#Corno #Coroa #Traições #Voyeur

Velho tarado bêbado da minha rua 4

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RedDanny

História de uma morena, gostosa e casada, fugindo de um velho, tarado e bêbado da rua dela. Vamos para o desfecho desse primeira parte do conto

Olá, Queridos! Estavam com Saudades? Peço que antes, façam as leituras, da primeira (Velho tarado bêbado da minha rua), da segunda parte (Velho tarado bêbado da minha rua 2) e da terceira parte(Velho tarado bêbado da minha rua 3) do conto.

Durval se encolheu assustado, erguendo às pressas a calça jeans surrada. Eu ajeitei meu vestido, com a cara fechada e emburrada, enquanto ele exibia os olhos arregalados após as batidas repentinas na porta. Eu estava decidida a contar tudo o que havia acabado de acontecer ali para o meu marido. Meu cuzinho ainda latejava, dolorido das investidas brutais e forçadas de Durval. Fui abrir a porta, estressada também com Luís por ter permitido que aquele traste entrasse em nossas vidas.

Ao destrancar a porta, deparo-me com meu marido completamente bêbado. Falava muito alto! Foi só bater os olhos em Durval que ele começou a brincar, dizendo que ficou esperando o velho voltar para o bar e perguntando se ele havia encontrado o que procurava. Parei, respirei fundo e concluí que não adiantaria falar nada para ele naquele estado lastimável. Ele não se lembraria de absolutamente nada no dia seguinte. Durval, ao ver aquela cena e perceber minha hesitação, mudou de feição. Ficou visivelmente mais aliviado, soltando risinhos e agindo de forma mais solta. Meu marido insistiu para que o traste tomasse a “saideira” com ele ali mesmo. Durval, que já estava querendo permanecer, foi se acomodando folgadamente no sofá. Foi quando eu surtei.

— Você vai sair daqui agora! Meu marido chegou a se espantar:

— Calma, amor! O que houve?

Irritada, apontando em direção à porta, gritei:

— Saia!

Durval foi se retirando, e eu fechei a porta com certa violência. Luís me lançou um olhar de surpresa, sem entender nada. O sobressalto cortou um pouco do efeito da bebida. Olhei bem no fundo dos olhos dele e decretei:

— Amanhã teremos uma conversa muito séria!

Fui saindo e um silêncio pesado tomou conta daquela sala. Peguei minha toalha e segui em direção ao banheiro, repassando na mente tudo o que havia acabado de acontecer. Cheguei, tirei minhas roupas e parecia que o tempo tinha parado. Aquele velho asqueroso tinha conseguido tocar minhas partes mais íntimas. Eu nunca tinha sido tocada por outro homem a não ser meu marido antes desse traste entrar em nossas vidas. Como algo assim veio a acontecer? Por muito pouco a pica grossa dele não entrou inteira no meu cu. Fiquei debaixo do chuveiro, a água escorrendo, e eu pensando... Ainda sentia minhas pregas ardendo, um pouco doloridas e certamente dilatadas pela pressão. Perplexa, eu me perguntava: “Eu havia sentido mesmo a cabeça da pica daquele velho empurrando o meu cu?”. Esse foi o banho mais demorado da minha vida.

Terminei o banho e vesti apenas uma camisola, sem nada por baixo devido ao incômodo na minha bunda, e fui deitar. Luís ainda estava na sala, bebendo solitário. Meus olhos simplesmente não queriam fechar. Tudo voltava à tona como um flashback insuportável. A insônia me dominou por completo. Precisava dormir, mas quem disse que o sono vinha? Já eram três da manhã e nada. Levantei-me para tomar água e me deparei com Luís roncando no sofá. Enquanto bebia, fiquei observando-o dormir e me perguntando como ele podia ser tão ingênuo a ponto de achar que aquele cretino era seu amigo. O chamei para ir para a cama, pois estava de mau jeito. Ele foi, e eu finalmente acabei cochilando.

Pela manhã, acordei decidida a ter a conversa com Luís e expor tudo. Meu marido acordou de ressaca, mas, mesmo assim, eu o chamei para a realidade.

— Luís, precisamos ter uma conversa muito séria sobre Durval.

Ele, com o semblante fechado, ficou escutando, calado, só balançando a cabeça.

— Eu não quero mais esse homem aqui em casa! Eu não quero mais você andando pra cima e pra baixo com ele!

