#Coroa #Incesto #Sado #Teen

A nova realidade que mudou o mundo parte 168 - Presente de aniversário

2.4k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
AnãoJediManco

Nesse novo capítulo do novo mundo, conhecemos Lucas, um jovem garoto de quinze anos, filho de uma família rica e tradicional do Sul do país. Em seu aniversário, o pai lhe presenteou com o direito de escolher e comprar uma família completa de escravas, uma mãe e suas duas filhas.
Como a família de Lucas já possuía dezenas de escravas brancas e loiras, o jovem decidiu buscar algo diferente. Ele queria morenas do Nordeste, pele bronzeada, cabelos escuros e ondulados, traços mais marcados e corpos que contrastassem com as loiras delicadas que já tinha em casa.
Lucas encontrou o anúncio em um site especializado de leilões e vendas de escravas, um portal conhecido entre os donos mais ricos. O anúncio foi publicado por um fazendeiro do interior do Ceará, que anunciava a venda de uma família completa de putas nordestinas, mãe e filhas, todas saudáveis, dóceis e bem treinadas.
A descrição era detalhada e crua:
“Mãe, 32 anos, corpo ainda firme, seios grandes e pesados, buceta experiente e bem usada. Filha mais velha, 16 anos, corpo atlético, bunda empinada, seios médios e firmes. Filha mais nova, 14 anos, ainda com aparência jovem, pele macia, seios pequenos e sensíveis. Todas morenas, cabelo preto ondulado, olhos castanhos. Já foram treinadas para sexo oral, anal e vaginal. Não têm cicatrizes visíveis. Aceitam qualquer uso. Preço especial por se tratar de família completa.”
Lucas leu o anúncio várias vezes. O que mais o atraiu foi a possibilidade de ter mãe e filhas juntas, a dinâmica de humilhação familiar, de forçar a mãe a assistir as filhas sendo usadas, e vice-versa, o excitava profundamente. Além disso, o contraste racial com as loiras da casa o agradava. Ele imaginava as morenas suadas, a pele escura contrastando com a porra branca, os cabelos escuros grudados no rosto.
Após conversar com o pai e receber autorização para a compra, Lucas fechou o negócio por um valor considerável, mas ainda dentro do orçamento do presente.
O preparo das três para a viagem começou imediatamente.
Elas foram retiradas do curral da fazenda, nuas, e levadas para a área de preparação. Ali, foram depiladas completamente, buceta, pernas, axilas e até a linha fina do ventre. Seus corpos foram lavados com mangueira de alta pressão, esfregados com sabão grosso e depois secos. Em seguida, receberam uma injeção de contraceptivo de longa duração e um exame ginecológico rápido para garantir que não estavam grávidas ou doentes.
Para a viagem, as três foram equipadas da mesma forma: coleiras de metal no pescoço, algemas nas mãos e tornozelos, um plug anal médio em cada uma, para manter o cu dilatado durante a viagem, e uma mordaça de bola. Seus cabelos foram amarrados em rabos de cavalo altos. Por fim, receberam uma marca temporária com tinta no peito, o número do lote e o nome do comprador “LUCAS – SUL”.
Elas foram colocadas em um caminhão baú refrigerado, junto com outras dezenas de escravas destinadas a compradores do Sul e Sudeste. O interior do baú era escuro, abafado e cheirava a suor, medo e metal. As escravas ficavam sentadas ou deitadas no chão de metal, acorrentadas umas às outras pelas coleiras, sem espaço para se mexer direito. A viagem durou quase 9 dias.
Durante o trajeto, as três mal dormiram. O balanço constante do caminhão, o calor ocasional quando o sistema de refrigeração falhava, o cheiro de urina e fezes de quem não aguentava segurar, e o som constante de correntes e gemidos abafados tornavam a jornada um pesadelo contínuo. A mãe tentava, em silêncio, tocar as mãos das filhas para dar algum conforto, mas as algemas e a corrente curta impediam qualquer movimento real.
Quando o caminhão finalmente chegou à propriedade de Lucas, no interior, as três desceram atordoadas, sujas, com os corpos marcados pelas correntes e os olhos vermelhos de exaustão.
Lucas as esperava no pátio, sorrindo. Elas eram agora suas. Uma família completa de morenas nordestinas. E o verdadeiro treinamento ainda estava por começar.
Logo após a chegada, ainda no pátio da casa, Lucas e seu pai decidiram inspecionar as três novas escravas com rigor.
