Os cunhados - a suruba inesquecível - Parte 27
Fiquei pensando muito nas atitudes de Sabrina, me decepcionei em ter decidido ficar no Brasil pra ela estar agindo assim, eu imaginava que nós ficaríamos juntos, ou até mesmo que eu tivesse espaço para convidá-los a ir embora comigo, mas talvez isso ainda pudesse mudar, pelo menos era o que esperava, na segunda eu fui trabalhar e fui surpreendido por uma ligação, era uma empresa enorme do ramo esportivo, fui convidado a me tornar o diretor geral dessa empresa, e obviamente eu aceitei, assumir uma empresa desse porte depois da forma com que fui demitido seria uma mudança enorme na minha vida, a melhor coisa que me aconteceu depois de tantas coisas ruins, contei a notícia boa para Sabrina e Pedro, mas Sabrina me respondeu com um:
"Você deveria sossegar na empresa que tava, agora vai pra uma empresa, precisar viajar, sair... não vai ter tempo pra mim, e provavelmente, vai esfriar as coisas entre a gente"
Sabrina falava como se só dependesse de mim, mas decidi mostrar minha verdadeira intenção antes de esperar que ela fizesse algo.
Conversei no meu trabalho e informei que teria uma oportunidade melhor, todos se despediram de mim com muito carinho, então quando fui embora passei numa vinícola, eu não sou de beber, porque meu pai tinha problemas sérios com o álcool, mas eu comprei um bom vinho, passei em uma floricultura e peguei um buquê de rosas vermelhas, mas ainda achei pouco, então fui até uma camisaria e comprei umas camisas pro Pedro, e um tênis que achei que combinasse com ele.
Não avisei, fui na casa deles e toquei a campainha, Sabrina me recebeu com uma vergonha absurda.
Sabrina: Entra logo! Tá louco de ficar na calçada com buquê? Os vizinhos podem ver isso e pensar merda!
Felipe: Pode ser um amigo dando flores... não pode?
Sabrina: Todo mundo sabe que nós já estivemos juntos, e já devem comentar o fato de você vir na minha casa, mas obrigada, obrigada mesmo
Ela me deu um beijo sorrindo, entreguei o vinho e ela me perguntou:
- O que tem nas outras sacolas?
- Presentes pro Pedro
Sabrina me olhou desaprovando que eu tinha levado presentes para o Pedro, entendi na hora que pra ela, nós tínhamos que ser os machos alfa e ela a donzela fodida.
Me sentei no sofá, Sabrina pegou o buquê, ficou cheirando, mostrou para o Pedro que cheirou, sorriu e veio me cumprimentar, entreguei os presentes a ele, ele me deu um abraço e se sentou também.
Sabrina: E então, o que deu em você pra vir aqui do nada? - perguntou sorrindo
Eu: Só fiquei com saudades e decidi visitar vocês, acho que um relacionamento é assim, já que não podemos ser um trisal em público
Sabrina: É... eu também tava com saudades
Sabrina estava sorridente, mexendo nas pétalas, Pedro estava experimentando o tênis, eu os observava, pensando se isso era realmente benéfico pra eles.
Eu: Como vai ser daqui a um ano? A gente vai continuar se amando?
Sabrina: Vamos... eu vou te amar minha vida toda
Pedro: Não vai mudar nada mano, vai ser assim
Eu: E quando a Helena crescer e estiver entendo mais as coisas? Ela vai perceber que não somos só amigos.
Sabrina: Fe... vamos aproveitar o agora, eu sei que não vai ser pra sempre, se o seu receio é que sua vida fique parada, enquanto a gente continua nosso casamento, eu não vou te impedir de conhecer ninguém
Eu só acenei a cabeça, não queria estragar aquele momento, mas percebi que Sabrina não tomaria decisão de sermos mais do que isso.
