#Corno #Grupal #Voyeur

Minha aventura

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Cláudia

Eu já estava casada a cinco anos, levávamos uma vida tranquila e naquele sábado a tarde, resolvemos assistir alguns filminhos de sacanagem para apimentar nosso relacionamento, quando apareceu na tela um negro lindo com um cacete enorme comendo uma mulher muito gostosa enquanto o ator que fazia as vezes de seu marido assistia e se masturbava. Arthur olhou para mim de modo diferente e imediatamente pincelou meu rego com seu pau, coisa que não resisto, ajoelhei na cama e ficamos ambos de frente para televisão e ele enfiou o cacete no meu rabinho, levei meus dedos a minha buceta e gozamos muito juntos. Depois daquele anal, meu marido olha para mim e pergunta: "Você aguentaria uma piroca daquela no cu?". Sorri e respondi: "Você aguentaria ver eu dando o cu para um dotado?". Para minha surpresa, os olhos de Arthur brilharam e nos beijamos. Fui ao banheiro fazer minha higiene e quando voltei, o notebook estava aberto na cama, meu marido também foi ao banheiro e eu entrei me um bate papo adulto. Entramos em algumas salas até que encontramos um nic Pedro 26. Resolvemos mandar um beijinho e perguntamos se 26 era a idade e a resposta foi não e a informação de que era o comprimento, duvidamos e o Pedro nos convidou para irmos a uma sala reservada. Assim que entramos pedimos para ver os 26 cm e a imagem apareceu uma rola negra enorme e grossa a meia bomba, imediatamente arreganhei as pernas e Arthur focou a câmera entre elas mostrando minha racha, pedimos para ele se masturbar e ele fez o mesmo pedido, peguei meu consolo de quinze centímetro e enquanto via o macho se masturbando do outro lado, eu atolei o brinquedinho na minha xana . Arthur passou a se masturbar vendo meu desespero para gozar e nos três gozamos praticamente juntos. Marcamos estar on line no dia seguinte a tarde. Naquela noite pesamos os pros e os contra de termos um encontro pessoal, não fiz questão de esconder minha vontade de experimentar um homem diferente, especialmente um com uma piroca daquela e na tarde seguinte quando Pedro entrou, perguntamos onde ele morava e para nossa surpresa ele marava a menos de cinco quilômetros de casa. Arthur louco de tesão já marcou eu encontro com Pedro, dando as características do nosso automóvel e Pedro descreveu a roupa que estaria usando. Partimos para o local e ficamos observando o ponto de ônibus e logo vimos Pedro chegando, um negro alto, peitoral largo, braços fortes e andar de trabalhador braçal, de longe constatamos não conhecer o rapaz e encostamos no ponto recolhendo o macho. Após as apresentações naquele clima tesudo fiz sinal para meu marido que estava disposta a fazer a maior loucura de nossas vidas, eu estava prestes a deitar com aquele desconhecido que seria o segundo homem de minha vida. Dirigimo-nos direto a um motel, um daqueles que o estacionamento é embaixo da suíte, ali já tínhamos consciência que Pedro era um homem de pouca cultura, mas o que me interessava naquele momento era outra coisa. Arthur subiu na frente e Pedro fez questão de subir as escadas atrás de mim, com certeza para ver minha bunda, o que me deu mais tesão ainda. Já na suíte, meu marido sentou em um canto, preparou o celular e Pedro me abraçou e nos beijamos, o rapaz que vim a saber tinha vinte e dois anos, abriu o zíper do meu vestido, deixando-o cair a meus pés , abri o botão da calça jeans de Pedro e a puxei até seus joelhos, ele não estava usando cueca e aquele cilindro lindo, grosso, cumprido de cabeça tipo morango ainda meio bambo estava ali na minha frente e não tive duvidas, havia esquecido que meu marido estava ali e tentei uma garganta profunda quando percebi que teria que melhorar muito minha técnica que havia desenvolvido com Arthur que tem cerca de quinze centímetros e aquele cacete de 26 também era bem mais grosso, propositalmente babei bastante naquele mastro e corri para cama colocando-me de quatro em uma posição que podia acompanhar tudo pelos espelhos e senti aquela trolha invadir minha bucetinha, delícia, vários calafrios percorreram meu corpo quando minha xaninha sentiu a grossura abrindo caminho em meu túnel , enquanto Arthur filmava tudo por baixo e Pedro começou os movimentos cabeceando lá no fundo, onde nada tinha chegado até então e eu explodi em um de meus escandalosos orgasmo, caindo na cama e me debatendo, nesse instante na filmagem Arthur capturou as feições do meu negro que parecia não acreditar no que acabara de fazer comigo. Assim que voltei ao normal, não perdi tempo, empilhei dois travesseiros embaixo do meu quadril e empinei o rabinho, eu precisava daquela piroca no meu cu e Pedro não se fez de rogado, mas já na portinha aquele cacete mostrou seu poder e meu cuzinho ficou com medo, tive que fazer um exercício mental para relaxar e permitir a penetração pelo menos da cabeça e ela entrou, parecia que eu nunca tinha feito anal, o pau estava duro como aço, volumoso entrou queimando e não controlei o grito, nesse instante ouvi meu marido gemendo daquele modo que ele geme quando está gozando e mordi meus dedos para desviar a atenção e o macho continuou puxando meu quadril e empurrando a trolha rasgando meu canal anal, levei meus dedos a meu grelo passei a massagear desesperadamente quando Pedro uivou indicando que estava enchendo a camisinha, gozei novamente junto com ele. Com o rabinho bem ardido, cambaleei até a ducha e fiz minha higiene profunda auxiliada por meu marido. Voltamos para a cama e Pedro foi ao banheiro voltando envolto em uma toalha, como eu estava, o rapaz provando que é bom fodedor, abriu minhas pernas e enfiou a cabeça entre elas, excitando-me novamente. Eu fiz meu amante deitar com o cacetão apontando para o espelho do teto e ajoelhei sobre ele engolindo-o todinho com minha racha e fiz sinal para Arthur comer meu cu e pude viver tudo aquilo que via nos filmes tendo uma forte convulsão de prazer com as duas picas dentro de meus buracos. Deixamos o pauzudo no mesmo ponto de ônibus onde o pegamos e agora estamos planejando encontrar uma bi para eu conhecer o toque feminino.

Comentários (1)

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  • Tuga tarado: Louco por ver minha mulher enterrada num negro desses.

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