Luís, com um olhar confuso, perguntou:

— Mas o que o Durval fez pra você não gostar tanto dele?

Respondi, já nervosa:

— Será que você não enxerga que ele não é seu amigo? Que ele não gosta de você e é desrespeitoso?

Luís já foi discordando:

— Ah, para com isso, amor! Deixa de implicância com o Durval. Ele me respeita e tem consideração por mim, sim.

Eu, injuriada e sem acreditar no que estava ouvindo, disparei:

— Ele te respeita e te considera tanto que é doido pra me comer!

Ele arregalou os olhos, espantado e surpreso:

— Como assim doido pra te comer?

— É isso mesmo que você ouviu. Sempre que ele tem oportunidade, tenta me agarrar.

Luís, duvidando:

— Ah, para com isso, Daniela! Deixa de exagero! Sei que não gosta do Durval, mas não precisa inventar essas coisas.

Retruquei com firmeza:

— Eu estou te avisando, Luís. Qualquer dia desses você vai chegar em casa e vai encontrar o Durval todo enfiado no meu rabo, e depois não diga que eu não te avisei.

Luís já se estressando:

— Mas que conversa é essa, Daniela?

— Isso mesmo que estou te dizendo. O seu amiguinho quase me comeu ontem. Por pouco você não encontra ele com a pica toda enterrada no meu cu. Foi por um triz mesmo! Ele entrou aqui com as suas chaves, me viu sem calcinha, distraída e de costas, e tentou me arrombar.

O semblante de Luís escureceu, ficando muito sério:

— Como é que é, Daniela? E você me fala isso só agora?

Pensei ainda em revelar que ele havia passado a língua em mim, mas fiquei com receio, temendo ser questionada do porquê não gritei na hora ou não falei antes.

— Eu tô tentando te avisar o tempo todo, Luís. Esse cara não é bem-vindo na nossa casa. Ele não gosta de você. Ele quer foder comigo. Esse é o desejo doentio dele.

Luís sentou-se, abaixou a cabeça, passando as mãos nervosamente pelos cabelos. Quando finalmente percebeu o tamanho do problema, esbravejou:

— Eu vou chamar ele aqui e tirar essa história a limpo agora mesmo!

Falei:

— Esquece esse homem! Vamos viver nossa vida em paz, sem a presença desse asqueroso.

Mas ele estava irredutível:

— Não. Ele desrespeitou você, me desrespeitou na minha própria casa. Eu vou ter uma conversa com ele! A vontade que tenho é de esmurrar a cara dele toda, mas quero entender o porquê de ele fazer isso e me enganar pelas costas.

Percebi que Luís, mesmo conhecendo-o há pouco tempo, havia criado um laço genuíno com o velho. Um sentimento de amizade verdadeira. Ele saiu de casa, furioso, na tentativa de achar Durval. Comecei a chorar copiosamente. Aliviada por ter tido a coragem de falar com meu marido, triste por saber que ele devia estar péssimo com toda aquela situação, mas confortada pela ilusão de que nunca mais precisaria lidar com o escroto do Durval.

Algumas horas se passaram até que percebi o barulho da porta se abrindo. Era Luís retornando, mas ele não estava sozinho. Estava na companhia do infeliz do Durval.

— Amor, cheguei! Trouxe o Durval aqui. Tive uma conversa séria com ele, e ele me contou coisas que eu não sabia e queria muito falar com você também.

Eu arregalei os olhos, paralisada de espanto, sem acreditar que aquele velho estava pisando novamente na minha casa.

Respondi secamente:

— Eu não quero ouvir nada desse traste. E não tenho absolutamente nada pra falar com ele.

Luís, tentando apaziguar:

— Calma, amor! Só escute. Por mim.

Fiquei calada, com a cara emburrada e braços cruzados, esperando para ver qual seria a desculpa esfarrapada que havia amolecido meu marido.

Durval veio em minha direção e, num teatro perfeito, ajoelhou-se à minha frente, pedindo desculpas:

— Minha filha, me perdoe! Eu te peço desculpas do fundo do meu coração. Estou muito envergonhado por tudo o que fiz.

