Esposa Ingênua, Vizinho Tarado e Personal Mulherengo
Uma esposa novinha e gostosa muito ingênua, que se deparou com um vizinho tarado e um personal mulherengo, mas que tinha um marido muito ciumento.
Olá, me chamo Marcos, hoje tenho 30 anos, mas o que vou relatar aconteceu há 6 anos. Naquela época, eu tinha 24 anos, casado com Olívia, minha primeira e única mulher. Nós morávamos em São Paulo, em um prédio na Rua Itapura. Tínhamos uma vida bastante corrida. Trabalhávamos, eu como corretor e ela depiladora (apenas para mulheres), fazíamos faculdade e ainda frequentávamos a igreja quase todos os dias. Era tradição das nossas famílias. Crescemos com esses princípios e, apesar de não sermos aqueles fiéis fervorosos, que seguem à risca todas as doutrinas da religião e tal, nós frequentávamos por costume e por querermos um momento de paz e fé em nossa rotina frenética.
Olívia tinha seus 23 anos. Não é só porque é minha esposa, mas ela é linda. Dona de um corpão maravilhoso, com uma bunda grande, redondinha, absolutamente perfeita! Ela tinha apenas um “problema”: era ingênua demais. Minha esposa simplesmente não conseguia perceber a maldade nas pessoas. Ela preferia sempre olhar pelo lado bom das coisas, o que, em alguns momentos, me deixava irritado devido a certas situações.
Como da vez em que o elevador do nosso prédio estava quebrado. Olívia tinha ido comprar coisas no mercado e não sabia do defeito. Chegou carregando duas sacolas pesadas. Nós tínhamos um vizinho que era um verdadeiro tarado; eu já havia flagrado várias vezes o olhar dele cravado direto na bunda da minha esposa. Ele se ofereceu para levar as sacolas dela, com a desculpa de não deixá-la subir as escadas com peso, e ela, gentil, aceitou. Só que o escroto foi esperto, estava tramando. Nós morávamos no 4º andar. Quando chegaram no segundo, o infeliz pediu para que minha esposa fosse na frente, dizendo que ele iria aos poucos com o peso. O que ele queria, de fato, era uma visão privilegiada por baixo da saia dela. Ele se posicionou alguns degraus abaixo, num ângulo perfeito, enquanto minha esposa subia as escadas. Ele abaixou um pouco o corpo para contemplar e devorar aquela visão, e foi exatamente quando eu surgi no vão da escada e me deparei com a cena. Ao me ver, ele disfarçou, inventando que estava agachado para pegar as sacolas direito. Fechei a cara para ele e arranquei as compras da sua mão. Minha esposa, sem entender nada, agradeceu a ele, que desceu as escadas todo sem jeito. Cheguei em casa e chamei a atenção dela por conta disso, mas ela não enxergou nenhuma maldade. Disse que eu é que tinha a mente suja e levava tudo para esse lado; que o vizinho estava apenas sendo um cavalheiro ao vê-la carregando peso. Esse é só um dos exemplos.
Mas vamos entrar no fato central do meu relato. Nessa rotina diária e exaustiva, ficávamos sem tempo para nos cuidarmos, para olhar para a nossa saúde. Fomos fazer um check-up, coisa que fazíamos anualmente, e descobrimos que nossa pressão já estava um pouco alta e os níveis de açúcar elevados, quase entrando numa pré-diabetes. O médico foi claro: teríamos que praticar exercícios, entrar numa academia. Mas como faríamos isso se não tínhamos tempo livre? O único tempo que sobrava era quando chegávamos da faculdade, e, àquela hora, as academias próximas já estavam fechadas.
Eis que, conversando com amigos e conhecidos, alguns sugeriram que contratássemos um personal trainer que atendesse em casa. Gostamos da ideia, pois poderíamos marcar todos os dias no horário em que chegássemos da faculdade e, o melhor de tudo, já estaríamos no conforto do nosso lar. Com base nas recomendações dos amigos e em algumas pesquisas que fizemos, contactamos o Roberval. Ele era muito elogiado pelo seu profissionalismo e pelos resultados alcançados com os alunos. Ficamos empolgados e fechamos com ele. Ficou acertado que começaríamos na segunda-feira. Durante o final de semana, compramos roupas fitness coladas e tênis próprios para musculação.
