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Meus donos indianos 2

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Escrava BBW

Eles veem-se em cima de fim , e fico ali estendida de pernas abertas cheia de esperma, diz um deles :
— Tens de vir todas as noites — diz ele, a voz rouca, passando a mão pela minha coxa gorda e pegajosa. — Não consigo dormir sem pensar nesta buceta.
— É vício, primo. Esta putinha gorda é uma droga. Precisamos dela aqui a cada pôr do sol para descarregar a nossa tesão -diz o outro
Antes que eu possa reagir, a porta abre-se de golpe e Ravi entra, seguido por Ishan.
— Ouvi o pedido — diz Ravi, sem olhar para os primos, fixando os olhos escuros em mim. — E talvez aceda. Mas agora ela tem trabalho. Vamos sair.
Ravi atira-me um sari amarelo berrante, curto e transparente.
— Veste-te. Vamos ao mercado.
Levanto-me com dificuldade, os músculos doloridos após foder com os primos.
Enquanto me visto, sentindo o tecido áspero a roçar nos meus mamilos sensíveis, ouço Ishan a rir-se baixinho, a comentar com os primos sobre como as minhas mamas balançam quando me movimento.
Saímos de casa. O calor de Nova Deli me sufoca assim que piso na rua. Ravi caminha à frente, Ishan vai atrás de mim, empurrando-me ocasionalmente quando me atraso, o que acontece frequentemente devido ao cansaço. A paragem de autocarro está cheia. Quando o veículo chega, é uma massa de humanidade compacta. Não há espaço para respirar.
Ravi entra primeiro e puxa-me pelo braço, forçando-me a entrar naquele caos de corpos. Ishan fecha o cerco atrás de mim. Estou esmagada entre homens desconhecidos. O cheiro é nauseabundo: odor de corpos sujos. Assim que as portas se fecham, sinto as mãos,não são as dos meus donos,são mãos estranhas, roçando nas minhas nádegas grandes, apertando as minhas mamas e cona através do sari fino.
Ravi olha para mim por cima do ombro, permitindo que eu seja tocada. Ishan ri-se ao ver o desconforto no meu rosto, empurrando-me ainda mais contra um homem velho que me encosta a sua ereção dura nas minhas costas. O autocarro arranca com um solavanco, e eu tropeço, caindo parcialmente sobre um rapaz jovem que imediatamente aproveita para agarrar um dos meus seios, apertando-o com força.
— Desculpa... — tento sussurrar.
A viagem parece durar uma eternidade, cada paragem a trazer mais gente, mais mãos, mais humilhação. Sinto a cona a começar a molhar.
Quando finalmente descemos, estou a ofegar, o sari amarrotado, o rosto vermelho de vergonha e calor. Estamos num mercado movimentado.
Ravi começa a caminhar rápido, sem se virar para trás. Ishan segue ao lado dele.
Corro para os apanhar, as minhas coxas a roçarem uma na outra, o suor a escorrer pelo meio dos meus seios. O mercado é uma confusão, vendedores gritam preços, mulheres carregam cestos na cabeça. Empurram-me de um lado para o outro. Quando olho em frente, o pânico aperta-me o peito,não os vejo, o amarelo da camisa de Ravi desapareceu na multidão. Viro-me para trás, mas não há sinal de Ishan. Estou sozinha. No meio de Nova Deli. Sem dinheiro, sem telemóvel, vestida como uma prostituta barata. Os homens na rua começam a notar a minha presença. Os olhares mudam de indiferença para caça. Vejo os dentes amarelos de um homem a sorrir para mim, outro ajusta a calça enquanto me observa parada, confusa.
Tenho de os encontrar. Mas não posso ficar aqui parada. Sou um alvo fácil.
Aproximo-me de um grupo de homens mais velhos sentados junto a uma barraca de chá. Eles param de falar quando me veem aproximar-me, os olhos a percorrerem o meu corpo gordo exposto, fixando-se nos meus seios a balançar sob o tecido fino.
— Por favor... — a minha voz treme, fraca e estrangeira. — Eu... perdi os meus donos.
A palavra "donos" sai naturalmente, condicionada pelo medo e pela realidade. Os homens trocam olhares, e um deles, com uma barba rala e olhos avermelhados, levanta-se devagar, aproximando-se invadindo o meu espaço pessoal. O cheiro dele é forte, a álcool misturada com suor.
— Donos? — ele pergunta, a voz grossa, passando a mão pesada pelo meu braço. — Uma cadela perdida sem coleira?
Preciso de ajuda, mas sei que esta ajuda terá um preço. Estou à mercê desta cidade e destes homens que veem apenas uma putinha gorda pronta para ser usada.
— Eles são altos... um de pele escura... — gaguejo, sentindo as lágrimas a formarem-se, mas reprimindo-as por saber que isso os excita mais. — Por favor, precisava de saber onde foram.
O homem ri, um som seco e cruel, e aperta o meu braço com força, puxando-me para si.