As morenas, a mãe e as duas filhas, ainda estavam sujas da viagem, suadas, com a pele brilhando sob o sol do final da tarde. O cheiro de suor, medo e metal impregnava seus corpos. Lucas as olhava com curiosidade e excitação, enquanto o pai, mais experiente, já planejava o teste de obediência.
Eles as levaram até o quintal dos fundos, onde havia três cavaletes de madeira especialmente preparados. Cada um era uma tora grossa e resistente, com a quina superior afiada e pontiaguda, coberta apenas por uma fina camada de verniz que não suavizava a dureza da madeira.
Uma a uma, as três foram colocadas nos cavaletes. Primeiro a mãe. Seus pulsos foram presos a um gancho alto, forçando-a a ficar com os braços esticados para cima. Em seguida, o corpo foi abaixado até que a quina afiada da madeira se encaixasse exatamente entre as pernas, pressionando com força a buceta e o períneo. Os pés ficaram suspensos, sem tocar o chão. Todo o peso do corpo agora se concentrava naquela linha fina e dura de madeira que espremia a carne sensível.
As filhas foram colocadas da mesma forma, lado a lado. A madeira pontuda se encaixava entre os lábios vaginais, pressionando o clitóris e a entrada da buceta com uma força constante e implacável. O peso do corpo empurrava a quina ainda mais fundo, fazendo a madeira afundar na carne macia. O cu também era comprimido contra a superfície áspera. A dor era aguda, latejante, como se uma lâmina cega estivesse sendo empurrada lentamente para dentro.
Elas gemiam baixo, o corpo suado tremendo. Cada respiração fazia o peso se deslocar um pouco, aumentando a pressão. A buceta inchava ao redor da madeira, a pele avermelhada e brilhante de suor. Odores fortes de excitação involuntária e medo se misturavam no ar quente do quintal. Lucas caminhava entre elas, observando de perto. Apertava os seios, abria as nádegas, verificava se o plug anal ainda estava no lugar. O pai, ao lado, comentava sobre a qualidade da carne, a elasticidade da buceta e a resistência aparente das três.
As morenas permaneciam ali, suspensas, com o corpo inteiro dependendo daquela quina de madeira que cortava a carne entre as pernas. O suor escorria pelas coxas, pingando no chão. Os gemidos se tornavam mais altos conforme o tempo passava e a dor se intensificava. Era a primeira lição. A primeira demonstração de que, a partir daquele momento, seus corpos não lhes pertenciam mais. E que a dor seria apenas o começo.
Com as três morenas ainda presas aos cavaletes, a quina da madeira afundando profundamente em suas bucetas, Lucas e o pai iniciaram a longa sessão de teste de resistência. O objetivo era simples: descobrir até onde cada uma aguentava antes de quebrar. Eles escolheram as ferramentas com cuidado.
Para a mãe, o corpo ainda firme e carnudo, escolheram a varinha de bambu e o chicote de couro cru. O pai começou. Segurou a varinha fina e flexível, e desferiu o primeiro golpe seco e preciso na parte de trás das coxas dela. O som foi seco, quase musical. A pele morena se abriu em uma linha vermelha instantânea. A mãe gritou contra a mordaça, o corpo se contorcendo, o que só fez a madeira afundar ainda mais na buceta. Lucas observava, excitado, enquanto o pai continuava, golpe após golpe, cobrindo as coxas, a bunda e as costas baixas com marcas paralelas. Depois veio o chicote de couro cru. O som era mais pesado, mais úmido. Cada estalo deixava uma marca larga e inchada. O pai não tinha pressa. Batia devagar, esperando o corpo dela tremer, esperando o gemido abafado, esperando o suor escorrer pela pele marcada. Só parou quando as coxas da mulher estavam cobertas de vergões roxos e a bunda latejava visivelmente.
Para a filha mais velha, o corpo atlético e a bunda empinada, escolheram a vara de salgueiro e o chicote de borracha de câmara de ar. Lucas assumiu. A vara de salgueiro era mais flexível e cortante. Ele a ergueu e desceu com força, acertando a parte superior das nádegas. O som foi agudo. A filha mais velha arquejou, o corpo se elevando nos ganchos, a madeira raspando a buceta com violência. Lucas batia com ritmo, cobrindo toda a extensão da bunda e das coxas posteriores. Depois trocou para o chicote de borracha. O material era pesado e elástico. Cada golpe fazia a carne tremer e deixar uma marca vermelha profunda. Ele mirava especialmente a junção entre a bunda e as coxas, e também as laterais dos seios que balançavam com o corpo preso. A jovem chorava abertamente agora, o rosto vermelho, o suor escorrendo pelo pescoço. Lucas só parou quando a bunda dela estava inchada, quente e brilhante de suor e dor.