Chegou a segunda-feira e já estávamos aguardando a chegada do personal no apartamento. Era por volta das 23h quando ele tocou a campainha. Roberval era um homem negro, de estatura baixa, com uma leve barriguinha, cabelos exibindo alguns fios grisalhos, com cerca de 52 anos de idade, e era bem desprovido de beleza. Nos cumprimentou, fizemos as apresentações, e ele nos perguntou qual era o nosso objetivo para bolar um plano de treino. Explicamos que o foco principal era a saúde, mas que ele poderia também acrescentar atividades para definição do corpo e ganho de massa muscular. Ele entendeu perfeitamente, fez alguns testes físicos com a gente, comandou um alongamento e iniciamos os exercícios com alguns aparelhos que ele havia levado. A aula durou 1h. Terminamos pingando de suor, exaustos. Agradecemos a Roberval, nos despedimos e, assim que fechamos a porta, eu e minha esposa comentamos como a aula tinha sido bacana e como ele parecia, de fato, um excelente profissional. Fomos dormir contentes, na expectativa do dia seguinte.
A primeira semana transcorreu muito bem. Repetimos as séries de exercícios de braços, pernas, ombros, costas, bumbum… Estava tudo dentro dos conformes. Muito felizes com as aulas e com nosso personal, resolvi ligar para o amigo que havia me indicado o Roberval. Quando ele atendeu, contei que tinha fechado as aulas e que estávamos muito satisfeitos com o profissionalismo dele. Imediatamente, me deparei com um silêncio pesado na ligação:
— Alô! Júlio, você ainda tá aí?
— Estou sim, Marcos. É que… eu preciso te contar uma coisa.
— Mas o que é tão sério que você quer me contar? Você mudou até o tom de voz. Fiquei preocupado agora.
— Não precisa se preocupar, mas eu preciso te avisar de uma coisa antes que dê algum problema.
— Mas o que foi? Diga logo!
— Então, o Roberval sempre foi bastante elogiado por onde passou, mas, esses dias, fiquei sabendo de alguns boatos por outros amigos, e acho que você deve tomar cuidado. Ele tem uma fama sinistra de ser mulherengo e pegador. Dizem que ele já pegou muitas mulheres casadas. Algumas, ele teve a audácia de comer na frente dos próprios maridos, os humilhando completamente. Acho bom você ficar atento.
Fiquei com o olhar perdido, espantado com a gravidade daquela informação.
— Mas ele me pareceu um cara bastante respeitador. Nesses dias todos, não percebi nada de estranho, ou qualquer tipo de comportamento que me fizesse duvidar do caráter dele. E outra, minha esposa nunca iria permitir nada do tipo. Você a conhece. Essas esposas que fizeram isso nunca respeitaram seus maridos.
— Concordo com você, mas todo cuidado é pouco.
Desliguei e fiquei pensativo se deveria ou não contar aquilo para a minha mulher. Decidi guardar o segredo, mas prometi a mim mesmo ficar muito mais atento aos passos do Roberval.
Começamos mais uma semana de treinos e, inevitavelmente, o meu olhar mudou completamente. Não que Roberval tivesse feito algo explícito, mas o que Júlio me contou plantou uma semente de desconfiança na minha cabeça, fazendo com que eu formasse um juízo de valor antecipado. As aulas ganharam outro peso. Fiquei cismado. Eu observava cada movimento dele, quase como um falcão — “quase”, porque, em alguns momentos, eu me via perdido, repassando o alerta na minha mente.
Estava ali, assistindo à minha esposa ser moldada e orientada por aquele homem com fama de pervertido. Eu já não sabia se era coisa da minha cabeça ou se, de fato, estava acontecendo, mas, em determinados momentos em que ele a orientava nas posições e corrigia a postura dela, tive o nítido pressentimento de que ele estava dando umas apertadas de leve, uns toques mais firmes do que o necessário nas partes do corpo dela. Tentei afastar esses pensamentos; poderia ser apenas influência da fofoca. Decidi tirar aquilo da cabeça e focar no meu treino.
Um mês se passou sem nenhuma atitude escandalosamente suspeita do personal. Pelo contrário, quanto mais o tempo passava, mais íntimos nós ficávamos do Roberval. Minha esposa estava mais solta, nós brincávamos com ele durante os exercícios, e ele acabou, de certa forma, conquistando nossa confiança aos poucos, apagando quase completamente os boatos da minha mente.
Após três meses de treino, fomos fazer uma revisão médica e os exames apontaram uma melhora fantástica na nossa saúde. Nossos corpos estavam começando a ganhar uma definição visível; estávamos muito satisfeitos com os resultados. Nossos físicos estavam bonitos. O da minha esposa, então... Meu Deus do céu! Que loucura! Ela estava um verdadeiro espetáculo de mulher, com as curvas ainda mais firmes e desenhadas. Contamos para Roberval que as aulas estavam surtindo um efeito excelente e que estávamos tão empolgados com o fim de semana que iríamos cancelar a aula daquele sábado de manhã para descer pra praia.
— Ah, já querem sabotar o meu trabalho! — ele brincou, sorrindo.
— Pra chegar nos resultados, precisa de constância. Não podemos bobear! Demos risada, e minha esposa retrucou, doce como sempre:
— É só esse sábado, professor, prometo! Precisamos também de um momento de lazer. Vê se aproveita e descansa no seu dia de folga também.