— Podemos ajudar-te a encontrá-los, vaca. Mas primeiro, vais ter de nos agradecer pela tua ajuda, não é?
Os outros riem, fechando o círculo à minha volta. Estou encurralada, cercada por desejo agressivo, e a única saída é submeter-me, usar a minha boca e o meu corpo para pagar o favor.
— Uma cadela perdida sem coleira? Eu sei onde encontrar os teus donos, vaca gorda. Mas neste mercado, nada é de graça.
Ele puxa-me, e eu sigo, o ruído do mercado diminui à medida que ele me arrasta para a sombra de um beco estreito entre duas barracas de ferro enferrujado.
O beco cheira a urina, a lixo podre e a humidade . O homem empurra-me contra a parede de tijolos
— Por favor... eu só quero encontrar o Ravi... — suplico, a voz trémula e fraca.
— Cala a boca, puta primeiro pagas a informação.
Ele não tem paciência para preliminares. Com um movimento brusco, levanta o sari até à cintura, expondo a minha buceta inchada e húmida.
— Olha essa cona... pronta para ser usada — ele murmura, desabotoando a calça . O pau dele salta fora, duro, com veias salientes e um cheiro forte a homem não lavado.
Sem aviso, ele agarra as minhas coxas grossas e levanta-as, forçando-me a envolver a cintura dele com as pernas. Ele encosta-me com violência contra a parede e entra em mim. Um grito escapa-me da garganta
Ele fode-me sem piedade, usando o meu corpo como um simples objeto para aliviar a tesão. Cada empurrão é forte, a minha cabeça bate levemente contra a parede a cada pancada, e eu agarro os ombros dele, as unhas a cravarem na camisa suja, sem saber se quero empurrá-lo ou puxá-lo para mais perto.
— É isso, sua putinha gorda... aperta essa buceta suja — ele susurra ao meu ouvido, o hálito a cheirar a álcool. — Gostas de ser usada assim, não gostas? Uma cadela como tu precisa de um pau duro .
Eu mordo o lábio , a minha buceta aperta o caralho dele involuntariamente. O suor escorre pela minha testa, e os meus seios balançam violentamente com o ritmo dele, escapando do sari.
Ele acelera, os movimentos tornam-se curtos e desesperados. Sinto o corpo dele a endurecer, a respiração a ficar ofegante e ruidosa. Com um último empurrão fundo, que me faz arquear as costas e bater com a cabeça na parede, ele goza dentro de mim, sentindo o jato quente a encher-me, escorrendo pelas minhas coxas enquanto ele ainda se move dentro da minha cona.
Ele fica imóvel por alguns segundos, ofegante, com o peso dele a esmagar-me contra a parede. Depois, solta-me bruscamente.
Ele puxa as calças, depois agarra o meu cabelo
— Agora, da-me um último gemido de agradecimento com essa tua boca suja. Diz que gostaste
Eu olho para ele, os olhos cheios de lágrimas de vergonha e submissão. O meu corpo ainda treme com o orgasmo forçado
— Obrigada... — sussurro, a voz rouca. — Obrigada... por me usar...
Ele solta o meu cabelo e limpa as mãos nas calças.
— Levanta-te, puta. Vamos procurar os teus donos.
Ele puxa-me do chão, ele me arrasta de volta para a luz do mercado. O sari transparente não esconde nada: os meus seios estão nus, o esperma escorre pelas pernas, o cabelo está uma desgraça. Ele empurra-me através da multidão,demora poucos minutos até que ele os aviste. Ravi e Ishan estão parados junto a uma banca de especiarias, a postura rígida, a procurar algo na multidão.
O homem da barraca empurra-me na direção deles.
— Aqui está a vossa puta — ele diz, rindo. —Encontrei a cadela perdida pronta para ser usada
Ravi vira-se lentamente. O olha-me frio e calculista da cabeça aos pés, vendo-me ali : desarrumada, cheirando a outro homem, o sari manchado. Ishan vira-se também com um sorriso sádico . Ravi não diz nada e caminha até mim
— Perdeste-te? — pergunta Ravi. Ele não espera pela resposta. A mão dele agarra o meu queixo com força,. — Parece que encontraste diversão pelo caminho, sua puta sem vergonha.
Ishan ri-se alto
— Olha para ela, Ravi. Ela está a pingar por foder com outro homem. Vamos ter de ensinar esta vaca gorda a não se afastar da nossa vista.
O homem da barraca afasta-se, satisfeito com o espetáculo, deixando-me sozinha com a fria fúria dos meus donos. Ravi agarra-me pelo braço com tanta força e Ishan agarra o outro lado. Eles não me levam para casa imediatamente; eles arrastam-me para uma zona mais sombria do mercado, longe da vista da maioria, mas onde os ouvidos ainda podem ouvir.
— Vais pagar por cada minuto que nos fizeste perder — sussurra Ravi no meu ouvido,
e eu sei que o castigo será brutal.

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