Perdi a virgindade com minha avó da roça.
Após o falecimento do meu avô, fui ficar com minha avó na roça e não resisti, perdi a virgindade com ela
Eu tinha 16 anos na época, era um garoto franzino, magro, não muito alto, pálido e de óculos, o típico nerd. Eu era também extremamente safado, punheteiro de carteirinha, mas também virjão, nem beijar eu tinha beijado. Meu avô materno havia falecido em maio. Eu não era muito próximo dos meus avós maternos, mas os via uma vez por ano nos festejos de final de ano. Ele e minha avó, Nádia, moravam na roça, numa casinha pequena e, além da aposentadoria dele, viviam da terra, plantando e colhendo.
Minha avó tinha 64 anos e minha mãe se preocupava, pois ela teria que cuidar de tudo sozinha, então me mandou para passar as férias escolares de junho com minha avó. Eu sinceramente não queria, mas não tinha opção. Fui de ônibus e, na cidade, peguei mais um ônibus que passava na estrada em que ficava a casa dela. Cheguei cerca de 12h, bem a tempo do almoço. Minha avó me recebeu calorosamente, com um abraço apertado e beijos no rosto.
Minha avó Nádia era um pouco mais baixa do que eu, baixinha, gordinha e "molenga", com a flacidez normal de uma mulher da idade dela, tinha um bundão que balançava quando andava, peitos moles e levemente caídos e coxas grossas que se encostavam. Seu cabelo era grisalho-escuro e usava óculos. Sua pele era bronzeada pelo sol da roça.
Ela percebeu meu desânimo e achou que era fome, então me puxou logo para almoçar. Ela havia preparado um banquete para mim, um cozido com legumes diversos e músculo de boi, pirão, arroz aos montes e ainda um pudim de sobremesa. Comi muito bem no almoço, e fomos conversando. Como não tínhamos muito contato, ela não sabia tanto sobre mim, então botava a conversa em dia. Perguntou sobre a escola, amigos, objetivos, perguntou se tinha namorada, eu respondi triste que não, aí ela disse pra não desanimar porque eu era bonito e inteligente e ia arrumar alguém.
Depois do almoço ela me mostrou a casa: bem pequena. Só um quarto com cama de casal (eu ia dormir com ela), a sala, a cozinha, do lado de fora da casa o chuveiro e a casinha do banheiro, a extensão de terra de plantio.
Depois de almoçar, ela me convidou para tirar um cochilo rápido para depois ir ao mercado. Eu fui para o quarto com ela e nos deitamos. Tentei dormir, mas não conseguia, estava inquieto. Para tentar relaxar e adormecer estava pensando em safadeza, imaginando minhas colegas de turma peladas e chupando meu pau, mas isso só me deixou excitado, então comecei a tocar uma punheta. Olhava discretamente para o lado para garantir que minha avó estava dormindo e fechava novamente os olhos para imaginar. Fui punhetando e a imaginação divagando. Colegas de turma, professoras, atrizes, até minha própria mãe caía nas fantasias, até que tive uma ideia nojenta e um pouco arriscada. Tentei resistir, mas acabei virando para o lado e encarando a bundona da minha avó Nádia.
Nervoso, apalpei com uma mão enquanto punhetava com a outra. Comecei a subir devagar o vestido dela até que revelei sua calcinha, calcinha de avó, larga, mas aquilo me excitou e quase gozei, mas aí ela começou a acordar e tive que parar e disfarçar. Fingi estar dormindo e virei para o outro lado.
Ela me "acordou" e chamou para ir ao mercadinho com ela para ajudar a carregar as compras e levar também umas caixas. Pulando a parte chata, na volta ela me chamou para tomar banho, me levou para os fundos da casa e disse que me ensinaria a usar aquele chuveiro. Ela me ensinou a aquecer o reservatório de água do chuveiro com carvão, e eu achei que ela ia entrar e me deixar tomar banho. Fiquei surpreso quando ela começou a tirar a roupa na minha frente e jogou no tanque.
"Tá esperando o quê? Tira a roupa e joga no tanque."
Ela disse, mas eu estava paralisado olhando o corpo da minha avó. Seus seios com auréolas e mamilos escuros, a buceta EXTREMAMENTE peluda, a bundona e as coxas com celulite. Eu estava oficialmente cheio de tesão pela minha avó.
Ela insistiu e eu acatei. Não sabia que era comum na região os parentes tomarem banho juntos.
Tirei a roupa e joguei no tanque, mas demorei para virar pois meu pênis já estava duro.
"Qual a demora? Vem banhar com a vó, preciso que ensaboe minhas costas."
Eu virei, e logo ela viu meu membro ereto e arregalou os olhos.
"Misericórdia, que troço duro é esse? Menino... Tá assim por quê!?"
Ela continuou encarando meu pau duro até que juntei coragem e respondi.
"É que eu nunca vi uma mulher pelada, vó... Aí você tirou a roupa e me atiçou."
"Menino, você me respeita que eu sou sua avó!"
Ela disse isso, mas não tirava os olhos do meu pênis.
"Eu respeito, mas não controlo, você é uma mulher linda e eu sou homem..."
"Você é menino ainda, teu troço é grande mas você é menino ainda, e é meu neto. Vamos esquecer isso, vem ensaboar as costas da vó."
Ela virou as costas pra mim, jogou água com um baldinho e passou o sabão. Eu comecei a ensaboar, mas não desgrudava os olhos da bundona dela. De vez em quando a pontinha do meu pau encostava nela, mas ela não reclamava. Enfim, ela me deu o baldinho pra tirar o sabão, joguei a água em suas costas e, vendo a água com sabão escorrer, fiquei cheio de tesão.
"Vó."
"Que foi menino?"
"Quero bater uma punheta te olhando no banho!"
"Oxente! Menino, eu sou tua vó, tá maluco? Enfiou a cabeça no cu, foi!?"
"Queria enterrar no seu, você me deixou assim..."
"Ora, que coisa... Tá bom, menino, faz o que você quiser, só não encosta em mim... E quando eu terminar, terminou, viu?"
Concordei e comecei a punhetar. Ela se banhava e fingia não se importar comigo ali, mas era óbvio que estava fazendo um show para o netinho dela. Ela abriu a bundona pra lavar o cu e na hora de lavar aquela buceta cabeluda, virou bem na minha direção para eu ver tudo. Ela fingia não se importar, mas de vez em quando encarava meu pau. Infelizmente, ela tomou banho rápido demais e eu não gozei. Ela ia se enxugar quando a parei.
"Vó... Bate uma punheta pra mim?"
Eu pedi na cara de pau. Ela olhou, pasma com meu pedido.
"Menino, tá merecendo um castigo, que pouca vergonha é essa? Querendo punheta da vó?"
Ela falou indignada, mas olhou para meu pau, depois para meu rosto, suspirou e disse
"Menino, você ficou brincando com o pipi e nem tomou banho. Faz assim, se banha e deixa que a vó lava o pinto, tudo bem? Você lavou minhas costas, eu lavo teu pipi."
Na hora eu me enxaguei e comecei a banhar. Deixei o pênis por último, até que ela veio pra minha frente, ensaboou meu pau e começou a punhetar.
"Menino, tá tão duro e quente! Assim que é bom de lavar, dá pra limpar todinho."
Ela disse, alternando entre me masturbar e lavar meu pau e minhas bolas.
"Teu pinto é grandão pro seu tamanho, sua esposa vai gostar!"
"E você, vó, gostou ou não?"
"Menino... Gostei, né? Bonito, duro, parrudo, gostei sim!"
Quando ela disse isso, gozei logo e melei a barriga dela toda. Ela reclamou, mas se lavou, terminou de me lavar e então nos secamos. Entramos e jantamos, aí ela sentou no sofá para assistir a novela. Sentei com ela e assisti um pouco, comecei a pensar em mais cedo e fiquei com tesão. Fiquei safado e comecei a passar a mão nas pernas dela, pedi uma punheta, mas ela mandou eu calar a boca por causa da novela.
Depois da novela nós escovamos os dentes e fomos para a cama, pois o dia começaria cedo. Rezamos antes de dormir e deitamos. Na cama, comecei a fazer carinho na barriga dela, a cheirar o cabelo e pedi outra punheta, igual a mais cedo.
.
"Oxe menino, que punheta? Não teve nada disso!"
"Ué, vó, você tocou uma punheta pra mim no banho."
"Não, eu te lavei, você que gozou sozinho, menino. Não conta lorota não."
"Então... Dá pra me lavar de novo? "
"Não, só no banho!"
"E um beijinho no seu neto, você dá?"
"Só na bochecha! Pode beijar a bochecha da vó também!"
Eu a abracei, beijei a bochecha dela, ela beijou a minha, até que tentei beijar sua boca, daí ela me expulsou e mandou eu dormir.
Tive vários sonhos eróticos e amanheci de pau duro. Minha vó estava dormindo de pernas bem abertas, a calcinha visível por baixo da camisola. Não aguentei, fui para o meio de suas pernas, tirei o pau pra fora e comecei a esfregar em sua buceta por cima da calcinha. Comecei a sentir um calor e algo molhado, mas aí ela acordou.
"Menino, que merda é essa!? Sai de cima da vó!"
Ela gritou, olhando para mim e meu pau duro.
"Tava fazendo o quê em cima da sua avó!?"
"Só massageando você, vó."
"Com esse negócio duro na perseguida da vó!? Não tá vendo que tá errado!?"
"Desculpa, vó..."
Eu estava cheio de vergonha, foi realmente errado da minha parte fazer isso. Ela brigou comigo e disse que eu ia ter que dormir do lado de fora, antes de levantar para preparar o café. Ela me botou para trabalhar pesado nesse dia, e nem tive humor para tentar mais nada com ela.
Na hora do banho, eu fiquei duro, não teve jeito, e ela ficou encarando meu pau.
"Vó? Lava pra mim?"
Eu falei timidamente. Ela olhou para meu pau duro, olhou para mim e disse
"Vou não, dei ousadia e você veio de safadeza pra cima da vó, não vou mais te dar ousadia não!"
Fiquei visivelmente cabisbaixo, mas aceitei. Durante o banho, porém, ela não tirava os olhos do meu pau e, antes de dormir, me chamou para conversar.
"Menino, tu tá doido pra perder o cabaço do pinto, né? Até na vó quer afundar a cabeça!"
"Sim... Eu tenho muita curiosidade e... Bom, você é muito bonita e é a primeira mulher vejo pelada!"
"Ó... Eu sei que é difícil pro homem segurar, alguns metem até em cabra... Mas não pode fazer o que tu fez com a vó!"
"Eu sei... Desculpa!"
"Ó, a vó perdoa e quer fazer um combinado contigo."
"Como, vó?"
"Você vai ter que ajudar a vó a semana toda, sem nenhuma gracinha ou safadeza, tem que respeitar a vó, e não pode tocar punheta também!"
"Ah... Tudo bem, se a senhora me perdoar..."
"Aí se você se comportar, ajudar a vó, respeitar... Aí no sábado..."
Ela parou para respirar antes de falar.
"Aí no sábado a vó tira seu cabaço... Mas no domingo a gente vai na missa e se confessa com o padre!"
Eu fiquei em choque, não acreditava na proposta... Minha avó ia mesmo fazer sexo comigo. Eu não acreditei no que ouvi, até ela me trazer de volta à realidade.
"Tá ouvindo? Quer ou não!?"
"Sim vó! Muito obrigado, eu te amo!"
Gritei, abraçando ela.
Passei a semana toda sendo diligente e respeitoso, ajudei ela com toda minha disposição, não encostei a mão nela mesmo ela me provocando (até jogar a bunda no meu pau enquanto eu ensaboava as costas dela) e segurei a punheta, meu pau cada dia mais duro. No sábado acordei cheio de energia, mas me segurei. O dia havia chegado. Ao terminar de tomar o café da manhã, ela estava quieta, provavelmente nervosa, mas eu quebrei o silêncio.
"É hoje. Vamos pro quarto?"
"Agora não, temos que cuidar do plantio... Depois do cochilo do almoço, ok?"
"Ok."
Seguimos o dia, almoçamos, ela cochilou, já eu aguardei pacientemente, então quando o despertador tocou, enquanto ela acordava eu já tirava a roupa. Quando ela acordou, eu estava em pé ao lado dela, meu pau duro a centímetros de seu rosto.
"Menino! Mas o que é isso!?"
"Vó, tá na hora. Tira a roupa e vamos foder! Quero virar homem na sua buceta!"
Ela ficou com a respiração pesada e surpresa.
"Menino, que coisa feia, 'foder' a vó! Fale assim não!"