Sabrina: Quer jantar? Eu fiz um macarrão com carne moída, você vai adorar
Eu: Sim, vamos lá
Fomos para a cozinha, eu me servi e enquanto jantávamos, Sabrina cochichou algo para o Pedro, eu fiquei curioso, mas não sou de ficar questionando, continuei jantando, Sabrina se levantou para pegar a Helena que estava chorando e Pedro sussurrou:
- Cara, desculpa, mas hoje ela tá menstruada
- Eu não vim transar, eu vim porque realmente tava com saudade de vocês
- Ah beleza, é que ela pensou que você queria algo...
- Não... quero não
- Acertou certinho no tênis, como sabia meu número?
- Eu observo bem as coisas
Sabrina voltou com a neném no colo, ela não conseguia terminar de jantar porque Helena queria brincar, pegar o prato, ela chegou a derrubar o copo de suco de Sabrina, eu já tinha terminado meu jantar, então me levantei e peguei Helena no colo para Sabrina terminar de jantar, eu olhei em volta, e cada vez mais eu me sentia um intruso, Pedro e Sabrina jantando enquanto eu segurava a filha deles, senti meu celular vibrando sem parar com algumas mensagens chegando, tirei o celular do bolso, era Bruna.
"Minha mãe saiu com as crianças, estou perto da sua casa, pensei em a gente se ver..."
Eu pensei muito antes de responder, em certo ponto, acreditava que a Bruna estava tentando cobrir a saudade do Gabriel com putaria, em outro ponto, eu sabia que ela gostava da minha rola, eu não sabia se deveria, mas nunca comi a Bruna sozinho, sempre foi na suruba ou junto do Gabriel, eu olhei novamente em volta e vi que não tinha nada a perder, e respondi:
- Vai indo lá, eu chego em 15 minutos
Sabrina: Obrigada, Fe, vamos assistir alguma coisa?
Eu: Preciso ir pra casa, vou organizar uns documentos pra começar na empresa amanhã
Sabrina: Tá cedo..
Eu: Amanhã eu venho te ver de novo
Sabrina: Tá bom, vou esperar
Nós nos abraçamos, Pedro me acompanhou até o portão e me agradeceu novamente por tudo, eu fui pra casa, pensando que a Sabrina ou o Pedro poderiam descobrir que fiquei com a Bruna e ficarem putos comigo.
Assim que cheguei, organizei algumas coisas, Bruna tocou a campainha em poucos minutos, eu a recebi, ao contrário do que eu esperava a Bruna estava tímida, com vergonha, ela estava com um risinho tímido, nos abraçamos e ela entrou acanhada.
Bruna: Eu pensei que você não ia aceitar minha visita
Eu: É, quase não aceitei, mas o que temos a perder? Só não conte a ninguém que esteve aqui
Bruna: Não, não vou contar
Eu me aproximei, a respiração de Bruna estava pesada, ela estava muito vergonhosa, e eu adoro isso, a segurei pela cintura e beijei sua boca, no começo não encaixava, mas devagarinho conseguimos encaixar um beijo bem gostoso, Bruna me deu as mãos e subimos de mãos dadas para o quarto, eu abri a porta e ela entrou:
- Com licença...
- Por que tá pedindo licença? Tá tímida?