Estranhei a atitude e ele continuou:

— Lamento profundamente por tudo. Nesse momento, ele começou a forçar um choro:

— Eu tive uma perda irreparável há uns vinte anos. Perdi o grande amor da minha vida, a Rosa. Ela era tudo pra mim. Me completava. A Rosa chegou a engravidar, mas perdemos o nosso filho no parto. Isso mudou toda a nossa vida. Ela mergulhou numa profunda tristeza, adoeceu e, depois de alguns anos, sofreu um infarto fulminante. Faleceu. Depois disso, eu me entreguei à bebida. Eu que nem bebia, não conseguia passar um minuto longe da cachaça pra esquecer os problemas, e a coisa só piorou. Vendi todos os meus bens em troca de álcool, até ficar sem teto pra morar. Hoje moro de favor, pedindo ajuda aos conhecidos... Eu lamento muito por tudo que te fiz. Durval estava chorando de soluçar.

Respirou fundo e jogou a cartada final:

— Ontem, eu estava muito bêbado. Quando cheguei aqui, juro que não enxerguei você. Eu vi a minha falecida esposa. Ela sempre me esperava daquele jeito que você estava. Eu fiquei cego. Eu sinto muito! Eu sinto tanta falta dela...

Confesso que me deu um certo dó da tragédia, mas eu não acreditava 100% naquele homem. Ele continuou:

— Eu tenho o Luís como um filho. O filho que eu não tive. Ele teria a idade de vocês se estivesse vivo. E você... pode se sentir como uma filha pra mim.

Essa fala atingiu Luís em cheio, deixando-o com lágrimas nos olhos. Eu permaneci em silêncio. Luís me olhou suplicante:

— Não foi de propósito, amor. Ele já sofreu bastante nessa vida.

Eu, de braços cruzados, encarei Luís e retirei-me para o quarto. Eles continuaram a conversar na sala. Depois de um tempo, Luís entrou e falou:

— Amor, pedi pra Durval fazer o restante do serviço aqui de casa que temos pendente.

Resmunguei, incrédula:

— Você só pode estar louco! Eu ainda não esqueci a violência que ele me fez.

— Ele se justificou, não foi a intenção dele. Ele sofre pelas perdas e com a dependência do álcool. Precisamos ajudá-lo.

— Espero que ele não procure conversa comigo. Não quero ele chegando perto de mim.

— Ele prometeu que não vai se repetir.

No dia seguinte, Durval já estava lá antes de sairmos. Como a casa ficaria vazia, Luís, na sua ingenuidade, deu uma chave reserva para ele, com a condição de devolvê-la todos os dias ao fim do expediente. Fomos trabalhar, mas eu estava completamente desligada. Ficava parada, olhando para o nada. Minha colega e quase confidente, Sara, percebeu.

— O que tá rolando, amiga? — ela perguntou.

Tentei despistar: — Não é nada. Coisas da vida.

Sara insistiu: — Claro que não é nada, né? Pode se abrir. Tenho certeza que é homem na jogada!

— Vou te contar, mas jura pra mim que isso não sairá daqui?

— Claro, amiga. Eu juro.

Despejei tudo. Contei sobre as investidas do Durval, o assédio nojento e a reação passiva do Luís.

Sara ficou boquiaberta:

— Amiga, que babado! Tô chocada!

— E eu não sei o que fazer. Não confio naquele homem. O teatro e o choro dele não me convenceram.

Sara brincou, com seu jeito desbocado:

— Amiga, cá entre nós, você também com uma raba dessas, estourando na marquinha de fita... O velho deve ter ficado louco quando viu. Até eu ficaria louca, e olha que nem sou lésbica! Rsrs!

Dei risada:

— Para com isso, doida! Deixa de palhaçada!

— Sério, amiga. Se sou eu, eu iria provocar ele até o limite. Só pra matar aquele tarado do coração!

— Deus me livre! Se eu fizer isso, ele vai achar que tô dando carta branca pra ele me atacar de novo.

Sara coçou o queixo:

— O mais incrível é o Luís. A reação mansa dele. Será que ele é desses caras com fetiche encubado, que gostam de ver a esposa sendo comida por outro? Rsrs.

— Sai pra lá, amiga! Não! Ele não é assim.

— Eu testaria. Daria umas provocadas no velho, fingindo que foi sem querer, bem na cara do Luís. Vai que esse é um desejo que ainda não foi revelado?

— Não vou fazer isso.

Fiquei calada e ela provocou:

— Já pensou o velho realizando o tesão e arregaçando essa raba gigante? — disse ela, dando um aperto na minha bunda.

Tirei a mão dela: — Sai, doida! Eu nunca daria pra aquele cretino. — É... mas você confessou que já sentiu a cabeça da pica do velho na porta da sua bunda. Foi por pouco.