Descemos para Praia Grande, a cerca de 2h da nossa casa. Chegamos lá e o dia estava lindo, com o sol brilhando forte. Minha esposa tirou a saída de praia, ficando apenas de biquíni. Confesso que o biquíni dela não era do tipo micro, era até comportado, mas a bunda dela era tão farta e redonda que fazia com que o tecido, a depender do movimento que ela fizesse, sumisse completamente entre as nádegas. Ficamos ali por cerca de 1h tomando sol. Eu havia levado um cooler com bebidas geladas e uma caixinha de som JBL. Estávamos curtindo muito.
Resolvi dar um mergulho para refrescar. A água estava deliciosa. Quando eu estava voltando para a areia, notei minha esposa conversando animadamente com alguém. Fui me aproximando e percebi, no meio do caminho, que era o Roberval. Ele estava de bermuda de surfista, sem camisa — a camiseta jogada sobre o ombro — e usando óculos escuros espelhados.
— Roberval! Você por aqui? — perguntei, surpreso.
— Resolvi escutar os conselhos de vocês e vim curtir um pouco a folga também! — ele respondeu.
— Que coincidência virmos pra mesma praia. Mas que bom ter te encontrado aqui.
Minha esposa, sempre solícita e brincalhona, levantou prontamente da cadeira de praia e começou a provocar o professor:
— Aqui, ó, pra não dizer que não fizemos exercícios hoje! E começou a fazer uma série de agachamentos ali mesmo, na areia, na frente do personal.
— O de hoje tá pago! — ela completou, rindo.
Como falei, a bunda dela é enorme, e ao descer no agachamento, o biquíni foi completamente engolido pelas bandas fartas. Parecia, agora, que ela estava usando um fio-dental minúsculo. Ela não se importou, nem notou a exposição, e voltou a sentar. Falei para Roberval que, se ele quisesse, poderia ficar com a gente ali. Ele agradeceu, disse que iria dar uma caminhada rápida pela orla, mas que voltaria.
Cerca de 40 minutos depois, Roberval retornou.
— Olha eu de volta, família!
— Chega mais, meu amigo! — convidei.
— Só não tenho outra cadeira de praia pra te oferecer.
— Que nada, eu sento aqui na areia mesmo. Minha esposa retrucou na mesma hora, prestativa:
— Não! De forma alguma. A areia pode estar muito quente. Eu tenho uma canga na minha bolsa.
E, nisso, Olívia se levantou e curvou o corpo inteiro para frente para alcançar e fuçar a bolsa que estava no chão. O movimento empinou o quadril dela de tal forma que a bunda ficou totalmente e obscenamente apresentável para nós dois. E, como o biquíni ainda estava enfiado no rego, a imagem daquela perfeição ficou servida como numa bandeja. Confesso que fiquei desconcertado, constrangido por ver minha mulher naquela posição tão vulnerável, se exibindo acidentalmente para o nosso instrutor. E ele... Mesmo com os óculos escuros, eu consegui perceber perfeitamente a direção do rosto dele: estava com o olhar cravado e hipnotizado na bunda da minha esposa. Sem perceber a tensão no ar, nem maldar absolutamente nada, ela achou a canga e estendeu para Roberval.
Ficamos ali conversando sobre vários assuntos, incluindo, claro, atividades físicas. Durante a conversa, notei que Roberval havia voltado da caminhada um pouco mais solto, levemente embriagado. Eu também estava bebendo, mas pouco, pois não gosto de passar do ponto na rua. Por outro lado, minha esposa já estava empolgada com suas doses de Smirnoff. Como tinha cerveja sobrando, ofereci para Roberval, que aceitou na hora. Ficamos bebendo e aproveitando a brisa.
O assunto voltou para os treinos e o quão bem o trabalho dele estava nos fazendo. Ele ficou todo contente e prometeu que, na semana seguinte, teríamos uma sequência nova e bem mais puxada de exercícios. Minha esposa, ingênua e já com o nível de álcool batendo na mente, levantou-se da cadeira, reclamando que estava com dificuldade em alguns alongamentos, e inventou de tentar fazê-los ali mesmo, na areia.
Roberval, ágil, se levantou e começou a orientá-la de perto. Mas ela estava apenas de biquíni molhado, e ele a tocava constantemente para “corrigir a postura”. O alerta na minha mente começou a apitar de novo. Voltei a ter aquela sensação incômoda de que os toques dele não eram puramente profissionais. Os dedos dele pareciam deslizar mais do que o necessário, apalpando com malícia a pele exposta dela, que, alheia a tudo, ria e tentava acertar a posição.
— Vamos aproveitar o dia de folga, gente! — falei, numa tentativa meio brusca de acabar com aquela cena.