Para a filha mais nova, a mais delicada das três, escolheram o fio de energia dobrado e o elástico de soro. O pai e o filho se revezaram. O fio de energia, dobrado ao meio, era fino e cortante. Cada golpe deixava uma linha fina e ardente, quase como um corte superficial. Eles miravam os seios pequenos, a barriga, as coxas internas e a parte de trás das pernas. A jovem soluçava, o corpo inteiro tremendo, a madeira do cavalete pressionando sua buceta com uma dor constante e crescente. Depois veio o elástico de soro. Era o mais cruel. Eles esticavam o elástico ao máximo, miravam um ponto específico — um mamilo, o clitóris exposto pela pressão da madeira, a parte interna da coxa — e soltavam. O estalo era seco e preciso. A dor era pontual, intensa, como uma picada de vespa multiplicada. A filha mais nova gritou alto pela primeira vez quando o elástico acertou diretamente o clitóris. Seu corpo se contorceu violentamente, a madeira raspando a carne com força. Eles repetiram várias vezes, acertando os mesmos pontos, até que a jovem mal conseguia se manter consciente.
A sessão durou quase duas horas.
Eles trocavam de escrava quando a atual começava a desmaiar ou quando o corpo dela parava de reagir com a mesma intensidade. A mãe recebeu mais de oitenta golpes entre bambu e couro. A filha mais velha, cerca de sessenta entre salgueiro e borracha. A mais nova, dezenas de estalos precisos de fio e elástico. Quando finalmente pararam, as três estavam destruídas.
A pele morena estava coberta de vergões, hematomas e linhas vermelhas. As bucetas, ainda pressionadas pela madeira, estavam inchadas, vermelhas e brilhantes. O suor escorria misturado com lágrimas. Os corpos tremiam sem controle.
Lucas e o pai observavam o resultado, satisfeitos. As três haviam aguentado. E isso, no novo mundo, significava apenas uma coisa, elas ainda tinham muito a aguentar.
Quando a sessão finalmente terminou, as três morenas mal conseguiam se manter conscientes. Lucas e o pai as retiraram dos cavaletes com movimentos bruscos. Ao serem levantadas, a madeira deixou marcas profundas e vermelhas na pele sensível entre as pernas, uma linha inflamada que se estendia da buceta até o cu. Elas gemeram alto quando o peso do corpo foi aliviado, as pernas tremendo tanto que não conseguiam se sustentar.
Foram arrastadas até uma mangueira no quintal. A água que saía era salobra, tirada de um poço antigo, com gosto de terra e sal. O jato forte e frio bateu em seus corpos quentes e marcados. Lucas esfregou as três com uma escova de cerdas duras, removendo o suor, a poeira da viagem e o sangue seco dos vergões. A água salgada ardia em cada corte, em cada marca de chicote, em cada linha deixada pela madeira. Elas se contorciam, mas não podiam se afastar. Depois de lavadas, ainda pingando, foram levadas até uma pequena cela de concreto construída no jardim, sob o sol pleno.
A cela era minúscula, pouco mais que dois metros por dois. Não havia janelas, apenas grades de ferro na porta. O chão era de cimento quente. Não havia colchão, nem cobertor, nem sombra. Apenas o calor do sol batendo diretamente sobre o teto baixo de zinco, transformando o interior em um forno. As três foram jogadas lá dentro, ainda algemadas e com as coleiras. A porta de grades foi trancada.
Elas se encolheram no chão quente, os corpos doendo, a pele latejando, a buceta e o cu ainda sensíveis pela pressão prolongada da madeira. O suor voltou a escorrer imediatamente sob o calor. A mãe tentou puxar as filhas para perto, mas as correntes curtas limitavam qualquer movimento real.
Ali, sob o sol implacável, elas descansariam da viagem e da primeira tortura. Ou, pelo menos, tentariam. Porque em breve, quando a noite caísse ou quando Lucas resolvesse, elas seriam retiradas novamente. E o verdadeiro uso começaria.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos