#Assédio #Coroa #Grupal #Sado

Meus donos indianos

1.2k palavras | 1 | 4.25 | 👁️
Escrava BBW

Tal como me tinham dito os meus donos foram a Índia ,a Nova Deli visitar a família .
Eles ofereceram-me um vestido tradicional chamado Sari que devo usar aqui na Índia.
Na Índia eu estou no meio de uma rua movimentada em Sarojini Nagar, Ravi caminha à minha frente, Ishan logo atrás, o tecido do sari roça nos meus tornozelos, uma sensação estranha depois de meses vivendo nua na casa deles.
Sinto o olhar de alguns homens nas ruas,eles veem uma mulher branca, madura gorda, fico a pensar se os excito.
Ravi pará em frente a um portão de ferro, virando-se para mim e ordenando com autoridade.
— Tira, aqui tens de estar descalça — ele ordena, apontando para os meus pés.
Eu não hesito e descalço as sandálias. Estou acostumada a ser usada, a ser a Puta Gorda da casa deles, mas aqui, a humilhação parece ter um sabor diferente.
Entramos na casa e há cheiro de incenso e comida, há gente sentada em cadeiras de madeira e sofás desgastados.
Ravi e Ishan começam a falar em indiano apresentando-me aos familiares.
Vejo rostos velhos e jovens, uma mulher idosa aperta os lábios, desaprovação clara l, enquanto um homem mais jovem, não tira os olhos do meu peito, onde a blusa do sari aperta de forma indecente.
Um homem de meia-idade se aproxima e fala comigo em inglês,o inglês nunca foi o meu forte, e eu olho atrapalhada para Ravi.
— Ela diz que está feliz em conhecer a família — Ravi traduz, mas o sorriso nos lábios dele é malicioso. — Diga a eles quem é você.
— Sou... sou a Puta Gorda — sussurro, baixinho.
Ishan dá uma palmada na minha bunda, o som ecoando pela sala.
.Eles não têm ideia do que aquilo realmente significa, ou talvez tenham. Talvez "Puta Gorda" seja exatamente o que eles veem quando olham para mim.
Quando a noite cai,Ravi me agarra pelo braço e me leva para um quarto dos fundos. É pequeno, com uma cama de casal ocupando quase todo o espaço. Ishan fica do lado de fora, fechando a porta atrás de nós.
— Na casa da minha tia você dorme aqui, comigo — diz ele, sentando na cama — Mas primeiro despe-te sua puta girda.
eu me dispo e ele me diz:
— Vem. Faz o que fazemos em casa. Eu estou cansado da viagem.
Eu me aproximo da cama, me coloco de quatro ao lado dele,Ravi puxa-me para cima dele com força,ele abre as minhas pernas e entra em mim de uma vez. Ele fode-me com um tesão animal, e quando ele termina, rola para o lado, ofegante, deixando-me com as pernas abertas e a cona a latejar, usada e descartada por enquanto.
A manhã chega , Ravi acorda, espreguiça-se e aponta para a porta, mandando-me para um banheiro de azulejos partidos, canos ferrugentos a pingarem e um cheiro a mofo que se mistura com o odor da urina. Há apenas um balde plástico azul e uma torneira que solta um fio de água fria. Eu encho o balde e despejo a água gelada sobre o meu corpo, tremendo com o choque, mas sabendo que não tenho o direito de reclamar. Enquanto a água escorre eu aperto as minhas mamas com uma mão e com a outra mão desce inevitavelmente para a cona, os dedos a esfregarem o clitóris , então eu reparo nuns olhos me observando por uma rachadura na porta . É o homem mais velho da família, o tio de Ravi. Ele está ali, observando, com a mão no pau duro fora das calças, a masturbar-se devagar enquanto me vê
Os meus donos ensinaram-me que devo servir quem quiser usar. Deixo o balde cair no chão de cimento e vou até a porta, abrindo-a o suficiente para ele entrar. Ele não diz uma palavra, apenas entra, eu ajoelho-me no chão sujo e frio, pego nos meus seios grandes e flacidos, meto o pau dele entre eles, ele começa a mover-se, a foder os meus peitos, quando o ritmo dele acelera, levo a boca à ponta do pau dele , chupando com vontade, sentindo o sabor da pele envelhecida e do líquido pré-ejacular. O velho não aguenta muito tempo , ele puxa o pau para fora da minha boca e solta o esperma, jatos grossos e quentes que batem na minha cara, nos meus olhos, no nariz e nos lábios. Eu tento apanhar o que consigo com a língua, esticando o pescoço como um animal faminto, engolindo o líquido salgado e amargo
Volto para o quarto onde Ravi e Ishan já estão vestidos, e mostro-lhes a cara brilhando com o esperma do tio deles. Ravi sorri, aquele sorriso frio, e Ishan ri-se, eles estão satisfeitos. A sua putinha fez bem o trabalho
Recomponho-me, limpoa cara com uma toalha áspera e visto o sari novamente. Eles levam-me a visitar um templo, cheio de turistas e fiéis. Na entrada, Ravi para e ordena: — Tira. Eu descalço-me imediatamente. O chão de pedra quente queima as solas dos meus pés.
Dentro do templo, o cheiro a incenso é forte, mas os olhares dos homens locais são mais fortes.
Saímos para as ruas movimentadas de Nova Deli, homens passam por mim, parando para murmurar coisas indecentes em hindi, palavras sujas que não entendo. Os meus seios balançam sob o tecido do sari, grandes e flácidos, atraindo o olhar gulosos de cada homem que passa.
A noite desce e de volta à casa, Ravi e Ishan param em frente a uma porta no final do corredor.
— Hoje dormes aqui — diz Ishan, empurrando-me para dentro e fechando a porta atrás de mim.
É o quarto dos primos, dois rapazes de vinte e dois anos, a mesma idade que o meu filho, eles estão na cama, assim que entro, não há gentilezas, eles agarram-me e despem-me. Eles adoram as minhas mamas, quatro mãos a apertarem a carne macia, bocas sugando os mamilos duros .
U deles pega no meu pé, levantando-o à boca, lambendo os dedos um a um, chupando o calcanhar, o arco, o tornozelo, enquanto um chupa os meus dedos do pé com devoção, o outro abre as minhas pernas e entra em mim com a força , fode-me com entusiasmo.
Eles vão trocando de lugar entre eles, usando as minhas mamas, a minha boca, a minha cona e os meus pés. Sinto-me puta. Uma puta gorda, velha e usada, finalmente no seu lugar.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Lex75: Já tinha saudades dos teus contos...excitam- me.

    Responder↴ • uid:5vaq00qb0c