— Vamos deixar pra pensar em exercício só na segunda!
— Deixa ele só tirar mais essa dúvida que eu tenho, amor! — ela pediu, teimosa.
Roberval continuou mostrando as posturas de alongamento. Até que, num piscar de olhos, me deparo com a minha esposa na posição de quatro — como um cachorro —, apoiada na areia, e o personal posicionado logo atrás dela, instruindo-a a empinar mais o quadril e deixar a coluna ereta.
Eu não estava acreditando no que os meus olhos estavam vendo. Com absoluta certeza, Roberval estava tendo a melhor e mais obscena visão que ele poderia desejar naquele momento. O biquíni sumia entre as nádegas arreganhadas dela. Aos poucos, fui percebendo um volume inconfundível se formando na bermuda de surfista dele. Ele estava excitado! E, pior que isso: enquanto falava, ele dava leves e sutis encostadas — roçadas imperceptíveis para quem não estivesse prestando atenção — na bunda da Olívia.
Fervi por dentro e acabei com aquilo de imediato.
— Gente, chega! — falei firme, já me aproximando e levantando minha esposa pelos braços daquela posição.
— Viemos aqui pra curtir. Na próxima aula a gente tira todas as dúvidas.
Minha esposa resmungou, dizendo que eu era chato e tinha acabado com o barato deles, mas voltou para a cadeira. Curtimos o resto do dia com um clima sutilmente mais tenso, pelo menos da minha parte.
Voltamos para casa no fim da tarde. Assim que chegamos e fechamos a porta, fui direto ao ponto:
— Olívia, você não pode, no meio da praia, usando apenas um biquíni, ficar pedindo orientação física de personal trainer daquele jeito.
— Oxente, amor? O que tem demais nisso? — ela perguntou, genuinamente confusa.
— Você estava usando biquíni, amor! E o seu biquíni já tinha entrado todo! Parecia que você estava de fio-dental empinada na frente dele.
— Quem mandou casar com uma gostosa? — ela respondeu com aquela voz arrastada e alterada, típica da embriaguez, tentando brincar.
— Não é isso, amor! É que é outro homem tocando o seu corpo, e você estava praticamente de roupas íntimas. Não pega bem.
— Mas o que tem demais, Marcos? Ele já não faz isso aqui em casa todo dia? Tá com ciúmes do Roberval agora? Não tô nem acreditando numa bobagem dessas.
— Aqui você está com calça de academia colada, roupas próprias, e não com um pedaço de pano enfiado no meio da bunda no meio da praia!
— Ah, deixa de ciuminho besta, vai! Vamos logo tomar banho pra dormir. — ela rebateu, minimizando totalmente a minha preocupação.
Fiquei com aquilo martelando na cabeça durante a noite toda. Pensando se, de fato, a fama que corria de Roberval era verdadeira. Aquela cena dele alterado, meio que roçando o volume da bermuda na bunda da minha esposa, e ela sem maldar absolutamente nada, não saía da minha mente. Milhões de coisas foram passando pela minha cabeça, num misto de ciúme e alerta, até que finalmente o cansaço me venceu e consegui dormir.
Começou uma nova semana e Roberval preparou novas séries de exercícios para nós. Como eram posturas novas, ele estava o tempo todo nos orientando, ajustando nossos corpos. Até que, em um determinado momento, ele parou bem na minha frente e eu quase não acreditei no que vi: pude notar, com clareza absoluta, que ele estava sem cueca. Ele usava um daqueles shorts de ciclista, de tecido fino, bem colados e justos, e o membro dele estava completamente desenhado no pano. Mesmo ele sendo baixinho, deu para perceber que guardava um volume imenso, pesado, balançando livremente ali dentro.
Continuei fazendo minhas atividades, mas meus olhos não saíam dele e do contato que ele tinha com a minha esposa. Eles estavam sempre sorrindo, descontraídos, com ele dando toques e orientações constantes, como das outras vezes. Em pé, num determinado exercício, ele foi para trás dela, pedindo que ela ajustasse os ombros. Nisso, percebi que ele se encaixou nela de maneira sutil. Aquele volume obsceno do short ficou prensado diretamente na bunda de Olívia, que, na sua pureza cega, achava que era apenas um ajuste de postura. Quando eles se afastaram, notei que o pau dele já estava marcando o tecido com uma ereção evidente. Fiquei profundamente incomodado com aquela cena, mas engoli seco para não criar uma confusão ali mesmo. Respirei fundo e tentei focar.