- Eu to... to um pouquinho
Eu não dei espaço para que isso fosse um problema, a beijei deitando-a na cama, subi em cima dela me encaixando entre suas pernas, Bruna estava ofegante, eu tirei minha camisa, ela passou as unhas em minha barriga, eu não me preocupei em tirar a camisa dela, apenas tirei a calça, a deixando de calcinha, desci para o meio de suas pernas e beijei sua buceta pela calcinha, estava molhada, puxei a calcinha dela para o lado e comecei a chupá-la, Bruna agarrou meu cabelo e começou a se rebolar enquanto minha língua percorria sua buceta magra, a chupei por alguns minutos, depois tirei toda minha roupa e a penetrei, ela me segurava pelas costas, com carinha de sofrida, e gemendo com os lábios cerrados, nós nos beijamos lentamente algumas vezes, ela pediu pra cavalgar e eu deixei, deitei e esperei ela vir por cima, Bruna tirou a calcinha e sentou com calma, ela riu, olhou pra mim e disse:
- Eu ainda não me acostumei com tudo isso
Bruna descia devagar, eu segurei sua bunda abrindo-a enquanto ela descia para beijar minha boca outra vez, eu deixei ela ditar o ritmo, ela apoiou as mãos no meu peito e começou a cavalgar mais rápido com gemidinhos finos e curtos: - Humm, humm, aii, aii, hmmm
Depois de alguns minutos assim, eu a coloquei de quatro, pincelei meu pau em sua buceta e afundei de uma vez só, Bruna deu um pequeno grito, sorriu e eu comecei a bombar forte, no meio dos seus gemidos ouvimos um celular vibrando:
- Aiiii, aiii, hmmmm, aiii caralhooo... meu celular tá.. aiii... vibrando... aiii, é a Sabrina...
- Deixa cair
- Ela vai desconfiar se eu não... aiii... atender
- Então atende
- Vai devagar...
Bruna atendeu comigo a fodendo.
- Alooo...
Ela travou os lábios para não gemer.
- Nãoo, eu... eu não to em... casa... táá... siiim, chego em vin, vinte minutos... to na.. aii.. eu to... na academia treinando.. tá... tchau
Assim que ela desligou eu aumentei o ritmo, Bruna gemia loucamente, me veio a vontade de gozar, me virei e gozei no chão, não queria sujá-la, Bruna se deitou suada, cansada, respirando rápido, me olhou sorrindo e disse:
- Nossa cunhado... é muito melhor aproveitar você sozinha do que dividir você
Bruna e eu sorrimos, enquanto ela se vestia ela disse:
- A Bruna vai na minha casa, disse que ia levar umas coisas pras crianças
- Já sabe né? Isso aqui nunca aconteceu
Bruna se aproximou, me beijo calmamente e disse:
- Não, eu nunca estive aqui
Eu chamei o uber pra ela, quando chegou eu a levei no portão, ela foi embora feliz, eu entrei, contente, mas com receio da Bruna dar com a língua nos dentes e falar para Sabrina o que fizemos.
Tomei um banho e em 10 minutos Sabrina estava me ligando de vídeo, eu já me preparei para uma discussão, atendi ali, saindo do banho.
- Tava tomando banho?
- Sim, acabei de sair do chuveiro
- Tá peladinho?
- To de toalha...
- Deixa eu ver?
Mostrei, mostrei até mais do que a toalha, ela sorriu de um jeito safado.
- Eu to indo lá na Bruna
- Fazer o que?
- A gente comprou umas coisas pras crianças, eu te liguei de vídeo pra saber se o senhor estava mesmo em casa, saiu daqui com pressa
- Onde mais eu estaria?
- Não sei, mas só queria te falar que tava com saudades mesmo
- Eu também já estava sentindo sua falta
- Te amo tá?
- Eu também amo você, cadê o Pedro?
- Trancando a casa
- Ah sim...
- Amanhã a gente se fala, beijo
- Beijo
Quando Sabrina desligou, eu simplesmente fui dormir, na manhã seguinte começaria no meu novo trabalho, fiz praticamente uma integração, conheci minha equipe, meus liderados, e minha sala, tudo muito bonito, parecia o emprego dos sonhos, quando assumi minha sala fui verificar a situação real da empresa, foi quando bateram na minha porta, eu mandei entrar, era uma garota linda, novinha, 20 anos, auxiliar de escritório, o que muitos chamariam de secretária pessoal, nunca trabalhei com secretárias.
Lívia: Licençaaaa, bom dia, tudo bem? Vim trazer um café pro senhor.
Eu: Obrigado, prazer! Me chamo Felipe, e você?