Fiquei pensativa.

Os dias se passaram com Durval fazendo o serviço. Eu voltei a focar intensamente na academia, uma forma de esquecer tudo e, de quebra, os resultados no corpo estavam maravilhosos. Só cruzava com o velho no retorno para casa, na presença de Luís. Mesmo assim, sentia o olhar pervertido dele me devorando de canto de olho sempre que eu passava com minha legging colada. O serviço prosseguia até que Durval sofreu um acidente lá em casa. Caiu e machucou feio a perna. Foi levado à emergência pelos vizinhos. Precisou imobilizar a perna por 10 dias. Luís foi do trabalho direto para o hospital e o que ele fez? Ofereceu nossa casa para ele se hospedar e se recuperar, já que o traste não tinha pra onde ir.

Quando Luís chegou com ele no quarto, disparei:

— Você enlouqueceu de vez!

— O que queria que eu fizesse? Ele se acidentou trabalhando na nossa casa, não tem pra onde ir. Vai dormir no sofá.

— Eu não sei, só não queria esse velho tarado morando debaixo do nosso teto.

Nos dias seguintes, passei a me policiar. Evitava roupas curtas, mas era impossível não ser secada pelos olhos famintos de Durval quando eu chegava da academia, suada, com a roupa de treino grudada em cada curva. Eu corria pro banho. Coincidentemente, notei que por três dias seguidos, logo após eu sair, Durval entrava no banheiro. Comecei a suspeitar que ele estava aprontando. No dia seguinte, montei a tocaia. Cheguei, tomei banho e saí; ele entrou. Quando ele desocupou o banheiro, fui conferir. Descobri o que o escroto estava fazendo. Eu tirava a roupa de ginástica e colocava no cesto. A calcinha suada sempre ficava enrolada dentro da legging. O cretino estava destrinchando o cesto, separando minhas calcinhas encharcadas de suor apenas para cheirar! Achei aquilo repugnante. Porém, as palavras maliciosas de Sara voltaram à minha mente: “provocar o velho”. Coloquei na cabeça que, se ele queria cheirar meu suor, que cheirasse. Ele só não me tocaria. A partir de então, passei a usar as microcalcinhas mais cavadas que eu tinha, as que ficavam totalmente enfiadas. Na academia, eu me matava nos exercícios, voltando pra casa pingando. A legging molhada evidenciava o formato e o tamanho minúsculo da calcinha. Era eu sair do chuveiro, e lá ia o velho se trancar, inalando meus fluidos e certamente se masturbando. A ousadia dele aumentou. Começou a deixar a porta do banheiro entreaberta, fingindo esquecimento, só para que eu passasse e me deparasse com ele urinando, segurando aquele pau grosso pra eu ver. Eu virava a cara e saía na hora. Às vezes, ele esbarrava em mim de propósito, dava tapinhas “ingênuos” na minha bunda pedindo: “Com licença, minha filha”. Eu fuzilava Luís com o olhar, mas meu marido só balançava a cabeça, achando que não havia maldade.

Cansada daquela situação e armada de tesão reprimido, resolvi colocar o plano da Sara em prática para desmascará-lo de vez. Peguei um dos meus vestidos mais curtos, que subia todinho ao me abaixar, e vesti sem nenhuma calcinha, ou melhor, com uma micro. (conforme foto em anexo)

Na sala, Luís estava numa cadeira e Durval no sofá, a um metro de distância um do outro. Fui até eles. Inventei de pedir o cartão de crédito pro meu marido e parei no meio dos dois. Me curvei intencionalmente na direção de Luís, deixando minha bunda totalmente arreganhada e empinada direto na cara do velho. A calcinha sumia no meu cú, e o vestido não cobria nada. Ele deve ter visto cada detalhe, cada preguinha. Passei 30 segundos sussurrando no ouvido de Luís, e ao levantar, flagrei os olhos de Durval saltando das órbitas, o volume na calça dele formando uma barraca monstruosa. Mais tarde, fui tomar banho. Tirei a roupa no quarto, me cobrindo com a toalha. A visão de quem estava no sofá dava direto para o corredor. Fiz barulho ao fechar a porta e, fingindo distração, deixei minha toalha cair. Dei as costas para a porta e, sem dobrar os joelhos, empinei bem o traseiro e me abaixei lentamente para pegar. Durval teve uma visão panorâmica e privilegiada do meu cuzinho e da minha buceta raspadinha. Tenho certeza que o tarado quase enfartou. Aquela adrenalina exibicionista me encheu de uma luxúria absurda. Quando Luís foi deitar, eu estava fervendo. Pulei em cima dele, tirei a pica do seu short e comecei a mamar com uma fome animal. Transamos loucamente. Gemendo alto, de propósito, eu queria que o velho ouvisse tudo. Pedi aos sussurros pra Luís me foder o cu, mas a foda estava tão intensa que ele não aguentou e gozou fartamente, encharcando minha bucetinha de porra quente.