Então, chegou o momento da bendita posição que ela havia feito na praia: o alongamento de quatro, igual a uma cadelinha. Ele prontamente se colocou atrás dela, já com a rola dura marcada no short, e começou a orientá-la. Minha esposa fechava os olhos, seguindo docemente as instruções dele, enquanto ele pedia com uma voz mansa para ela relaxar, inspirar fundo e soltar o ar. Ela nessa posição vulnerável, ele pediu para que jogasse os braços para trás, com a desculpa de alongar a coluna. Ela obedeceu, e ele puxou os braços dela. O que inevitavelmente aconteceu foi que Roberval ficou com o corpo todo colado nela, a pica dura enterrada no vão da bunda empinada de Olívia. Ela, por consequência, sentia aquele pau rígido pressionando suas nádegas, mas agia como se aquilo fosse estritamente profissional. Assistir àquilo era uma verdadeira tortura para mim.
A aula acabou. Minha esposa, como sempre, estava super empolgada, já eu estava cada dia mais desanimado e paranoico. Pensei seriamente em parar com os treinos, em inventar uma desculpa esfarrapada para demitir Roberval. Mas Olívia se sentia tão bem com as aulas, estava tão radiante e com a autoestima tão alta, que me faltou coragem para cortar o barato dela. Decidi dar mais um voto de confiança, engolindo meu ciúme.
Continuei acompanhando os treinos, até que, no meu trabalho, meu chefe me chamou. Pediu para que, na semana seguinte, eu dobrasse o turno, pois precisaríamos bater umas metas urgentes de vendas e eu teria que elaborar relatórios complexos para uma reunião com os acionistas. Cheguei em casa e dei a notícia para Olívia, avisando que eu ficaria uma semana inteira sem ir à faculdade e, consequentemente, sem poder participar das aulas com o personal.
— Não fala isso, amor! Sério? — ela disse, murchando na hora.
— É, amor. E ficar uma semana inteira sem fazer atividade, a gente vai acabar se acomodando. Não gostei nada disso.
Juro que a minha vontade real era dizer que as aulas seriam suspensas para nós dois. Mas ela ficou tão triste, com um olhar tão decepcionado, que acabei cedendo ao impulso de agradá-la.
— Amor, você poderia fazer as aulas sozinha. Na semana seguinte, eu volto a fazer junto com você normalmente, o que acha?
O rosto dela se iluminou. Ela ficou felicíssima, me abraçou apertado, agradeceu e disse que aquelas atividades já faziam parte da rotina dela como uma verdadeira terapia.
Fiz aquilo, mas com o coração na mão. Eu ainda tinha muitas dúvidas sobre o caráter daquele velho tarado. Eu precisava fazer algo para não enlouquecer de preocupação durante os dias em que estivesse preso no escritório. Foi então que bolei um plano: comprei duas câmeras espiãs, daquelas minúsculas, que capturavam imagem em alta definição e áudio impecável. Instalei tudo escondido na sala, em pontos estratégicos. Eu teria acesso às imagens ao vivo, de onde estivesse, direto pelo meu celular. Não contei uma palavra sobre isso para a minha esposa.
Chegou a bendita semana da minha ausência. Próximo ao horário do treino, tranquei-me na minha sala e acessei as câmeras. Vi minha esposa sentada no sofá, linda, já com as roupinhas coladas de academia, esperando o instrutor. A campainha tocou e ela foi abrir. Roberval entrou e logo perguntou por mim. Quando Olívia informou da minha ausência prolongada, vi pelo monitor o semblante do infeliz mudar de imediato. Se ele pudesse, soltava fogos de artifício ali mesmo. Ou, pelo menos, era assim que eu estava interpretando, achando que minha mente enciumada estava me traindo.
Assisti à aula inteira, com os olhos grudados na tela. O professor estava visivelmente mais solto. A “mão boba” dele estava pior do que nunca. Os toques eram mais intensos, os alongamentos com a ajuda dele eram suspeitamente demorados, e ele mantinha o corpo nitidamente colado ao de Olívia — que, na sua eterna ingenuidade, achava aquilo a coisa mais natural do mundo. Mas ele também não passou muito dessa linha. Não avançou para nada mais grave do que já fazia na minha presença. Eles se despediram e a aula acabou. Confesso que, nesse primeiro dia, soltei a respiração e fiquei um pouco aliviado. Pensei que talvez eu estivesse mesmo pegando no pé dele à toa.
Terminei minhas obrigações e cheguei em casa por volta da 1h da manhã. Minha esposa ainda estava acordada, me esperava super empolgada para contar sobre o treino — sem fazer ideia de que eu tinha assistido a cada segundo. Escutei tudo com atenção, fingindo surpresa, conversamos mais um pouco e fomos dormir, pois eu estava exausto e o dia seguinte seria no mesmo pique alucinante.
No segundo dia de ausência, já me preparei no escritório, abrindo o aplicativo das câmeras um pouco antes do horário combinado. Para minha surpresa, Olívia já estava caminhando para abrir a porta. Roberval havia chegado bem mais cedo do que o esperado.
— Professor, o que vamos fazer hoje? — Olívia perguntou, animada, na expectativa de um treino puxado.