Lívia: Sou a Lívia, sua secretária pessoal, vou cuidar das agendas do senhor na empresa e te auxiliar no que precisar
Eu: No momento eu preciso de companhia pra esse café
Lívia era encantadora, conversamos muito, ela morava longe de mim, afinal, a empresa ficava na Faria Lima, ela morava em Higienópolis, uma patricinha, mas muito bonita e gentil, eu não sou de dar em cima de ninguém da empresa, não mesmo, mas como quem quiser me dar, então não mexi com Lívia, mas fui bem educado com ela... trocamos WhatsApp logo no primeiro dia, afim de facilitar alguma comunicação em caso de atraso ou falta, o dia passou tranquilamente, a noite eu estava indo embora quando lembrei que prometi passar na casa da Sabrina, me senti constrangido de ir dois dias seguidos, mas apareci lá mesmo assim, quem me recebeu dessa vez foi o Pedro, na garagem ele me disse:
- E nós dois?
- Nós dois o que?
- Quando nós vamos...? A Sabrina não curte ver...
- No dia que você quiser
- Mas eu quero comer também hein...
- Tá ficando exigente, hein?! Vê quando você pode e me fala
Quando entrei, Sabrina tinha preparado um jantar mais elaborado, conversamos bastante, jantamos, depois fiquei até quase meia noite assistindo com eles, rolou alguns beijos com Sabrina, mas nada de fodermos ainda, fui embora pra casa, Sabrina não desconfiou de nada entre Bruna e eu, e isso era bom.
Acordei no outro dia com uma mensagem do Pedro:
- A Sabrina vai pra fazenda hoje, vou dizer que vou te ajudar a buscar umas coisas na empresa que você trabalhava
Eu li aquilo ainda acordando, e só mandei: "Combinado"
Passei o dia focado no trabalho, até me esqueci do Pedro pra falar a verdade, conversei pouco com a Lívia, eu ainda estava me habituando com o sistema da empresa, e entendendo o que eu precisava mudar, e esse processo levaria semanas até eu estar mais "solto" pela empresa.
Na hora que estava indo embora, Pedro me mandou:
- E aí, posso ir na sua casa?
- Eu to saindo de São Paulo agora, acho que vou demorar coisa de 1h pra chegar, está trânsito
- Porra... vai demorar, a Sabrina vai estranhar a demora
- Sábado você tá de folga, não tá?
- Sim, mas eu me preparei hoje...
- Beleza, então faz assim, fala pra Sabrina que eu to te chamando pra vir em São Paulo porque preciso de ajuda na empresa nova, me encontra nesse motel aqui
- Motel? Não porra... como eu vou entrar em motel com um homem?
- Você vai querer hoje? É o jeito!
- Tá... me manda um áudio pedindo minha ajuda que vou apagar o resto da conversa.
Fiz conforme ele me pediu, fui direto ao motel e reservei a suíte, tive que estacionar e voltar para esperar Pedro na recepção, fiquei lá sentado no sofá, ele chegou em alguns minutos morrendo de vergonha.
- Demorou hein?!
- Tive que entrar a pé
- Por que?
- Não sei, eu achei melhor pagar um estacionamento porque já entrou com seu carro
- Podia ter entrado com o seu, eles davam um jeito
- Porra, que vergonha...
- Dá seu documento lá e vamos, já reservei uma suíte
Pedro foi, muito tímido, nós andamos pelas ruas do motel com ele praticamente correndo, não querendo ser visto comigo, quando entramos ele estava corado, eu comecei a tirar o sarro, por fim, Pedro se aproximou para me beijar, eu consenti, ainda não estava muito à vontade com isso, mas ele já tinha um encaixe natural comigo.
Nós nos beijamos bastante, a luz baixa, o quarto iluminado apenas pelos leds, tiramos as roupas e ele abaixou me chupando comigo em pé mesmo, em seguida ele se deitou, apontou a pica pra cima e disse:
- Vem mamar, vem!
Eu ri com ele mandando em mim, mas fui, chupei toda a pica dele, das bolas até a base, ele gemia, dizendo que minha boca estava quente.
