#Virgem

Minha primeira noite

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Cláudia

Fui criada dentro de um regime inflexível, com um casamento arranjado desde o nascimento, o que me impediu de conhecer outros homens. Ao completar vinte e dois anos, embarquei para o país de nossos ancestrais para conhecer Abdul meu noivo, na ocasião com vinte e oito anos. Eu não tinha a menor experiencia e tudo que sabia em termos de sexo era o que minha mãe me transmitiu. Chegando lá, uma grata surpresa ele era um homem gentil, bonito, culto, criado na Europa, para completar, além de eu falar a língua de nossos pais, ele falava um português perfeito. Já nos primeiros dias, percebi algo em relação a Abdul que era falado a boca pequena que eu nem imaginava o que poderia ser. Em uma de nossas primeiras conversas ele sutilmente colocou que os usos e costumes de nosso povo deveria ficar do lado de fora de nosso quarto, devo confessar que além do medinho que aquela conversa me deu, também me deu um certo tesão. O dia do casamento foi intenso, as festividades começaram pela manhã e Abdul me sequestrou no meu da festa e fomos para o hotel que nos tinha sido reservado. Já na suíte trocamos nosso primeiro beijo na boca e eu percebi o porque todos da família faziam aquela cara quando falavam de meu marido, de fato embora eu não conhecesse nenhum homem nu, eu ouvia falar em quinze ou dezesseis centímetros de membro, mas ele era uma aberração, tinha entre as pernas um cacete grosso e muito grande, naquela noite calculei não menos que vinte e cinco centímetros e para meu deleite ele queria "brincar" antes de me arrombar. Assim ele esperou eu colocar a roupa da noite e quando eu já estava deitada na cama sem saber exatamente como proceder, ele se apresentou completamente nu ao lado da cama com aquele mastro cabeçudo apontando para mim e ajoelhou a meu lado na cama dizendo: "Seja brasileira, sei que vocês adoram sexo". Aquela cobra dura me impressionou e eu segurei a vara com as duas mãos alisando com cuidado enquanto ele abria os botões da minha roupa e foi naquela posição, eu deitada com a cabeça no travesseiro e ele ajoelhado que eu já com os seios a mostra que abri a boca e experimentei o prazer chupar uma cabeçorra, me empolguei tanto, dei tanta vazão a puta que sempre abitou meu interior que em poucos movimentos com a cabeça, recebi um jato forte de leite na minha garganta enquanto Abdul gemia como um urso e a sensação que eu estava me urinando me apavorou, mas meu marido mostrando ser um homem experiente, sem quebrar o clima erótico deixou-me completamente nua e retribuiu o oral, ao sentir aquela língua na minha racha, meu corpo inteiro tremeu, não de medo, mas de pura tesão e ele invadiu minha gruta com aquela língua áspera, passei a sentir algo maravilhoso chegando naquela nosso primeiro contato intimo, sentindo espasmos musculares incontroláveis, principalmente nas pernas. Fui agraciada com o que poucas noivas são, gozei na boca de meu marido que ainda era quase um desconhecido, borrifando o rosto dele com uma quantidade impressionante de liquido vaginal que eu não sabia ser capaz de produzir, foi quando percebi que estava vivendo uma noite completamente diferente do que minha mãe e minhas tias tinham me descrito e abandonei todos os conselhos que ela haviam me dado. Abdul deitou seu corpo sobre o meu e sua vara se encaixou exatamente no vão entre minhas coxas e minha buceta e nos beijamos com muito desejo, com certeza naquele momento entendemos que teríamos uma vida sexual invejável. Meu esposo levantou minhas duas pernas, forçando minhas coxas contra meu tórax e encostou a cabeça na cobra na toca enxarcada com meu liquido a desproporcionalidade entre a grossura daquele membro e minha pequena racha era evidente, mas o macho estava com uma ereção a toda prova e disposto a mostrar toda a arte do sexo a sua esposa virgem. Passou a esfregar a piroca na buceta que implorava a penetração provocando uma enorme lagoa no lençol e enquanto eu ansiava pela estocada o varão gozou novamente lambuzando minha racha com seu leite de Homem. Abdul então como um bebe mamou em um dos meus seios levando-me a outro patamar de tesão enquanto aproveitava a porra para massagear o grelo virgem eu começava a entender que a penetração seria consequência e tive meu segundo orgasmo dessa vez em consequência daquela masturbação que eu sabia ser possível, mas sem nunca imaginar ser tão intensa. Para quem esperava ser furada com um lençol entre os dois corpos no escuro, aquela experiencia era muito além do que qualquer mulher em qualquer parte do mundo podia sonhar. Passamos a nos alisar permitindo que nossas mãos conhecessem cada parte do corpo um do outro e adormecemos, lambuzados e sentindo o aroma de sexo no ar como estávamos. Acordamos com os altos falantes convocando a todos para as orações da manhã e descobri que meu marido tinha falado sério, os usos e costumes tinham ficado do lado de fora do quarto, fomos para a banheira e ele permitiu que eu ensaboasse aquele membro maravilhoso, cheio de veias e que endurecia e pulsava em minha mão, quando lembrei que o mundo devia estar considerando uma virgem a menos e meu cabaço ainda estava lá, puxei desavergonhadamente meu esposo para cama sem dar tempo para nos enxugarmos e ao chegar na cama ajoelhei na beira do colchão com o corpo voltado para o centro da cama, senti meu macho segurar minha cintura e pincelar meu rego com sua tromba, nossa, naquele instante minha argolinha se trancou, tanto eu quanto ele sabíamos que ainda não era hora de eu tomar no cu. Arrebitei a bundinha expondo minha xana cheia de desejo. Abdul ainda de pé segurou o cilindro grosso e encostou na racha que ainda tinha algumas espumas que eu tinha trazido da banheira e naquele instante senti a pressão de suas mãos em minha cintura no mesmo instante que meus grandes lábios davam passagem a piroca tesuda, senti cada centímetro da pica abrindo caminho pelo meu túnel virgem e uma entocada mais enérgica rompeu meu cabaço. Nossa que delícia sentir um roliço sendo empurrado no canal, a dor de ser arrombada foi nada na frente da primeira esporrada que levei no canal no exato momento que tive minha primeira convulsão de prazer.

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