Melissa, uma Argentina em apuros
Melissa uma turista Argentina em terra africana, loirinha, branquinha, olhos azuis, mais muito racista, acabou levando vara na buceta por sua arrogância
Melissa uma turista Argentina que foi conhece as selva africana, loirinha, olhos azuis, pele bem clarinha. Quando chegou em terras africanas com seus amigos argentinos ficou indignada com a cor da peles das pessoas e principalmente com modos de vestir do povo. Eles andavam semi nus, as mulheres andava com os seios de fora e os homens parecia não ter vergonha em andar pela aldeia com os brinquedos de fora e isso arrancava risos de Melissa que não escondia sua indignação, risos e comentários desnecessário, olhava para os amigos e falava :
--- Parece um bando de macacos. --- e ria descaradamente.
Seus amigos ficavam desconcertados com aqueles comentários. O problema é que os nativos notaram, ele podiam até andar sem roupas, mas não eram burros.
Bem o passeio continuou e melissa com seus risinhos e comentários maliciosos foi então que a representante ou chefe falou em voz alta em sua língua nativa, falou várias coisas , mas como os argentinos não entendia o idioma o guia que os acompanhava o traduziu para o espanhol:
---- Eles disseram que como é a tradição um dos convidados vai acompanhar o guerreiro da comunidade até a pedra sagrada e a escolhida foi a Melissa. --- disse o guia.
Nessa hora Melissa se apavorou, tentou despertada mente ficar de fora, fez o guia tentar convencer os nativos mas tudo em vão. Abraçou seu namorado e ele a convenceu que ia ser seguro era só ela se comportar mas quando ela viu o tamanho do guerreiro, sua pernas tremeram e o tamanho do brinquedo do rapaz quase voltou para Argentina a pé.
No outro dia ela e o guerreiro saíram para pedra sagrada, Melissa não escondia seu medo, sozinha no meio do mato com guerreiro que era o dobro do tamanho do seu namorado, o brinquedo do homem dava dois do seu namorado, mas sem escolha , abraçou seu namorado e saiu na jornada. Durante a caminhada as coisas que Melissa temia tanto começaram acontece, a cada lugar que Melissa não consegui subir ou seja um barranco ou outra coisa o aborígene o ajudava, mas tanto parte do seu corpo para ele pegar, ela sentia aquele mão enorme no bumbum e assim foi a caminhada toda, teve momento que ela teve a sensação do aborígene táva abusando , pois tocava sua bunda com força. Suas mãos eram enormes, sua bunda ficava pequena naquela mão, foi nesse momento que ao atravessar um pequeno riozinho o aborígene a pegou por trás e levantou no ar, e atravessou o riozinho e do outro lado ele a colocou de volta ao chão, mas naquele espaço de tempo Melissa sentiu o tamanho do bruto rossando seu bumbum e isso a deixou apavorada , nunca na vida tinha visto uma jeripoca tão grande.
A caminhada continuou e lá longe ela ouvia os barulhos dos tambores na aldeia ou tribo sei lá como se chama uma tribo africana, nessa hora Melissa já estava aflita não via que tudo aquilo acabasse e ela voltasse para sua terra. Caminharam mais ou menos 1 hr e chegaram a pedra sagrada era um lugar deslumbrante e por um momento Melissa esqueceu o temor que avia em seu coração, se encantou com as paisagens era um lugar de montanha e dali da va para ver todo o vale era muito lindo de mais, foi então que o aborígene abaixo e pegou uma pedra enorme e colocou em canto de parede de pedra e apontou para Melissa.
Melissa entendeu que ele queria que ela subisse na pedras ela o fez e naquele momento Melissa se maravilhou com a vista , dava para ver toda a aldeia, ficou deslumbrada, por um momento ela ficou feliz até senti a enorme mão do aborígene na sua nunca a forçando a dobra o corpo e com a outra mão desceu sua calça e calcinha de uma vez só, seu bumbum branquinho ficou espostos, levou um leve tapa na bunda, leve por que se fosse com força Melissa tinha ficado sem bumbum. Nessa hora Melissa gritou por socorro, mas no meio do nada, a aldeia longe quem ouviria seu pedido de socorro.
Mas o que fez ela de desesperar foi quando ela sentiu a cabeça enorme daquela rola esfregando na entradinha da sua buceta, claro Melissa já na era mais virgem, mas só em pensar naquele tronco dentro da sua vagina que Melissa tremeu tanto de pavor que esguicho urina. Melissa se mijou toda , parecia uma cachorrinha.
Foi nesse momento que mesmo Melissa urinado de medo o aborígene forçou a entrada, nessa hora Melissa que era atéia orou a deus por misericórdia.
A jibóia foi entrando mesmo Melissa tentando trancar a bucetinha. Aquilo entrou apertado na buceta de Melissa foi até o talo.
Melissa já não tinha nem voz de tanto gritar, a virilha do aborígene encostou no seu bumbum e por um instante ele parou e ficou com aquela jeripoca tolada na buceta dela, sentiu as mãos dele subindo por baixo de sua blusa até seus peitos e começarem os apertar. Lágrimas descia dos olhos dela, mas tava indefesa. Então o aborígene se ajeitou, segurou sua cintura firme com as mãos e começou a socar sua buceta e nessa hora Melissa urinou pela segunda vez, o piroca entrando e saindo da sua buceta e Melissa se urinando toda, o homem parecia um leão metendo na sua xoxota. Melissa embrulho o estômago uma vontade de vomitar e aquela coisa enorme maltratando sua buceta, sua bunda toda avermelhada da batidas da virilha do aborígene. Melissa sempre achou a rola do seu namorado enorme mas aquele homem a superou. Aquela vara entrando e saindo da sua buceta, que ele tirava até na entradinha da sua buceta parecia que não ia sair nunca e quando entrava de novo parecia não ter fim.
Melissa já estava entregue, e aquele vai e vem frenético na na sua buceta que fez ela afrouxar o cuzinho, começou a peidar, a cada entrada e saída daquela piroca na buceta era um peido de Melissa. Foram vários e vários minutos levando vara, Melissa de pernas bambas, sua buceta ardida como fogo foi então que o aborígene deu três estocadas bruta e ela sentiu cada jorrada no útero, parecia que cara tinha se guardado só para aquele momento, nunca seu seu namorado tinha gozado com aquela intensidade mas a surpresa maior ainda tinha por vir quando o aborígene falou no seu ouvido :
----- Gostou da piroca do macaco, espera mais um pouquinho que eu ainda quero foder esse seu peidante.
O cara falou em em espanhol e Melissa se desesperou se na buceta já foi difícil imagina no cuzinho que nunca levou uma dedada.
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