— Hoje é dia de avaliação corporal — ele respondeu, com um tom profissional e sério.
— Avaliação?
— Sim! Eu vou precisar tirar as medidas do seu corpo, checar o percentual de gordura para ver se houve evolução e onde precisamos focar. Mas, diferente da primeira vez que fiz com vocês, o ideal é que seja sem roupa, para chegarmos à medida exata. Porque, às vezes, a roupa dá desconto no tecido, a fita não marca direito...
Olívia ficou com o semblante visivelmente surpreso e um pouco assustada com a ideia de ficar nua. Percebendo a hesitação, o canalha logo jogou a isca:
— Mas, como alternativa, você pode colocar a menor calcinha que tiver. Assim, não altera a avaliação com o volume do pano e você também não fica totalmente exposta nem constrangida.
O rosto da minha esposa se iluminou de alívio.
— Ah, bem melhor! Vou colocar a calcinha então.
E ela saiu em direção ao quarto. Eu, do outro lado da tela do celular, com o coração batendo na garganta, estava sem acreditar que minha mulher iria realmente cair naquela conversinha fiada. Mas a realidade bateu na minha cara quando a vi voltando pela câmera. Ela estava usando apenas um top estilo “tomara-que-caia” e enrolada numa toalha na parte de baixo. Quando Roberval pediu para ela tirar a toalha, eu fiquei boquiaberto. (em anexo imagem 1)
Ela havia colocado uma lingerie minúscula que ela só usava nos nossos momentos mais íntimos, justamente para me provocar na cama. Era um fio-dental que não passava de uma linha finíssima, cravada no meio da bunda, deixando tudo à mostra. Quando Roberval viu aquilo, o velho até gaguejou ao pedir que ela estendesse o braço para ele começar a medir. Ele foi medindo cada parte do corpo perfeito dela. Quando chegou na bunda e deu de cara com aquela escultura redonda, farta, empinada e ainda com a marquinha de bronzeado da praia... engolindo aquela linhazinha e deixando o rabo praticamente nu ao seu vislumbre, o filho da puta chegou a morder os próprios lábios.
Olívia não via nada, pois estava de costas para ele, mas a minha câmera não tinha ponto cego. Ele demorou uma eternidade ali atrás. Ao usar o adipômetro para “medir a gordura corporal”, ele pediu permissão para pegar numa das bandas da bunda dela. Olívia permitiu, confiando cegamente no “profissional”. Pela tela, eu vi claramente que, em certos momentos, ele se aproveitava, puxando e abrindo as bandas da bunda da minha esposa na maior cara de pau, numa tentativa suja de ver as preguinhas do cu dela ou até mesmo a bucetinha exposta por baixo.
Eu estava espumando de raiva no escritório. Mas uma força estranha me prendeu à tela. Eu queria ver até onde aquela palhaçada ia chegar. Eu confiava em Olívia e não queria acreditar que ela permitiria qualquer desrespeito explícito no nosso lar. A raiva me consumia, mas não consegui desviar os olhos.
Aparentemente, as tentativas de espiar mais a fundo não foram suficientes para ele. Roberval disse que havia terminado a avaliação, mas que faria o comparativo em casa. Minha esposa agradeceu, recolheu a toalha e já ia saindo em direção ao quarto quando ele a parou:
— Pra onde você está indo?
— Ué, vou vestir a roupa para começarmos a atividade.
— Não precisa se vestir. Faça os exercícios assim. É muito melhor para a evolução dos seus músculos e da sua flexibilidade. Olívia o encarou, muito confusa.
— Como assim, professor?
— Aquelas roupas apertadas que vocês usam prendem as articulações. O corpo não age com a fluidez necessária para atingir o melhor desempenho.
Ele lançou esse baratino esfarrapado e, para o meu completo desespero, minha esposa estava caindo perfeitamente na lábia dele.
— Pelo menos tente fazer hoje assim — ele insistiu com voz mansa.
— Se você não se sentir bem, pode ir se vestir depois.
Ela hesitou, mas acabou concordando:
— Tá bom... O que vamos fazer primeiro?
— Alongamento profundo.
E lá estava o cretino, pedindo para minha mulher maravilhosa ficar de quatro no chão da nossa sala, vestindo apenas um fio-dental que não cobria nada, feito uma cadelinha no cio. Ela atendeu prontamente. Sem maldade, pura como sempre. Assim que ela se posicionou, Roberval quase enlouqueceu. A câmera captou perfeitamente os olhos dele saltando. Ele pediu para que ela jogasse os braços para frente e empinasse bem o quadril para cima. Com esse movimento, pude notar que o cuzinho e a fenda da buceta da minha esposa ficaram totalmente arreganhados e expostos para aquele canalha espertalhão.