"Vó Nádia, tô cheio de vontade, quero ter minha primeira vez aqui e agora com você, estourar o cabaço do meu pau na tua buceta!"
"Ai menino... Tudo bem, vem que a vó vai fazer de você um homem."
Enfim, ela tirava sua camisola, mostrando seus peitos macios. Eu fui pra cima dela e não perdi tempo, comecei a chupar aqueles peitões gostosos de vó enquanto meu pau roçava na buceta dela. Ela começou a gemer baixinho.
Eu chupei seus peitos cutucando sua buceta com meu pau, até que beijei sua boca. No início ela não queria, mas acabou cedendo e nos beijamos de língua... Foi meu primeiro beijo também.
Enfim, me ajeitei entre suas pernas, tive dificuldade para encontrar o caminho entre os pelos, mas fui empurrando e meu pau deslizou, entrou todo. Ela gritou alto quando entrou, ficando sem fôlego.
"Merda! Que gostoso!"
Ela ficou toda mole, eu então agarrei as gordurinhas de sua barriga e comecei a meter. A buceta dela era muito quente e macia, molhava o bastante para o pau deslizar mas ficava um pouco seca, permitindo sentir tudo mais intensamente. O estímulo era muito forte.
Comecei a meter com força, agarrando a barriga dela.
"Calma que a vó é velha!"
Ela exclamava entre gemidos e suspiros.
Eu metia forte e rápido e acabei não demorando muito, gozei logo, inundando a buceta dela com porra acumulada de uma semana. Quando tirei meu pau, começou a escorrer. Deitei do lado dela, ambos ofegantes. Ela começou a pedir perdão baixinho, quando perguntei o motivo ela disse que era porque foi muito gostoso, mesmo sendo errado. Ouvir ela dizer que foi gostoso me excitou de novo, então montei nela de novo e, aproveitando que minha porra ainda estava dentro, meti de novo, meu gozo lubrificando a buceta dela. Ela agarrava o lençol com força enquanto eu metia, gemendo e eu falando safadezas.
"Delicia de buceta, vó! Aguenta o pau do seu netinho todo!"
"Ah... Ah... Ai, a vó tá amando seu pau!"
Eu fui metendo até gozar de novo. Dessa vez senti que ejaculei menos, mas nem deu pra ver em meio ao gozo que já estava nela. Quando deitei do lado dela, ela me abraçou.
"Porra menino... Você acabou comigo, não aguento mais... Porra, delícia... Ai, sia mãe não pode saber... Nunca!"
"Delícia de buceta, vó... Valeu a espera."
Eu disse isso, levantando para ver a buceta da minha avó, que eu tinha acabado de arregaçar. A entrada estava vermelha e levemente aberta, a porra escorria e grudava nos pelos... Tinha até um pouco de sangue, devia ter machucado um pouco com a força que meti nela.
Ficamos abraçados na cama por um tempo, eu beijei muito a cabeça dela e agradeci. Ela me beijou, olhou nos meus olhos e disse que amou, mas que era a única vez que faríamos isso.
Depois fomos pro banho, mas olhando ela pelada não aguentei, convenci ela a transar de quatro no chão, gozei de novo na buceta dela e ainda lambi o cu depois, mas por pouco tempo. Antes de dormir tentei agarrar ela, mas ela só me deixou gozar nos pelos da buceta dela.
De manhã, ao acordar, antes de nos arrumar para a missa, joguei ainda um verde dizendo que tinha tempo ainda, antes de "zerar" nossos pecados e botei ela pra sentar no meu pau, mas infelizmente não gozei.
Fomos para a missa e ambos nos confessamos, e assim deveria ter acabado nossa história, eu não mais virgem e ela arrependida, mas não acabou por aqui e essas férias renderam ainda mais.
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Comentários (3)
Futchamp: Caralho que delícia , já ouvi falar sobre isso , acontece mais do que imaginamos rsrs T futchamp111 relatos
Responder↴ • uid:5pmpp5n949j@observador: Tevia estar na seca a muito tempo
Responder↴ • uid:41ih1o7eoikGerald: Delícia essa vó hein? Eu, depois de lamber o cuzinho não teria deixado ela escapar de levar muito pau no cuzinho.
Responder↴ • uid:1dyav0wuptfl