Essas ações reativaram o verdadeiro predador no Durval. E era isso que eu queria, precisava de provas para Luís. Eu voltei a usar vestidos finos e sem calcinha. Quando passávamos no corredor, ele agarrava minha bunda com força. Eu o empurrava, e ele sussurrava, malicioso:

— Você acha que vai ficar me esfregando esse rabo na cara e eu não vou comer? Tá enganada, putinha. Eu vou meter a minha pica todinha dentro de você. Pode esperar!

— Tá aí sua verdadeira face, seu filho da puta! — eu rosnava, me desvencilhando.

Ao fim dos 10 dias, ele voltou ao médico para reavaliação. Eu já estava celebrando a partida, mas o infeliz voltou com o pé ainda imobilizado e mais 10 dias de atestado. O pesadelo continuou. Num sábado de manhã, Durval me atormentava mais que o normal. Dei tapas nas mãos dele para afastá-lo e fui limpar os armários baixos da cozinha. Sem perceber a armadilha, fiquei de quatro, esfregando o chão, com a bunda empinada. Durval, que vinha pedindo linha e tesoura a Luís há dias, havia feito uma sabotagem. Ele enfraqueceu as costuras da parte de trás do meu short de academia. Quando me curvei e fiz esforço, o short se rasgou exatamente no meio, escancarando minha ausência de calcinha. Só percebi o perigo quando aquele velho asqueroso avançou ferozmente, agarrou meus quadris com força bruta, afundou o rosto no meio das minhas nádegas e cravou a língua quente, grossa e molhada, deslizando-a violentamente da minha buceta até o meu cu de uma só vez! Tomei um susto elétrico e o empurrei. Quando levei a mão pra trás, entendi a armadilha. O filho da puta estava com meu cuzinho e bucetinha servidos numa bandeja.

— Seu desgraçado! Filho de uma puta! Escroto do caralho! — gritei.

Com a cara mais pervertida do mundo, ele lambia os lábios e ria:

— Calma, sua safada! Eu não fiz nada. Que culpa eu tenho? Você escancarou essa xoxota e esse cuzinho pra mim, não resisti.

Fui pro quarto tremendo de ódio, esquecendo até de tapar o rasgo. O velho babava, me devorando com os olhos:

— Que bunda gostosa, puta que pariu!

No trabalho, relatei a Sara, que riu horrores:

— Que babado, amiga! Esse velho tá adorando provar o sabor desse cú, hein? Tá colocando mel aí? — brincou ela. — Misericórdia!

Mesmo irritada, comecei a notar que Durval andava quase sem mancar. O atestado estava no fim. E, no meio disso, chegou o aniversário de Luís. Empolgado, ele organizou um churrasco e chamou amigos, parentes, a Sara e contratou até uma bandinha de samba. Luís comprou roupas novas para Durval participar. Decidida a apimentar a noite com meu marido, comprei um fio-dental microscópico de sex shop — apenas um fiozinho invisível — e vesti por baixo de um vestido leve. Sussurrei pra Luís que havia uma surpresa pra ele mais tarde. (conforme foto 2 em anexo) E muitas coisas aconteceram...

A continuação e o desfecho deste conto já estão disponíveis em formato e-book! Para ler o final, acesse a página de autor

https://reddanny.substack.com/p/velho-bebado-da-minha-rua?r=8w739m&utm_campaign=post&utm_medium=web&showWelcomeOnShare=true

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Comentários (4)

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  • Luiz: Esse marido dela é gay

    Responder↴ • uid:8kqvo5r20k
  • Come cu: Ess é a prova que vale a pena esperar!

    Responder↴ • uid:1eqj5pcmb7ov
  • Fernandinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado T Maluzinharsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Ansioso pela 5° parte: Gostoso esse conto

    Responder↴ • uid:7qddksdoib