Ele foi para trás dela, puxou os quadris dela para trás e colou a própria virilha na bunda dela. O membro dele já devia estar latejando, duro como pedra, marcando o short de ciclista. Ele ficou quase um minuto esfregando discretamente o pau na bunda nua dela, fingindo estar corrigindo a carga lombar. Depois disso, ele se levantou um pouco e pediu que ela permanecesse daquele jeito, de quatro, com a bunda para cima, e que fechasse os olhos.
— Fique assim. Feche os olhos, inspire fundo e respire... inspire e respire... — ele comandava, com uma voz hipnótica.
Ela obedeceu. E então, o absurdo aconteceu. Enquanto Olívia estava de olhos bem fechados, obedecendo cegamente, Roberval andou na ponta dos pés até a mochila dele, pegou o próprio celular, voltou para trás dela e... click. Tirou uma foto do cuzinho e da buceta dela expostos e arreganhados naquela calcinha minúscula.
— Isso... continue assim. Inspira e respira... — ele continuou falando, para disfarçar o que fazia.
Nisso, o desgraçado se agachou bem próximo ao rabo da minha mulher e pediu para ela empinar o quadril ainda mais. Ela atendeu, abrindo ainda mais a visão do cu. Era nítido que ele havia perdido qualquer controle; o homem tremia, estava praticamente fora de si de tanto tesão. Olívia continuava de olhos fechados, de costas, vulnerável. Ele se aproximou sorrateiramente, fingindo estar olhando a angulação da coluna dela, e encostou o rosto a milímetros do cu da minha esposa. Pela câmera, vi ele puxar o ar com força, dando uma fungada profunda, cheirando o rabo dela com uma perversão doentia, sem encostar a pele.
O tempo passou e ele mudou a série. Pediu para ela fazer polichinelos. Olívia começou a pular. O top lutava para segurar os peitos dela balançando soltos, a bunda imensa e perfeita tremia a cada salto, e, naturalmente, o fio-dental sumiu completamente no meio da bucetinha dela. A cada pulo, a calcinha entrava mais nos grandes lábios. Olívia parou, envergonhada, tentando puxar a linhazinha que estava a incomodando e a expondo. Percebendo o constrangimento, ele soltou o bote:
— Não precisa se preocupar com isso, Olívia. Foque no movimento. Aqui eu sou estritamente profissional.
E ela, novamente, acreditou nas palavras do tarado e foi ficando mais solta, parando de tentar arrumar a calcinha.
Foi para o colchonete. Ele pediu que ela deitasse de barriga para cima, levantasse as duas pernas dobradas e fizesse exercícios de abdução — ele iria abrir e fechar as pernas dela, fazendo resistência. Nas duas primeiras repetições que ele forçou as pernas dela para os lados, a calcinha microscópica saiu do lugar. O tecido escorregou para o lado, deixando a bucetinha rosa e molhada de suor e o cuzinho dela inteiramente de fora, arreganhados bem na cara dele.
Os olhos do velho quase saltaram das órbitas. Surpresa, choque e puro tesão estampados no rosto feio dele. Foi aí que eu reparei: ele havia ido dar aula usando uma calça de tactel de tecido super fino e, novamente, sem cueca nenhuma. Com o susto e a visão privilegiada da buceta da minha mulher, a rola dele explodiu na calça. Formou-se uma barraca enorme, dura e apontada para cima, rasgando o tecido. Era impossível não notar. Me perguntei, agoniado: “Será que ela não está vendo a tora armada bem na frente do rosto dela?”
Ele continuava abrindo e fechando as pernas dela, devorando com os olhos as intimidades molhadas de Olívia. E foi nesse exato momento que algo dentro de mim quebrou.
Um conflito brutal de sensações me invadiu. Ao mesmo tempo em que a raiva gritava na minha cabeça, uma onda de calor subiu pelo meu corpo. Quando olhei para baixo, meu pau estava duro como uma rocha, latejando nas calças do terno. Ver aquela cena grotesca — minha mulher linda, indefesa, nua, de pernas abertas, sendo engolida pelos olhos famintos de um tarado velho e experiente, que estava com uma rola imensa armada para ela — me encheu de um tesão doentio, indescritível e avassalador.
A excitação foi tanta que minha pica só faltava rasgar o zíper. Sem pensar em mais nada, tranquei a porta da minha sala de vez, peguei o celular e tirei o pau para fora. Comecei a me masturbar ali mesmo, na cadeira do escritório. Foi instintivo. Eu estava adorando o que estava vendo! Por alguns instantes de pura insanidade e devassidão, a minha mente só desejava uma coisa: que aquele velho sujo tirasse o pau da calça e metesse com força na minha Olívia ali no chão da sala.