Peguei um K-Med que estava em cima da cômoda, passei no dedo indicador e esfreguei no pau, Pedro fez uma careta e eu perguntei:
- O que foi?
- É que... a Sabrina vai acabar pedindo pra ver meu cu, certeza, ela já tava toda desconfiada
- E aí... só eu que levo pica?
- Por favor, mano, prometo que na próxima deixo você enfiar até as bolas em mim
- Porra Pedro... eu queria te foder
- Desculpa... até fiz a chuca, mas a Sabrina tá no meu pé
Eu fiquei pensando... não curto ficar dando, mas não ia desperdiçar minha ida ao motel, entreguei o K-Med pro Pedro, me posicionei de quatro e esperei ele aproveitar... ele passou o K-Med em mim com o dedo indicador, se posicionou e entrou, doeu, mas eu entendo que o sofrimento faz parte do prazer, ele entrou devagar, mas foi do começo ao fim escorregando, no começo doía demais, mas aos poucos fui me acostumando, dizem que quando se dá o cu mais de uma vez, as próximas são mais fáceis, mas pra mim eu acho que era o K-Med que adormeceu, sentia um prazer absurdo na próstata, ficamos assim por uns 10 minutos, Pedro metia com muita força e com vontade, ele bateu na minha bunda e disse:
- Geme pra mim, vai
- Que porra de gemer o que?
- Vai... geme pra mim! Não aguenta tudo sofrendo não.
Eu comecei a gemer baixo, com uma certa vergonha, mas na medida em que eu gemia Pedro metia mais firme, então acabei me rendendo a tudo isso.
Ele se deitou e pediu pra eu sentar, eu ia sentar de costas mas ele pediu pra ser de frente porque queria meu pau batendo em sua barriga, e assim eu fiz, segurei seu pau e fui me encaixando, realmente estava bem cômodo, não senti dor, apenas prazer, sentei, Pedro agarrou meu pau e me punhetava enquanto eu sentava nele, fiquei assim por um bom tempo, Pedro estava gemendo bastante, num certo momento ele abriu um sorriso e disse:
- É gostoso foder um dotado, puta que pariu
Ele soltou do meu pau e começou a tentar me dar ordens, mandando eu sentar mais rápido, pra eu me soltar mais... eu tentei, acabei me erguendo e sentando como um agachamento... foi o jeito que encontrei para sentar com força e ele gostar, dava pra ouvir o barulho da sentada de tão forte que estava, Pedro gozou, aquela porra quente em meu cu, me levantei devagar, eu ia me lavar, mas ele agarrou meu pau e chupou até eu encher sua boca de leite, ele engoliu sorrindo, fomos juntos pro chuveiro, e lá ele me pediu um beijo, nós nos beijamos e nos abraçamos, nos arrumamos rapidamente e deixamos o quarto, eu o deixei no estacionamento para pegar seu carro e fomos embora, no caminho ele me ligou:
- Vamos em casa? A Sabrina não vai desconfiar se chegarmos juntos
Eu topei, acompanhei o Pedro para chegarmos juntos. Quando chegamos, Sabrina estava fazendo as unhas com Fernanda, o clima entre nós ainda é péssimo, então só disse um oi e caí fora.
Durante aquela noite, eu já estava deitado, quando me chegou uma mensagem de Marina, era uma foto em visualização única, eu já abri pensando que era putaria, mas não... era seu vestido de noiva no guarda-roupas, e a legenda:
"Será que um dia eu vou poder usar?"
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Comentários (2)
bg: KRL COMO A SABRINA SAIU DE UM DOS MELHORES PERSONAGENS PRA ESSA CHATAAAA
Responder↴ • uid:ona2nn2d9jCorno submisso: Tenho me perguntado a mesma coisa kkkkk sigo gostando do felipe e do pedro, só. Sabrina nessa tara insuportável pelo felipe apenas. Ela definitivamente quer um corno e um comedor, apenas isso.
• uid:1d38r48m7uxe