia sair mais mesmo que quisesse. Eu sentia cada contração do pau dele dentro da minha buceta apertada.
E aí veio, o meu orgasmo, um orgasmo completo, violento, que subiu da minha buceta até a cabeça em ondas. Eu gritei o nome dele, arranhei o endredom da cama, minhas pernas travaram ao redor da barriga peluda dele. Eu esguicei feito louca, gozei tanto que molhei o pelo dele, o lençol e minhas próprias coxas.
O Apolo sentiu minha buceta apertando ele em espasmos e começou a gozar. Senti o jato quente e grosso dele enchendo minha buceta, escorrendo pra fora porque não tinha mais espaço, pingando no lençol. O nó dele pulsava grande, impedindo que saísse, então ficou tudo dentro, quente, profundo, meu útero recebendo, naquele momento eu só queria ser a cadela dele, ter filhotinhos com ele e ser o depósito de seu esperma.
Ele ficou em cima de mim, ofegante, lambendo meu rosto, minha boca. Eu o abracei, ainda tremendo, suada, ofegante. Ficamos engatados por uns vinte minutos, enquanto eu acariciava o pelo macio dele, falava coisas doces, sentindo ele dentro de mim, o nó pulsando, o gozo dele escorrendo lentamente.
Quando o nó diminuiu e ele saiu, foi uma sensação estranha de vazio, de saudade imediata. Eu olhei pra minha buceta no espelho da cômoda - tava vermelha, aberta, escorrendo o leite branco dele. Eu sorri, ofegante, deitada na minha cama bagunçada.
Dessa vez não tinha mais nenhuma culpa, eu só sentia duas coisas: prazer e amor.
Eu tinha encontrado meu lugar, e era um tinha quatro patas, leitava minha xaninha quando eu pedia e dormia no meu quarto.
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Comentários (1)
Torres: Continua e mostra como ficou pra gente ver aqui 😁
Responder↴ • uid:7xbysxwoii