Eles continuaram fazendo mais alguns exercícios absurdamente eróticos e eu continuei ali, esfregando meu pau duro enquanto observava cada detalhe pela tela, até que não aguentei mais. Gozei. Gozei jorrando porra na minha própria mão, quase urrando de prazer na sala silenciosa do escritório. Depois do orgasmo, me desconcentrei, ajeitei as calças, recuperei o fôlego e, quando olhei de novo para o celular, vi minha esposa, já enrolada na toalha, acompanhando o professor até a porta.
Cheguei em casa na madrugada. Minha esposa me esperava acordada, e notei que ela estava um pouco cismada. Achei que ela estava reunindo coragem para me confessar o que tinha acontecido. E não deu outra:
— Amor... eu preciso te contar como foi a aula aqui hoje... — ela começou, com a voz baixinha.
E, na sua inocência infinita, foi me detalhando tudo. Falou sobre a avaliação, sobre ter ficado de lingerie fio-dental na sala e, para minha surpresa, justificou o absurdo dizendo que queria ser transparente comigo, mas que, para ela, não teve maldade nenhuma e que Roberval foi “super respeitoso” o tempo todo.
Ela terminou de falar e abaixou a cabeça, com um semblante cabisbaixo, esperando que eu explodisse de ciúmes e a repreendesse severamente.
Eu a olhei, lembrei do tesão insano que senti ao me masturbar vendo ela de quatro para ele, e decidi alimentar a minha nova perversão.
— É isso mesmo, amor — falei, com um tom calmo e compreensivo. — As avaliações e os exercícios mais avançados são melhores executados quando a musculatura está livre, quando você está confortável.
Ela levantou a cabeça bruscamente, com a cara totalmente espantada, me olhando como se eu fosse um alienígena.
— Você não está tendo resultados incríveis? — continuei.
— E não foram resultados que vieram justamente da orientação e da experiência do Roberval? Então... você precisa seguir exatamente tudo o que ele pede para ser feito. Confie no processo dele para continuar evoluindo.
O alívio lavou o rosto dela. Ela abriu um sorrisão maravilhoso, pulou no meu pescoço e me abraçou apertado.
— Obrigada, amor! Por um momento, eu tive medo de você brigar, tive dúvidas se estava fazendo a coisa certa ao confiar nele.
Naquela noite, a adrenalina de ter se exposto tanto a deixou cheia de fogo. Olívia estava sedenta, molhada como nunca, e eu, estimulado por tudo o que tinha assistido pelas câmeras, não fiquei por baixo. O tesão explodiu no nosso quarto. Comi a minha mulher de tudo que foi jeito, em todas as posições possíveis, imaginando os olhos e o pau daquele velho nela. Fodemos como animais e gozamos loucamente.
Os dias seguintes dessa minha semana de ausência foram uma verdadeira escalada de putaria voyeur. Roberval percebeu que tinha carta branca com a ingenuidade dela e passou a se aproveitar cada vez mais. Minha esposa continuava fazer os treinos com lingeries minusculas (imagem 2 em anexo), as câmeras mostravam ele cheirando descaradamente o cu da minha esposa enquanto ela se alongava. Cheirava a bucetinha suada quando ela abria as pernas. E, aproveitando-se que ela ficava de costas e de olhos fechados por longos períodos nos alongamentos “relaxantes”, o canalha chegou a tirar a rola grossa para fora do short e se masturbar furiosamente, a poucos centímetros da bunda dela. Ele tirava cada vez mais fotos do cuzinho e da buceta arreganhada, e eu... eu passava os meus finais de expediente trancado no escritório, com o pau na mão, me masturbando alucinadamente enquanto assistia, ao vivo, à minha mulher sendo o brinquedo erótico daquele instrutor devasso.
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Comentários (7)
Hamilton: A minha esposa, por causa da criação dela, também é muito bobinha e ingênua com relaçãoa malandragem dos homens.
Responder↴ • uid:1d2kvrgtqz1yRicardo dotado: Delicia 🤤 cadê mulheres de Campinas SP se for casada melhor ainda Ale192803
Responder↴ • uid:1daibs9k0iJersinho: Delícia de fêmea!!!
Responder↴ • uid:1dmdcvq3b7jrRoludo: Que rabo gostoso que a tu mulher tem
Responder↴ • uid:8ldl3wnmqjRoludo: Se eu tivesse a oportunidade, eu iria adorar fuder esse rabo gostoso dela
Responder↴ • uid:8ldl3wnmqjRoludo: Essa tua mulher é uma rabuda gostosa
Responder↴ • uid:8ldl3wnmqjRoludo: Que delicia de conto, essa sua mulher é uma rabuda gostosa, é muito gostoso comer mulher casada, principalmente fuder o rabo delas, eu ja a sorte de fuder algumas, é muito gostoso, foi rola no cu e na buceta, comer mulher casada, é muito gostoso
Responder↴ • uid:8ldl3wnmqj